quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Vila Cova à Coelheira - Seia

Vila Cova à Coelheira é a sede  duma freguesia muito antiga do concelho de Seia.
Está situada na margem direita do Rio Alva, num extenso vale no sopé da Serra da Estrela. Para além da fertilidade dos terrenos de cultivo, a zona é muito rica em volfrâmio e estanho, o que fez com que, desde cedo, fosse muito procurada pelos diversos povos que se fixaram na península Ibérica.
A sua história começou numa época remota, conforme o atestam alguns achados arqueológicos encontrados recentemente.
A referência mais antiga a Vila Cova, data de 1138. Existe depois uma outra referência, feita numa carta de venda, em 1169 e também D. Afonso Henriques se lhe refere numa Carta de Doação. 
No século XIII, Vila Cova pertencia à paróquia de Santa Maria de Seia, mas mais tarde, passou em testamento para Santa Cruz de Coimbra. 



Ainda antes do século XIV, tornou-se um concelho medieval com uma certa importância. Com a reforma administrativa de meados do séc. XIX, o concelho foi extinto e passou a integrar o concelho de Sandomil.  Em 1855, também este concelho foi extinto e Vila Cova passou para o de Seia.
O topónimo deriva da situação geográfica e, mais tarde, foi-lhe acrescentado “à Coelheira”, para distinguir esta freguesia de outras “Vilas Covas”.
A antiga freguesia de Vila Cova tinha como orago S. Mamede e era curato da apresentação do vigário de Seia. Foi do senhorio dos condes de Portalegre, marqueses de Gouveia e duques de Aveiro, tendo passado para a coroa após 1759.

Património de Vila Cova à Coelheira:

- Igreja Matriz
Situada à entrada da povoação, em honra de São Pedro, ficou concluída após o ano 1909.
Nela se destacam a torre sineira com fogaréus e, no interior, um púlpito de madeira e uma pia baptismal.



- Ermida de São Mamede 
Não se sabe ao certo a data da sua construção, pois o  seu culto é anterior à nacionalidade, havendo indicação de ser anterior ao Século XIII, data em que Vila Cova pertencia à paróquia de Santa Maria de Seia. 

- Capela do Santíssimo
Localizada no centro da vila, serviu de Igreja Matriz enquanto se erguia a actual. Existem documentos de 1721 que se referem a esta capela.

- Casa das Obras
Edifício que data do início do século XIX, mandado construir pelo Dr. José Pinto Fontes

- Ponte Românica


Ponte com dois arcos ogivais, datada do séc. XVII, serve de passagem sobre o rio Alva. 

- Praia Fluvial
Localizada na margem esquerda do rio Alva, nos limites do Parque Natural da Serra da Estrela, tem as características naturais que lhe permitem oferecer aos veraniantes uma magnífica zona balnear, de lazer e recreio.
Um parque  de merendas bem equipado  e um parque de campismo são um excelente complemento para a zona balnear.



Fotos da Internet




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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Torrozelo-Seia

Torroselo é uma povoação do concelho de Seia que, juntamente com Folhadosa, forma a União das Freguesias de Torroselo e Folhadosa. 



O primeiro documento onde esta povoação foi mencionada data de 1150.
Em finais do século XII, recebeu carta de foral concedida por D. João Teotónio, prior do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, sendo renovado com foral novo, outorgado por D. Manuel I em 1514.
Durante vários séculos foi vila e sede do concelho, tendo justiças próprias. 


O orago de Torrozelo é Nossa Senhora do Rosário.
Na Igreja   existem várias datas gravadas: 1559, 1751 e 1850. 
Existem na povoação mais algumas capelas.
- Capela de S. João
Situa-se no topo norte da povoação.
-  Capela de S. Bento



Data de 1758 e todos os anos se realiza uma tradicional festa, na 2ª Feira de Páscoa.
- Capela de Nossa Senhora de Fátima
Esta Capela situa-se no bairro da Cruz-Alta e foi mandada construir pelo padre  Alves de Campos, para comemorar as bodas de prata da sua ordenação sacerdotal. 

Existem ainda outros monumentos com interesse turístico. 
- Pelourinho



Situado no Largo em frente ao antigo edifício da cadeia. É um pelourinho quinhentista, que se supõe ter sido erigido após Tortoselo ter recebido Carta de foral concedido por D. Manuel I.

- Fonte dos Mouros

- Cruzeiro
Construído no largo da Fonte dos Mouros, inaugurado em 1941, para comemorar o centenário da Fundação e da Restauração de Portugal.

Museu Rural e Etnográfico


No edifício da antiga Cadeia da freguesia encontra-se instalado o Museu Rural e Etnográfico inaugurado em  2004.

- Casa dos Abranches 
Também conhecida por casa ou solar de Torrozelo,  foi fundada nos finais do século XV por Fernando Lourenço de Abranches, que depois de viúvo se ordenou. O solar manteve-se, ao longo dos tempos, na posse da família, bem como o cargo de capitão-mor de Toroselo. O solar tem uma capela dedicada a Nossa Senhora de Fátima. 

Fotos da Net

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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Santa Eulália

Santa Eulália é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Seia, que após a última   reorganização administrativa, forma  com  a também antiga freguesia de Sameice a União das Freguesias  de Sameice e Santa Eulália.


A origem da povoação remonta à Idade Média. 
De grande interesse arquitectónico, Santa Eulália possui a casa do Morgado de Santa Eulália, solar do concelho com maior número de brasões.


O orago da aldeia é Santa Eulália e a Igreja matriz é relativamente recente.
Outros pontos de interesse desta povoação:


- Capela de Nossa Senhora de Fátima


- Solar dos Morgados
- Fonte Velha



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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Sameice

Sameice é uma antiga freguesia portuguesa do concelho de Seia, que após exinção foi agregada à freguesia de Santa Eulália, criando a União das freguesias de Sameice e Santa Eulália.
O território onde se situa Sameice pertenceu ao Forte Leonês-Portucalense de Sena, tendo sido libertado pelo Rei D. Fernando I, "O Magno", entre 1035 e 1057.  
Após a formação de Portugal, recebeu  população que se distribuiu  pelo seu território.  Foi fundada a freguesia e construída a Igreja Matriz.
No reinado de D. Sancho I, sua esposa, a rainha D. Dulce terá comprado os terras de "Sameyze" aos cavaleiros-vilãos e aos cavaleiros-fidalgos, para alargar o territóro que possuía na região.
Após a sua morte, a filha, a Rainha Santa Mafalda, herdou  vários bens, entre os quais "Sameyze" que, por sua vez,  deixou à Ordem de Calatrava ou Ordem de Avis.
Em 1527, no reinado de D. João III, refere-se no "Cadastro da População", que Sameice integrava o concelho de Casal .
Em 1878 , a freguesia já pertencia ao concelho do Ervedal.
Actualmente, integra o concelho de Seia.



O orago da povoação é São Martinho.
A Igreja Paroquial pensa-se ser datada de 1185 a 1211.
Uma das  referências mais antigas a este templo, aparece numa lista das Igrejas do Arcediago de Seia e Diocese de Coimbra,   de 1359.
No entanto,  a actual Igreja Matriz data , conforme gravação na fachada principal. A igreja apresenta os estilos romântico e renascentista. O Altar-Mor tem um  Retábulo  encimado pela Cruz da Ordem de Avis, em talha dourada.  O púlpito tem a gravação  de 1693 e é  de granito, bem como a Pia Baptismal. 
Em Sameice existem outros pontos de interesse como são os casos de:
- Capela de S. Sebastião e  S. Pedro
A Capela de S. Sebastião e S. Pedro é bastante antiga e a sua   principal característica é o  púlpito estar no exterior d. Foi restaurada em 1956 e, em 1984, foi  alvo de obras de beneficiação.

- Capela de Stº António

Esta Capela foi construída em 1803, como consta numa gravação. Fica situada na zona mais antiga da povoação e destaca-se uma bonita fachada com guarnições artísticas em cantaria de granito.
- Fonte do Amieiro
Esta fonte de estilo Manuelino, é o  monumento mais antigo desta localidade. Construída em granito, tem duas inscrições: «Reformada em 1864»  e «Feita / NA ER / A D 15 / 93» .
-  Solar dos Condes Arnosos
O Solar dos Condes de Arnoso, ou Solar da Quinta da Boavista, data do  século XVII. Pertencia  aos Condes de Murça e foi restaurado pelo  seu descendente, o dramaturgo Vicente Arnoso. 
Existe também outro Solar na antiga vila, datado do século XVII, que pertenceu, inincialmente, ao Cavaleiro Comendador da Ordem de Cristo, e foi preservado até aos dias de hoje.
Era uma construção que ostentava o brasão da familia Castelo-Branco, mas parte do Solar, assim como o Brasão, foram vendidos ao Conde de Arnoso e este Brasão foi substituído por uma Cruz de granito.

Fotos da Net

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Porque é fim de semana: Nespereira

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades do concelho de Gouveia e seguimos para Nespereira. 



Esta  povoação situa-se na vertente Norte da Serra da Estrela, nos arredores da sede concelhia.

É uma das freguesias mais populosas e desenvolvidas do concelho, formada por quatro bairros: Carvalha, Santo António, Salpicão e o Povo.
Esta localidade é  atravessada por duas  ribeiras, Milo e Ajax, sobre as quais existem várias pontes, sendo uma delas bastante antiga (romana ou medieval), sobre a qual existe um troço de calçada romana. Para além desta, existem ainda mais calçadas e objectos dos romanos  a atestar a antiguidade da povoação. 
O topónimo Nespereira parece estar ligado a Inês Pereira, que diz o povo, ter sido a fundadora da Casa do Rio, uma construção acastelada, em ruínas.



Fundada por famílias nobres, existem ainda em Nespereira recordações de famílias como os Melos Freires, os Portugais e os Osórios.
A povoação tem como  orago Nossa Senhora da Graça e a Igreja Matriz é um monumento antigo situado no centro da localidade.



- Capela do Senhor dos Aflitos



Esta original capelinha situada junto à ribeira, tem como padroeiro o Senhor dos Aflitos em honra do qual se realizam anualmente grandes festejos.

- Capela de Santo António



Localizada no bairro do mesmo nome, encontra-se esta Capela, onde se realiza também uma romaria anual. 


- Capela de São Domingos




- Capela de Nossa Senhora  da Encarnação



Esta antiga Capela, situada no Largo da Fonte do Lameiro, é o local onde  está sepultado um antigo general da armada portuguesa.


Na Nespereira pode encontrar-se mais património digno de interesse.


- Fonte do Pipo



Situada também no centro de Nespereira, esta bonita fonte  enfatiza a importância da vinicultura na freguesia.

- Ponte do Chourido



Ponte antiga, atravessada por uma calçada Romana.


- Quinta do Paço
Esta quinta com casa brasonada, terá sido  a residência senhorial duma das mais ilustres  do Reino, os Mellos. 
A sua história  remonta ao início da nacionalidadee era o local onde pernoitavam os Bispos da Guarda e de Coimbra  quando por ali passavam. 
No reinado de D. João II foi atribuído o brasão à família,  pelos serviços prestados em  África. 
A Quinta foi remodelada e é, actualmente, um empreendimento de Turismo Rural, modalidade Agro-turismo. 






Fontes:
http://www.cm-gouveia.pt
http://osmelros.at.ua
https://quintanespereira.com


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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Folhadosa-Seia

Folhadosa é uma povoação situada a 12 Km de Seia e forma com Torroselo a União das Freguesias de Torroselo e Folhadosa.



A povoação pertenceu  ao concelho de Sandomil, até  1846 e a partir de 1855 foi integrada no concelho de Seia. 
Aproveitou do foral de Seia dado por D. Manuel I, em  1510. 
Fez parte do arcediagado de Seia, passando para a Diocese de Coimbra e em 1882 passou a integrar  a da Guarda.



O orago da povoação é São Pedro.
A Igreja Paroquial data de 1602.

Existem em Folhadosa outros locais de culto com interesse.
- Capela de Nossa Senhora da Ribeira
Templo religioso de grande interesse arquitectónico,com um chão  construído por pequenas pedras agrupadas.

- Capela de Nossa Senhora do Calvário 



Esta capela com uma bonita fachada, tem no seu interior o altar-mor formado por três nichos. No central destaca-se   a imagem do orago e os laterais albergam as imagens de S. João Baptista dum lado e  Nossa Senhora  das Dores, do outro.

São ainda dignos de referência:
Pedras do Bom Nome
Este local é um excelente miradouro com uma vista fantástica sobre a Serra da Estrela.

- Solar Visconde de Molelos


Foto: www.solaresebrasoes.blogspot.pt


Situado  junto ao largo principal da aldeia, a actual Casa de Repouso de Nossa Senhora do Amparo é uma  casa solarenga que foi propriedade do Dr. António Vieira de Tovar Magalhães e Albuquerque, 1º Conde de Molelos.




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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Freguesia de Santiago - Seia

Da freguesia de Santiago fazem parte mais algumas aldeias para além da sede de freguesia. Situadas nos arredores de Seia, são igualmente antigas embora se desconheçam as suas origens.

Maceira
A primeira referência a Maceira encontra-se no “Tombo de Demarcação da Vila de S. Romão”, feito   por D. Afonso Henriques e extraído de um livro de Inquirições efectuadas por   D. Afonso III, em 1258.
Em Maceira , ainda existem vestígios da via romana e um local denominado de “Carrabila”. Maceira era ponto de passagem obrigatório desde o tempo da ocupação romana.



A padroeira de Maceira é Nossa Senhora das Neves. 
Para além da Capela da padroeira fazem parte do património da povoação o solar brasonado dos Abranches de Magalhães.



O brasão da família no frontão da capela do solar, tem a  data de 31 de Janeiro de 1781.
Este solar foi adquirido por pessoas alheias à família que o restauraram  e adaptaram para organização de eventos.


Folgosa da Madalena 
Data de 1631 a primeira alusão a esta povoação,   num documento da Santa Casa de   Misericórdia de Seia.



O orago da aldeia é São João Baptista venerado numa capelinha no centro da localidade.
Na Folgosa da   Madalena existe ainda uma casa solarenga de interesse arquitectónico.

Folgosa do Salvador
Ligada à sede de freguesia e próximo da sede do município, Folgosa do Salvador é uma localidade em franca ascensão demográfica.



O seu orago é São Marcos.
A sua bonita Capela tem  alpendre com painéis de azulejos de S. Salvador e S. Marcos e campanário. No interior,  destaca-se um altar embutido na parede com as imagens de S. Salvador, Nossa Senhora da Conceição e S. Marcos.



A ligar as duas margens do rio Seia, que passa perto, vamos encontrar uma Ponte Romana com três arcos.


Fotos da Net

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Porque é fim de semana: Freixo da Serra

Porque é fim de semana, vamos continuar no concelho de Gouveia vamos para o Freixo da Serra.


Freixo da Serra é uma  antiga freguesia portuguesa que,  no  âmbito  de  uma  reforma  administrativa nacional de 2013, foi agregada com Freixo da Serra para formar a  União das freguesias de Figueiró da Serra e Freixo da Serra.
Pertenceu ao concelho de Linhares até 24 de Outubro de 1855, altura em que passou para o município de Gouveia.

Freixo da Serra tem como Padroeira a Nossa Senhora do Ó.
A sua igreja data do século XVIII, mas preserva ainda  alguns elementos muito mais antigos.

Do património da aldeia destaco ainda:

- Museu Etnográfico
O Museu Padre Dr. Jorge Gouveia é um local onde existem peças museológicas relacionadas com as actividades da aldeia, nomeadamente: alfaias agrícolas, utensílios domésticos e forno de pão.


- Cruzeiro no Largo do Adro.




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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A "Cripta" de Albano P. Santos

A Câmara Municipal de Arganil vai levar a efeito a apresentação do livro "A Cripta" de autoria de Albano P. Santos, no Auditório da Biblioteca Municipal, no próximo dia 4 de Dezembro pelas 21 h.



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quarta-feira, 29 de novembro de 2017

São Martinho - Seia

São Martinho é uma povoação do concelho de Seia, que juntamente com Santa Marinha, forma a União das Freguesias de Santa Marinha e São Martinho.

É uma das povoações mais antigas do concelho, estando as suas origens documentadas nas inquirições do século XIII.
A partir do momento em que a povoação de S. Martinho foi paroquialmente instituída pela igreja de Seia, passou a ser sua filial e de apresentação do reitor da Colegiada de Santa Maria. Desconhece-se a data exacta da independência da freguesia, mas sabe-se que, em 1258, ainda fazia parte da paróquia de Seia: "De parrochia Sancta Mariae de Sena. in Sancto Martino".
No séc. XIV, S. Martinho  tornou-se independente da paróquia de Santa Maria de Seia.
A freguesia beneficiou do foral do Casal da Comenda dado por D. Manuel em  1514. Em 1839 pertencia ao concelho de Casal; em 1840 ao concelho de Ervedal e em 1862 aparece já no concelho de Seia. 



Fez parte do arcediagado de Seia, o qual transitou da Diocese de Coimbra para a Diocese da Guarda em 1882.
O orago da povoação é São Martinho
No alto situa-se a Igreja Romana datada do século XIII,



  
- Capela  de Santo António
Este templo é muito antigo e foi construído em 1845. No seu interior salientam-se as imagens de Santa Ana com a Virgem e de Nossa Senhora da Graça, imagem gótica em pedra de ançã.



- Capela de Santa Eufémia
Situada num local bastante aprazível e que atrai muitos visitantes, quer pela sua localização quer pela devoção a Santa Eufémia. Anualmente,  os habitantes da povoação dedicam-lhe duas festas, uma na Segunda-feira de Páscoa e a outra no segundo domingo de Setembro. 



Nesta localidade podem ser visitados outros locais com interesse:

- Casa da Torre
Esta Casa é belo exemplar arquitectónico de pedra lavrada, sede do Prazo do Vidual no século XVIII. O povo atribui-lhe origem árabe.



- Solar Corte Real
Esta Casa  Senhorial data do século XVII e ostenta o brasão dos Carvalhos, Melos e Amarais.



- o Fontenário de Santo António
Situado junto à Capela de Santo António, é todo construído em pedra e data de 1862.



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