quinta-feira, 25 de maio de 2017

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Salada de arroz colorida

Salada de Arroz Colorida

500 gramas de arroz
1 lata de milho doce
300 gramas de brócolos (ultracongelados)
3 latas de atum posta ao natural
2 maçãs
2 cenouras
100 gramas de azeitonas pretas 
2 ovos
2 tomates
1 dl de azeite Chaparro
2 dentes de alho
1 limão 
Pimenta 


Leve ao lume um tacho com água abundante e deixe ferver.  Junte o arroz, mexa até ferver e deixe cozer durante 15 minutos.  Depois de cozido, passe o arroz por água fria e deixe escorrer.  Descasque e pique os dentes de alho. Coloque-os num tacho, junte o azeite e leve ao lume até dourar. Retire do lume e deixe arrefecer.
Leve ao lume um tacho com água temperada com sal e deixe ferver. Acrescente os brócolos, deixe-os cozer durante sete minutos e escorra-os. 
Escorra o milho e o atum, descasque e rale as cenouras, retire o caroço às azeitonas e corte-as em rodelas.
Leve ao lume um tacho com água temperada com sal e deixe ferver. Acrescente os brócolos, deixe-os cozer durante sete minutos e escorra-os.
Descasque as maçãs, retire o caroço, corte-as em cubos pequenos e regue com sumo de limão. Deite o arroz escorrido e frio para uma tigela. Adicione o atum, a cenoura, as azeitonas, o milho, a maçã e os brócolos cortados em raminhos.
Regue com o azeite e o alho e misture delicadamente.
Verifique o sal, junte uma pitada de pimenta e algumas gotas de sumo de limão.
Misture e sirva decorado com ovos cozidos e tomate cortado a gosto. 

Obrigada pela sua presença. Volte sempre.


terça-feira, 23 de maio de 2017

Mais Um Soneto de Florbela Espanca



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Santiago de Compostela

Último dia em terras de Espanha e, uma vez mais  em Santiago de Compostela. 
Se da primeira vez que  choveu o tempo todo, desta  esteve um tempo magnífico.
Não me vou alongar em palavras sobre esta cidade, uma vez que já o fiz quando a visitei pela primeira vez.
Desta feita, privilegio as imagens.
















Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



Há Festa no Colcurinho

No próximo dia 4 de Junho, vai-se  realizar mais uma festa em honra de Nossa Senhora das Necessidades, no monte do Colcurinho, freguesia de Aldeia das Dez.
Eis o Programa da festa:

Foto de Carlos Dinis.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Oviedo

Visitados os pontos principais do Parque Nacional dos  Picos da Europa, seguimos para Oviedo, a bonita capital do  Principado de Astúrias.



Como em todas as cidades que visitámos não podíamos deixar de percorrer algumas ruas da sua zona histórica , bem como apreciar alguns dos mais importantes exemplares  da Arte Preromânica asturiana

De tudo o que vimos na visita da cidade destaco:

- Catedral



A catedral de São Salvador, de estilo gótico flamejante começou a ser construída no séc. XIII,sobre uma basílica preromânica construída em honra de S. Salvador e apenas ficou concluída no séc. XVI, com a edificação da torre e do pórtico da fachada.
Em 1812, durante o reinado de D. Afonso II, foi descoberto o túmulo de Santiago. O rei foi em peregrinação a Compostela, o que fez com que Oviedo passasse a fazer parte dos Caminhos de Santiago.
A sua imagem ficou perpetuada numa estátua junto à Catedral, onde se inicia um dos percursos mais conhecidos desta peregrinação.


No seu interior destaca-se, entre outros, o magnífico retábulo da Capela-Mor, datado do século XVI.
Mas o tesouro mais importante encontra-se na Câmara Santa.

É  o Santo Sudário, peça de tecido com mais de 2000 anos que terá coberto o rosto de Jesus após a descida da cruz e que se encontra guardada na Arca Santa. 

- Igreja de San Isidro: 


Esta igreja situa-se na  praça da Constituição e foi construída entre 1578 e 1740.

- Edifício da Câmara


Situado também na Praça da constituição, foi edificado em 1622, aproveitando-se parte da antiga muralha. A torre do relógio foi construída em 1940, após a guerra civil espanhola, em que quase todo o edifício foi destruído.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



quarta-feira, 17 de maio de 2017

À Descoberta dos Picos da Europa

Saídos das grutas de Altamira, fizémo-nos à estrada a caminho do Parque Natural dos Picos da Europa.



À medida que nos aproximávamos do nosso destino, as montanhas marcavam a sua presença acompanhando-nos.
A paragem seguinte foi em Covadonga, local onde Pelágio  derrotou os árabes, iniciando a reconquista cristã.



Destacam-se no local a Santa Cueva (a caverna onde se refugiou o famoso guerreiro), uma pequena Capela, a Virgem de Covadonga e o túmulo de Pelágio.



Em frente,a Basílica de Santa Maria la Real surge por entre o denso arvoredo convidando também para uma visita.
Construído inteiramente em pedra calcária rosa, o templo destaca-se por entre uma notável densidade arbórea.



O interior, em forma de cruz latina, tem três naves. À direita do Altar-Mor destaca-se a Capela do Rosário e à esquerda a Capela da Comunhão.


Anexa à Basílica, a estátua de Pelágio recorda a vitória sobre os Muçulmanos, que faz com que os asturianos, muitas vezes, refiram orgulhosamente, que ali é Espanha e o resto é território conquistado.



No dia seguinte, continuámos a subida aos Picos, tendo pela frente uma paisagem de cortar a respiração.




Umas vezes por entre maciços rochosos, outras atravessando vales verdejantes, outras partilhando a estrada estreita e perigosa com manadas de vacas que se dirigiam aos prados , chegámos ao lago Enol.



Um pouco mais acima deixámos o autocarro no estacionamento e continuámos a pé. Tirámos fotografias no Miradouro de La Reina, passámos pelas minas desactivadas de Buferrera e chegámos ao lago Ercina, sempre rodeados por inúmeras vacas que são uma constante na paisagem dos Picos.



Após uma breve pausa, iniciámos a descida de regresso, com os pulmões cheios de ar puro, e os olhos deliciados com a vista imponente que se estendia aos nossos pés.




Continuando a descida, chegámos a Cangas de Onis, terra natal de Pelágio, que fez da cidade, a primeira capital do reino das Astúrias. 

O ex-libris desta pequena cidade, é a  ponte sobre o rio Sella.   


Esta ponte de origem medieval foi construída sobre as ruínas duma outra, romana. Tem cinco arcos e, sob o central, pende a cruz da vitória. Em 1931, foi declarada monumento histórico.




 Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



terça-feira, 16 de maio de 2017

Santillana del Mar - Grutas de Altamira

Continuando a viagem a caminho dos Picos da Europa, uma nova paragem se impunha: Santillana del Mar.


Não se conhece a origem da povoação mas sabe-se que, no século IX, já ali existia  o Mosteiro de Santa Juliana. No século XII, deu lugar à colegiata de Santa Juliana, que se tornou um importante centro de peregrinação.

A aldeia foi crescendo à sua volta e, aos poucos, transformou-se num grande polo turístico da região.

Percorrendo as  suas ruas típicas empedradas, saltam à vista as inúmeras lojas de artesanato e toda a espécie de comércio de produtos endógenos. 

Também não  se consegue ficar indiferente à beleza  das suas janelas e varandas  repletas de   flores, que dão um alegre colorido à aldeia, tornando-a ainda mais bonita.


São frequentes as casas com brasões esculpidos nas suas fachadas, testemunhos dum passado, em que a povoação era habitada por gente da nobreza.

De entre os vários edifícios importantes de Santillana del Mar, destaco ainda:

- Torre de Don Borja


O  edifício fica situado na antiga praça do Mercado e o seu nome deve-se a Don Borja-Barredo.


- Museu Diocesano Regina Coeli 


O Museu Diocesano funciona no antigo convento das Cclarissas e contém uma vasta colecção de obras de arte sacra.
Esta pitoresca  aldeia  foi declarada conjunto histórico - artístico  em 1889 e é uma das mais visitadas da região da Cantábria, devido ao seu aspecto medieval e à proximidade das famosas grutas de Altamira.


As grutas, consideradas a "Capela Sixtina" da Arte Rupestre, contém as pinturas rupestres por muitos consideradas as mais famosas do mundo. 
Foram descobertas em  1868, por um caçador local, de nome Modesto Cubillas. Estavam de tal maneira bem conservadas que muitos  desconfiavam da sua antiguidade. 


Após a descoberta das grutas, em 1868, os visitantes afluíram em grande número e, após algum tempo,as gravuras começaram a deteriorar-se. Para protecção deste famoso legado, o governo encerrou-a totalmente, em 1979. Actualmente, as grutas estão abertas ao público, uma vez por semana, de forma controlada e, em 2001, foi construída uma réplica para visitas sem condicionamentos.




 Obrigada pela sua presença. Volte sempre.