Powered By Blogger

quinta-feira, 14 de março de 2019

Bola da Páscoa

Ingredientes (6 pessoas) 

2 Colheres de sopa de Vaqueiro
2 Chávenas de café de Vaqueiro Líquida
6 Ovos
1 Chávena de leite
Sal e pimenta q.b.
2 Chávenas almoçadeira de farinha com fermento
2 Colheres de chá de fermento
1 Cebola picada
100g Bacon aos cubos
2 Linguiças em rodelas
1/2 Chouriço em rodelas
150g Fiambre aos pedaços
2 Colheres de sopa de cebolinho picado
Vaqueiro Líquida para pincelar
Preparação

1. Numa tigela misture os ovos com o leite e bata ligeiramente.
2. Junte a Vaqueiro Líquida e bata novamente.
3. Adicione a farinha, o fermento e tempere a gosto com sal e pimenta. Bata bem.
4. Aqueça a Vaqueiro numa frigideira, junte a cebola picada e deixe cozinhar em lume brando por 3 minutos.
5. Adicione o bacon, a linguiça e o chouriço e deixe cozinhar em lume mais forte por mais 4 minutos.
6. Junte o fiambre, envolva e cozinhe mais 2 minutos.
7. Misture parte dos enchidos na massa assim como o cebolinho e envolva.
8. Deite metade da massa numa forma retangular, untada e forrada com papel vegetal. Espalhe os restantes enchidos e cubra com a restante massa.
9. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por cerca de 30 minutos até estar dourada.
10. Coloque numa tábua, corte em cubos e sirva.
Fonte: vaqueiro.pt


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




quarta-feira, 13 de março de 2019

Localidades Homónimas: Colmeal

Mais um topónimo que se repete em várias localidades ao longo do país. Desta vez é Colmeal.
No distrito de Coimbra existem duas localidades com este nome.
Uma no concelho e freguesia de Mira, cujo padroeiro é São Pedro.


Outra no concelho de Góis, sendo uma das aldeias da União de Freguesias de Cadafaz e Colmeal e tem por orago São Sebastião.


No distrito da Guarda, existe um outro  Colmeal, no concelho de Castelo de Figueira Rodrigo.
Esta povoação está no centro duma história triste. A aldeia encontra-se dentro    duma propriedade, sendo os seus habitantes arrendatários do dono dos terrenos. Em 1959, considerando a renda excessiva, os habitantes recusaram-se a pagar , sendo expulsos pelo senhorio, ficando a aldeia deserta.
O padroeiro desta aldeia era São Miguel.





Fotos da Internet.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!



terça-feira, 12 de março de 2019

O Meu Jardim

Estamos a poucos dias do início da Primavera, mas há algum tempo que fomos contemplados com dias primaveris.
A natureza tem acompanhado este final de Inverno pouco comum e as plantas estão a rebentar com pujança, necessitando de cuidados, pois as ervas também acompanham e retiram da terra, o alimento que as outras plantas necessitam. 
Os últimos dias tenho aproveitado para tratar do meu jardim, para o preparar o melhor que posso, para que nos próximos tempos ele se torne florido, dando-lhe o colorido que ambiciono.
Para já, há algumas que já floriram. Ei-las:

  







Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




segunda-feira, 11 de março de 2019

União das Freguesias de Leomil, Mido, Senouras e Aldeia Nova: Ansul


Na  União das Freguesias de  Leomil, Mido,  Senouras e Aldeia Nova, existe uma outra aldeia de nome Ansul.



Estava integrada na antiga freguesia de Leomil e, com a nova divisão administrativa,  passou a fazer parte desta união de freguesias.
 O orago desta povoação é Nossa Senhora da Conceição e a sua Capela data do século XVIII / XIX.







Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




sexta-feira, 8 de março de 2019

Porque é fim de semana: União das Freguesias de Leomil, Mido, Senouras e Aldeia Nova

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das  localidades portuguesas do concelho de  Almeida,  indo para a União de Freguesias de  Leomil, Mido, Senouras e Aldeia Nova.
Vamos conhecer um pouco destas quatro antigas freguesias, unidas pela Reforma Administrativa de 2013.

Leomil



Esta povoação tem a sua origem no século IX, resultando de uma doação do rei a um guerreiro chamado Leodmiro pelos seus feitos na luta contra os mouros. 
Foi  pertença da Ordem dos Templários até à sua extinção e passou depois para o domínio da ordem militar espanhola de Nossa Senhora de Roncesvales. Nos limites da freguesia existem diversos marcos ou padrões com inscrições que dizem: Duque de Ronces Vales.
Leomil tem a sua ancestralidade justificada  pelos vestígios encontrados dos quais fazem parte, entre outros, a Fonte Romana, a igreja,  o presbitério, antigo convento habitado pelos Templários e pelos monges espanhóis, as sepulturas esculpidas na rocha,  o lagar de azeite e vinho de origem árabe. 
A cultura popular conta que, inicialmente,  esta povoação situava-se a, aproximadamente, duzentos metros da actual, mas que uma  invasão de formigas fez com que os seus habitantes mudassem para o local actual.
Verdade ou não, o que  é certo é que   foram encontradas moedas e objectos de épocas bem remotas em escavações que ali se fizeram.
Leomil fez parte do concelho de Castelo Mendo até à sua extinção em 1855, transitando então para o de Sabugal, onde permaneceu até 1870, data em que passou a integrar o actual. Pertenceu à comarca de Pinhel, ao bispado de Viseu e ao arciprestado de Castelo Mendo. 
Da antiga freguesia fazia ainda parte a aldeia  de  Ansul.


O orago de Leomil é Nossa Senhora da Anunciação e a sua igreja Matriz  data de 1189, como consta numa epígrafe colocada num dos arcos da nave e que se crê ser a data da sua conclusão. Inicialmente seria uma construção românica, mas mais tarde, terá sido alvo de uma reforma onde o templo terá sido alargado passando a ter o aspecto actual. Tem planta longitudinal, composto por nave única e capela-mor rectangular, com tecto de madeira.

Na aldeia existe ainda outro património relevante:
- Fonte Romana (Mergulho e Pia); 


- Cabeceira de Sepultura Discóide no Largo da Igreja;


- Sepultura Antropomórfica cavada na rocha no Largo da Igreja;


- Cruzeiro – séc. XII (1140);

- Povoado Romano e Medieval do Sítio dos Telhões; 

- Sepultura Antropomórfica cavada na rocha no sítio dos Telhões. 

Mido



Esta antiga freguesia situa-se numa  das encostas que ladeiam o Rio Côa, em frente a Castelo Bom.
O povoamento humano nesta Freguesia é muito antigo e a comprovar  a sua ancestralidade estão as diversas sepulturas cavadas na rocha ali encontradas. 
Pertenceu ao concelho de Castelo Mendo, extinto pelo decreto de 24 de Outubro de 1855, passando a fazer parte do concelho de Sabugal.
Foi anexada ao concelho de Almeida por decreto de 7 de Dezembro de 1870.
Transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel.
O orago de Mido é Santo António.


A sua Igreja, datada do séc. XVIII / XIX, é um dos principais valores arquitectónicos da freguesia. No século XVIII, tinha dois altares, para além do altar-mor: o de S. Sebastião e o de Nossa Senhora. 


Existe  na freguesia outro local de culto muito conhecido, a Capela de São Roque, também do séc. XVIII.

Existe ainda outro património interessante, na aldeia: 
- Calvário – séc. XVIII / XIX; 


- Fonte da Aldeia (Mergulho) –  séc. XVIII / XIX; 


- Ponte de S. Roque – séc. XIX / XX; 


- Lagar Escavado na Rocha no sítio da Lapa do Martinho –  Período Romano;

- Sepultura Antropomórfica cavada na rocha no sítio da Vinha da Igreja –  Medieval;...

Senouras


A antiga freguesia de Senouras fica situada num planalto, na margem esquerda do rio Côa.
O seu povoamento remonta a épocas muito recuadas. Devido à existência, nas redondezas, de sepulturas escavadas nas rochas, é crível que esta zona fosse habitada na pré-história.
Foi lugar da freguesia de Leomil, a quem esteve ligada durante vários séculos, antes de se autonomizar. No século XVIII, ainda o reitor de Leomil apresentava o cura de Senouras. Pertenceu ao concelho de Castelo Mendo até 1855, ano em que foi extinto. Após essa data, passou a integrar o concelho do Sabugal até 7 de Dezembro de 1870. A partir de então, passou a fazer parte do concelho de Almeida, ao qual hoje pertence.
Transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel (1881).


O seu orago é Santa Catarina 
A  Igreja Matriz situa-se em frente do jardim principal da aldeia. 
Tem raiz romântica e é considerada uma das mais antigas do distrito da Guarda.
No seu interior, destaque para as imagens de Santa Catarina, Santa Luzia, Nossa Senhora do Rosário, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora de Fátima.

Existe ainda outro património com interesse em Senouras:
- Fonte de Mergulho de Santa Ana – séc. XVIII / XIX; 

- Cruzeiros –  séc. XVIII / XIX; 

- Lagar romano situado nas proximidades da Igreja,  junto à  estrada que vai para Aldeia Nova;

- Alpendre de Feira –  séc. XIII / XIV; 

- Lagar de Fuso – séc. XIX;

- Lagar Escavado na Rocha no sítio do Quinteiro – Período Romano;...


Aldeia Nova



Esta povoação situa-se na margem esquerda do Rio Côa.
Pertenceu ao antigo concelho de Castelo Mendo. No Século XVIII,era uma freguesia governada por um juiz pedâneo, sujeito ao ordinário de Castelo Mendo. Em 1855, este concelho foi extinto  passando a fazer parte  do concelho de Sabugal. Foi anexado ao concelho de Almeida por decreto de 7 de Dezembro de 1870.
A antiga freguesia era abadia da apresentação do bispo de Pinhel, no termo da vila de Castelo Mendo e estava a cargo de um abade de apresentação do ordinário com uma renda média de 150 mil réis. Transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel.



O orago de Aldeia Nova é Santa Maria Madalena. 
A Igreja Matriz, do século XVIII/XIX,  tinha três altares, o altar-mor  e dois colaterais onde figuravam Nossa Senhora do Rosário e Santo Estevão. 
Existia ainda uma Irmandade de Santo Estevão.
Para além da Igreja Matriz existe também, na povoação, uma Capela  dedicada a Santa Bárbara, que data também do século XIX/XX



Do restante património desta localidade, destacam-se entre outros:

- Casa tradicional de arquitectura popular do Largo da Amoreira - século XIX;

- Nicho de Santo António situado na Rua Direita - século XVIII/XIX;

- Povoado Romano das Trigueiras - Rural;

- Tronco de Ferragem no Largo da Amoreira - século XIX;



Fotos e fonte da Internet


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




quinta-feira, 7 de março de 2019

A Minha Cidade: Padrão dos Descobrimentos

Numa zona de Lisboa, onde existem vários monumentos,bem  pertinho da Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, evoca a expansão ultramarina portuguesa e a obra do Infante D. Henrique, o grande impulsionador dos descobrimentos.


Da autoria do arquictecto  Cottinelli Telmo e do escultor Leopoldo de Almeida, este monumento foi erguido temporariamente em 1940, integrando a Exposição do Mundo Português.
Em 1960, comemorando os 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o Padrão é reconstruído em betão e cantaria de pedra rosal de Leiria, e as esculturas em cantaria de calcário de Sintra. 


Em 1985 é inaugurado como Centro Cultural das Descobertas.
O arquitecto Fernando Ramalho remodelou o interior, dotando o Padrão de um miradouro, auditório e salas de exposições.
O Monumento é ladeado por duas esferas armilares em metal, sobre duas plataformas paralelepipédicas.


Na face Norte destacam-se dois gigantes de cantaria, com as seguintes  inscrições:
- AO INFANTE D. HENRIQUE E AOS PORTUGUESES QUE DESCOBRIRAM OS CAMINHOS DO MAR;
- NO V CENTENÁRIO DO INFANTE D. HENRIQUE 1460 – 1960.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Só Imagens




Vale do Torno - Pomares - Arganil


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


terça-feira, 5 de março de 2019

Carnaval



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Monte da Velha e Pailobo- União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira

Na  União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira existem mais duas povoações que, com a nova divisão administrativa,  passaram a fazer parte desta união de freguesias. São elas:
Monte da Velha


Esta aldeia pertencia à antiga freguesia da Amoreira e dela pouco se conhece.

Pailobo
Esta povoação que pertencia à antiga freguesia de Parada, é uma das aldeias onde foram encontrados achados de épocas ancestrais. São os casos de sepulturas escavadas na rocha, e lagares talhados na pedra que recuam aos tempos da romanização.



O orago de Pailobo é Santo Antão e a sua capela data do século XVIII.
Existe ainda  a capela do Senhor do Calvário, também do século XVIII, para além dum campanário afastado de qualquer das igrejas. 





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Porque é fim de semana: União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira

Porque é fim de semana, vamos continuar a descobrir localidades portuguesas do concelho de  Almeida, indo para a  União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira.
Vamos então conhecer cada uma das antigas freguesias unidas pela Reforma Administrativa Nacional de 2013.

Amoreira

Foi uma freguesia constituída por duas povoações - a sede de freguesia e a anexa de Monte da Velha.
O lugar foi concedido ao Mestre Vicente, pessoa rica e de grande influência, que viveu numa das épocas mais conturbadas do reinado de S. Sancho II. Na verdade, a dita concessão não foi mais que uma extorsão ao concelho de Castelo Mendo, encoberta pela aparência de uma cessão amigável pelo concelho, com agrado do soberano ao famoso chanceler, já eleito bispo da Guarda.
No campo eclesiástico, a paróquia de Santa Maria de Amoreira,  foi uma abadia da apresentação alternada do Papa e do cabido da Sé de Viseu.
Situada próxima da Ribeira das Cabras, ocupa o mesmo território que em tempos se designou Moreira de Castelo Mendo, que fazia parte da vila de Castelo Mendo, concelho a que pertenceu até 24 de Outubro de 1855, passando para o de Sabugal onde se manteve até 7 de Dezembro de 1870, data em que foi anexada ao concelho de Almeida.
O topónimo “Amoreira” é um dos derivados do étimo “amora”, fruto silvestre; neste caso e por documentos antigos se comprova que esta localidade tinha primitivamente o nome de Moreira, que por um fenómeno de aglutinação “a Moreira” deu origem a Amoreira.


O orago da Amoreira é a Imaculada Conceição
A sua igreja  data de 1614 e foi construída sobre um templo medieval que já existia. É composta por nave, torre campanário, duas sacristias e torre sineira. 
No interior destaca-se o mobiliário litúrgico de tipo maneirista e neogótico, bem como os retábulos da capela-mor, igualmente maneiristas. Destaque também para as pinturas do Arco Triunfal e da capela-mor.
Para além da Igreja Matriz, existe na localidade outro património digno de interesse:
-
Calvário datado dos séculos XIX / XX; 




- Solar Freire Falcão –  séc. XI;



- Fonte Grande –  séc. XVIII / XIX; 


- Cruzeiro – Do séc. XX (Neomanuelino);


- Sepulturas Antropomórficas cavadas na rocha junto do sítio da Eira (Medieval).

Parada



Situada num dos extremos do concelho, a uma altitude média de 800 metros, esta antiga freguesia  tem uma origem que, provavelmente,  recua  à ocupação  romana. O seu topónimo também se pensa estar relacionado com essa época.  “Parada” seria o local onde as caravanas dos romanos faziam “parada”. Na vizinha aldeia da Miuzela, passava a via romana que, junto ao Côa, se dividia em dois ramos: o da ponte de Sequeiros e o do Jardo. O caminho mais utilizado seria o caminho do Jardo por Pailobo, Parada, Pousada e Póvoa do Mileu com destino a Lamego ou Conímbriga. O caminho de Sequeiros conduzia também a Parada, onde os romanos procediam à tal “parada”, para de seguida se restabelecerem nalguma Pousada.


Um achado importante foi  uma tampa de sepultura onde se vê uma inscrição funerária em latim que traduzida diz: “Aqui jaz Talabo, filho de Cenão”. 
Parada passou por momentos  conturbados na época das invasões francesas. O terror, saques, e violências que as tropas napoleónicas realizaram em Portugal,   também chegaram a Parada, sendo o pior período durante  a 3.ª invasão. Aproximadamente a 10 km da povoação, na margem esquerda do Côa, encontravam-se acampados os soldados de Napoleão.
Desta freguesia fazia também parte a povoação de Pailobo.


O orago de Parada é São Domingos  e a sua igreja  é uma  construção barroca de finais do séc. XVIII / XIX, com campanário de período anterior.
Existem ainda outros locais de culto na povoação, dos quais destaco:
- Capela de Santo António - séc. XVIII


- Capela de Santo Amaro

Outro património digno de registo:
- Calvário –  séc. XVIII / XIX 


-  Cruzeiros 
-  Fonte da Senhora dos Remédios


Casa abastada do Adro da Igreja –  finais do Séc. XVIII
 Cabreira


Situada no extremo oeste do concelho, numa encosta da margem direita da Ribeira das Cabras, esta povoação deverá ter a sua origem num castro ou na época da ocupação romana.
A  paróquia da Cabreira é posterior à Idade Média, pois  nos séc. XIII e XIV, estava incluída  na   de Santa Maria de Castelo Mendo. 
Povoação e freguesia de Santa Maria Madalena de Cabreira, pertenceu ao concelho de Castelo Mendo, extinto pelo decreto de 24 de Outubro de 1855, passando a paróquia, após esta data, a integrar o concelho de Sabugal. 
Foi anexado ao concelho de Almeida por decreto de 7 de Dezembro de 1870. A Paróquia transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel, a partir de 30 de Setembro de 1881. 
A este concelho de Castelo Mendo pertenceu Cabreira até à sua extinção em 24 de Outubro de 1855, passando então para o de Sabugal até 7 de Dezembro de 1870, data em que transitou, em definitivo, para o de Almeida.


O orago de Cabreira é Santa Maria Madalena.
A Igreja Matriz, dedicada a Santa Maria Madalena, foi construído em 1611. Em 1840, foi aumentada e reconstruída , sendo hoje uma das mais belas e amplas do concelho.
Existem ainda outros locais de cariz religioso na povoação.

- Capela de Santa Bárbara 



- Cruzeiro 


- Calvário 
- Alminhas 
Outro património interessante:
- Ponte Velha 



Ponte datada da época romana, toda construída em pedra e rodeada de vegetação, junto da qual se forma uma piscina natural. 






Fonte e Fotos -Net

Obrigada pela sua presença. Volte sempre.