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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Da Aldeia a Oliveira do Hospital

Apesar de a minha aldeia pertencer ao concelho de Arganil é à cidade de Oliveira do Hospital que frequentemente me desloco para qualquer tipo de compras.
A sede do meu concelho está muito atrás de Oliveira do Hospital no que respeita ao comércio.
Por outro lado, até em  acessos Arganil fica a perder. Todo o percurso é feito numa estrada onde as curvas e contra curvas se sucedem enquanto para Oliveira grande parte do trajeto é percorrido pela estrada da Beira, muito mais larga e retilínea.
Saindo de Sobral Magro, eis as localidades que atravessamos até ao nosso destino:

Agroal
Pomares

Avô





















































Vila Pouca da Beira
Venda de Galizes


























Senhor das Almas
Catraia de São Paio









Oliveira do Hospital




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Aniversário da Minha Sogra

O dia de anos da minha sogra trouxe-nos, de novo, à serra do Açor. O dia foi passado no Centro Social de Aldeia das Dez,  onde os meus sogros se encontram desde o início do ano. 
Num ambiente familiar, têm recebido de todos os funcionários  a dedicação,   o carinho e a preocupação com o bem estar que todos os idosos necessitam, 24 h por dia.
E, em dia de aniversário, houve direito a bolinho e  Parabéns a Você, alegremente entoado pelas funcionárias e utentes do lar e centro de dia, que as fotografias que se seguem testemunham.








No próximo fim de semana será a vez do meu sogro ter a sua festa de aniversário. Ambos têm a mesma idade, 91 anos, apenas separados por escassos dias.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Porque É Fim de Semana

Porque é fim de semana, vamos continuar a percorrer a serra do Açor, desta vez na freguesia de Aldeia das Dez.
Vamos partir da sede de freguesia em direção à serra. O Cimo da Ribeira é a  primeira localidade que nos surge a pouca distância. É um pequeno aglomerado de casas e mais algumas dispersas rodeadas de campos de cultivo.
Continuamos o percurso e, logo mais à frente, surge-nos o Goulinho, uma pequena localidade, outrora bastante povoada de gente  de vários ofícios para além da agricultura e pecuária. Eram célebres as mantas de fitas  feitas pelos tecelãos desta povoação.
Na aldeia existe uma pequena capelinha que tem por padroeiro São Paulo, cuja festa anual se realiza no primeiro Domingo de Agosto.

Anexo ao Goulinho fica ainda   o Casal Cimeiro.

Por agora ficamos por aqui, continuando na próxima semana o nosso percurso pela freguesia de Aldeia das Dez. 



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cabo Espichel

De Fernão Ferro, vamos partir à descoberta do Cabo Espichel, aqui bem perto, junto a  Sesimbra.
No alto deste cabo localizam-se algumas edificações que formam o conjunto do Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua: Igreja de Nossa Senhora do Cabo, o Terreiro, a Ermida da Memória, a Casa dos Círios, o Cruzeiro, a Casa da Água e Aqueduto.

A Igreja de Nossa Senhora do Cabo foi erigida em 1701, substituindo uma ermida construída em louvor duma imagem da Virgem que, conta a lenda, foi encontrada no local.  
Situa-se num dos topos do terreiro, de costas para o mar,  tendo de cada lado  um conjunto de  construções, a  Casa dos Círios, mais tarde construídas, para  acolher os peregrinos que acorriam ao local.
No outro extremo do terreiro existe um Cruzeiro, no local onde começa o Santuário.

Entre a igreja e o mar existe uma pequena capela abobadada, que tem no seu interior uma bela coleção de azulejos. É  a ermida da Memória. 

Já  fora  do recinto, existem o aqueduto e a Casa  da Água, que garantiam  ao Santuário o fornecimento   de  água  potável,  conduzida desde a Azóia, a uma distância aproximada de 2, 5 Km.


Como em muitos pormontórios, também neste existe um farol.  Em 1430 já ali existia um farolim que deu lugar ao atual  em 1790, cujo combustível foi mudando ao longo dos tempos.

O conjunto arquitetónico está bastante abandonado, o que é pena pois é bastante bonito e está inserido num local onde a natureza proporciona uma calma e soberba paisagem. 





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Fernão Ferro: Museu ao Ar Livre

O post de hoje é, uma vez mais, dedicado à localidade onde habito: Fernão Ferro.
Nesta povoação, existe um verdadeiro museu ao ar livre. Em cada cruzamento ou jardim saltam à vista, verdadeiros  aspetos museológicos ligados ao modo de vida desta região, em tempos passados.
Eis alguns deles:

Bomba de transfega de vinho
Bomba de transfega de vinho de roda de balanço
Charrua com uma rabiça
Charrua com duas rabiças
Charrua com duas aivecas
Charrua galucho











Nora

Sarilho de Poços




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Parapente no Monte do Colcurinho




Deambulando pelos carreiros da serra, cruzamo-nos ocasionalmente com acontecimentos inesperados. Foi numa das minhas últimas visitas à capelinha de Nª Sª da Necessidades, no monte do Colcurinho que fui surpreendida com um praticante  de parapente, que dali iniciou a sua  descida.
Sem máquina fotográfica à mão e com o sol a pôr-se de frente,  ainda consegui algumas fotos com o telemóvel.










Obrigada pela sua visita. Volte sempre.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A poesia de Viriato Gouveia (Aldeia das Dez)

  NO COLCURINHO À BEIRA DA NATUREZA


Basta-me o ar que respiro

De madrugada sentado

À beira do mês de Abril

Paisagem de chão molhado.


Basta-me escutar o canto.

Das aves que vão noivar

Num rodopio de encanto

Milagre a continuar.


Basta-me o sol e o vento

A água fresca a correr

Neste cenário que invento

Sem poluição a crescer.

Basta que a minha alma cante

Basta que o sol brilhe nela

Luz viva e cintilante

A emergir da procela.


Basta amar a natureza

Basta nada e tudo ter

Descobrir toda a beleza

Da aurora ao amanhecer.


Basta o amor a reinar,

A verdade a dirigir;

A paz a secretariar

E a justiça a presidir.

  VIRIATO GOUVEIA



Obrigada pela sua visita. Volte sempre

sábado, 17 de janeiro de 2015

Porque É Fim de Semana: Aldeia das Dez

Terminado que foi o périplo pelas aldeias do concelho de Arganil que estão integrados na serra do Açor, parto agora para o concelho de Oliveira do Hospital, onde algumas das suas povoações fazem parte também da referida serra.
Uma vez que, durante a semana, publiquei um post sobre Aldeia das Dez, é por essa freguesia que vamos começar o tema "Porque É Fim de Semana".
Aldeia das Dez fica situada numa das encostas do monte do Colcurinho, tendo à sua frente a serra da Estrela e a seus pés a ribeira de Alvôco. 
A origem de Aldeia das Dez perde-se nos tempos e pensa-se que remonta à época pré-romana. Há vestígios dum castro luso romano que atesta a antiguidade da localidade.
É a sede duma freguesia à qual pertencem também as aldeias de Avelar, Casal Cimeiro, Chão Sobral, Cimo da Ribeira, Goulinho, Gramaça, Ponte das Três Entradas, Porto de Mós e Vale de Maceira.
Inicialmente a freguesia, fundada em 1543, era formada pelo   território a que pertencem estas aldeias e ainda a do Piódão. Em 1676, esta última foi desanexada e  integrada na  freguesia de Santa Maria de Avô, até  1602 data em que também adquiriu  autonomia.
Aldeia das Dez, pela sua localização, oferece a quem a visita, para além duma paisagem ímpar, belos locais para visitar.
Existe na povoação o hotel rural Quinta da Geia, onde se pode pernoitar e partir à descoberta desta localidade e de todas as que integram a freguesia. 


Na próxima semana, escreverei sobre os locais de maior interesse para aguçar o apetite para uma visita. 




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.






quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Tarte de Amêndoa

Ingredientes:

Massa
125 gr de farinha
100 gr de açúcar
1 ovo
1 colher de chá de fermento em pó (Royal)
100 gr de margarina

Recheio
125 gr de amêndoa laminada
125 gr de margarina
6 colheres de sopa de leite
100 gr de açúcar

Modo de Preparação:

Liga-se o forno a 180º para ir aquecendo.
Começa por se fazer a massa, batendo o açúcar com a margarina ligeiramente derretida, acrescenta-se o ovo, a farinha e o fermento.
Forra-se o fundo de uma forma de tarte com essa massa e vai ao forno durante cerca de 10 minutos.
Entretanto prepara-se o recheio. Juntam-se todos os ingredientes num tacho e vai ao lume até ficarem todos bem ligados.
Passados os 10 minutos da massa estar no forno coloca-se o preparado do recheio por cima e vai novamente ao forno até ficar com a cor a gosto (loirinha/dourada).








Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Aldeia das Dez

Faz algum tempo que Aldeia das Dez faz parte das povoações que mais visito, quando estou na minha aldeia.
Sempre me questionei sobre a origem do topónimo desta bonita povoação, uma das freguesias do concelho de Oliveira do Hospital.
Pesquisando na net, encontrei uma explicação na separata da "Voz do Santuário" de Diamantino Antunes do Amaral.

Conta a história que na época de D. Dinis, em que se procedia ao repovoamento de Avô e sua região, um território agrário já povoado, era designado pelo nome genérico de "Aldeia", termo árabe composto do artigo al e o substantivo diar. Era precisamente a situação em que se encontrava a vila de Avô e toda a região a leste que pertencia à freguesia nela erecta. De certo, inicialmente, designaram por "Aldeia" toda a parte leste da freguesia. Essa aldeia, ou território povoado - diz a enciclopédia Portugal e Brasil - repartiu-se por povoadores, em dez courelas e daí, o designativo de "das Dez" com que é conhecido o povoado mais importante da região.
Porém, acrescenta a mesma enciclopédia, "não é possível dar-se nisso muito abono, pelo que a explicação é muito falível".
Será? Não será? 
Esta é, como muitas outras,  uma povoação de que não há certezas quanto à sua origem, muito menos a razão do nome por que é conhecida.
 


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.









terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Parabéns Leonor!



E, de repente, já passaram  oito anos!
No dia 13 de janeiro de 2007, nasceu na maternidade Alfredo da Costa, a minha primeira neta, a Leonor.
Para uma pessoa que vive tranquilamente o outono da vida, o seu  nascimento  foi uma lufada de ar fresco numa vida rotineira.
A Leonor foi o   melhor presente que a minha filha alguma vez me deu. São tão doces os seus  abracinhos apertados, o sorriso rasgado e  os beijos que me esmagam as bochechas,  quando nos encontramos.
Hoje que completa mais um ano de vida, desejo  que a vida  lhe traga  muitas alegrias, sucessos e que continue sempre assim, uma menina maravilhosa e feliz.
Parabéns Leonor!

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Até sempre Dr. Armando!

Retomo hoje as postagens que interrompi por dificuldades  de gestão do meu tempo em época natalícia. 
Infelizmente, regresso com uma notícia triste para a minha região. Faleceu o Dr. Armando, um amigo de infância do meu pai e amigo da família.


Nascido em Pomares, Armando Dinis Cosme foi em Coja que exerceu com grande prestígio a sua profissão e residiu a maior parte da sua vida.
Foi uma figura prestigiada a nível político, estando sempre envolvido no desenvolvimento quer de Coja quer do concelho tendo, no final dos anos 90, exercido as funções de Presidente da Câmara Municipal de Arganil.
Era casado com a Srª. Dª. Maria Cristina Roquete Moreira Dinis e pai da Drª. Paula Dinis (vereadora da Câmara Municipal de Arganil) e dos Drs. Luís Dinis  e Rui Dinis.
Apesar de ser amigo da família, foi no ano em que lecionei no Sobral Magro, que privei mais de perto com ele a nível profissional. Tive, algumas vezes, que recorrer às suas funções clínicas e, a sua ajuda contribuiu bastante para o  crescimento como pessoa,  duma  professora que, no seu primeiro ano de serviço, não conseguia lidar com situações que envolvessem sangue.
À esposa, filhos e restante família apresento as minhas condolências.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.