Powered By Blogger

sábado, 19 de dezembro de 2009

Pelos Caminhos de Portugal:Monsaraz

A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás;mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.
(Soren Kierkegaard)


Saímos de Castelo de Vide e decidimos, por unanimidade, ir pernoitar em Monsaraz. Todos nós tínhamos vontade de visitar aquela povoação e lá seguimos, Alentejo fora, deixando para trás a serra de S.  Mamede.
Chegámos  era já  escuro e a visão da povoação, rodeada pelas muralhas do castelo iluminadas, deram-nos a sensação de termos recuado no tempo e de nos encontrarmos em plena Idade Média. Não havia archotes mas o estilo de iluminação dava-nos essa sensação.
Tal como as vilas de Marvão e Castelo de Vide, Monsaraz fica localizada a poucos quilómetros da  fronteira,  no alto duma colina e o seu castelo foi também palco  de muitas lutas entre os povos invasores.




Logo de manhã, com o tempo um pouco enfarruscado, a visita à vila impunha-se, pois podíamos ser atrapalhados pela chuva, a qualquer o momento. Percorremos as suas ruas e fomos descobrindo a razão pela qual, a vila de Monsaraz é conhecida como Imóvel de Interesse Público.




Esta vila, uma das mais antigas de Portugal conseguiu manter as suas características arquitectónicas ao longo dos tempos. Pudémos apreciar as suas casas seculares, feitas de xisto caiado e muito  bem preservadas  ladeando as estreitas ruelas da povoação, calcetadas com xisto.
Janelas e portas medievais eram uma constante nas casas mais antigas.


No Largo D. Nuno Álvares, pudémos apreciar a Igreja Matriz, o Pelourinho, os Paços da Audiência , o Hospital e a Igreja da Misericórdia.
   

   

De vez em quando, avistávamos ao fundo de algumas ruelas, as várias portas abertas nas muralhas.
Subimos ao castelo. Tal como aconteceu nos dias anteriores, nos outros castelos raianos que visitámos,  a paisagem que se espraiou aos nossos olhos, era de cortar a respiração.


                                  

Em frente  a vila, para um dos lados o campo, para o outro uma vista fabulosa sobre o lago formado pela albufeira da barragem do Alqueva, que veio tornar a região ainda mais aprazível.



Descemos e aproveitámos ainda para entrar em algumas das muitas  lojinhas de artesanato existentes na vila e comprarmos algumas lembranças tradicionais da região.
Com o tempo a escurecer cada vez mais, abandonámos a vila seguindo em direcção a Évora, fazendo já o percurso de regresso. Trouxémos connosco a sensação de que as três vilas históricas que visitámos dificilmente sairão do nosso pensamento.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Pelos Caminhos de Portugal: Castelo de Vide

O passado, mais ou menos fantástico, ou mais ou menos organizado posteriormente, age sobre o futuro com um poder comparável ao do próprio presente.
(Paul Valéry)


                                     
Chegados a Castelo de Vide, partimos à descoberta de mais esta aprazível vila alentejana.
Uma parte situa-se dentro das muralhas, mas a povoação já se estendeu para fora delas. Seguimos para o centro histórico, onde deparámos com um conjunto arquitectónico muito bem conservado, resultante da permanência dos diversos povos que por ali passaram.
Estacionámos o automóvel junto ao edifício dos Paços do Concelho, pois a  visita ao castelo era inevitável.  Iniciámos a subida a pé, através de ruas e ruelas estreitas e íngremes, ladeadas por casinhas brancas, com as suas portas e janelas ogivais muito antigas e bem conservadas.

                                           

- Portas ogivais -

Chegados ao castelo, mandado construir por D. Dinis,  subimos ao ponto mais elevado e, uma vez mais, deparámos com uma espectacular paisagem. Ao fundo da colina, oliveiras e castanheiros conviviam harmoniosamente com carvalhos e pinheiros, tornando aquela envolvência numa aprazível e fresca  região que muitos compararam a Sintra.



- Vista a partir do castelo -

O casario branco, aparece à nossa frente e, ao longe a serra de S. Mamede e Marvão.
Mais uma pacata e bela vila alentejana, que nos recebeu com toda a simpatia dos seus habitantes e que ficará para sempre na nossa memória.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.













Pelos Caminhos de Portugal: Marvão

Agora sei a metade das coisas que julgava saber aos 18 anos.
(Pablo Picasso)


Saímos de Estrmoz ao anoitecer e dirigimo-nos a Marvão, vila  medieval situada no alto dum penhasco   rochoso da serra de S. Mamede, num local estratégico junto à fronteira.

Subimos até à povoação rodeada de muralhas encimadas pelo castelo e, após  um emaranhado de ruas estreitas e íngremes ladeadas por casinhas tipicamente alentejanas, chegámos à Casa D. Dinis, onde tínhamos feito marcação para passar a noite.
Era noite cerrada e o castelo iluminado sobressaía do casario.
Logo de manhã, percorremos algumas das ruas da vila.
Na entrada das muralhas começa a rua principal que  termina no Largo do Pelourinho, junto ao   edifício onde funcionavam os antigos Paços de Concelho,  a Cadeia  e o Tribunal.
Continuando a subir a  rua calcetada, atarvessada por estreitas ruelas, ladeadas de  casas típicas caiadas de branco com dois ou três pisos, chegámos ao castelo, à  frente do qual existe um bonito e bem cuidado jardim.
Classificado como Monumento Nacional, este castelo sofreu, ao longo dos tempos, obras de manutenção e, por essa razão, encontra-se em bom muito estado de conservação. Ali naquele local encantado,    fomos transportados para outros tempos, imaginando histórias de lutas, na defesa de Portugal, ora contra árabes, ora contra castelhanos.


Do castelo desfrutámos duma uma vista soberba sobre a região. Duma das torres  apreciámos  a paisagem  serrana bem como as pequenas povoações perdidas na planície envolvente.
Da outra, avistámos, bem perto dali,  terras de Espanha.
Devido à altitude  deste castelo, tivémos uma visão geral desta singular  vila  murada.
Terminada a visita, abandonámos o local, descendo a íngreme encosta. Já no vale, despedimo-nos desta impressionante vila medieval que, vista dali, nos   deu a sensação  duma  colina rochosa coroada .
 

Encontrei na net uma fotografia aérea  onde se pode ver melhor o enquadramento da vila na região.


Por tudo o atrás descrito, Marvão foi uma das localidades alentejanas de  que mais gostámos e merece uma nova visita.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Pelos Caminhos de Portugal: Estremoz

Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Por isso aprendermos sempre.
(Paulo Freire)


                                   
Partimos de Montemor-o-Novo em direcção a Estremoz, outra cidade por onde pretendíamos passar. Próximo , existem inúmeras pedreiras de mármore, pelos quais a região é bem conhecida. Seguimos para o centro, mas como já estava a escurecer e, como tínhamos o destino do dia marcado para Marvão, resolvemos subir até junto à Torre de Menagem do castelo , pois situado no ponto mais alto da cidade, dar-nos-ia a possibilidade de ter uma   perspectiva completa da cidade.
O Castelo de Estremoz cuja construção remonta ao Sec. XIII, serviu de residência ao rei D. Dinis, na época do seu noivado com D. Isabel de Aragão.
 A Raínha Santa Isabel viria a falecer num palácio, junto ao castelo, que D. Dinís para ela mandou construir  e que, mais tarde,   foi transformado numa das mais luxuosas pousadas do nosso país.

                                 

  - Torre Cimeira e Capelinha -

Junto ao palácio, existem vários edifícios merecedores de visita. Entrámos  no  Museu Municipal e apesar de estar próximo da hora de encerramento ao público, ainda pudémos apreciar   algumas das obras expostas bem como uma colecção de  Presépios feitos com o característico barro de Estremoz, que dois artesãos locais  construíam na oficina do Museu. 
Visitámos ainda, a Igreja de Santa Maria, considerada uma das obras religiosas mais importantes da fase final da Renascença na região do Alentejo.
No Largo D. Dinis, junto à Torre de Menagem, pudémos então usufruir duma magnífica vista sobre a cidade de Estremoz   e  herdades  que a rodeiam.
À medida que anoitecia, pudémos  ainda apreciar um esplêndido pôr do sol, que deu um encanto ainda maior à planície alentejana.


Entretanto anoitecera e iniciámos a viagem   a caminho de Marvão.
Mais um castelo visitado e  mais uma linda cidade a merecer uma visita mais prolongada.






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


Pelos Caminhos de Portugal: Montemor-o-Novo

O que a história conta não passa do longo sonho, do pesadelo espesso e confuso da humanidade.
( Schopenhauer )




Em Novembro, fiz uma pequena viagem por  terras do Alentejo tendo como companhia  o meu marido, filho e nora. Já há muito que combináramos fazer uma visita a algumas vilas e cidades alentejanas.  Foi o que fizémos desta vez.
A primeira localidade que visitámos foi  de Montemor o Novo.
Subimos até ao castelo situado no monte mais alto da região, para dali termos uma vista panorâmica sobre a cidade natal de São João de Deus.


- Entrada do castelo -


Entrámos  pela Porta da Vila, situada junto à Casa da Guarda e percorremos o espaço interior do castelo, onde outrora se situava a vila medieval de Montemor-o-Novo.
Parte  do castelo encontra-se  em ruínas e, nos últimos tempos, tem-se vindo a pôr à vista parte da vila originária, que se encontrava subterrada.
                                           


- Parte do castelo, em ruínas -

O castelo tem sido alvo de obras  de conservação, destacando-se o Convento da Saudação, pertencente à Ordem das Dominicanas, onde actualmente funcionam  o centro transdisciplinar "O Espaço do Tempo" e a Oficina de Arqueologia do Programa do Castelo da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo.

                                       

- Convento da Saudação -

Caminhando  ao longo das muralhas do castelo,  tivémos oportunidade de desfrutar duma esplêndida paisagem, donde se destacam o casario branco da cidade e a planície alentejana, a perder de vista.
Um dia teremos que voltar para visitar a cidade em pormenor, mas deixámo-la para trás e continuámos a viagem, rumando a outra localidade.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


domingo, 13 de dezembro de 2009

Da Minha Aldeia

Porque há lugares, meu Deus, que têm de ser mantidos.
E é preciso que tudo isto continue,
Quando já não for como agora,
Mas melhor.
É preciso que a vida do campo continue.
E a vinha e o trigo e a ceifa e a vindima.
(...)
(Charles Péguy)



Nesta quadra festiva que se aproxima, muitas são as pessoas que deixam a cidade para irem passar o Natal à terra.
Nascida e criada em Lisboa,  eu costumo dizer que sou do Sobral Magro( aldeia natal da minha mãe ).
Sendo natural da cidade, o campo sempre exerceu um grande atracção sobre mim e em especial aquela pequenina localidade. Não sei explicar o porquê, mas sirvo-me  de Alberto Caeiro que o faz , como eu não seria capaz de fazer.



Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.

(Alberto Caeiro)



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sábado, 12 de dezembro de 2009

A Isabela

O indiferente não perde amigos porque não os têm de facto.
(José Arthur Giannotti)



 Durante o mês de Novembro, participei na blogagem colectiva do Aldeia da Minha Vida , após um desafio da amiga Helena Teixeira .
Decorre, durante este mês, nova blogagem. Desta vez, não vou participar, mas como há uma nobre causa a defender, aqui estou a dar a minha contribuição divulgando o assunto na transcrição do post do Aldeia da Minha Vida, que faço a seguir.

CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE “A CAMINHO DO MEU SONHO”



Isabela, uma miúda motard - antes do acidente





Este Natal, contribua para que Isabela Marques possa finalmente estar à caminho do seu sonho. Esta jovem de 35 anos encontra-se paraplégica, após um grave acidente de moto, em Maio de 2006. Existe uma esperança ao fundo do túnel: uma operação na zona da medula pode devolver-lhe qualidade de vida, autonomia e independência. O tratamento e a cirurgia serão feitos no Centro Internacional de Restauração Neurológica em Cuba (CIREN) e poderão custar até 40.000 euros. A Isabela luta há 3 anos para realizar o seu sonho: Ir a Cuba e “voltar a andar para finalmente comprar casa própria, ser mãe e ser feliz”.
Em conjunto com o Moto Clube de Mangualde, a Rádio Mangualde e o Programa Burn, a Olho de Turista decidiu apoiar esta causa. Nesse intuito, o blog www.aldeiadaminhavida.blogspot.com, famoso pelas suas meritórias e divertidas blogagens, dará dia 10 início à Blogagem de Dezembro com uma novidade! Em que consiste a blogagem e qual é a novidade? Cada mês, a blogagem tem um tema definido. Neste caso, o tema “Natal na minha Terra” é acessível e apelativo. Qualquer pessoa pode participar, enviando um texto com o máximo de 25 linhas e 1 foto para aminhaldeia@sapo.pt até dia 8 de Dezembro. No dia 10, os textos dos participantes começam a ser postados. Até ao dia de fecho (dia 30), são feitos comentários. A Olho de Turista vai oferecer 0,01€ por cada comentário feito.
No dia 2 de Dezembro, outro dos blogs da Olho de Turista, o www.clubedasmulheresbeiras.blogspot.com, conhecido pelas louváveis histórias de vida de mulheres beirãs, contará desta vez com a de Isabela. As observações lá feitas terão a mesma contribuição por parte da Nossa empresa.
A Campanha será igualmente divulgada na Rádio Mangualde, já no dia 2 de Dezembro, a partir das 21h30, em 107.1 ou www.radiomangualde.com. Tal acontecerá todas as quartas-feiras até dia 30 de Dezembro.


Isabela depois do acidente




Esta é uma iniciativa que eu considero muito meritória.
É  fácil contribuir. Basta apenas um comentário. Eu tenho feito os meus todos os dias. Espero que ajudem nesta causa e façam o vosso em  http://aldeiadaminhavida.blogspot.com/



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.










sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Ainda no Vale do Torno

Não almejo despertar convicção. Almejo estimular o pensamento e perturbar preconceitos.
(Sigmund Freud)
-----------------------------

Continuo no Vale do Torno, onde há ainda poucos anos era impensável fazer esta fotografia em finais de Novembro.


- Os medronhos espalhados pelo chão -



- Porquê? - perguntarão.
A resposta é simples. Nesta altura do ano, já não havia medronhos nas árvores, muito menos no chão. Logo que amadureciam, eram apanhados para fazer a célebre aguardente de medronho pela qual o Vale do Torno era sobejamente conhecido.

Ali, lembrei-me do meu tio José Bento, homem bom e amigo, que frequentemente visitávamos. Lembro-me de o ver descer as escadas alegremente e dirigir-se à adega de sua casa, chamando o meu marido,  para lhe mostrar o produção do ano.
Era inevitável.  O Fernando não saía sem uma garrafinha da excelente medronheira que fazia.


- A casa onde viviam o tio José Bento e a tia Deolinda -


 E agora, que já não está entre nós, recordo com saudade o ti Zé Bento e  a tia Deolinda, ao fundo das escadas junto ao largo, ternurentos de lágrima rolando pela face, acenando-nos e dizendo:
- Vão com Deus, filhinhos.



- O medronheiro na povoação, mesmo à beirinha da estrada -


E ali, naquela povoação de gente tão afável, continuava a recordar.  Por instantes,  ali permaneci fotografando os medronheiros carregados, e pensando que os medronhos na árvore eram mais um sinal da desertificação das pequenas aldeias da serra do Açor.






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

Vale do Torno

Nas últimas férias, em pleno Outono, dei uma voltinha pela freguesia de Pomares.
Foi com tristeza que deparei com aldeias, outrora chais de vida, hoje  praticamente desertas. Hoje vou mostrar o Vale do Torno, que alguém um dia  apelidou de Aldeia Jardim.
Aldeia de gente simpática e hospitaleira, onde era vulgar verem-se    pessoas aparecer à janela quando  algum automóvel chegava ao largo, e  alegremente saudarem quem chegava.




Esta é mais uma aldeia onde actualmente, a exemplo de tantas outras espalhadas pela serra do Açor, já há poucos habitantes permanentes.



É mais uma  aldeia que vemos a desertificar, apesar de estar dotada das infraestruturas básicas para se viver com conforto, aliado à calma e ao ar puro da região.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Centro de Dia de Pomares

O Natal é um tempo de benevolência, perdão, generosidade e alegria. A única época que conheço, no calendário do ano, em que homens e mulheres parecem, de comum acordo, abrir livremente seus corações. (Charles Dickens)

 
---------------------------------------

 
No início do ano, quando me desloquei à aldeia para levar os meus sogros de regresso após as festas do Natal passado, fiz um post sobre o Centro de Dia de Pomares e suas funcionárias.
São elas que ao longo do ano, substituem as famílias que se encontram longe, prestando o apoio domiciliário de que necessitam. Desta forma, evitam que os  mais idosos tenham que se fixar em casa dos familiares, levando à rápida desertificação das aldeias e  assumem também um papel muito importante no combate ao seu isolamento, acompanhando-os de perto nos cuidados alimentares, de higiene e saúde.
Neste momento, os meus sogros estão de novo entre nós, mas estão conscientes que, a partir do momento em que regressarem, têm à sua espera a sua "segunda família", como eles fazem questão de dizer.



- Duas funcionárias prontas para a limpeza da casa, junto da minha sogra-



Nesta época festiva que se avizinha, desejo a todas as funcionárias do Centro de Dia de Pomares um santo e feliz Natal cheio de saúde, alegria e muita paz. Desejo também que o espírito de Natal se prolongue por todos os dias do próximo ano.





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Nª Sª da Conceição - Padroeira de Portugal

A homem agradecido, todo o bem é devido .
(Ditado Popular)



Hoje comemorou-se  o dia de Nª Sª da Conceição, que o rei D. João IV declarou padroeira e coroou como rainha de Portugal, nas cortes de Lisboa, realizadas em  1646, como agradecimento pelo êxito na  Restauração da Independência.



- Estátua equestre de D. João IV em Vila Viçosa, junto ao Palácio Ducal -


Perante a sua Corte, D. João IV declarou:
“…assentamos de tomar por padroeira de Nossos Reinos e Senhorios, a Santíssima Virgem, Nossa Senhora da Conceição, na forma dos Breves do Santo Padre Urbano 8º, obrigando-me a aceitar a confirmação da Santa Sé Apostólica e lhe ofereço em meu nome e do príncipe D. Theodósio, e de todos os meus descendentes, sucessores, Reinos, Senhorios e Vassalos a Sua Santa Caza da Conceição sita em Vila Viçosa...
…se alguma pessoa intentar contra esta nossa promessa, juramento e vassalagem, por este mesmo efeito, sendo vassalo, o havemos por não natural e queremos que seja logo lançado fora do Reino; se fôr Rei, haja a sua e nossa maldição e não se conte entre nossos descendentes, esperando que pelo mesmo Deus que nos deu o Reino e subiu à dignidade real, seja dela abatido e despojado.”


A partir de então, mais nenhum rei ou rainha usou a coroa na cabeça, ficando esse direito reservado unicamente a Nossa Senhora, cuja imagem coroada  se encontra no altar do Santuário de Nª Sª da Conceição de Vila Viçosa.


- Igreja de Nª Sª da Conceição em Vila Viçosa -







Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Outono na Serra

A passagem do tempo dever ser uma conquista e não uma perda.
( Lya Luft )

-------------------------------------


Nestes últimos dias de férias, aproveitando uma tarde bastante agradável, resolvi com o meu marido fazer, a pé, o percurso entre o Sobral Magro e o Porto Silvado, aldeia onde residem os meus os meus sogros. Como sempre, a máquina fotográfica acompanhou-me e, pelo caminho, fui fotografando a serra. Os mesmos locais fotografados noutras épocas, mas agora vestidos dos tons quentes de Outono.


- Ao longe, à esquerda o  Soito da Ruiva e à direita o Sobral Gordo -



- O vale de Pomares -




- O Sobral Gordo ao pôr-do-sol -





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







Selos, Mimos e Afins

A amizade é o fio de outro que liga o coração ao mundo.
(John Evelyn)


Como tenho feito nos últimos tempos, o  post de Domingo é dedicado aos selos, mimos e a dar resposta às solicitações e desafios dos blogs amigos.


Recebi esse meme da amiga Duh do blog Space-Duh artes & Artesanatos  que pode seguir em:   http://spaceduh.blogspot.com/



Vamos as regras: postar o selo, indicar de quem ganhou, responder as perguntas e indicar 5 blogs.


1- Qual a cor do seu cabelo? (que vc usa)
Castanho com madeixas.

2- Liso, crespo, ou ondulado?
Ondulado( mas tive que fazer ondulação, porque ele é extremamente liso).

3- A cor dos seus olhos?
Castanhos

4- A sua altura?
1,62m

5- Peso?
78 kg

6- Já foi gorda(o)?
Para mim, a pergunta está ao contrário, pois nunca estive tão gorda.

7- Que cores vc mais gosta de vestir?
Azul, Castanho, Verde, Beje.

8- Vc prefere roupa justa ou larga? jeans ou moleton?
Não gosto larga, mas também não gosto muito justa. Gosto de jeans e roupa prática.

9- Para as mulheres, salto alto ou baixo?
Gosto mais de salto alto, embora com o meu peso já custe a suportar.

10- Para os homens, tênis ou sapato?
Depende da ocasião

11- Que gênero de filme vc prefere?
Policiais, acção, romance ( conforme a disposição).

12- Gosta mais de musicas lentas ou agitadas?
As duas, também conforme o meu estado de espírito.

13- Vc toca algum instrumento?
Não.

14- Vc tem irmãos?
Sou filha única.

15- Diga um prato saboroso que vc sabe fazer.
Arroz de marisco.

16- Vc gosta mais de doce ou salgado?
Salgado.

17- Vc gosta de dançar?
Sim

18- Sente saudade de quê/quem?
Da minha falecida mãe.

19- Chocolate branco ou preto?
Preto

20- Inverno ou verão?
Não gosto de nenhum, mas tendo que escolher, prefiro o Inverno.

21- Vc prefere solidão ou multidão?
Prefiro multidão, mas por vezes, preciso de estar só.

22- Sorvete ou pipoca?
SORVETE!!!!

23- Refrigerante ou suco? Que sabor?
Suco. Laranja.
24- Filme em casa ou no cinema?
Em casa

25- Vc chora com facilidade?
Sim
26- Qual foi o primeiro blogueiro que começou freqüentar seu blog?
Manuel Gomes

27- Vc conhece pessoalmente alguém da blogosfera? Quem?

Sim. O Manuel Gomes do Atento , o António do Rouxinol de Pomares, a Filomena do Filomena Crochet e Outros Lavores, a Bela e o Ricardo do Rica e Bela Serra do Açor, a Susana do Tempo dos Sabores,...

28- Quais blogueiros moram na mesma cidade ou próximo a vc?
A Filomena e o Manuel Gomes

29- Se vc ganhasse na mega, diga 10 coisas que vc faria/compraria!!!
É difícil ganhar alguma coisa porque não costumo jogar, mas ajudava os meus filhos, viajava, colocava na poupança.


Vou indicar as minhas amigas(o)
Esta é sempre a parte difícil. Por isso, vou indicar todos os que passarem neste blog e quiserem participar nesta brincadeira.
 
Agora os mimos e selinhos que as minhas amigas blogueiras fizeram para os seus leitores e que trouxe para o meu blog, agradecendo o carinho de todas elas.








                                         









                                  






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.