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segunda-feira, 4 de março de 2019

Monte da Velha e Pailobo- União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira

Na  União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira existem mais duas povoações que, com a nova divisão administrativa,  passaram a fazer parte desta união de freguesias. São elas:
Monte da Velha


Esta aldeia pertencia à antiga freguesia da Amoreira e dela pouco se conhece.

Pailobo
Esta povoação que pertencia à antiga freguesia de Parada, é uma das aldeias onde foram encontrados achados de épocas ancestrais. São os casos de sepulturas escavadas na rocha, e lagares talhados na pedra que recuam aos tempos da romanização.



O orago de Pailobo é Santo Antão e a sua capela data do século XVIII.
Existe ainda  a capela do Senhor do Calvário, também do século XVIII, para além dum campanário afastado de qualquer das igrejas. 





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Porque é fim de semana: União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira

Porque é fim de semana, vamos continuar a descobrir localidades portuguesas do concelho de  Almeida, indo para a  União das Freguesias de Amoreira, Parada e Cabreira.
Vamos então conhecer cada uma das antigas freguesias unidas pela Reforma Administrativa Nacional de 2013.

Amoreira

Foi uma freguesia constituída por duas povoações - a sede de freguesia e a anexa de Monte da Velha.
O lugar foi concedido ao Mestre Vicente, pessoa rica e de grande influência, que viveu numa das épocas mais conturbadas do reinado de S. Sancho II. Na verdade, a dita concessão não foi mais que uma extorsão ao concelho de Castelo Mendo, encoberta pela aparência de uma cessão amigável pelo concelho, com agrado do soberano ao famoso chanceler, já eleito bispo da Guarda.
No campo eclesiástico, a paróquia de Santa Maria de Amoreira,  foi uma abadia da apresentação alternada do Papa e do cabido da Sé de Viseu.
Situada próxima da Ribeira das Cabras, ocupa o mesmo território que em tempos se designou Moreira de Castelo Mendo, que fazia parte da vila de Castelo Mendo, concelho a que pertenceu até 24 de Outubro de 1855, passando para o de Sabugal onde se manteve até 7 de Dezembro de 1870, data em que foi anexada ao concelho de Almeida.
O topónimo “Amoreira” é um dos derivados do étimo “amora”, fruto silvestre; neste caso e por documentos antigos se comprova que esta localidade tinha primitivamente o nome de Moreira, que por um fenómeno de aglutinação “a Moreira” deu origem a Amoreira.


O orago da Amoreira é a Imaculada Conceição
A sua igreja  data de 1614 e foi construída sobre um templo medieval que já existia. É composta por nave, torre campanário, duas sacristias e torre sineira. 
No interior destaca-se o mobiliário litúrgico de tipo maneirista e neogótico, bem como os retábulos da capela-mor, igualmente maneiristas. Destaque também para as pinturas do Arco Triunfal e da capela-mor.
Para além da Igreja Matriz, existe na localidade outro património digno de interesse:
-
Calvário datado dos séculos XIX / XX; 




- Solar Freire Falcão –  séc. XI;



- Fonte Grande –  séc. XVIII / XIX; 


- Cruzeiro – Do séc. XX (Neomanuelino);


- Sepulturas Antropomórficas cavadas na rocha junto do sítio da Eira (Medieval).

Parada



Situada num dos extremos do concelho, a uma altitude média de 800 metros, esta antiga freguesia  tem uma origem que, provavelmente,  recua  à ocupação  romana. O seu topónimo também se pensa estar relacionado com essa época.  “Parada” seria o local onde as caravanas dos romanos faziam “parada”. Na vizinha aldeia da Miuzela, passava a via romana que, junto ao Côa, se dividia em dois ramos: o da ponte de Sequeiros e o do Jardo. O caminho mais utilizado seria o caminho do Jardo por Pailobo, Parada, Pousada e Póvoa do Mileu com destino a Lamego ou Conímbriga. O caminho de Sequeiros conduzia também a Parada, onde os romanos procediam à tal “parada”, para de seguida se restabelecerem nalguma Pousada.


Um achado importante foi  uma tampa de sepultura onde se vê uma inscrição funerária em latim que traduzida diz: “Aqui jaz Talabo, filho de Cenão”. 
Parada passou por momentos  conturbados na época das invasões francesas. O terror, saques, e violências que as tropas napoleónicas realizaram em Portugal,   também chegaram a Parada, sendo o pior período durante  a 3.ª invasão. Aproximadamente a 10 km da povoação, na margem esquerda do Côa, encontravam-se acampados os soldados de Napoleão.
Desta freguesia fazia também parte a povoação de Pailobo.


O orago de Parada é São Domingos  e a sua igreja  é uma  construção barroca de finais do séc. XVIII / XIX, com campanário de período anterior.
Existem ainda outros locais de culto na povoação, dos quais destaco:
- Capela de Santo António - séc. XVIII


- Capela de Santo Amaro

Outro património digno de registo:
- Calvário –  séc. XVIII / XIX 


-  Cruzeiros 
-  Fonte da Senhora dos Remédios


Casa abastada do Adro da Igreja –  finais do Séc. XVIII
 Cabreira


Situada no extremo oeste do concelho, numa encosta da margem direita da Ribeira das Cabras, esta povoação deverá ter a sua origem num castro ou na época da ocupação romana.
A  paróquia da Cabreira é posterior à Idade Média, pois  nos séc. XIII e XIV, estava incluída  na   de Santa Maria de Castelo Mendo. 
Povoação e freguesia de Santa Maria Madalena de Cabreira, pertenceu ao concelho de Castelo Mendo, extinto pelo decreto de 24 de Outubro de 1855, passando a paróquia, após esta data, a integrar o concelho de Sabugal. 
Foi anexado ao concelho de Almeida por decreto de 7 de Dezembro de 1870. A Paróquia transitou para a Diocese da Guarda aquando da extinção da Diocese de Pinhel, a partir de 30 de Setembro de 1881. 
A este concelho de Castelo Mendo pertenceu Cabreira até à sua extinção em 24 de Outubro de 1855, passando então para o de Sabugal até 7 de Dezembro de 1870, data em que transitou, em definitivo, para o de Almeida.


O orago de Cabreira é Santa Maria Madalena.
A Igreja Matriz, dedicada a Santa Maria Madalena, foi construído em 1611. Em 1840, foi aumentada e reconstruída , sendo hoje uma das mais belas e amplas do concelho.
Existem ainda outros locais de cariz religioso na povoação.

- Capela de Santa Bárbara 



- Cruzeiro 


- Calvário 
- Alminhas 
Outro património interessante:
- Ponte Velha 



Ponte datada da época romana, toda construída em pedra e rodeada de vegetação, junto da qual se forma uma piscina natural. 






Fonte e Fotos -Net

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Aniversário da Comissão de Melhoramentos do Vale do Torno

A Comissão de Melhoramentos do Vale do Torno vai comemorar o seu aniversário num almoço-convívio.
O evento terá lugar  no Restaurante "A Paragem" em Fernão Ferro, no próximo dia 16 de Março. 
A Direcção da Comissão de Melhoramentos conta com todos os seus associados e amigos e as marcações podem ser feitas para 965003739 ou para 962685566 ou para valedotormo@gmail.com 

Nenhuma descrição de foto disponível.


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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Localidades Homónimas: Carrasqueira

Uma vez mais volto ao tema das aldeias portuguesas com  designações comuns. Desta vez  o topónimo é  Carrasqueira.

Na zona Centro, distrito de Coimbra, concelho de Góis e freguesia de Alvares, existe uma localidade com este topónimo.



No distrito de Lisboa, vamos encontrar uma localidade com este topónimo no concelho de Torres Vedras e freguesia de Carmões, ou São Domingos de Carmões.



Um pouco mais a Sul, no distrito de Setúbal, há também uma Carrasqueira, na freguesia Sesimbra (Castelo), do concelho Sesimbra.





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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Torta de sorvete com frutas vermelhas


INGREDIENTES
2 xícaras (chá) de morangos fatiados
2 kiwis em cubinhos
2 litros de sorvete de creme
Calda de morango:
1 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de morangos picados
MODO DE PREPARO:
1- Corte os morangos em fatias e os kiwis em cubinhos.
2- Pegue uma forma redonda de aro removível e forre com filme plástico.
3- Faça uma camada de frutas, em cima adicione todo o sorvete e por cima coloque mais frutas.
4- Feche com filme plástico e leve ao freezer por aproximadamente 3 horas, ou até que esteja bem firme.
5- Enquanto isso para a calda de morango misture os ingredientes e leve ao microondas por 3 minutos, misturando na metade do tempo. Deixe esfriar para ser utilizado.
6- Depois, desenforme a torta sorvete e regue com a calda.




Fonte: https://www.receitasetemperos.com.br

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Paraisal

Na União de Freguesias de Castelo Mendo, Ade, Monteperobolso e Mesquitela existe uma pequena localidade de seu nome Paraisal. 
Situada na encosta da margem esquerda do rio Côa, ligeiramente a sul da aldeia histórica de Castelo Mendo, esta povoação tem como ex- libris o seu antiquíssimo Relógio de Sol.


O orago de Paraisal é Santo Antão.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Porque É Fim de Semana: União de Freguesias de Castelo Mendo, Ade, Monteperobolso e Mesquitela

Porque é fim de semana, vamos iniciar a descoberta das  localidades portuguesas do concelho de  Almeida,  pela União de Freguesias de Castelo Mendo, Ade, Monteperobolso e Mesquitela.
Vamos conhecer um pouco destas quatro antigas freguesias.
Castelo Mendo


Castelo Mendo situa-se num morro, a cerca de oitocentos metros de altitude e é sede duma  antiga freguesia situada na margem esquerda do rio Côa, constituída pelas povoações de Castelo Mendo e Paraizal.  


A origem do povoamento humano é bastante antiga, crendo-se anterior à ocupação romana, num castro lusitano.
Devido à sua localização geográfica, Castelo Mendo teve grande importância em diversas épocas em que a defesa do país esteve em causa. 
Em meados do século XIII, D. Sancho II mandou edificar o seu castelo e deu-lhe foral em 1299.

D. Dinis,  concedeu mais privilégios a Castelo Mendo, o que voltou a acontecer com  D. Manuel I, quando lhe concedeu Foral Novo.
Com uma história riquíssima, Castelo Mendo mantém bem visível o carácter importante do passado, bem presente numa povoação bem conservada, um autêntico museu ao ar livre. 


O orago da povoação é São Pedro e a sua Igreja data do séc. XIX.
Existe outro Património Religioso na povoação:
- Ruínas da Igreja de St.ª Maria do Castelo 
De estilo Românico e Mudéjar, do séc. XIII / séc. XVI;
- Igreja de S. Vicente 
Do séc. XIII / XVI / XVII;...


Do extenso Património de Castelo Mendo, destaco ainda:
- Castelo de “Castelo Mendo”; 
De estilos Românico e Gótico,data do séc. XIII / XIV; 
- Pelourinho de Castelo Mendo; 
De Estilo Manuelino, datado do séc. XVI;
- Fontes e Chafarizes; 
- Antiga Casa da Câmara e Cadeia; 
- Casas Quinhentistas; 
- Casas Manuelinas; 
- Casa do Fidalgo; 
- Casas Filipinas;...


- Povoado da Idade do Bronze Romanizado (Castro) 
Do séc. XI-X A.C até ao séc. I A.C.

Ade

Situada entre o Rio Côa, Rio Noémi  e Ribeira das Cabras, esta antiga freguesia deve o seu povoamento humano à época de ocupação romana. 


Pertenceu aos Duques de Lafões, sucessores dos Morgados das Casas de Sousa, Lafões e Marialva.
O povoamento da Freguesia deve datar da época romana, a começar pelo próprio topónimo que se crê uma corrupção latina, nos séculos XVII e XVIII.
Na região, foi encontrada uma Ara Votiva, de pedra regional, com uma inscrição romana cuja tradução será: “Tangino filho de juba paguei esta promessa a Júpiter”.
Pertenceu ao Concelho de Castelo Mendo até  1855,  passando para o Concelho de Sabugal, até à sua extinção em 1870, data em que foi integrada no Concelho de Almeida.


Tem como orago São João Evangelista e a sua  
Igreja Matriz data do séc. XIX (1895).
Existe ainda outro património em Ade:
- Sepulturas Antropomórficas cavadas na rocha junto do sítio da Quinta das Lapas;
- Ara Votiva com inscrição do sítio dos Pichéis.
- Capela de S. Brás, datada do séc. XVIII / XIX.

 Monteperobolso


Situada na margem esquerda da ribeira de Noemi, afluente do rio Côa,  Monte Perobolso pertenceu ao concelho de Castelo Mendo até 1855. Após a extinção deste, foi integrado no do Sabugal, onde se manteve até ao ano de 1870, passando então para o de Almeida.
Esta antiga freguesia fica muito próximo da de Ade, tendo a meio do limite uma capela comum às duas povoações. 
Em meados do séc.XVIII,  o pároco da freguesia referia o facto, dizendo que os moradores da sua paróquia e os da Ade estavam obrigados à Ermida de Santa Bárbara, situada fora do lugar.


O Orago desta localidade é  São Brás.
A sua igreja, tem  quatro altares, o principal, dedicado ao padroeiro S. Brás  e mais três colaterais, da invocação de Nossa Senhora do Rosário, do Santo Cristo e das Almas.
Existem ainda outros templos religiosos em Monteperobolso:
- Capela de S. Brás 
- Capela de Vale do Seixo 
- Capela do Senhor dos Aflitos 


Mesquitela

O nome  desta antiga freguesia deve ter origem árabe, pois devia ter existido, na povoação, algum pequeno templo dos mouros, que por ser pequena mesquita, se chamava Mesquitela.
Esta povoação situa-se no planalto do Alto do Leomil, entalada entre as serrarias da Malcata, Marofa e Estrela. Foi uma freguesia do concelho de Castelo Mendo.


O orago da Mesquitela é São Sebastião.
Para além da Igreja Matriz, existe ainda na povoação, uma capela em honra de Santa Bárbara.





Fonte e fotos da Internet


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Convívio de Carnaval no Soito da Ruiva


Aproxima-se o Carnaval e, a exemplo de anos anteriores, haverá o tradicional convívio de Carnaval no Soito da Ruiva.

O programa de sábado a terça feira ( de 2 a 5 de Março) terá  muita animação e  todas as refeições incluídas. 
No Sábado às 20h30, poderão  assanhado com petiscos e cerveja a metro.
O custo será de 25€ sem transporte, ou 50€ com autocarro desde o Centro Sul.Para os amigos que queiram participar apenas no almoço de domingo, o custo será de 10€ por pessoa.


Para se inscrever pode contactar:
Teresa Neves 
963949800
Ou
Geral@soitodaruiva.com




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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Tentação de chocolate


Ingredientes:
Massa:
6 ovos
6 colheres de sopa de achocolatado
8 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de manteiga ou margarina
100 gr de coco ralado
Cobertura:
500 ml de leite
1/2 xícara de açúcar
1/2 xícara de achocolatado
2 colheres de sopa de maizena

Bata o açúcar com a manteiga ou margarina.
Adicione os ovos um a um. Envolva bem.
Misture o achocolatado e o fermento em pó.
Por fim,envolva o coco ralado. Misture tudo muito bem.
Unte uma forma ou um tabuleiro com manteiga e forre o fundo com papel vegetal e unte-o também.
Verta o preparado e leve ao forno.
- Leve um tachinho ao lume, com o leite(reserve um pouco), o achocolatado e adoce com o açúcar ,a seu gosto.
Quando começar a ferver, regue o bolo com um pouco deste preparado, depois dissolva a Maizena no leite que reservou e leve, de novo, ao lume até engrossar (mas não muito).
Espalhe este creme por cima do bolo.




Fonte: Impakto Visual


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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Artesanato

Mais dois trabalhos terminados. Desta feita, um naperon  de cozinha.



E o respectivo pano de mãos.


Eis o bico, mais visível.



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