quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Marinhas de Sal de Rio Maior

A chave de todas as ciências é o ponto de interrogação.
(Honoré de Balzac)


Durante o fim de semana em que visitei a Quinta dos Loridos, visitei também, as salinas de Rio Maior. Estas salinas são únicas no género em funcionamento no país, pois encontram-se situadas a 30 Km da orla marinha, numa região predominantemente agrícola localizada no sopé da Serra dos Candeeiros.
Esta serra possui no seu subsolo, para além de muitas grutas, vários lençóis de água doce e uma extensa mina de sal gema. A água doce ao atravessar a zona de sal gema, acaba por se tornar salgada, numa proporção sete vezes maior que a água do mar.

- Os talhos -

A água salgada é depois tirada através de poços, por motores que actualmente substituem as antigas picotas. É depois canalizada para tanques (talhos), onde vai ficar até que a água evapore deixando apenas o sal.
- O local onde o sal é colocado até se encontrar completamente seco -


Depois de bem seco, o sal é guardado em casas de madeira.
Actualmente, muitas dessas casas estão transformadas em estabelecimentos: lojas de artesanato e produtos locais, um posto turismo, cafés e restaurantes.
Foi num destes restaurantes que almoçámos. Decorado com objectos locais usados antigamente e adaptados à actualidade, onde o bom gosto decorativo rivalizava o bom gosto da comida.


- O restaurante onde almocei -


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.



1 comentário:

Anónimo disse...

D lourdes uma vez mais a Senhora trouxe ao conhecimento mais uma novidade, de uma industria que tão necessária é para a nossa alimentação,o sal,sei que existem minhas de sal mas esse modelo de fabricação longe do mar, em plenas salinas, é extraordinário Parabens.