terça-feira, 21 de junho de 2011

Pomares I


Vamos então iniciar a visita a Pomares na entrada da povoação, no Miradouro de Santa Luzia, um local dominado por um monumento erigido em homenagem aos soldados  da freguesia de Pomares,  que pereceram na Grande Guerra.
Do pequeno jardim  podemos observar os campos ribeirinhos bem como alguns dos  bairros que formam a aldeia. Em frente a Portelinha à esquerda e atrás o casario espraia-se pelo vale e encostas adjacentes à ribeira.

Pomares


Entramos agora em Pomares e fazemos uma paragem no Largo do Pontão. No largo existem algumas mafrondosas tílias que oferecem  a sua fresca sombra e uma bela fonte de água fresca e cristalina. Por entre as tílias surge o coreto, palco de muitas exibições quer da Filarmónica local, quer de outras que visitam a povoação. É aqui o ponto de encontro dos pomarenses que, no intervalo das tarefas agrícolas, se juntam para conversarem, namorarem ou para o bailarico em dias de festa. Recentemente o Largo sofreu obras de embelezamento e iluminação que o tornou ainda mais bonito.

Pomares  

Deixamos por algum tempo o Largo do Pontão e seguimos pela rua principal  junto à Quinta da Marquesa.  Logo em frente, um pequeno jardim ladeado de bancos, no centro do qual se encontra um monumento de homenagem às vítimas do desabamento do piso da escola   no dia 11 de Março de 1917, onde pereceram várias crianças.

Pomares  

Aí a rua divide-se em duas. Para o lado direito, fica a ribeira junto à qual se localiza o lagar de azeite. Passando a ponte sobre a ribeira, chegamos à outra margem e temos assim acesso a um bairro relativamente recente, à Escola, ao cemitério e aos bombeiros. A estrada segue depois serpenteando pelas encostas da serra rumo a vários destinos.
Por hoje ficamos por aqui. Amanhã continuaremos a nossa visita percorrendo outros caminhos da aldeia.

Pomares
 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




3 comentários:

alfacinha disse...

o monumento da grande guerra
O que é trágico, em cada aldeia há um monumento em memória dos mortos da grande guerra nos campos de Flandres. Muitos filhos de gente simples que nunca tinham deixado a sua aldeia, perderam as suas vidas num país desconhecido para uma causa que não era deles. Nós belgas fornecer-lhes eternamente grato.
cpts

Patricia disse...

Olá Lourdes!

Adoro estes lugares, com estas paisagens tão familiares.
Não conhecia este sítio.

Beijinhos.

Maria Teresa disse...

Quanta história nessas ruas, quantos segredos guardados pelos cantos. Adoro viajar com você por essas paragens.
Beijos