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domingo, 6 de julho de 2008

ROMARIA DO VALE DE MACEIRA II



Há o suficiente no mundo para todas as necessidades humanas, não há o suficiente para a cobiça humana.
(Mahatma Gandhi)

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Hoje trago mais umas fotos muito antigas da "Romagem" no Vale de Maceira.

- Grupo de romeiros de Porto Silvado -





- Grupo de Sobral Magro -




- A Procissão -

sexta-feira, 4 de julho de 2008

ROMARIA NO VALE DE MACEIRA



Lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração.
(William Shakespeare)

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É já neste fim de semana que se realiza a tradicional feira anual no Vale de Maceira , no local onde se situa o Santuário de Nª Sª das Preces.
Esta feira já não tem o fulgor de antigamente, mas recordo-me do tempo em que me deslocava de Lisboa para me encontrar, no Vale de Maceira, com os meus familiares que iam do Sobral Magro para assistir à " Romagem".
- Vale de Maceira em dia de feira anual -
Lembro-me da confusão de camionetas de excursão vindas de diversas partes do país e das barracas onde os forasteiros desprevenidos podiam matar a fome e saciar a sede.
Lembro-me dos enormes farnéis que as mulheres carregavam em cestos e que espalhavam sobre uma toalha estendida sobre uma manta de fitas. Ainda sinto os odores dos petiscos que cada família levava para a bucha: o bacalhau frito, os coelhos e frangos assados, os chouriços, os nacos de presunto, o queijo de cabra e de ovelha, o pão leve, enfim um desfilar das várias iguarias típicas da região.
- Naturais de Sobral Magro a caminho do Vale de Maceira -

Lembro-me dos bailaricos atrás das capelinhas, onde alguns expunham os seus dotes a tocar harmónio, concertina, viola, guitarra, banjo ou bandolim, enquanto outros cantavam, dançavam ou simplesmente observavam.
Muito namoros se arranjaram nestas festas do Vale de Maceira.

- Os tocadores prontos para animar o baile -

quinta-feira, 3 de julho de 2008

À DESCOBERTA DO CASTELO DE ALMOUROL

A verdadeira viagem do descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, mas em ver com novos olhos.
(Marcel Proust)


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Continuando o nosso passeio, seguimos em direcção a Tancos, percorrendo uma bonita parte do Ribatejo.




- Vista parcial de Tancos -


À chegada avistámos o Castelo de Almourol situado numa pequena ilha do rio Tejo.



- O castelo de Almourol -


Vítima do terramoto de 1755, o castelo sofreu alterações na sua arquitectura inicial após o seu restauro, mas continua a ser uma das mais belas fortalezas existentes em Portugal.
Em 2006 foram construídos dois cais para embarcações turísticas: um na margem direita do rio Tejo e outro na zona Sul da ilha.



- O cais da ilha -


Chegados ao cais fizémos a travessia até à ilha num barco que assegura o percurso em cerca de 15 minutos, durante os meses de Primavera e de Verão.

Após o desembarque, seguimos por um estreito caminho até à entrada principal.
- A entrada do castelo -
Subimos depois alguns lanços de escadas íngremes e apertadas até alcançarmos o terraço da torre de menagem.


- As escadas interiores -



Dali, pudémos apreciar a espectacular paisagem envolvente, muito para além das margens do rio.



- A paisagem a partir do terraço da torre de menagem -

Regressámos depois a Tancos, onde parámos num bonito parque junto ao cais para fazermos um piquenique onde abastecemos o estômago, antes de iniciarmos a viagem de regresso a nossas casas.

- Moinho em Tancos -


Durante a viagem alguns dos elementos do Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva ainda nos contemplaram com algumas modas bem ao jeito da serra do Açor.



- Garças na margem do Tejo -

Foi um passeio muito agradável com a companhia da boa gente do Soito da Ruiva. Espero repetir.


- E eu também lá estive -







quarta-feira, 2 de julho de 2008

PASSEIO FLUVIAL NO ZÊZERE

As viagens são na juventude uma parte de educação e, na velhice, uma parte de experiência.
(Francis Bacon)
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Hoje vou escrever um pouco sobre o que foi a segunda parte do passeio do Soito da Ruiva: um agradável mini-cruzeiro na barragem do Castelo do Bode, com almoço a bordo.
Após o almoço, tivémos oportunidade para conviver e alguns mais foliões ainda deram um pezinho de dança.
Pudémos também apreciar a beleza natural das margens do rio Zêzere ao mesmo tempo que por nós passavam alguns grupos praticando desportos náuticos, que alegremente nos acenavam.
Esta foi uma parte do passeio bastante interessante onde a alegria e boa disposição foram uma constante.
Não ficámos por aqui. Terminado o mini cruzeiro, seguimos para o autocarro e rumámos para o último destino previsto para este passeio: o castelo de Almourol.
- Entrada para o navio S. Cristóvão -



- Margens do Rio Zêzere -


- Momento de Convívio a bordo -

terça-feira, 1 de julho de 2008

VISITA A TOMAR


Volta teu rosto sempre na direção do sol, e então, as sombras ficarão para trás.
(Sabedoria Oriental)
 
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No seguimento do post anterior, aqui estão mais umas fotos do passeio realizado no passado domingo, pelos amigos do Soito da Ruiva.
Estas referem-se à visita a Tomar, em especial ao Convento de Cristo.
O Convento de Cristo é o mais importante monumento na cidade de Tomar, classificado pela UNESCO como Património Mundial.
Fundado pelo Grão-Mestre da Ordem dos Templários, o Convento passou mais tarde para a Ordem de Cristo.

Eis os locais que achei mais interessantes no Convento:

- A Charola (o Oratório dos Templários) -


- A janela da sala do Capítulo -

 
- A cozinha do Convento -

 
- O Grande Claustro -

Duma curta paragem no centro da cidade, eis alguns pormenores de Tomar que me deixaram vontade de voltar um dia para uma visita mais demorada.


- Uma nora no jardim -

- O rio Nabão -

segunda-feira, 30 de junho de 2008

PASSEIO DO SOITO DA RUIVA

Para viajar basta existir.

(Fernando Pessoa)


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Realizou-se ontem mais um passeio/convívio do Soito da Ruiva. Este foi ao Convento de Cristo em Tomar , à barragem do Castelo do Bode e ao Castelo de Almourol.
Sempre fui defensora da cooperação entre as aldeias da freguesia. Os problemas que enfrentam são comuns e todas tentam ultrapassar os obstáculos que lhes surgem, da forma que podem.
Por essa razão, mais uma vez me juntei com o marido e alguns naturais de Sobral Magro ao grupo do Soito da Ruiva.
Em boa hora o fizémos. Gente espectacular, alegre, e ordeira proporcionaram-nos um dia extremamente agradável, num ambiente divertido e de saudável camaradagem.
Muitos fomos colegas de escola e, algumas vezes, vieram à memória as recordação dos tempos anteriores à construção do edifício escolar ddo Soito da Ruiva, em que muitos deles frequentaram a escola de Sobral Magro.
Foi um dia de confraternização e de amizade que dificilmente esqueceremos.
Pela forma simpática como nos receberam, e por tudo aquilo que eu não consigo transmitir , nem de forma aproximada, só temos que agradecer.
Sentimo-nos em família e, sempre que pudermos, estaremos convosco.
Obrigada amigos.
Eis algumas fotos do passeio que descreverei num dos próximos postes:



- Chegada ao Convento de Cristo -
- Visita ao Convento de Cristo -


- Que estará o António a dizer que estão todos tão atentos? -



- Almoço a bordo do barco S. Cristóvão -



sábado, 28 de junho de 2008

S. PEDRO

Vem o Santo António
Vem o S. João
Depois vem S. Pedro
Para a reinação.
(Popular
)


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Hoje é noite de S. Pedro, o santo que encerra os festejos dos santos populares.
O primeiro nome de Pedro era Simão e era pescador. Foi chamado pelo próprio Jesus para deixar de ser pescador de peixes para ser junto do Mestre, pescador de homens.
Esteve junto de Jesus em momentos muito importantes da vida do Senhor.
Pedro foi preso várias vezes por pregar a Palavra de Deus mas nunca desistiu. Com todas as suas qualidades, limitações e pecados, Jesus escolheu-o para ser o fundador da nossa Igreja. Foi condenado a morrer crucificado como Jesus, mas não se achando digno de morrer como o Mestre, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.

Os seus restos mortais encontram-se no Vaticano na Basílica a que foi dado o seu nome.

- Basílica de S. Pedro no Vaticano -



sexta-feira, 27 de junho de 2008

UM POUCO DE POESIA III


Adopte o ritmo da natureza. O segredo dela é a paciência.
(Ralph Emerson)


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NOX


Noite, vão para ti meus pensamentos,

Quando olho e vejo, à luz cruel do dia,

Tanto estéril lutar, tanta agonia,

E inúteis tantos ásperos tormentos...

Tu, ao menos, abafas os lamentos,

Que se exalam da trágica enxovia...

O eterno Mal, que ruge e desvaria,

Em ti descansa e esquece, alguns momentos...

Oh! antes tu também adormecesses

Por uma vez, e eterna, inalterável,

Caindo sobre o mundo, te esquecesses,

E ele, o mundo, sem mais lutar nem ver,

Dormisse no teu seio inviolável,

Noite sem termo, noite do Não-Ser!


Antero de Quental




- Vista Nocturna de Sobral Magro -
( Foto de Amílcar Vicente)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

UM POUCO DE POESIA II

Escrever é também não falar. É calar-se. É gritar sem ruído.
(Marguerite Duras)



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DA MINHA ALDEIA


Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...

Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer

Porque eu sou do tamanho do que vejo

E não, do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena

Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.

Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,

Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,

Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,

E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.





quarta-feira, 25 de junho de 2008

UM POUCO DE POESIA I


Se não levarmos a poesia e a beleza connosco, é inútil percorrermos o mundo. Em nenhum lugar as encontraremos.
(Emerson)



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Perdão


Aqui me tens, meu Deus, em confissão.
Não roubei. Não matei. Não caluniei.
Mas nem sempre segui a tua lei,
nem sempre fui a irmã do meu irmão.
Não recusei aos outros o meu pão.
Amor, algumas vezes, recusei.
Mas por tudo o que dei e o que não dei,
eu te peço, meu Deus, o meu perdão.
Perdão para os meus pecados conscientes
e para os meus pecados inocentes,
para o mal que já fiz e ainda fizer ...
Perdão para esta culpa original,
para este longo e complicado mal:
o crime sem perdão de ser mulher.


Fernanda de Castro

terça-feira, 24 de junho de 2008

ACTUAÇÃO DO GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DE SOITO DA RUIVA

Não basta conquistar a sabedoria, é preciso usá-la.
(Cícero)



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Mais uma presença do Grupo de Danças e Cantares do Soito da Ruiva nas festas dos Santos Populares.
Por esa razão, a amiga Teresa Neves enviou a seguinte mensagem:


Caros amigos!

O Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva vai actuar na Festa de São João do Agrupamento de Escuteiros 1135 da Sobreda de Caparica, a realizar no dia 28 de Junho no recinto da Escola Elias Garcia na Sobreda de Caparica.
A actuação será pelas 20h30 integrada num vasto programa de animação organizado pelo Agrupamento.
Este é um arraial de São João já habitual há alguns anos na Sobreda que nos dá prazer em participar.
Convidamos todos os nossos amigos a estarem presentes de modo a ajudarem na angariação de fundos para as actividades deste agrupamento do Corpo Nacional de Escutas. Há vários petiscos saborosos confeccionados pela comissão de pais.
Até lá , bom arraial.



segunda-feira, 23 de junho de 2008

O S. JOÃO

Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira os pecados do mundo.
(S. João Baptista)

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Da tríade de Santos Populares, o mais festejado em maior número de localidades portuguesas é S. João, tendo o seu ponto mais alto na cidade do Porto.
Nas aldeias da nossa região também se festejava o S. João de uma forma genuína. Para além das tradicionais fogueiras, era também costume erguerem-se pinheiros nos largos principais das aldeias. Na parte superior eram colocados cântaros de barro com um gato no interior.
Na noite de São João, ranchos de rapazes e raparigas lançavam fogo ao pinheiro e quando o lume chegava ao cântaro, este caía e partia-se de encontro ao chão. Entretanto, o gato a fugia assustado, enquanto as pessoas que se juntavam riam à gargalhada.
Hoje em dia essa prática caiu em desuso (e os gatos aplaudem). Não tendo nenhum registo fotográfico da época, fica uma foto dum João, saltando a fogueira de S. João, há alguns anos atrás na aldeia de Sobral Magro.

domingo, 22 de junho de 2008

FIGURAS DA SERRA: O CARTEIRO

O homem é a medida de todas as coisas.
(Platão)

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A propósito do tio António Pereira, havia ainda outra actividade que se efectuava diariamente na sua loja: a distribuição do Correio.
Era ali que, todos os dias úteis à mesma hora , as pessoas se encontravam, ansiosas na esperança de receberem uma carta de algum ente querido.
O carteiro vindo da estação dos Correios Pomares a caminho do Piódão, trazia vários sacos de correspondência que ia deixando em cada aldeia.
No Sobral Magro, umas vezes o Tio Pereira, outras a Tia Maria do Covão e outras a Fernandinha liam, em voz alta, o nome que constava no endereço de cada carta, entregando-a depois ao seu destinatário.
Da parte da tarde, o carteiro fazia o percurso inverso para levar a correspondência das diversas aldeias para Pomares, donde seguia para os seus destinos.
A primeira pessoa que me lembro de fazer este serviço foi a tia Urbana do Piódão e depois, mais tarde, os filhos - a Laurinda e o Xico.



- O Xico com os sacos da correspondência

sexta-feira, 20 de junho de 2008

RECORDAÇÕES

A recordação é activa. Não é um objecto perdido que se encontrou. Ela faz crescer a massa do presente e do futuro.
(Jacques Bossuet)

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Como escrevi no post anterior, para além da sua oficina de sapateiro, o tio Pereira tinha uma loja. Na nossa região davam-lhe o nome de taberna.
Como havia outra na aldeia, esta era conhecida como a loja do tio Pereira ou da Tia Maria do Covão.
Era um local onde, para além das bebidas, se vendiam os mais diversos produtos alimentares, bem como tecidos, linhas, material escolar, etc....
Não tendo nenhuma foto da época em que a referida loja se encontrava a funcionar, a Fernandinha (filha do tio Pereira) deixou-me fotografar o local tal como ainda se encontra na actualidade.
Faltam as prateleiras e os móveis, mas as imagens de tempos passados vêm-nos saudosamente à lembrança.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

FIGURAS DA SERRA-SAPATEIRO

Os homens só serão grandes, se estiverem realmente decididos a sê-lo .
(Charles de Gaulle)

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O Sobral Magro foi terra de muitas profissões. Uma delas foi o sapateiro.
Junto à sua loja, o ti Pereira tinha uma pequena oficina onde fazia e consertava calçado.
Os fregueses eram muitos. Atendia as pessoas da aldeia e das redondezas, que ao Domingo vinham à Missa e lhe traziam o calçado para arranjar.
Por essa razão, chegou a ter alguns empregados que com ele aprendiam e mais tarde o ajudavam.

- António Pereira, mulher e filha -
(Foto da Fernandinha)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

SOITO DA RUIVA

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
(Fernando Pessoa)


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Da amiga Teresa Neves do Soito da Ruiva recebi a seguinte mensagem:



Caros amigos!
O Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva vai, mais uma vez, participar nas festas de São João da Ramalha em Almada .
Durante os dias 21 e 24 de Junho, em parceria com o Clube Desportivo da Ramalha, o Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva proporciona-vos um tradicional arraial de Santos Populares onde não faltará a boa música para dançar e os belos petiscos tradicionais desta quadra: febras e sardinha assada.
Soito da Ruiva estará presente com a sua banca de artesanato e os habituais petiscos da beira serra dos quais destacamos: os torresmos, o caldo verde, os queijos e enchidos, o arroz doce e tigelada e como não podiam faltar... os famosos coscoreis à moda do Soito da Ruiva feitos no momento.
Como habitualmente serão noites de folia e convívio em que contamos com a presença de todos os amigos.
Venham divertir-se connosco e divulguem aos vossos amigos.
Teresa Neves

terça-feira, 17 de junho de 2008

E A GRAMAÇA ALI TÃO PERTO



Encontrar defeito é fácil, mas fazer melhor pode ser difícil.
(Plutarco)


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Do Porto Silvado, avista-se um pouco acima, mais uma simpática aldeia da serra do Açor, a Gramaça.
Apesar da proximidade e de já ter pertencido à freguesia de Pomares, esta aldeia foi integrada na freguesia de Aldeia das Dez, em meados do século passado.

- A Gramaça vista do adro da Capela de Porto Silvado -

Quem estiver interessado em conhecer algo mais sobre esta aldeia pode fazê-lo em :

http://www.gramaca.org/paginainicial.php?expandable=4

Bons passeios!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

PONTOS DE ENCONTRO 2



É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.( Madre Teresa de Calcutá)


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No Sobral Magro, é também na Casa de Convívio, que os seus habitantes se encontram diariamente à hora da bica.
Aí permanecem durante algum tempo. Uns jogam as cartas, outros lêem o jornal, outros vêem televisão outros simplesmente conversam.
Na Casa de Convívio existe um pequeno apartamento, pronto a ocupar sempre que para isso seja solicitado. No rés-do-chão funciona o posto médico, e no 1º andar existe um salão onde se podem fazer pequenas festas, exposições ou jogos.
Eis a Casa de Convívio de Sobral Magro em funcionamento.
- Chegaram os clientes da bica -
- A sueca em acção -
- As regras do jogo -
- Convívio e leitura do jornal -

- Almoço de Novembro -

- Grupo Bota Vinho em actuação -

domingo, 15 de junho de 2008

PONTOS DE ENCONTRO


O segredo da felicidade é amar o dever e fazer dele um prazer.
(C. Dash)



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Em muitas aldeias, o ponto de encontro dos seus habitantes e visitantes, faz-se depois de almoço, nas Casas de Convívio ou nas Casas das Comissões de Melhoramentos.
Eis a Casa de Convívio de Porto Silvado.



- O Exterior -


- O Interior -

Durante o ano, ali se juntam os poucos habitantes da povoação. Alguns conversam, outros jogam as cartas e as crianças brincam.
Como fica situada mesmo junto ao Largo da povoação, quando o calor aperta , as pessoas passam a juntar-se no exterior do edifício. No largo há duas frondosas árvores, cuja sombra faz a delícia dos mais encalorados e convida a permanecer ao ar livre.



- Os homens jogam as Cartas -




- Grupo conversando -



- As crianças brincam -