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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Setúbal: Mercado do Livramento

No passado Sábado,  o  grupo de amigos de que faço parte e  que se reúne mensalmente para um convívio, deslocou-se a Setúbal.


Ali visitámos o Mercado do Livramento, um dos locais mais famosos da cidade, situado numa das suas principais artérias, no local onde outrora passava a ribeira do Livramento.
O mercado funciona num edifício de estilo Arte Deco,  inaugurado em 1930, no local onde, anteriormente, existira um outro.



No interior, destacam-se painéis de azulejos, representando cenas ligadas à pesca, à agricultura e à vida quotidiana dos setubalenses e  as esculturas de Augusto Cid, patentes no corredor central.


Ali tivemos oportunidade de  observar entre outros, os produtos do mar frescos e saborosos, boas frutas e verduras, os apetitosos queijos da região, não faltando também a boa carne.


Sempre gostei de Mercados, que me habituei a frequentar desde menina, acompanhando a minha mãe nas compras. Gostei particularmente deste, pelo espaço amplo, funcional e pelos fabulosos painéis de azulejos que ostenta nas paredes da entrada e na parede do topo Sul.





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terça-feira, 15 de outubro de 2019

Pomares e a Serra do Açor. O "pesadelo" de 15 de Outubro de 2017.

Dois anos após o grande incêndio ter dizimado a serra do Açor, deixo um video do amigo Armando Marques. 





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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

32º Magusto da C. M. de Sobral Gordo

Estas foram as palavras de Odete Francisco, no seu Facebook, para anunciar o próximo evento a realizar em Sobral Gordo. 
Não precisam de levar a vossa viatura. Ide no autocarro e relembrem tempos de outrora, em que as viagens demoravam mais de 5 horas. Hoje, pouco mais de três são suficiente. Vejam a diferença!
Desfrutem de uma viagem tranquila, calma e serena.No regresso, não esteja preocupado com beirito que possa ter bebido no almoço.Venham passar três dias a Sobral Gordo, em perfeita harmonia, com muita alegria, boa disposição e uma óptima gastronomia.MARQUEM JÁ NA VOSSA AGENDA, PARA NÃO ESQUECER.Sobral Gordo, está a espera de todos nós!




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Porque é fim de semana: União de Freguesias de Almofala e Escarigo 1

Porque é fim de semana, vamos continuar a  descobrir as povoações das freguesias   do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo.  Vamos hoje para a União de Freguesias de Almofala e Escarigo. Vamos  começar por conhecer um pouco da antiga freguesia de Almofala, extinta em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, para, em conjunto com Escarigo, formar a  União das Freguesias de Almofala e Escarigo da qual é a sede.



Almofala situa-se na raia do país, tendo o rio Águeda a separar a antiga freguesia do país vizinho. 
Desconhece-se a origem do povoamento humano desta região, mas sabe-se ser bastante remoto. Existem vestígios  dum castro Celta em Santo André e esculturas Zoomórficas (Berrões). Vários historiadores defendem a hipótese de poder ter sido a capital dos Cobelci, uma antiga tribo Lusa, que tendo origem pré-romana, foi romanizada.
Da colonização  romana ficou a marca na torre e na Ara votiva que nos fala da CIVITAS COBELCORUM.
A primeira referência escrita de Almofala surgiu em 1217.
Devido à sua localização fronteiriça, vezes foi porta de entrada de povos invasores.
Em Outubro de 1642, a região foi bastante destruída pelos espanhóis, ficando as aldeias de Torre dos Frades e Colmenar, completamente destruídas. 
Um cruzeiro recorda, a todos que por ele passam, este triste acontecimento.
O topónimo Almofala tem origem árabe, derivando do termo ALMOHALA que significa “acampamento”.


O orago desta localidade é S. Pedro e a freguesia foi abadia da apresentação do ordinário, no termo da vila de Castelo Rodrigo. Transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel.
A sua igreja medieval e barroca foi construída no século XIV e reedificada no século XVIII, apresentando-se muito descaracterizada. 
Tem planta longitudinal composta por uma nave de quatro tramos e capela-mor. Tem ainda sacristia e torre sineira adossadas. 

Além da igreja matriz existem, nesta localidade, mais outros templos: 

 - Capela de Santo André



Este templo terá sido construído no século XVII,  no local onde terá existido um templo romano. Desse período ainda   existe a porta em ogiva. Foi reconstruída em 1909.
O templo actual, de  planta rectangular, tem no seu interior uma só nave, com coro alto e dois altares colaterais de talha policromada. No retábulo-mor estão colocados dois painéis pintados, com as representações do Calvário e da Sagrada Eucaristia.
O adro é limitado por um muro com uma porta ladeada por dois berrões proto-históricos.

- Capela de Santa Marta



- Capela de São Sebastião



Existe outro património de interesse em Almofala.

- O Castro



No  lugar de Santo André, anexo à povoação de Almofala, foi localizado um castro Celta, destacando-se ainda hoje as esculturas Zoomórficas (Berrões) a atestar a presença de Vetões.
Estas esculturas  representam  um touro e de um porco com características da época proto-histórica, um dos raros conjuntos destas estátuas que se podem encontrar na região fronteiriça a sul do Douro.

- Torre de Almofala


A Torre de Almofala, também conhecida por  Torre das Águias, Torre dos Frades, Casarão da Torre, Torre de Aguiar, ou numa designação mais antiga, Turris Aquilaris foi construída como templo na época da ocupação romana. Fazia parte duma cidade romana cujos vestígios foram descobertos por escavações feitas nesta zona.
No século X, os monges de Aguiar, a quem o rei de Leão doara a região, adaptaram o templo   a torre de vigia.
Durante muitos anos votada ao abandono, esta torre classificada como monumento nacional, tem estado a ser alvo de obras de requalificação, para futuramente se tornar no  Centro Interpretativo da Torre de  Almofala.

- Cruzeiro Roquilho


Este monumento, também conhecido por Cruzeiro de Almofala ou  Cruzeiro do Divino Manso, data do séc. XVI e tem  tipologia manuelina. Fica localizado em Almofala,  num dos caminhos de  Santiago. 




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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Templos religiosos do concelho de Arganil

Prosseguindo o tema dedicado aos templos religiosos do concelho de Arganil, vamos continuar na antiga freguesia de Vila Cova  do Alva, para conhecer as suas igrejas e  capelas.


- Igreja Matriz de Vila Cova do Alva


Datada de 1712,  foi a segunda Matriz de Vila Cova, que até então era a Ermida de São João de Alqueidão.
Este templo tem por orago Nossa Senhora da Natividade.
Tem planta longitudinal, destacando-se na fachada,  o portal encimado por frontão como esfera armilar e nicho com a imagem da padroeira.
Adossada à fachada lateral tem uma torre sineira. 
O interior tem nave única e capela-mor. Na primeira destacam-se o púlpito, as capelas do Espírito Santo e a de Nª Srª da Piedade  e dois altares colaterais, com retábulos de estilo nacional. 
Na Capela-Mor, sobressai o retábulo-mor, em talha dourada, tendo nichos com as imagens de Nª Srª do Rosário, de Stº António,  e de S. Sebastião e em local de destaque a  imagem da padroeira.

- Igreja da Misericórdia



Esta Igreja foi iniciada em 1723. 
Na segunda metade do séc. XVIII, a fachada principal foi  reformada  e construído o retábulo-mor.
Tem planta longitudinal com nave única e capela-mor. 
A frontaria  barroca e rococó tem como destaque  o portal e  a imagem da Virgem com o Menino do séc. XVI-XVII.
No  interior, destacam-se o Coro-alto de madeira, a tribuna no lado do Evangelho, o Púlpito do lado da Epístola, os Retábulos colaterais em tela e o  Retábulo-mor em pinturas murais.

- Igreja do antigo Convento de Santo António



Templo de planta longitudinal composto por nave única e capela-mor.
A frontaria com galilé é rematada por frontão triangular onde assenta uma cruz latina. Tem um anelão de coro e óculo circular com molduras simples.

A torre sineira está adossada, com ventanas em arco de volta perfeita e cobertura em coruchéu piramidal.
O interior  tem planta cruciforme, com vários elementos arquitectónicos relevantes, onde se destaca a talha dourada  de características  barrocas, que contrasta com a arquitectura humilde  própria da Ordem que a fundou.

- Ermida de São João de Alqueidão


A menos de 1 Km da povoação, situa-se esta ermida, construída no local onde se erguia aquela que foi a primeira Matriz de Vila Cova do Alva -  a Ermida de São João de Alqueidão. 
A actual ermida, foi concluída em 1633, tal como consta no primeiro livro de de Assentos de Baptismos de Vila Cova, referente ao período 1530-1633.


Existem ainda mais duas capelas nas aldeias que pertenciam à antiga freguesia:

- Capela de Casal de São João


Nesta aldeia existe uma pequena Capela  dedicada a São João.
De realçar, sobre a porta, a Cruz de Malta, por esta Ordem ter sido senhora da aldeia. 
No interior tem um retábulo singelo de quatro colunas torcidas, que ladeiam dois painéis de pinturas esmaecidas. A imagem de São João é de pedra, do século XVII.


- Capela de Vinhó



Na aldeia de Vinhó existe também uma Capela cujo padroeiro é Santo Antão.






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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Confiança de Miguel Torga


Confiança

O que é bonito neste mundo, e anima,
É ver que na vindima
De cada sonho
Fica a cepa a sonhar outra aventura…
E que a doçura
Que se não prova
Se transfigura
Numa doçura
Muito mais pura
E muito mais nova…

In Antologia Poética


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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Mais uma Iniciativa do Soito da Ruiva

No âmbito do tema "Que Soito da Ruiva Queremos?", a Comissão de Melhoramentos do Soito da Ruiva vai realizar uma excursão à sua aldeia,  para desenvolver actividades inseridas na candidatura do FUNDO RECOMEÇAR.
A viagem terá o seu início na Cova da Piedade no dia 1 de Novembro, às 7 h estando o regresso agendado para o dia 3 do mesmo mês, às 15 h 30 m. Durante este período  todas as refeições estão incluídas.
O preço por pessoa é de 50 €, transporte e refeições ou 25 € só refeições.






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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Freguesia de Escalhão: Barca de Alva


Barca de Alva é uma localidade que pertence à  freguesia de Escalhão.


Situada na margem esquerda do rio Douro, junto à fronteira, Barca de Alva é uma povoação de desenvolvimento recente, embora ali tenha existido uma fortaleza, que em diversas épocas da história, veio a desempenhar um papel de relevo.
De facto, só a partir do século XIX esta aldeia se desenvolveu, graças  à  construção da linha do Douro e ligação ferroviária a Espanha e à construção da Estrada Nacional 221. 
Actualmente, a  construção do novo cais fluvial e a ligação rodoviária para Espanha pela foz do Águeda trouxe-lhe ainda mais desenvolvimento. 
Aproveitando a navegabilidade do Douro e a beleza ímpar, em especial nos meses de Fevereiro e Março, com as amendoeiras em flor, a povoação é ponto de passagem para  Cruzeiros que trazem  inúmeros turistas para desfrutarem das magníficas paisagens  desta bela região.
O orago de Barca de Alva é Santo Cristo que tem a sua festa anual no mês de Agosto.








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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Porque é fim de semana: Freguesia de Escalhão

Porque é fim de semana, vamos continuar a  descobrir as povoações   do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo e vamos para a freguesia de Escalhão.


Esta freguesia fica situada na margem esquerda do rio Águeda, onde em tempos existiu um castro luso-romano.
O seu povoamento é muito remoto e ainda hoje existem vestígios arqueológicos nas proximidades, que podem atestá-lo.
Foi fundada pelo povo dos Galegos. Cerca de 100 a.C. foi anexada ao Império Romano.
O antigo nome era Secalhão, nome derivado da prolongada  seca que se fazia sentir no Verão nesta zona. 
Em 1310 D. Dinis mandou construir um castelo nesta freguesia, que actualmente se  encontra em ruínas.
Aquando da tentativa de invasão da Beira pelo Duque de Alba, Escalhão teve um papel preponderante  na resistência vencendo os espanhóis, sob o comando do capitão Zamora.
Reza a história (segundo variados relatos da época) que a aldeia em peso resguardou-se na Igreja Matriz,também  conhecida como “igreja-fortaleza”, levando consigo os instrumentos agrícolas. Os espanhóis lançaram balas de canhão à Igreja (que ainda hoje estão marcadas na parede). Um habitante foi ao cimo da Igreja e ouvindo os espanhóis que tentavam abalroar a entrada, dizendo "Viva o capitão Zamora!", ele gritou "E viva também a sua porra...!!!", mandando o badalo do sino para cima dos espanhóis que foi acertar na cabeça de Zamora. 
Com os espanhóis sem capitão, os escalhonenses sairam da Igreja e mataram todos os invasores.


D. João IV concedeu à povoação, o título de honra, a 29 de Fevereiro de 1648 no alvará que transcrevemos:
… EU, EL-Rei faço saber aos que este alvará veirem que os moradores de Honra Escalhão, termo da vila de Castelo Rodrigo…que na entrada daquelle ennemigoi fez na provincia da beira em desacete de Outubro do anno de seiscentos e quarenta e dois achando queimando aos lugares de escarigo, Vermioza, Almofalla, Matta de Lobos do termo da dita villa vindo ultimamente a ir digo lugar para obrar nelles o que necessario digo o que nos mais achou tanto valor e animo nos ditos moradores que todo em hum largo ajudado somente de trinta e cinco soldados… se defenderam em hum reduto que fizerão junto à igreja contra quatro mill e quinhentos infantes e quatrocentos cavalos … e matarão muita quantidade delles…”. 
Em 1650 elevou-a à categoria de vila.
Desta freguesia faz ainda parte a localidade de Barca de Alva.


O orago de Escalhão é Nossa Senhora dos Anjos
A  Igreja Matriz, é um templo imponente do século XVI. Assemelha-se a uma austera fortaleza.
A parte frontal do templo e a torre do relógio supõe-se que sejam restos de um antigo castelo medieval.
De realçar a capela-mor coberta por abóbada artesoada e a talha dourada antiga dos sete altares.

- Ponte Romana


Situada sobre a Ribeira de Aguiar, terá sido construída no período de ocupação Romana e restaurada no século XIV.
A estrutura é construída em alvenaria de cantaria de pedra granítica, suportada por dois arcos desiguais, ligeiramente quebrados. O tabuleiro pavimentado com lajes de pedra é ligeiramente rampeado.
A Ponte foi também importante para a região de Trás-os-Montes durante a Idade Média, pois constituía uma importante passagem para os peregrinos que rumavam a Santiago de Compostela.

- O Cruzeiro


Construído em 1940, na celebração dos centenários da Fundação e Restauração de Portugal, à semelhança do que aconteceu noutras freguesias do Concelho.

- A fonte de mergulho


Fonte: https://escalhao.wordpress.com/










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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

XVI Festa da Castanha

É já nos próximos dias 20 e 21 de Outubro que se vai realizar a tradicional Festa da Castanha a decorrer em   Aldeia das Dez e no Vale de Maceira.
O Programa vai ser o seguinte:



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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Chafarizes de Lisboa: Chafariz do Século

O post de hoje é dedicado a mais um dos chafarizes de Lisboa. 
Situado na Rua do Século (antiga Rua Formosa), este belo chafariz foi concluído em 1762, segundo  projecto de Carlos Mardel.


Abastecido de água pela galeria do Loreto, ostenta três bicas em forma de carranca de bronze, tendo  ainda a função de abastecer de água o Palácio de Pombal, situado do outro lado da rua.
  




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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Camisola de Verão em Croché


Inicio a semana com mais um dos meus trabalhos em croché.


Mais uma camisola que trabalhei em rosetas, com fio de seda cinza claro e fio metalizado.
Aqui fica o esquema da roseta, da montagem e acabamento.



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De Convento a Instituto Hidrográfico


O Convento das Trinas do Mocambo, foi fundado  por um casal de flamengos radicado em Lisboa, na sua casa de veraneio.   A ordem escolhida para este novo convento foi a da Santíssima Trindade.



O termo Mocambo deve-se ao nome do bairro onde se situava este convento e que actualmente é conhecido por bairro da Madragoa.  
Em 1878, passaram a habitar no Convento, as religiosas da Ordem das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, que ali permaneceram até à altura em que a congregação foi extinta.
A partir de 1910, o antigo Convento  teve as mais diversas utilizações, até que em  1969, recebeu o Instituto Hidrográfico, após o edifício em que este estava instalado ter sofrido um  incêndio.
Em 1943, o edifício do   antigo Convento das Trinas do Mocambo foi classificado como Imóvel de Interesse Público. Ali se econtra  um importante espólio artístico, como são os casos de   painéis de azulejos barrocos dos séculos XVIII e XIX e de  magníficos espaços conventuais.


O Instituto Hidrográfico permite visitas gratuitas ao antigo Convento das Trinas do Mocambo,  mediante marcação prévia.






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