quarta-feira, 27 de março de 2013

Páscoa

A todos os meus amigos 
happy easter photo: Happy Easter Easter_Front.jpg

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 26 de março de 2013

E, Por falar em Folar, Vamos fazer um Folar


Ingredientes:
1 kg de farinha
250 g de manteiga ou margarina
35 g de fermento de padeiro
100 g de açúcar
3 ovos
5 dl de leite
sal
1 colher de café de erva-doce
1 colher de chá de canela
Preparação:
Dissolva o fermento num pouco de leite morno e com 200 gr de farinha faça uma massa. Deixe-o levedar.
Entretanto, trabalhe a restante farinha com os ovos, o açúcar e o leite, até obter uma massa muito leve, bem enfolada, mas com bastante corpo. Adicione depois a margarina, sal, erva-doce e a canela. Trabalhe bem a massa e, por fim, junte-lhe o fermento que esteve a levedar.
Amasse até a massa se desprender das mãos e do alguidar. Cubra com um pano e deixe levedar durante 2 a 5 horas em local aquecido.
Decorrido esse tempo, divida a massa em bolas e achate-as.
Sobre cada uma coloque um ou mais ovos cozidos, conforme o tamanho da base da massa.
Segure os ovos com algumas tiras de massa.
Pincele com gema de ovo e coza em forno quente.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.






 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Lenda do Folar da Páscoa





A Páscoa está à porta e com ela vêm os tradicionais folares.   O folar é uma espécie de pão doce que antigamente os padrinhos ofereciam aos seus afilhados pela Páscoa.
Nos dias de hoje, já oferecem  outro tipo de prendas, mas muitas famílias não dispensam este o bolo nesta época festiva.
O Folar deu também origem a uma lenda.

A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem. Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.
Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.
Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação.


Fonte: Infopédia

ver tudo
 
 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Porque é Fim de Semana...Coja

Coja photo P9270708-1.jpg
 
O fim de semana chegou e com ele o nosso périplo pelas aldeias da serra do Açor.
Vamos deixar a freguesia do Piódão mas vamo-nos manter no concelho de Arganil.
Desta vez, dirigimo-nos a Coja  que aguarda a nossa visita para depois continuarmos pelas aldeias da freguesia.
Já várias vezes escrevi sobre esta bonita vila. Hoje sirvo-me  dum texto extraído da edição em CD "O Nosso País" uma edição de Caminhos Longínquos www.onossopaís.com

Coja e Rio Alva photo P9270704.jpg
Vila de Coja

Historial
Coja, considerada a “ Princesa do Alva”, é uma freguesia do concelho de Arganil, de cuja sede dista cerca de 12 quilómetros. Coimbra, sua sede distrito, situa-se a, aproximadamente, sessenta e sete quilómetros de distância, os mesmos que a separam de Viseu. Tem uma altitude que vai de 165 a 757 metros e estende-se por uma superfície de 21,58 quilómetros quadrados. A sua á...
rea, para além da sede de freguesia, é composta pelas povoações de Casal Mourão, Esculca, Machorro, Medas, Peitalva, Pisão de Coja, Salgueiral, Vale do Carro, Pai Espada e Travasso. Está limitada pelas freguesias de Barril de Alva, Vila Cova do Alva, Cerdeira, Benfeita, Folques, Secarias, Meda de Mouros e Pinheiro de Coja. A avaliar pelos vestígios arqueológicos encontrados nesta região, o território que compreende a actual freguesia de Coja foi habitado desde épocas ancestrais. De facto, são evidentes as marcas de uma longa ocupação romana, apesar da presença árabe também se fazer sentir.
Estes povos aqui se terão fixado em busca de metais, como o chumbo e o ouro de aluvião, e também devido à fertilidade dos terrenos. Mas, o facto de se estabelecerem nesta área levou a que tomassem posições de defesa ao longo do Rio Alva. O Castro Cogia e o Castelo de Coja, este último situado num pequeno morro entre o Rio Alva e a ribeira de Mata, são exemplos das fortificações que se ergueram na região. O Castelo
data pelo menos da época da rainha D. Teresa, que o trocou, com D. Fernnado Peres de Trava, pelo Castelo de Santa Olaia e por Soure, conforme carta de 3 de Novembro de 1122.
Desta forma, o senhorio de Coja passou a pertencer àquele senhor que, ainda no mesmo ano, o doou à Sé de Coimbra, como se refere no Livro Preto da Sé de Coimbra. A partir desta data, os Bispos de Coimbra ficaram com o título de “ Senhores de Coja”.
No início do ano de 1123, mais concretamente a 25 de Janeiro, o conde D. Fernando Peres de Trava alargou os limites do Castelo de Coja, devido a uma troca feita com a Sé de Coimbra.
A 3 de Setembro de 1128, o Castelo de Coja recebeu a carta de couto, que lhe foi concedida por D. Afonso Henriques. Durante o século XIII, com as lutas travadas entre D. Sancho e o Conde de Bolonha, seu irmão, o Castelo foi destruído e a Vila fiou praticamente despovoada. Para contrariar esta situação, o Bispo D. Egas Fafes, como cabido, repovoou o local, concedendo-lhe o foral a 12 de Setembro de 1260. Crê-se que a restauração do castelo que em1335 estava já concluída, ficou a dever-se a D. Dinis.
Eclesiasticamente, a freguesia era vigararia da apresentação da mitra de Coimbra.
A 12 de Setembro de 1514, Coja recebeu foral manuelino, com Juiz de Fora, facto que lhe veio atestar uma certa prosperidade. O concelho de Coja ainda se manteve alguns anos, e em 1836 estendeu os seus limites, pois a área que pertencia ao município de Vila-Cova-Sub-Avô, com a sua extinção, passou a pertencer-lhe. Também a Freguesia de Espariz, que estava integrada no concelho de Tábua, passou para o de Coja, ao qual já havia pertencido, por Carta de Lei de 27 de Setembro de 1837. No entanto, por Decreto de 31 de Dezembro de 1853, o concelho de Coja perdeu a sua autonomia e foi anexado ao de Arganil. Ao que tudo indica, o topónimo Coja terá origem romana, significando “cidade do Pretor”, magistrado romano, certamente seu proprietário ou senhor. Tendo por princípio que Coja era realmente a terra do Pretor, seria então de enorme importância, como que a capital da região. Talvez por isso, o cargo de pretor manteve-se durante o domínio árabe, tomando o nome de Copje, o qual originou Coja.
 
Coja - Igreja photo Coja18.jpg
 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Dia Mundial da Poesia e da Floresta

No dia  21 de Março comemoram-se o Dia Mundial da Floresta e o Dia Mundial da Poesia. Por essa razão, o post de hoje tem que ser um poema.
 

 
Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,

Sê um arbusto no vale mas sê

O melhor arbusto à margem do regato.

Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.

Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva

E dá alegria a algum caminho.


Se não puderes ser uma estrada,

Sê apenas uma senda,

Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.

Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...

Mas sê o melhor no que quer que sejas.

 
Pablo Neruda
 
 
 
Serra do Açor
 
 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

 
 
 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Lendas da Serra do Açor

Nos últimos dias tenho  andado a "navegar" pela net e encontrei alguns blogs com informações e curiosidades sobre a serra do Açor, que irei partilhar aqui n' O Açor

A primeira é uma lenda e diz respeito à aldeia do Piódão.

 
Dois Reis enganados por um mendigo

Esta é uma história baseada em factos reais. Os três nobres que assassinaram D. Inês de Castro refugiaram-se em Castela, após os fatídicos acontecimentos. O Rei de Castela considerou que o crime cometido em Portugal não lhe dizia respeito e acolheu-os com honras de grandes senhores e garantiu-lhes protecção. Com a morte de seu pai, D. Pedro subiu ao trono e jurou vingar a morte da sua amada Inês. Propôs então ao Rei de Castela um pacto: trocariam entre si criminosos fugidos à justiça. O Rei aceitou o pacto a mandou prender e entregar a D. Pedro os homens a quem tinha garantido protecção. No entanto um deles, Diogo Lopes Pacheco, logrou escapar de tal sorte. Ajudado por um pobre mendigo, de seu nome Garcia, a quem tinha em tempos ajudado e dado protecção, que o avisou da combinação entre Castela e Portugal, conseguiu enganar os guardas que em vão o procuraram. Assim que soube que o Rei de Castela procurava o seu amigo, Garcia partiu ao seu encontro. E assim que o avistou, depois de lhe contar o que se passava, contou-lhe do seu plano para que pudesse escapar. Por conselho do pobre Garcia, o nobre trocou as suas faustosas roupas de caça por velhos farrapos, aos quais sobrepôs um hábito de frade. Com o capuz pela cabeça, seria impossível reconhece-lo. E devia partir, na companhia de almocreves, fingindo pedir esmola. O nobre achou o plano brilhante, notável, de tão simples. Antes de partir, porem, depositou nas mãos de Garcia, um punhado de moedas de ouro, dizendo-lhe que ele seria, por certo, o único amigo verdadeiro que tinha nesta vida. E partiu. Partiu rumo a uma encosta inacessível de um vale isolado, onde só de longe em longe apareciam pastores ou fora-da-lei. Diz a lenda que é nesse lugar que se ergue a aldeia de Piódão e que quem lá vai mesmo que não conheça estas histórias antigas sente mesmo assim, o envolvimento numa atmosfera cheia de segredos.
 
 
Fonte:http://www.casasdocruzeiro.com
 
Pi photo Pioacutedatildeo20.jpg

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




terça-feira, 19 de março de 2013

Homenagem ao meu PAI

Glitter Photos
[
 
 
As tuas mãos grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
- como são belas as tuas mãos
pelo quanto lidaram, acariciavam ou fremiam da nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo.
como quem junta gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah! Como os fizestes, arder, fulgir, como o milagre de suas mãos!
E é ainda, a vida que transfigura as tuas mãos nodosas...
essa chama de vida - que transcende a própria vida
...e que os Anjos, um dia, chamarão de alma.
 
Mário Quintana 
 


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Fim de Semana na Serra

Hoje não me apetece escrever. Há dias assim em que as palavras não saem.
Ficam as imagens com votos de uma boa semana.
 
 
 photo P3060599.jpg Avô
 
Pomares photo Pomares.jpg
Pomares
 
 
 photo P3070644.jpg Sobral Magro

 photo P3060631.jpg
Porto Silvado
 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Porque é Fim de Semana... Foz d´Égua

Uma vez mais um fim de semana, uma vez mais uma voltinha pela serra.
No passado Sábado ficámos no Chãs d' Égua de onde vamos partir em direção a uma nova aldeia da freguesia do Piódão. Chegamos ao local onde se encontram as ribeiras de Chãs e a do Piódão.

Foz d photo FozEacutegua36.jpg

 Ali,  existe  uma bela praia fluvial que, no Verão, faz as delícias dos veraneantes. Numa das margens, um conjunto arquitetónico típico da região é alvo da curiosidade de quem por ali passa.


Foz d photo FozEacutegua35.jpg

Na encosta em frente, localiza-se a pequena mas graciosa aldeia de Foz d' Égua, donde partiremos no próximo fim de semana para um novo destino.

 photo FozEacutegua20.jpg

 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Parabéns Sobral Magro, Parabéns Vale do Torno

O dia de hoje é duplamente festejado na freguesia de Pomares, pois estão de parabéns pela fundação das  Comissão de Melhoramentos, das duas aldeias.
A Comissão de Melhoramentos de Sobral Magro foi fundada em 14 de Março de 1952.



A Comissão de Melhoramentos do Vale do Torno foi fundada em 14 de Março de 1954.

Vale do Torno: Logo photo logovaledotorno_zps7007a6d9.jpg
 
Aos dirigentes das duas coletividades endereço os meus Parabéns, com votos de muito sucesso na realização dos seus objetivos.
 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 12 de março de 2013

"Notícias de Pomares"

Os naturais da Beira  interior têm assistido, de há alguns anos para cá, a uma grande diminuição da densidade populacional da sua região, em parte devido ao chamamento dos grandes centros urbanos.
Atualmente, salvo as zonas dos vales, as aldeias da serra encontram-se quase despovoadas e, os poucos habitantes que resistem pertencem a uma faixa etária envelhecida.
Paira sobre a região o fantasma da desertificação e não há esperança de a breve prazo se inverter esta situação.
Em 1972, já poucas   crianças nasciam na freguesia de Pomares  e o movimento demográfico já era francamente negativo, como nos dava a conhecer o Notícias de Pomares de Janeiro de 1972.





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

               

segunda-feira, 11 de março de 2013

Desastre da Escola em Pomares

Quem atravessa Pomares, a caminho das encostas da serra, depara com um pequeno jardim, tendo ao centro uma coluna encimada por uma pequena estátua de criança.

Pomares photo Pomares4_zps9a4c0445.jpg

Um qualquer veraneante não se apercebe da tragédia que este local representa. Para os naturais da freguesia é um local que inspira  respeito e tristeza, pois  ali estão perpetuadas as vítimas dum acidente ocorrido em 1917, durante o baile comemorativo do Dia da Árvore que se realizava na Escola e onde perderam a vida 16 pessoas.
A todos quantos ali pereceram,  presto  hoje a minha sentida homenagem.

Paz às suas almas!

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Porque é Fim de Semana ...

Mais um fim de semana e mais uma aldeia da freguesia do Piódão, o Chãs d' Égua.

Ch photo CEacutegua16_zpsf7d3eebe.jpg
 
A aldeia de Chãs de Égua pertence à freguesia do Piódão e a sua
 origem é desconecida mas,   bem remota. A prova é feita pelas pinturas rupestres do Neolítico e da Idade do Bronze que foram descobertas nas imediações. 
 
Ch photo CEacutegua6_zpsbeb1bdb3.jpg
 
Até há pouco tempo e, apesar de, no alto da serra passar a estrada Real ou estrada do Sal, que fazia a ligação da sede do distrito  à Covilhã, a aldeia foi vítima de grande isolamento e, durante muito tempo, os seus habitantes viveram principalmente da agricultura de subsistência e da pastorícia.
 


Ch photo CEacutegua4_zpsc5108856.jpg

A povoação mantém ainda a arquitetura tipicamente serrana e, muitas das suas  habitações são construídas com o xisto caraterístico da região.
 

 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.



                                                                                                             
 
 
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Aldeias Homónimas: Arganil

No país há várias localidades que têm o mesmo nome. Já aqui  referi algumas  cujo nome partilham com  povoações da serra do Açor, em especial do concelho de Arganil.
A sede do município não escapa a esta curiosidade, pois existe uma outra localidade com a mesma designação.
Assim, com o nome de Arganil podemos encontrar:
- Uma vila, sede dum concelho do distrito de Coimbra, localizada na região centro e sub região do Pinhal Interior.

 photo Arganil18_zpsf55a57fc.jpg
- Um pouco mais a sul, podemos encontrar uma aldeia que pertence à freguesia de Cardigos, concelho de Mação e distrito de Santarém.
ila_rendered


( Foto - Net)
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cheese Cake

Cheese Cake

Ingredientes:
    125 g bolacha-maria
    50 g manteiga
    2 colheres sopa vinho do Porto
    6 folha(s) de gelatina branca
    150 g compota de ginja
    125 g cereja(s) vermelha(s) em calda
    250 g queijo fresco para barrar
    60 g açúcar

Preparação:
    Coloque as folhas de gelatina de molho em água fria.
    Deite a compota de ginja num tachinho e leve-a a derreter em lume brando.
    Reduza as bolachas a pó no picador, deite numa tigela, junte a manteiga e o vinho do Porto e misture muito bem até obter uma massa homogénea.
    Coloque o aro para pastelaria ou uma forma de mola (com 15cm de diâmetro e 5cm de altura) sobre um prato de serviço, coberto com película aderente.
    Coloque a massa de bolacha no fundo do aro , com ajuda de uma colher, espalme-a de modo a obter uma camada homogénea.
    Quando a compota estiver quente, junte-le duas folhas de gelatina previamente escorridas e mexa muito bem até que a gelatina se tenha derretido completamente.
    Retire o tacho do lume, deixe a compota arrefecer até ficar morna, deite-a sobre a massa de bolocha e espalhe-a uniformemente.
    Leve a frigorífico cerca de 10 minutos até que a compota tenha endurecido.
    Escorra as cerejas de calda e corte-as em cubos.
    Deite o queijo num tachinho, junte o açúcar e bata. Leve a lume brando e, quando o queijo estiver quente, acrescente a restante gelatina, previamente escorrida. Mexa bem até que a gelatina se tenha derretido completamente.
    Retire do lume e deixe arrefecer, mas sem que comece a solidificar. Acrescente os cubos de cereja e misture bem.
    Deite o preparado sobre a compota de ginja, alise a superfície com uma espátula e leve ao frigorífico durante 2 horas
    No momento de servir, retire a película aderente do prato, puxando-a cuidadosamente.
Fonte: petiscos.com e saboresdomundo.blog.com



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.