quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Avô

Avô é uma pitoresca vila da região centro de Portugal cuja origem se perde no tempo.Sabe-se que a povoação era, inicialmente, conhecida pelo   topónimo de “Couto de Avao“.
Foi habitada pelos Romanos, que ali se fixaram em busca de minérios de ouro e  chumbo, pensando-se que tenham ali   mandando erigir um  Castelo.  
Mais tarde foi ocupada  pelos Mouros, sendo reconquistada por D. Afonso Henriques, que mandou re-edificar o Castelo , na época, já em ruínas.
D. Sancho I, concedeu-lhe  Carta de Foral 1187 e Avô passou a  sede de concelho, abrangendo uma vasta região da serra do Açor.
O concelho só foi  extinto em 24 de Outubro de 1855, altura em que as suas freguesias de Anceriz, Piódão e Pomares passaram para o concelho de Arganil e, para além da freguesia de Avô, passaram a pertencer ao concelho de Oliveira do Hospital as  de Aldeia das Dez,  Lourosa, SantaOvaia e Vila Pouca da Beira.
Atualmente, o castelo encontra-se em ruínas, bem como  da Ermida de São Miguel, mas a vila  possui  outros monumentos com interesse. São  os casos da  Igreja Matriz do século XVIII, das Capelas de Nossa Senhora dos Anjos do início século XVIII,  de Santa Quitéria do século XVII e a  de São Pedro  do século XVI. À frente do edifício onde funcionaram os Paços do Concelho existe ainda um  pelourinho manuelino do século XIV e, nas suas traseiras, uma casa quinhentista com bonitas janelas manuelinas, que pertenceu ao poeta Brás Garcia de Mascarenhas.  
Merece também destaque a praia fluvial, nas margens do rio Alva e a Ilha do Picoto.


Avô - após o Incêndio 2012 photo P8180257.jpg
Avô visto do Miradouro, após o incêndio

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Casa de Brás Garcia de Mascarenhas
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Rio Alva e Praia Fluvial




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