sexta-feira, 12 de julho de 2019

Porque é fim de semana:Freguesia de Vale da Mula

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades portuguesas do concelho de Almeida, indo para a Freguesia de Vale da Mula.


Vale da Mula situa-se num vale, a 750 metros de altitude, entre as ribeiras de Aguiar e de Tourões. 
O seu topónimo vem  do nome castelhano “Vale de la Mula”, por que era conhecida  até há anos atrás.
Pertenceu até ao séc. XIII, ao bispado de Ciudad Rodrigo. Teve como antigo orago Santa Maior de Vale de la Mula.
Povoação e paróquia de Nossa Senhora da Assunção  pertenceu à Casa do Infantado e ao Bispado de Pinhel. Transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel, em 1881.


Fazendo  fronteira entre Portugal e Espanha, foi alvo de várias lutas entre as tropas dos dois países, ali existindo  um pequeno forte, para ajudar a proteger das invasões.
Em 1661, foi invadida pelo Duque de Osuna, mas as tropas portuguesas conseguiram derrotá-lo, o mesmo acontecendo em 1663.
Foi do forte de Vale de Mula que partiu uma expedição rumo a Guardão, localidade de onde partiam os ataques contra os portugueses destas regiões vizinhas.


O Orago da povoação é Nossa Senhora da Assunção
A Igreja Matriz data do séc. XIX e situa-se  no centro da aldeia.  A sua construção é simples e muito bonita.
Existe ainda na freguesia a Capela do Santo Cristo, datada também do  séc. XIX. 

Outro património de Vale da Mula são as fontes de mergulho do séc. XVIII / XIX: Fonte Plamé,  Fonte Grande e Fonte Nona.


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quinta-feira, 11 de julho de 2019

De Convento a Conservatório

Em 1653, foi construído na freguesia de Santa Catarina, em Lisboa, o Convento dos Caetanos ou de Nossa Senhora da Providência. Destinava-se a  albergar a congregação dos clérigos regulares da Ordem dos Teatinos ( Clérigos de São Caetano de Thiene ou Padres Caetanos).


Como  muitos outros edifícios da capital, sofreu graves danos provocados pelo terramoto de 1755, sendo depois alvo de obras de reconstrução.
Após a vitória dos liberais na guerra civil portuguesa, as Ordens Religiosas foram extintas no país e o antigo Convento foi ocupado pelo Real Conservatório de Lisboa, inaugurado em 1837.



Apresentando um elevado grau de degradação, o edifício passou a ser objecto de luta de estudantes e professores que, ao longo de mais de seis anos, reivindicaram obras de requalificação, que devolvessem à Escola as condições para o ensino/aprendizagem a que estavam habituados.
Actualmente, as obras vão avançar, esperando que no final do ano 2020, abra de novo as portas para ali se formarem novos alunos.



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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Festas de Verão: Porto Silvado


O Verão chegou e as festas  anuais das aldeias estão a chegar.
Como habitualmente, divulgarei os programas das festas da serra do Açor que me forem chegando. Começo  com o Porto Silvado, que terá lugar no primeiro fim de semana de Agosto.




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terça-feira, 9 de julho de 2019

Poço Velho

Da freguesia de Nave de Haver, faz ainda parte a aldeia de Poço Velho, que segundo os registos do Arquivo Distrital da Guarda, teve a sua origem no século XVI.


Existem também registos de manuscritos, enviados pelo bispo de Vilar Maior, antiga diocese de Poço Velho, ao Marquês de Pombal, onde se informam  o número de habitantes que residiam na aldeia, as famílias e o que  lá se produzia, entre outras coisas. 
Foi sede de freguesia e pertencia ao termo de Castelo Bom e Bispado de Pinhel. Extinta em data que não se pode precisar mas posterior a 1726, foi integrada na freguesia de Nave de Haver. 


Esta povoação fronteiriça foi uma das que viveu de perto as lutas das tropas anglo-lusas com as napoleónicas, como se encontra descrito na Wikipédia.  
No século XIX, Poço Velho volta a aparecer nos registos históricos devido às Invasões Francesas.A batalha de Fuentes de Oñoro foi travada ao longo de três dias em maio de 1811. Wellington lutou na batalha para evitar Marechal Massena de tomar suprimentos para a fortaleza fronteiriça de Almeida. O primeiro dia da batalha foi travada no povoado de mesmo nome. No entanto, dois dias depois o francês tentou flanquear Wellington por um ataque surpresa contra o flanco esquerdo aliado. O ataque varreu a aldeia de Poço-Velho. Em seguida, caminhou ao redor da aldeia e uma curta distância para o oeste, a área onde os franceses lançaram o ataque surpresa.Foi atacada no dia 5 de Maio de 1811. Havia muita luta e em torno da aldeia de Poço Velho e da divisão de luz fez um movimento não ortodoxo retrógrado em forma de quadrados que se aposentam mantendo os seus agressores com firmeza na baía. Na verdade, todo o centro de Wellington teve de recorrer a ângulos retos para enfrentar a nova ameaça, o flanco direito foi agora recusado. A luta agora caiu em duas seções distintas - o ataque à vila de Fuentes por Drouet de três & Férey de divisões e do assalto no flanco direito com a cavalaria Montbrun seguido por Marchand e infantaria de Mermet.As divisões francesas a norte foram apenas como uma demonstração e muito pouco aconteceu naquela parte do campo ao longo dos três dias inteiros. Na confusão, o capitão Norman Ramsey com duas armas de cavalo envolveu-se com os dragões franceses e Chasseurs e, por um momento, foram cortadas a partir da linha principal.Na madrugada de 5 de maio, o francês golpeou duro no setor mais fraco da linha aliada, a ala recém-formada direita. A manhã foi novamente nebulosa; Sanchez foi surpreendido e encaminhado para Nave de Haver. A cavalaria britânica havia voltado para Poço Velho (Placa 2I).[3]A Infantaria francesa em vigor atacou o aliado da 7ª Divisão e rapidamente expulsou os dois batalhões postados em Poço Velho. Estas unidades desordenadas aposentaram-se noutros sete batalhões da divisão mais a oeste. A infantaria Francesa. e cavalaria perseguiu.As tropas francesas defrontaram-se com o exército anglo-luso em Poço-velho, mas Massena deu conta que havia uma “brecha” na parte direita do exército anglo-luso. Wellington também deu conta e decidiu reforçar essa parte da defesa. Quando Massena se ia defrontar com o exército bateu em retirada, porque mesmo com mais soldados do que o exército anglo-luso, possuía um menor número de peças de artilharia.


A padroeira de Poço Velho é Nossa Senhora  da Conceição.
A sua  Igreja data do século  XVII e tem tipologia maneirista.

Fonte e fotos da Internet.

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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Só Imagens: Ponte das Três Entradas

Ponte das Três Entradas

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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Porque é fim de semana: Freguesia de Nave de Haver

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades portuguesas do concelho de Almeida, indo para a Freguesia de Nave de Haver.



Situada na região fronteiriça,  a cerca de  22 km de Almeida e 8 km de Vilar Formoso, Nave de Haver pertenceu ao concelho de Vilar Maior, extinto pelo decreto de 24 de Outubro de 1855, passando ao concelho de Sabugal. Em 1883, foi anexada ao concelho de Almeida.
Da freguesia faz ainda parte a aldeia de Poço Velho.
Há alguns anos, faz-se em Nave de Haver uma exploração de volfrâmio por processos artesanais e com a mercantilização a ser objecto de contrabando. Relevo especial merecem as “arcoses” de Nave de Haver, onde há uma formação superficial de aluviões que apresenta uma concentração de minério (cassiterite e limonite) que justifica a sua exploração. Era famosa a produção de telha artesanal e aqui localizavam-se os únicos telhais do concelho que mobilizam muitas famílias.


Nave de Haver tem por orago São Bartolomeu. 
A sua igreja data do século XVII,   é feita de granito e tem algumas características do Maneirismo
Na fachada avista-se a torre sineira, com acesso exterior ao campanário e rematada por uma cornija saliente. 
A porta é em arco de volta perfeita, encimado por um pequeno óculo oval pequeno.
Existem ainda outros templos religiosos na povoação, como são os casos das:
- Capela de S. Pedro – Do séc. XVIII 



- Capela do Santo Cristo – Do séc. XVIII 



- Capela de Santa Bárbara – Do séc. XVIII 

Outro património da aldeia:
- Fontanário – Do séc. XIX



- Tanque – Do séc. XIX



- “Arcoses” Minerais (Cassiterite e Limonite) 
- Praça de Touros – Datada de 2003




Fonte e fotos da Internet




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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Poesia de Eugénio de Andrade

           Última Canção

Se puderes ainda
ouve-me, rio de cristal, ave
matutina. ouve-me,
luminoso fio tecido pela neve,
esquivo e sempre adiado
aceno do paraíso.
Ouve-me, se puderes ainda,
Devastador desejo,
fulvo animal de alegria.
Se não és alucinação
ou miragem ou quimera, ouve-me
ainda: vem agora
e não na hora da nossa morte
- dá-me a beber a própria sede.

Eugénio de Andrade
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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Templos Religiosos do Concelho de Arganil: Secarias

Continuamos o tema dos Templos Religiosos do Concelho de Arganil na aldeia de Secarias.
O padroeiro da povoação é São Sebastião. A sua igreja data do século XVIII e, segundo a crença popular, terá sido edificada no local onde existia uma antiga sinagoga. Da mesma época é a talha de madeira dos altares. 
Existe na igreja uma pequena imagem do século XVII, também em madeira que representa o Santo Pontífice.
Numa das laterais, o edifício tem uma torre sineira construída bastante mais tarde.
Durante as Invasões Francesas, foi uma das igrejas do concelho alvo de saque por parte das tropas napoleónicas.



Nas Secarias existe ainda uma capela dedicada a São Miguel, onde o principal destaque vai para uma imagem de calcário, do século XVI-XVII, representando a Virgem com o Menino.





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terça-feira, 2 de julho de 2019

Romaria de Nossa Senhora das Preces

É já no próximo fim de semana que terá lugar no Vale de Maceira (Aldeia das Dez), a tradicional roamaria em honra de Nossa Senhora das Preces.
Eis o Programa deste evento.


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segunda-feira, 1 de julho de 2019

Bolo de Verão

Após um período de ausência forçada devido a problemas de saúde com familiares, eis-me de regresso ao blog com uma receita de Verão.



Ingredientes:


Bolo de Fécula

6 ovos;
250 g de açúcar;
100 g de fécula de batata;
sumo de 1 limão;
1 colher de chá de fermento em pó.

Recheio

300 g de iogurte grego (usei sem açúcar);
1/2 abacaxi.

Cobertura

200 ml de natas
1 colher de sopa de açúcar;
1 colher de sobremesa de sumo de limão;
frutas variadas q.b. (morangos, abacaxi e cerejas).

Execução:

Forrar o fundo da forma com papel vegetal.
Bater as gemas com o açúcar até obter uma gemada leve e volumosa.
Misturar o fermento com a fécula de batata, juntar à gemada, batendo um pouco mais.
Adicionar o sumo de limão e incorporar bem na massa.
Bater as claras em castelo e juntar aos poucos à massa, envolvendo-as com uma espátula.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º C , durante 25 minutos.
Deixar arrefecer e desenformar.

Recheio e Cobertura

Cortar o bolo em duas partes idênticas.
Bater as natas com o açúcar e o sumo de limão.
Rechear, uma parte do bolo, com o iogurte e abacaxi cortado em pequenos pedaços.
Sobrepor a outra metade do bolo e barrar totalmente com o chantilly.
Laminar os morangos e dispor nas laterais.
Na parte superior marcar riscas no chantilly e cobrir com as cerejas descaroçadas, morangos laminados e abacaxi cortado em pedaços, da forma que mostra a imagem. Finalizar com cerejas inteiras e morangos contados ao meio e com o pé.


Fonte original todos os direitos reservados a: http://tentacoesobreamesa.blogspot.com


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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa : Folk Misericórdia: Da Aldeia para a Cidade!

Embora temporariamente afastada das postagens no blog, não podia deixar de divulgar mais uma evento em que se encontra envolvido o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, transcrevendo a notícia de que me foi solicitada a divulgação.

NOTÍCIA
Folk Misericórdia: Da Aldeia para a Cidade!

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

O evento será realizado no Mercado do Bairro Alto e no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

A partir das 17h30 dos dias 27 e 28 de junho (quinta e sexta-feira) haverá uma Exposição Etnográfica e Divulgação de Turismo de Arganil no Mercado do Bairro Alto. Durantes estes dias, haverá também Desmonstrações ao Vivo da arte de fazer as colheres de pau, do ciclo da lã e do ciclo do linho. No dia 28 de junho, os visitantes poderão ainda participar em Workshops das colheres de pau, ciclo da lã e ciclo do linho, bem como fazer uma Prova Gastronómica, sujeitos a uma pré-inscrição e pagamento de um valor simbólico. Para tal, deverão contactar os seguintes membros da direção do grupo (Carlos Manuel – 934919370 ou Fernanda Neves - 962 919 421). A partir das 21h30 do dia 28 de junho haverá arraial no Jardim de São Pedro de Alcântara.

No dia 29 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de participar num Workshop de dança tradicional no final do encontro. A partir das 20h30 haverá novamente arraial.

Já o dia 30 de junho (domingo) ficará marcado pela realização de um Festival de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como coscorões).

De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:
27.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto
Exposição etnográfica
Turismo de Arganil
Demonstrações da confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho
28.Junho, a partir das 17h30, no Mercado do Bairro Alto
Exposição etnográfica
Turismo de Arganil
Workshops de confeção de colheres de pau e ciclos da lã e do linho *
Prova gastronómica *
* Sujeitos a pré-inscrição e pagamento
28.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara
20h00 – Abertura das tasquinhas
21h30 – Arraial
29.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara
11h00 – Abertura das tasquinhas
17h00 – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais
19h30 – Workshop de Dança Tradicional
20h30 – Arraial
30.Junho, no Jardim de S. Pedro de Alcântara
11h00m – Abertura das tasquinhas
15h00m – Desfile etnográfico
15h30m – Sessão solene
16h00m – Encontro de Folclore:
1.  Grupo Folclórico de Torre de Bera
     Coimbra • Beira Litoral Mondego
2.  Grupo Folclórico do Centro de Convívio de Abitureiras
     Santarém • Ribatejo – Bairro
3.  Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva de Mindelo
     Vila do Conde • Douro Litoral Norte
4.  Rancho Folclórico “Os Camponeses de Canados”
     Alenquer • Estremadura Centro – Região Saloia
5.  Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
     Arganil • Beira Serra

Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".





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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Só Imagens: Coimbra


Coimbra: Portugal dos Pequenitos

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Porque é fim de semana: Freguesia de Malpartida

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades portuguesas do concelho de Almeida, indo para a Freguesia de Malpartida.



Situada na zona fronteiriça, Malpartida é sede duma freguesia onde um grande número de sepulturas cavadas na rocha, atestam a antiguidade da região. 
Resquícios duma  torre circular, de alvenaria, com 1,5 metros de raio, a atalaia, provavelmente do tempo da  Guerra da Restauração são  também vestígios deixados, ao longo dos anos,  que podem ser apreciados nos arredores da povoação. 
Devido à sua localização, Malpartida sofreu bastante com as várias invasões de que  o país foi alvo. 


Em  1645 os castelhanos, que se dirigiam a Almeida, provocaram grandes estragos na aldeia e em  1762, saquearam tudo, deixando os habitantes sem nada.
Durante as Invasões Francesas, a povoação voltou a ser palco de lutas e, em 1844, foi instalada em Malpartida a 3ª Brigada dos Viscondes de Fonte Nova, durante o cerco a Almeida. 


O orago de Malpartida é Nossa Senhora da Assunção.
A igreja matriz, tem estilo românico, datada do século XII.
Na localidade, existem ainda outros templos religiosos, datados do século XVIII:
- Capela de N.ª Sr.ª das Neves


- Capela de St.º António


- Capela de S. Sebastião 


Outro Património de interesse, na povoação:

- Sepulturas Antropomórficas 
Sepulturas cavadas na rocha  no sítio do Armeiro e no sítio da Tapada da Carrapita,  do Período Medieval;
- Vestígios do período Romano no sítio do Pinhal da Sacristia; 
- Lagar Escavado na Rocha no sítio Prado da Nave do Moiro;
- Calvário datado do séc. XVIII / XIX.






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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Tarte De Amêndoa Húmida

Ingredientes:
1 embalagem de massa quebrada
80g de margarina amolecida
80 g de açúcar
2 ovos
1 colher de sopa de farinha
100 g de miolo de amêndoa moído
1 frasco de compota de damasco ou outra a gosto
50 g de miolo de amêndoa laminado
Açúcar em pó para polvilhar


Forre um forma de tarte com a massa, pique o fundo com um garfo e leve ao frio.
Pré-aqueça o forno a 180ºC. Numa taça, misturar a margarina com o açúcar até obter um creme liso, adicione os ovos um a um batendo sempre, adicione a farinha e a amêndoa moída e mexa bem.
Espalhe a compota no fundo da tarte.
Cubra com o creme e polvilhe com a amêndoa laminada.
Leve ao forno durante mais ou menos 40 minutos.
Retire e deixe arrefecer, desenforme e polvilhe com açúcar em pó.
Fonte: Delicias divinais



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