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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Vila Nova de Oliveirinha Tábua

Vila Nova de Oliveirinha é uma  antiga freguesia portuguesa do concelho da Tábua, que juntamente com  Covas forma a união das Freguesias de Covas e Vila Nova de Oliveirinha.



Teve foral dado por D. Manuel I, em  1514. Foi vila e  sede de concelho até à sua extinção em 1836. 
Após a  extinção do concelho, perdeu o título de vila e passou a ser uma freguesia do concelho de Midões. Em 1853 também o concelho de Midões foi extinto, passando então a freguesia  de Vila Nova de Oliveirinha para o concelho de   Tábua. 
Voltou a obter a categoria de vila em 1906 e designou-se apenas  Oliveirinha até 1936.


O padroeiro desta Vila é São Miguel.

A antiga freguesia de São Miguel de Vila de Oliveirinha foi priorado da apresentação da Sé de Coimbra. 

Na povoação, existem ainda outros locais de culto.
- Capela da Senhora do Loreto 


- Capela de  São João


Do património da vila fazem ainda parte:

- Escultura em homenagem aos mortos da Grande Guerra 
Esta escultura em granito, foi construída em homenagem aos combatentes da primeira Grande Guerra.
- Escultura de Homenagem aos Beneméritos de Vila nova de Oliveirinha


Esta escultura  construída em pedra contém em cada face os nomes dos beneméritos da freguesia.

- Escultura de Homenagem a Albano Gonçalves


Esta escultura em granito pretende homenagear os 47 anos em que Albano Gonçalves foi presidente da Junta desta freguesia.

Casa de D. Felismina


- Cruzeiro



Construído em granito, tem dois degraus, uma base quadrangular e um fuste cilíndrico encimado por uma cruz.





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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Covas - Tábua

Hoje vamos conhecer Covas, uma  antiga freguesia do concelho de Tábua, que juntamente com Vila Nova de Oliveirinha, forma a União das Freguesia de Covas e Vila Nova de Oliveirinha.



Pouco se  conhece da história mais remota desta localidade. No entanto, sabe-se que pertencia ao concelho de Seia, quando esta recebeu a sua carta de foral em 1136.
Nas Inquirições de D. Afonso III, aparecem no  concelho  de Seia, seis paróquias que actualmente fazem parte do concelho de Tábua: S. Mamede de Ázere, Santa Maria de Midões, S. Miguel de Oliveira, Santa Maria de Sinde, Santa Maria de Tábua e Santa Maria de Covas.


Em  1200, "a paróquia de Covas era então das mais importantes do actual concelho de Tábua, pelas suas "villas". Uma destas, a própria de Covas, fora povoada a foro de jugada; mas os seus habitantes prosperaram de modo a poderem arcar com os encargos da cavalaria, elevando-se de jugadeiros a cavaleiros-vilões, o que outra coisa não quer dizer este passo das Inquirições: "villa de Covas solebat esse defensa de jugata per caballarium". 
Mesmo assim, em meados do século XIII, estava despovoada pelas razões expostas aos inquiridores de D. Afonso III: "por causa dos mordomos de Seia que os fazem ir muitas vezes a Seia por achacamentos que lhes impõem, e por causa dos homens dos coutos, de ordens (mosteiros ou igrejas) e de fidalgos, que os têm subjugados, não tendo eles quem os defenda". 



Covas beneficiou do foral de Lagos da Beira, concedido pelo rei D. Manuel I, em 1514."Os homens bons do lugar foram convocados para a redacção dos termos, o emissário d’El-Rei apresentou as condições e o tabelião fez o primeiro assentamento".
Antes de integrar  o concelho de Tábua, Covas pertenceu  ao concelho de Midões, extinto em 1853. 


A padroeira da povoação é Nossa Senhora da Conceição.
A antiga freguesia de N. Srª da Conceição de Covas foi priorado da apresentação da Casa do Infantado, paróquia da vila de Percelada, hoje extinta, de que era donatária a Universidade de Coimbra. 
A Igreja matriz foi remodelada no século XVII.




 

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Sinde Tábua

Sinde é uma povoação formada por vários casais próximos uns dos outros. 
A antiga freguesia de Santa Maria (da Conceição) de Sinde foi priorado da apresentação dos Condes de Óbidos, seus donatários.   
Recebeu foral em 1514, concedido pelo rei D. Manuel I que lhe deu honras de vila e sede de concelho constituído apenas pela freguesia da sede. O concelho foi extinto em 1836. e, desde então,  a freguesia foi  integrada no de Tábua.



Era priorado de apresentação dos condes de Óbidos, meirinhos – mor do reino que tinham o senhorio da vila.
Em 2013, no âmbito da reforma administrativa juntou-se à freguesia de Espariz, formando a União de Freguesias de Espariz e Sinde. 




O orago desta localidade é Nossa Senhora da Conceição e a Igreja Matriz situa - se  no Casal da Torre.

Do restante património detaco:
- Casa Solarenga da família Maia
Esta casa ainda é habitada e possui uma capela privativa.


- Casa Solarenga da família Lameiras
Também esta casa tem uma capela privada.


- Quinta do Socorro
Casa datada do século XVIII  que pertenceu à Condessa de Camarede. Encontra-se em bom estado de conservação mas sofreu já algumas alterações. Em tempos, tinha uma capela privada, hoje transformada em  adega.






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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Espariz Tábua

Vamos hoje para Espariz, uma localidade da União das Freguesias de Espariz e Sinde formada em 2013, no âmbito da reforma administrativa.
Como muitas outras povoações, a origem de Espariz perde-se nos tempos. No entanto, foram descobertos  vestígios romanos, o que leva a crer  que  ali existiu uma povoação, na época em que este povo ocupou a península Ibérica.



Antes da fundação do reino de Portugal, Espariz pertencia às terras de Fernão Peres de Trava, conde galego, amante de D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques.
Em 1258,  pertencia ao couto de Coja, ao senhorio dos Bispos de Coimbra, de quem era a apresentação dos Párocos.
Em 1260, recebeu foral concedido pelo Bispo de Coimbra.
Em 1853, o concelho de Coja, ao qual Espariz pertencia, foi extinto. Então a freguesia de Espariz foi integrada no concelho de Arganil.
Em 1855, passou finalmente para o concelho de Tábua, ao qual ainda pertence.

 O seu orago é Nossa Senhora da Anunciação.



A Igreja Matriz é uma construção de granito com portal dos séculos XV e XVI e bonitos tectos  pintados com motivos setecentistas.
Para além da Igreja existem outros templos religiosos em Espariz.

- Capela do Santíssimo Sacramento


- Capela de Santo António.



- Capela  de Nossa Senhora da Conceição 

São também dignos de destaque dois solares:

- Casa da Baronesa de Argamassa

Casa datada do séc. XIX. Actualmente, só a fachada se encontra em bom estado de conservação.
Na estrada para o quintal da casa, destaca-se uma arco com  brasão.



- Casa das Ferreirinhas
Esta casa brasonada do séc. XIX, pertenceu a familiares de D. Antónia Adelaide Ferreira e fica situada no Casal do Espírito Santo.





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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Porque É Fim de Semana: Gouveia

Porque é fim de semana,  vamos continuar a percorrer as inúmeras localidades do nosso país. Vamos deixar para trás a serra do Açor e tentar descobrir através de visitas físicas ou através da Internet, desde grandes cidades às mais pequenas aldeias
Seguimos para a serra vizinha e vamos encontrar o concelho de Gouveia.



Os vestígios mais antigos encontrados na cidade, conduzem-nos até ao Largo do Castelo, onde foram descobertos três potes funerários da Idade do Bronze.
Segundo alguns estudiosos, Gouveia terá sido povoada pelos Túrdulos no século VI A.C..
Os romanos passaram também por ali deixando algumas marcas da sua permanência, junto à antiga escola primária de S. Pedro.
Da ocupação dos povos germânicos e muçulmanos, pouco se sabe para além de  que Fernando, Magno, Rei da Galécia-Leom, conquistou Gaudela (Gouveia) aos Mouros, em 1083.
Em 1125, D. Teresa doou esta localidade em couto, aos freires da Ordem de São João de Jerusalém, do Mosteiro de Águas Santas, na Maia.
Em 1135, num documento de Inocêncio II, faz-se referência ao Castelo de Gouveia.



Em 1186, D. Sancho I concedeu-lhe foral com privilégios aos seus habitantes, na tentativa de atrair a Gouveia mais pessoas que garantissem o seu repovoamento.
Em 1217, D. Afonso II renovou-lhe o foral, concedendo-lhe  mais regalias e em 1510, D. Manuel I outorgou-lhe foral novo.
Gouveia como muitas outras localidades  da região, recebeu uma grande de comunidade judaica, após a sua expulsão de Espanha.
Este povo veio ajudar a desenvolver a vila de Gouveia, em especial na indústria dos lanifícios, introduzindo novas técnicas  e modernizando a forma de trabalhar.
Da presença deste povo, foi descoberta, entre outros, uma parte da sinagoga que ali foi construída, com a inscrição de “ano de 5257 da era judaica” que corresponde a 1496/97 da era cristã.
Gouveia foi elevada a cidade por lei de 1 de Fevereiro de 1988.



Do património da cidade, destacam-se:

- Igreja Matriz de Gouveia
A Igreja Matriz de Gouveia é dedicada a São Pedro.
É um imponente edifício datado do século XVII, mas há referências a um templo em honra de São Pedro em 1285,  quando D. Dinis concedeu a esta igreja o direito de padroado, tendo sido doada ao Mosteiro de Santa Clara de Coimbra.
Este templo  impressiona pela  beleza arquitectónica da sua fachada exterior e pela imponência da  talha dourada patente  no interior.


- Igreja de S. Julião
A Igreja paroquial  de São Julião tem características de arquitetura maneirista e rococó. 
É constituída por uma só nave, capela-mor, sacristia e uma torre sineira adossada.  No interior,  destaca-se o coro-alto de madeira e o arco triunfal de volta perfeita.



- Igreja da Misericórdia
Igreja da Misericórdia data do século XVIII e foi erigida sobre as ruínas duma outra igreja edificada no século XVII. Tem planta retangular e é formada pela igreja duma só nave, capela-mor, sacristia, e pelas antigas Casas do Despacho e do Hospital. 



- Capela de Santa Cruz
Esta pequena ermida é também conhecida por Capela da Senhora das Boas Novas.



- Capela de S. Miguel
Esta Capela de planta longitudinal é composta por uma nave e uma capela-mor ligeiramente mais estreita. Crê-se ter sido  construída no século XV e reformada no século XVI e XX.


- Capela de Nosso Senhor do Calvário
Esta capelinha foi mandada erigir pelos padres jesuítas do colégio de Gouveia, em reconhecimento da protecção divina quando do terramoto de 1755. Fica situada  num pequeno monte, outrora conhecido como “Monte Ajax”, a que se acede por uma escadaria de cantaria, ladeada por duas capelas, alusivas à Agonia de Jesus no Horto e ao Beijo de Judas.
A Capela tem características rococó e oitocentista e nela se  destaca o retábulo-mor de talha policromada.
    


- O Bairro do Castelo
A zona histórica da cidade com o seu traçado urbano medieval.



- Casa da Torre
A Casa da Torre fez parte dum solar construído no século XVI. Ao longo dos anos o solar foi sendo destruído, restando um edifício  com três pisos, onde se destaca  uma bonita janela manuelina geminada.
Também  conhecida como Palácio dos Távoras, marqueses de Gouveia está classificado como Monumento Nacional e é hoje  uma delegação do Parque Natural da Serra da Estrela.



- Pelourinho 
Junto à Casa da Torre ergue-se o pelourinho manuelino, cuja construção original data do séc. XVI. Em 1951 foi reconstruído no pátio do Museu, usando alguns elementos que faziam parte do original e em 1983 foi deslocado para o local onde se encontra actualmente. 

- Fonte do Assento
Por detrás da Casa da Torre, vamos encontrara uma bela fonte  em estilo barroco. 



- Cruzeiro dos Centenários
Cruzeiro inaugurado em 1940, fazendo parte do programa de Comemoração dos Centenários.


- Solar dos Serpa-Pimentel
Este edifício setecentista é o local onde funciona a   Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira. 



- Paços do Concelho 
O edifício dos Paços do Concelho situa-se no antigo Colégio da Santíssima Trindade.
A sua construção remonta  ao século XVIII e foi mandado edificar por D. Maria Ferreira, para o ensino de Latim e da Moral, que ficou a cargo dos Jesuítas, até à sua expulsão. Durante as invasões francesas, foi transformado em quartel, servindo também como hospital militar. Mais tarde, ali se instalou o  Tribunal da Comarca e da Cadeia Pública. Já deteriorado,  foi alvo de obras de restauro. 
Na fachada principal, destacam-se  as armas nacionais, ao centro e os brasões dos Figueiredos e  dos Távoras.



- Solar dos Condes de Vinhó e Almedina
Este edifício datado do séc. XVIII, tem na fachada principal, o brasão da família a ornamentar o frontão da porta principal.
Em 1906, pertenceu ao primeiro Conde de Vinhó e Almedina, António Homem Machado de Figueiredo Leitão, casado com Dona Luísa Guedes de Guimarães, filha do fundador do Museu de Arte Antiga.
Neste edifício, adquirido pelo município, funciona actualmente o Museu de Arte Moderna Abel Manta.



Do concelho de Gouveia fazem parte 16 freguesias que serão tema de próximos posts. São elas:

Aldeias e Mangualde da Serra
Arcozelo
Cativelos
Figueiró da Serra e Freixo da Serra
Folgosinho
Gouveia
Melo e Nabais
Moimenta da Serra e Vinhó
Nespereira
Paços da Serra
Ribamondego
Rio Torto e Lagarinhos
São Paio
Vila Cortês da Serra
Vila Franca da Serra
Vila Nova de Tazem



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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Imagens Que Falam Por Si

Mata do Vale de Maceira


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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Bolo Gelado de Morango

Ingredientes
5 ovos (claras e gemas separadas)

5 colheres (sopa) de açúcar
5 colheres (sopa) de água
5 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
Margarina e farinha de trigo para untar
2 xícaras (chá) de chantilly
Morangos para decorar

Recheio
1 lata de leite condensado
1 lata de leite (use a lata de leite condensado vazia como medida)
1 caixa de gelatina em pó sabor morango
2 colheres (sopa) de amido de milho
1 xícara (chá) de chocolate meio amargo picado
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de morango picado

Modo de preparo

Na batedeira, bata as claras em neve.
Adicione as gemas, uma a uma, batendo.
Coloque o açúcar, a água e bata.
Acrescente a farinha, o fermento e misture com uma colher.
Coloque em uma forma de 20cm de diâmetro untada e enfarinhada e leve ao forno médio, preaquecido, por 35 minutos ou até assar.
Desenforme, corte ao meio e reserve.
Numa panela, coloque o leite condensado, o leite, a gelatina e o amido de milho.
Leve ao fogo médio, mexendo até engrossar.
Desligue o fogo e adicione o chocolate e o creme de leite.
Num prato, coloque um disco de massa e cubra com o recheio.
Distribua o morango picado e cubra com a massa restante.
Espalhe o chantilly e decore com morangos.
Leve à geladeira por 2 horas e sirva.



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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Aldeia das Dez

Situada numa das encostas da serra do Açor a cerca de 500 metros de altitude, Aldeia das Dez é, por si só, um excelente miradouro sobre a zona envolvente.



Quem atravessa a povoação tem oportunidade de apreciar alguns dos seus locais emblemáticos.
O orago da povoação é São Bartolomeu.
A Igreja Matriz situa-se na parte superior da aldeia e já existia em 1543, quando foi criada a freguesia. O templo actual  data do século XVIII. 
interior tem uma só nave. Do lado do Evangelho abre-se a Capela do Sagrado Coração de Jesus  e do lado da Epístola, a Capela do Calvário. Existem  ainda cinco altares com retábulos  de  talha dourada, da autoria dos entalhadores e douradores que na época viviam na aldeia.


- Capela de Santa Maria Madalena
Datado de  1758, este templo tem uma bela frontaria neoclássica. No seu interior, o destaque vai para um retábulo com a imagem de Santa Maria Madalena. 



- Capela de Nossa Senhora das Dores
Data do século XVIII esta pequena Capela, que tem entrada por uma galilé com arco abatido. A parede interior da galilé é forrada com azulejos simples e as portas e janelas são contornadas a cantaria.




- Cemitério Velho

Datado de  1888, foi desactivado após  a construção dum cemitério maior. No entanto, os habitantes da povoação, em sinal de respeito, não o destruíram. 

- A Casa do S (ou Casa da Voluta) 
Este edifício data do século XVII. Tem arquitectura simples, construído em granito, com dois pisos. 
Na fachada  destaca-se  a voluta retirada dum antigo solar, que foi aplicada neste edifício.
Actualmente, funciona como loja e ponto de informação turística das Aldeias de Xisto.


- Casa quinhentista 
Esta casa situa-se do lado oposto à Capela de Santa Maria Madalena e encontra-se bastante degradada.Destacam-se ainda  uma bonita chaminé e as molduras arredondadas do vão da porta de entrada.




- Cruzeiro
Construído em 1661, perdeu as características originais após ser restaurado em 1960
Na base é visível a inscrição com o ano da sua construção. 




Em Aldeia das Dez existem  várias fontes algumas com uma bonita planta arquitectónica. Destaco:
- A Fonte do Povo
Datada de 1892, localiza-se no Largo Alfredo Duarte e é decorada com um painel de azulejos com um poema do Dr. Vasco de Campos.



- E a  Fonte do Soito Meirinho
Situada à entrada da aldeia.



Numa aldeia com uma magnífica paisagem que se espraia à sua frente e a seus pés, existem vários miradouros, donde se pode usufruir de paisagens soberbas, quer para as serras do Açor e da Estrela, quer para os vales dos rios Alva e Alvôco. Destaco três:


- Miradouro do Penedo da Saudade 



- Miradouro do Largo Alfredo Duarte 


- Miradouro da Curva da Mimosa





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