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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Salzburgo


De Innsbruck até Salzburgo a paisagem manteve-se. O percurso  rodeando montanhas, mostrava-nos imensos vales verdejantes,  com excelentes pastagens onde as pachorrentas vacas comiam ou ruminavam.
Em determinada altura, atravessámos alguns quilómetros de território alemão, voltando a entrar no austríaco já perto de Salzburgo.


- Pastagens austríacas -

Esta cidade, berço natal de Mozart, situada nas margens do rio Salzach, era uma das que me despertava mais curiosidade e que superou em muito as minhas expectativas.

- Salzburgo e o rio Salzach -

Logo à chegada,  um edifício fortaleza  destaca-se devido à sua localização. O Festung de Hohensalzburg domina a cidade, sendo um excelente local para se ter uma panorâmica geral desta cidade onde o modernismo se mistura, sem conflitos, com o bem preservado património histórico.
Iniciámos o périplo pelos locais mais importantes, nos jardins do palácio Mirabel. Inicialmente denominado por Altenau, foi mandado construir pelo arcebispo Wolf Dietrich, para servir de local de  residência e encontro com Salome Alt, uma senhora com quem manteve uma longa relação amorosa,  da qual resultou uma prole de mais de dez filhos.

- Palácio Mirabel -

O palácio, um edifício imponente foi vítima dum devastador incêndio, sendo depois reconstruído, mas sem a sumptuosidade inicial.
No entanto, o seu jardim é um regalo para os olhos de quem o visita, com as suas fontes, repuxos, estátuas, flores e árvores seculares.
Percorremos calmamente os seus recantos, por entre uma multidão de turistas, ao som da música duma orquestra que tocava numa das ruas do jardim.
Dali, partimos à descoberta de Mozart passando na Makartplaz, junto à casa onde habitou na sua idade adulta e onde compôs muitas das suas obras.
Seguimos depois para a casa onde,  nasceu o célebre compositor, situada na zona histórica. Tínhamos uma visita agendada e, até chegar a hora marcada, aproveitámos para  visitar a catedral,  dedicada a S. Roberto  de Salzburgo,  fundador da cidade e local onde Mozart foi baptizado.


- Catedral de Salzburgo -

O  exterior deste templo barroco é bastante bonito mas não faz antever a imponência do seu interior, replecto  de preciosos detalhes dourados. 

- Vista parcial do interior da Catedral -

Durante a segunda guerra mundial, a cúpula do transepto foi atingida e consequentemente destruída, sendo reconstruída mais tarde em 1959.

- Aspecto de parte do tecto da catedral -

Para além da Catedral, Salzburgo possui uma grande quantidade de grandiosas igrejas razão pela qual é frequentemente conhecida por " Roma germânica".
Seguimos então para a Rua Getraidegasse, entrámos na porta nº 9,  num prédio amarelo onde nasceu Wolfgang Amadeus Mozart.

- Casa onde nasceu Mozart -

Subimos e visitámos os aposentos hoje transformados em Museu e onde estão conservadas alguns retratos, móveis, instrumentos musicais e outros objectos utilizados pelo músico enquanto ali viveu.
Fomos ainda ao encontro de  Mozart, numa estátua situada  na praça com o seu nome.
Após a visita, seguimos em passeio pelas  ruas,  pátios, galerias e praças fervilhantes de comércio  do centro histórico, considerado património mundial da UNESCO desde 1997. 
 
- Uma das ruas do centro histórico -
 
Também aqui se nota a conservação dos decorativos letreiros das lojas de comércio feitas em ferro fundido originárias da Idade Média.
Aproveitámos ainda para comprar algumas lembranças tais como chocolates (os célebres Mozart),  e chapéus de chuva também eles alusivos ao compositor, porque entretanto começara a chover.
 
- O comércio num dos pátios que ligam as ruas -

A chuva e a proximidade da noite levaram-nos de regresso ao autocarro, para nos dirigirmos  aos arredores da cidade, onde se situava o hotel onde iríamos pernoitar.

- Um dos cafés mais conhecidos da cidade -

A caminho, ainda tivémos oportunidade de captar mais algumas imagens desta encantadora cidade, palco de inúmeros festivais de música  e de filmes tão conhecidos, como  o caso do célebre " Música no Coração".





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Innsbruck

A primeira paragem na Áustria foi feita  na bonita região do Tirol, num fantástico vale entre os Alpes.


Seguimos depois para  Innsbruck, uma pequena cidade situada no vale do rio Inn, rodeada por  altas montanhas. 

 
- Innsbruck -


Chegámos ao hotel à tardinha, jantámos e preparámo-nos para ir assistir a um espectáculo de folclore tirolês, que esteve a cargo da família Gundolf.
Os elementos da família receberam-nos de uma forma bastante simpática e brindaram-nos com excelentes interpretações da sua música e danças tradicionais.
A finalizar, interpretaram algumas das músicas mais conhecidas dos países presentes, interagindo assim com o público que, nesse momento, decerto se sentiu "em casa".

- A família Gundolf  actuando -


No dia seguinte, foi a vez da visita aos principais pontos de interesse desta calma  cidade. A paisagem, a língua, os edifícios e a maneira de viver e de manter as tradições pareceu-nos muito semelhantes ao que encontrámos na Suíça.
O   percurso pelo centro histórico, formado por estreitas mas asseadas ruas foi feito a pé.

- Um prédio com uma bonita fachada -

Também aqui havia muitas fachadas de prédios bastante elaboradas, janelas floridas e varandas fechadas em marquise, sendo a Goldenes Dachl um dos ex-libris da cidade.


- Um dos ex-libris da cidade: a Goldnes Dachl -

Também aqui se tenta manter a tradição na identificação dos diversos estabelecimentos. Esta é  feita  em  ferro forjado trabalhado,  representando cada  ofício, tal como outrora acontecia,. Desta forma, mesmo  os analfabetos conseguiam encontrar  aquilo que pretendiam sem grande dificuldade.


- Identificação de um estabelecimento -

Continuámos a nossa visita à cidade, dirigindo-nos ao complexo desportivo Bergisel Arena para vermos de perto  a rampa de saltos de esqui, localizada num dos pontos altos da cidade.
Na subida, parámos no miradouro e admirámos a cidade vista dum plano elevado e tirámos as habituais fotografias. 
Chegados à rampa de saltos, assistimos aos treinos de alguns desportistas que tentavam melhorar os seus saltos.

- A rampa de saltos -

Mas, estava na hora de deixarmos esta bonita e tranquila cidade. Seguimos a nossa viagem, percorrendo mais alguns quilómetros usufruindo de paisagens maravilhosas, rumando a Salzburgo.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Adeus Suíça, Olá Áustria

Prosseguimos a nossa viagem em direcção à fronteira austríaca. Antes de abandonarmos a Suíça ainda fizémos   uma paragem  em Saint Gallen e, como de costume, fizémos  uma  visita panorâmica para apreciarmos esta cidade fundada por um monge irlandês chamado S. Gall.


- Interior da Abadia de St. Gallen -

Tínhamos planeado almoçar em Saint Gallen, mas devido à proximidade do Liechtenstein  e por sugestão da guia, decidimos unanimemente fazê-lo naquele principado.
Antes de nos dirigirmos para a fronteira, faltava-nos fazer duas visitas obrigatórias. Uma à abadia beneditina de Saint Gallen,  um  majestoso monumento, ex- libris da cidade. A outra à  famosa Biblioteca Abbey, onde se encontra uma extraordinária colecção de raros e valiosos livros para além de importantes manuscritos medievais.

Terminada a visita, rumámos  então ao Principado do Liechtenstein,  e rapidamente chegámos à  sua capital, Vaduz.

- Centro de Vaduz -

Já com "um ratinho a roer no estômago" almoçámos rapidamente e ainda tivémos tempo para   uma visita às  lojas e gastarmos os últimos francos suíços, uma vez que a moeda é a mesma.
Numa íngreme encosta, o palácio que serve de  residência oficial aos Príncipes, reina sobre esta cidade situada num vale, entre elevadas montanhas.
Este foi um percurso que nos permitiu fazer uma incursão neste pequeno Estado, por simpatia da guia que nos acompanhou nesta viagem, com a qual sentimos uma grande empatia, desde o seu início.
Entrámos finalmente em território austríaco pela região do Tirol, onde os Alpes dominam a paisagem, vendo-se aqui e além algumas quedas de água resultantes do degelo.
Uma vez mais, a natureza presenteou-nos com toda a sua beleza  e, pelos nossos olhos desfilavam imagens de sonho. Na verdade, tanto a Suíça como a Áustria proporcionam a quem viaja por estes países, paisagens extremamente belas.

 - Paisagem alpina -



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Zurique



No último dia que passámos em terras helvéticas, acordámos cedo pois iríamos iniciar o passeio do dia visitando a maior cidade da Suíça:  Zurique.
Localizada nas margens do Lago com o mesmo nome e atravessada pelo rio Limmat, que a divide em duas partes, esta é uma cidade cosmopolita, tendo na sua parte mais antiga localizada na parte ocidental.
Fomos então explorar a cidade fazendo a habitual visita panorâmica que iniciámos na cidade universitária.


- Um dos edifícios da Universidade -

Dali usufruímos  duma esplêndida  vista  sobre os dois lados da cidade, com o lago Zurique e  as montanhas lá ao fundo.
Continuámos o percurso por esta localidade, várias vezes considerada como a melhor cidade do mundo para se viver. Atravessámos a  Bahnhofstrasse, uma avenida que que nos conduziu ao lago, ladeada por luxuosas lojas, onde se encontra o melhor comércio e os principais bancos, onde se encontram depositadas muitas das riquezas da Suíça e também do Mundo.
De cada lado do rio Limmat pudémos apreciar duas imponentes igrejas que rivalizam entre si em grandiosidade.  Dum lado, fica  a  Catedral de Fraumünster, de estilo gótico, com  belos vitrais pintados por Marc Chagall.

- A torre da Catedral ou Fraumünster -

Do outro, a Grossmünster, imponente com as suas  torres simétricas, que é o local de onde se pode avistar  qualquer parte da cidade e de onde se pode usufruir de uma vista espectacular.


- As torres da Grossmünster -

Para terminar a nossa visita, dirigimo-nos para a parte mais antiga, onde apreciámos as suas  casas antigas e  ruas medievais.
Esta cidade é, como todas as outras que vistámos, muito limpa, segura  e engalanada  com coloridas flores.
Com a certeza de que havia muito mais para ver, abandonámos Zurique pois ainda tínhamos muitos quilómetros para percorrer, uma vez que o dia iria terminar já em terras austríacas.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Lucerna


O percurso entre Interlaken e Lucerna foi feito sempre tendo  como cenário a paisagem luxuriante dos Alpes e o bucolismo das pequenas aldeias e vilas dispersas pelas suas encostas. Com o tempo a ameaçar chuva entrámos em mais uma bonita cidade, situada à beira do lago Lucerna e atravessada pelo rio Reuss.

- Lucerna e uma das suas pontes -
Tal como em outras localidades, fizémos uma visita panorâmica da cidade e seguimos para o centro, junto ao rio, onde pudémos apreciar alguns dos locais mais importantes. A cidade presenteia todos os que a visitam, entre outras, com uma variedade de edifícios antigos muito bem conservados, igrejas seculares extraordinariamente bonitas, fontes de arquitectura variada, e as suas sete pontes.

- A Torre da Capela -


Abandonámos a camioneta e atravessámos o rio, a pé,  pela  ponte mais famosa, a  Ponte da Capela. Esta serviu   de  fortificação na época em que a cidade se separou dos Habsburgs e é decorada, no seu interior, por pinturas cujos temas são histórias referentes à cidade, tendo também o brasão da família que as mandou pintar.  No meio existe a Torre de Água, uma fortificação defensiva de pedra, de forma octogonal   que também serviu de prisão.


- As pinturas no interior da ponte -

Olhando para o lado, víamos   a  Ponte do Moinho  uma das mais antigas pontes cobertas de madeira da Europa.
Chegados à outra margem, seguimos então para uma visita à  igreja dos Jesuítas, uma das poucas igrejas católicas da Suíça, predominantemente protestante.


 - A Igreja dos Jesuítas -

Se a parte exterior do edifício é bonita o seu interior é um espectacular exemplo do estilo barroco (rococó).


- Vista parcial do interior da igreja -


Continuámos a visita ao cento histórico embrenhando-nos por uma série de estreitas ruelas, onde nos esperavam   várias construções típicas com  as suas fachadas decoradas com pinturas representando as profissões dos seus primitivos proprietários.

- Um dos edifícios com as suas pinturas -

Durante o percurso comprámos algumas recordações da cidade, mas tivémos que regressar à camioneta, pois a chuva que nos vinha a ameaçar, abateu-se  fortemente sobre nós.
Continuámos o percurso pelas ruas da cidade e seguimos para outro local de visita obrigatória,  o famoso monumento do Leão Moribundo, que  é uma  escultura, feita directamente na rocha, em memória dos heróis suíços que morreram pelo país.



- O Leão Moribundo -

É difícil ficar indiferente a esta cidade. O rio, o lago e a montanha  conferem-lhe uma beleza que permanecerá inesquecível na memória dos seus visitantes. Gostaria de ter tido possibilidade de fazer um passeio nocturno, mas o alojamento estava reservado em Zurique e tivémos que seguir o nosso percurso conforme o que estava planificado, chegando já bastante tarde ao nosso destino.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Interlaken


Deixando a capital da Suíça para trás, iniciámos uma viagem atravessando uma região de extraordinária beleza. Tinha aos meus olhos as belas paisagens dos calendários que os donos dos estabelecimentos comerciais costumam oferecer no início de cada ano.


De cada lado da estrada apareciam pequenas aldeias donde se destacavam as torres das igrejas, situadas nas encostas íngremes dos Alpes, com um extenso manto verde a prolongar-se até às margens dos vários lagos existentes neste país, onde se reflectem  ora os cumes dos montes, ora o verde dos campos, ora as casinhas que ladeiam as suas margens.


Parámos em Interlaken onde conhecemos um pouco desta  cidade  estrategicamente situada entre os lagos Thun e  Brienz, ligados por um canal que atravessa o seu centro.
Este era um local que merecia uma estadia mais prolongada para podermos usufruir da paisagem exuberante que a natureza  nos oferece, tanto num passeio pelos lagos como numa subida ao Jungfrau e, dali termos uma visão geral desta região e do ponto mais alto da Europa.


Mas, o tempo era pouco e  apenas pudemos almoçar, passear um pouco pelo centro e assistir à descida de parapente de vários desportistas.


Abandonámos a cidade e seguimos a caminho da próxima paragem-Lucerna, continuando a usufruir da mesma  aprazível paisagem.
Para mim, que adoro as paisagens de montanha, esta viagem foi um verdadeiro colírio para os  olhos e, confesso que à chegada a Lucerna tinha uma pequena dor no pescoço, de tanto virar para um lado e para o outro, tentando manter na retina algumas  destas deslumbrantes paisagens .




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O Sobral Magro está cada vez mais pobre.


Hoje interrompo a  descrição da minha viagem porque entretanto um amigo faleceu. Era pai dum dos elementos do casal com quem costumo viajar e era natural do Sobral Magro. Chamava-se José Joaquim, mas era mais conhecido por tio José Domingos. O seu corpo encontra-se na capela de Sobral Magro e o  funeral realizar-se-á amanhã às 9 h 30 m, para o cemitério daquela localidade.
Era pai dos amigos meus Agostinho e  Cidália e sogro dos também amigos Lídia e Armando, a quem endereço os meus sentidos pêsames.

Que a sua alma descanse em paz!

Recados para Orkut



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

À Descoberta do Mundo: Berna

Chegámos a Berna no dia 26, à tardinha, ainda a tempo de fazer um passeio panorâmico por esta bonita cidade, capital da Suíça, situada num cantão de língua alemã. Tal como as cidades suíças anteriormente visitadas, mostra aos visitantes um aspecto de muita tranquilidade.

- À chegada a Berna -

Rodeada quase totalmente pelo rio Rio Aare, que lhe confere o aspecto duma pequena península, a cidade é bastante calma, irrepreensivelmente limpa e de pessoas muito simpáticas.

- Vista sobre a cidade -

Fundada em  1191 por Bertoldo V, sofreu  um incêndio em 1405, sendo depois  inteiramente reconstruída. O seu património medieval urbano encontra-se muito bem conservado foi reconhecido internacionalmente, sendo considerada Património Cultural Mundial da UNESCO. Berna foi elevada a capital a capital da Suíça em 1848.

- O rio Aare -

Para além disso, esta bonita cidade tem outras razões que justificam o passeio mais pormenorizado que realizámos na manhã seguinte.


- Uma das ruas principais com as suas arcadas -

Percorremos a pé as suas ruas ladeadas de arcadas, onde o comércio tem um lugar de grande importância e onde nos perdemos com a visão dos esplêndidos chocolates estrategicamente expostos nas montras. Passámos junto à casa onde viveu Albert Einstein  e onde escreveu a Teoria da Relatividade.

- Fonte numa das ruas da cidade -

Após as compras e perto das 10 h, dirigimo-nos para junto da Torre do Relógio, onde nos juntámos a outros turistas  para ver os pequenos bonecos que se movem de cada vez que o relógio marca horas certas. 


- A Torre do Relógio -

Seguimos para  a   catedral gótica de Berna,  com a sua  majestosa  portal central, repleta de pequenas figuras pintadas. Entrando, pudemos apreciar mais um magnífico monumento com os seus impressionantes  vitrais.

- Entrada da Catedral de Berna -
 

Casas com belas fachadas, sempre enfeitadas com muitas flores e uma grande quantidade de  bonitas fontes espalhadas pelas ruas, tornam Berna numa   cidade bonita e pitoresca que nos fascinou a todos.

- Fontes e janelas floridas -

Não podíamos abandonar a cidade sem antes visitar os ursos, pois segundo a lenda o nome de Berna deve-se à existência de destes animais naquele lugar na altura da sua fundação.
Actualmente, encontram-se num local situado nas margens do Aare, onde usufruem dum espaço agradável, quase em liberdade e onde podem ser vistos por todos quantos os pretendam visitar.


- Alguns ursos dormindo -

Toda a cidade é linda e o rio Aare com as suas águas frescas e sem poluição e as encostas laterais bastante arborizadas conferem-lhe ainda mais beleza, o que me leva a dizer que,  das cidades suíças que visitei, Berna foi uma das que mais gostei.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.