sexta-feira, 27 de abril de 2018

Porque É Fim de Semana: União das Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta  das  freguesias  do concelho  de  Fornos de Algodres e conhecer um pouco da União das Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão.

Juncais

Juncais é uma localidade que foi sede de freguesia até 2013, ano em que a reforma administrativa nacional, a extinguiu,  para, em conjunto com Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão, formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão, da qual é a sede.
Esta povoação que em 1527 se denominava por Jumcães, fez parte do concelho de Linhares, extinto em 1855, passando então para o concelho de Celorico da Beira. Em 1898, foi integrada no município de Fornos de Algodres, do qual faz parte actualmente.


O orago de Juncais é Santiago.
A igreja de Juncais possuía casa de residência paroquial, com magníficos e extensos passais anexos.


Na aldeia existe uma antigo solar do séc. XVI, construído em granito, com o brasão dos  seus proprietários,  Família Barata Veloso.

O Solar tem  capela, dois pátios interiores e um jardim com fonte de excelente água. Está classificado como imóvel de interesse público e actualmente é um  Alojamento de Turismo Rural.

Desta antiga freguesia faziam parte também as aldeias de Cadoiço e Ponte de Juncais.

Vila Ruiva



Vila Ruiva fez, igualmente, parte do concelho de Linhares, mais tarde do concelho de Gouveia e, finalmente, do  de Fornos de Algodres.
Foi também sede de freguesia extinta em 2013.
Na região onde se localiza esta povoação, existe uma  Necrópole Medieval formada por 22 sepulturas escavadas na rocha.


O Orago de Vila Ruiva é  Nossa Senhora da Graça. 
No interior destaca-se a imagem muito antiga da sua padroeira.
Durante as guerras napoleónicas a igreja foi bastante vandalizada, sendo destruídos os seus  altares de talha dourada. 

Vila Soeiro do Chão




Esta  é a terceira antiga freguesia a fazer parte da União de Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão.
O  povoamento nesta localidade aponta para o século XII ou seguinte e teve origem numa das aldeias do termo de Linhares. 
O topónimo poderá advir  dum povoador ou talvez dum fidalgo mas, nas Inquirições de D. Dinis,  não constava  entre as povoações pertencentes a fidalgos.
Segundo consta no "Cadastro da População do Reino", de 1527, Vila Soeiro do Chão teria pertencido a Mesquitela, apresentando o nome de "Vila Soeyra do Chaom".


O Orago da aldeia é  Nossa Senhora da Saúde que é venerada  numa bonita igreja, situada no centro da povoação.

Fonte: Wikipédia e blogues de Algodres
Fotos da Internet






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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Imagens Que Falam Por Si



Bobadela


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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Setúbal: Igreja do Antigo Convento de Jesus

Num passeio por Setúbal, a minha actual sede de município, chamou-me a atenção a Igreja do Antigo Convento de Jesus.



Este  que é um dos grandes tesouros da região, encontrava-se em avançado estado de degradação, pelo que foi adquirido pela Câmara Municipal, encontrando-se desde 2012, a ser alvo de obras de requalificação que possam devolver a este Monumento Nacional, a  sumptuosidade dum dos principais monumentos do estilo Manuelino em Portugal. 
Este Convento foi fundado por Justa Rodrigues Pereira, ama do rei D. Manuel I, em 1490. 



Em  1494, D. João II mandou ampliar o convento que, em 1496, já era  ocupado pelas Freiras Clarissas.
Em 1888, após a extinção das ordens religiosas, o edifício foi convertido no Hospital da Misericórdia, que ali funcionou até 1959.
Desde 1961, funciona no Convento, o Museu de Setúbal, onde podem ser apreciados  os principais tesouros artísticos da cidade.


A Igreja, de estilo gótico, tem um magnífico interior, onde se destacam belas colunas torsas feitas em pedra típica da Serra da Arrábida, que  suportam as três naves abobadadas. 



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Poetas da Serra

Conhheci, no Facebook, Suma amiga com uma grande sensibilidade para a poesia, com a qual logo me identifiquei. Eis um dos seus poemas.

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Sentires


Há palavras… sorrisos…
Silenciosos abraços
Cheios de palavras 
Afetivas transparências
Pelos olhos passadas 
São turbulências
No meu íntimo a emergir…
Me envolvem na emoção
E eu me deixo seduzir…
Perco a noção dos passos
Deslizo sob nuvens de algodão
E chego a ver flores 
Flores… nas pedras do chão…
Respiro aromas…imagino cores… 
Qual borboleta… levanta asas…
Em planares sedutores
E eu!
Olhando-a…
Sem sair do mesmo lugar
Não tenho dúvidas
Também eu… me sinto voar…
São Pereira




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terça-feira, 24 de abril de 2018

BOLO DE BACON

Ingredientes:
200 gr de bacon
150 gr de farinha de trigo
100 gr de mozarella light ou outro queijo ralado a gosto 
3 ovos 
1 cebola média/grande 
1 dl de azeite 
1,2 dl de leite 
1 colher de chá de fermento em pó 
Sal e pimenta qb
Preparação:

Unte uma forma de bolo inglês e pré-aqueça o forno a 180º. Corte a cebola em gomos (meias lulas) e cozinhe-a em metade do azeite até amolecer e começar a ficar transparente. Depois adicione o bacon em cubinhos e deixar cozinhar e libertar sabor por uns minutos, sem nunca deixar queimar. Depois de pronto, deixe arrefecer completamente. Depois de frio junte a farinha, o fermento, os ovos inteiros e vá misturando bem. Adicione o leite, o restante azeite e o queijo ralado. Tempere com sal e pimenta moída, volte a envolver toda a massa e deite na forma. Leve ao forno por 45 minutos. Quando cozido, desenforme e sirva em fatias num lanche ou como refeição principal, acompanhado de uma salada.

Foto de Elvira Nobre.


‎Fonte: Elvira Nobre em "Os Beirões no Facebook"





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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Forcadas e Fonte Fria

Continuamos na freguesia de Matança e vamos conhecer alguns pormenores de duas aldeias que fazem parte desta freguesia.
São elas: Forcadas e Fonte Fria.
Forcadas é uma localidade de que não existe documentação sobre a sua origem, anterior ao 
século XVII, pelo que se pensa que tenha surgido a partir duma das quintas que abundavam na região.



No entanto, a existência duma necrópole medieval de sepulturas escavadas na rocha, conduz-nos à certeza de ter havido habitantes naquele local, por volta dos séculos IX ou X. Mas, mais antiga ainda, é a teoria de, nas proximidades, ter havido uma povoação do tempo dos romanos,  como comprovam  as várias peças de cerâmica de construção, ali descobertas.

Esta aldeia, como outras na região, foi também local de fixação dos judeus convertidos como testemunham as marcas daquele povo, em algumas das suas habitações.
Existe também um "nicho-oratório" que possivelmente datará do século XVIII. 




Seguimos agora a caminho da aldeia de Fonte Fria e vamos deparar com  a bonita capela barroca de São Miguel.


À entrada da Fonte Fria encontramos uma outra capela dedicada a Santa Eufemia, de estilo romano-gótico, que deve datar da época da  primeira dinastia. É uma capela  com um portal ogival e cachorrada com figuras animalescas na capela-mor.




Fontes: Wikipédia e Blogues de Algodres
Fotos da Internet






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