segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Eu e a Serra do Açor



Para a maioria, quão pequena é a porção de prazer que basta para fazer a vida agradável!
(Nietzsche)

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Nascida e criada em Lisboa, o amor que me liga à serra do Açor, vem desde que me conheço e provém do facto de passar as minhas férias na terra natal de meus pais.
Ali aprendi o quão dura era a vida naquelas aldeias isoladas, perdidas nas encostas da serra, mas também desfrutei dos prazeres que, só a natureza daqueles locais praticamente selvagens, nos pode proporcionar.


Talvez por não viver ali o ano inteiro, quando lá me encontrava gostava de acompanhar as minhas primas e amigas nos trabalhos agrícolas e integrava-me com facilidade no meio rural, completamente diferente daquele em que fui crescendo a maior parte do ano.




Nunca aprendi grande coisa, mas foi o suficiente para que o gosto por tudo o que é campestre se entranhasse dentro de mim.
Foi, talvez por isso, que vim viver numa zona nos arredores de Lisboa, onde tenho um pequeno terreno com árvores e jardim e, muitas vezes, me sento recordando os meus tempos de menina e moça no Açor.









5 comentários:

Anónimo disse...

Cára amiga essa sainha estava muito curtinha para á época. Ai os velhotes desse tempo de certeza que quando te viam faziam-te um fato mais comprido??????

Desculpe estou a brincar mas a verdade tem que ser dita éra uma linda menina( Parabens Martinho)

Antonio Assunção

Dulce disse...

O Antonio tem razão, Lourdes. Uma linda menina... E a sainha estava mesmo era muito bonita, viu? Caia-lhe muito bem... rs...
Beijos

Lourdes disse...

Olá António. Olhe que não estava assim tão curta. Estávamos no auge do início da era da mini saia.

Anónimo disse...

Eu sei Lourdes, tambem a minha cára metade, nessa época assim a usava, e eu gostava, ó se gostava, sabes eu vou a fazer 60 e a minha bengala 59
como podes ver soumos da mesma época e de facto éra assim foi só uma brincadeirina peço desculpa.

Antonio Assunção

Lourdes disse...

Eu entendi a brincadeira, não tens que pedir desculpa. A resposta foi só para nos situarmos no tempo.
Já lá vão tantos anos!...