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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Pudim Sorvete com ganache

 



.Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro
200 ml de leite de coco
1 pacote de maria-mole de coco
100 g de coco ralado
200 ml de água

Cobertura:
200 g de chocolate meio amargo
1 caixinha de creme de leite
.Preparo
Coloque a água para esquentar.
Misture a maria-mole com a água quente.
Em seguida, coloque todos os ingredientes no liquidificador.
Deixe bater por 1 minuto.
Por fim, despeje numa forma untada com óleo e leve para o congelador por no mínimo 4 horas
Depois de desenformado, derreta chocolate meio amargo em banho-maria, misture o creme de leite e despeje por cima do sorvete.





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.








segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Lourosa

Lourosa  é uma localidade do concelho do hospital,  muito antiga, anterior à Reconquista Cristã. 
Em 1119 foi doada pela rainha D. Teresa, à Sé de Coimbra.  Em 1347 o bispo de Coimbra concedeu-lhe foral e em 1514,  D. Manuel I concedeu-lhe foral novo. Foi comenda da Ordem de Cristo e o concelho foi abolido em 1836. Passou então a freguesia, sendo integrada no concelho de Avô. Em 1855, este concelho foi extinto e a freguesia de Lourosa passou a fazer parte do concelho de Oliveira do Hospital.

Para além de Lourosa  fazem também parte da freguesia, as povoações de Cabeçadas, Campo, Casal de Abade, Pinheirinho, Pombal, Quintas da Meda e Venda da Esperança.


Tem como padroeiro S. Pedro, venerado na sua igreja matriz, um dos mais importantes monumentos peninsulares do século X,  datado  de 912. Oportunamente, esta igreja será tema de novo post do Açor.
Do património de Lourosa, para além da Igreja de S. Pedro, destaco ainda:

O Pelourinho

Este pelourinho do Século XVI, tem  estilo Manuelino e  pertence ao grupo de pelourinhos do tipo "pinha".
Capelas
-Capela de Nossa Senhora das Necessidades, ou do Espírito Santo
É um templo religioso, de arquitectura simples. No seu interior destaca-se  um retábulo do século XIX  e uma escultura da  Trindade, em madeira, datada do Séc. XVI/XVII.
-Capela de Santo António
Situada no alto do Chão da Feira, é uma construção  singela, datada do século  XVII. No seu interior possui um retábulo do Séc. XVII.
 
Casa senhorial

A Casa dos Tristões, conhecida também por Casa Grande, fica situada junto ao pelourinho. É uma casa brazonada do final do século XVIII, que pertenceu ao General Tristão  Carvalhaes, antigo  Director Geral da PSP.


Vestígios arqueológicos
Em 1930, quando foram efectuadas obras na Igreja de São Pedro, foram postas a descoberto várias  sepulturas antropomórficas, que apesar de terem bastante interesse arqueológico,  não serão anteriores ao século XII.

Cruzeiro

No adro da Igreja de São Pedro existe um cruzeiro de grandes braços rectangulares que assenta  sobre três degraus.
  
 Torre Sineira


A Torre Sineira  foi construída no século XV,  adossada à  frontaria da igreja de São Pedro. 
Após as obras de que foi alvo a igreja, a torre foi separada da frontaria e está agora desintegrada da estrutura da igreja.  









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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Porque É Fim de Semana - Casal Novo, Roda Cimeira, Roda Fundeira e Relva da Mó

Porque é fim de semana, continuamos à descoberta  das aldeias do concelho  de  Góis que  pertencem  à  freguesia  de Alvares.
Hoje vamos visitar mais um grupo de aldeias vizinhas.
 
Casal Novo



Esta é mais uma aldeia de que se desconhece  a  origem. No entanto, num palheiro que  antigamente foi a  capela da povoação, existe uma inscrição na verga da porta com a data de 1578,comprovando a  existência  do Casal Novo nessa época.
A capela actual foi construída em 1935 e tem como orago Santo António, cuja imagem foi trazida da capela antiga.

Conta-se  que, os habitantes da aldeia  esconderam a imagem do Santo dentro dum grande castanheiro, durante as invasões francesas, só sendo de lá tirada após a retirada das tropas napoleónicas.
 

Roda Cimeira
Esta encantadora aldeia situa-se na encosta da serra, virada para Sul, junto à ribeira do Sinhel.
Esta povoação é muito antiga. Sabe-se que os Romanos ali chegaram  por volta de 600 D.C. e  exploraram as minas ricas em ouro da "Escádia Grande", localizadas ao longo da ribeira do Sinhel. 
Existem casas na aldeia onde foram usadas,  na  construção,  colunas que poderão ter pertencido a uma "Villa" Romana (casa senhorial).

A Roda Cimeira, tem como padroeira Nossa Senhora da Conceição.
A Capela  antiga, tinha na ombreira da porta a data de 1721. 
Em 2001, foi iniciada uma nova capela,com casa mortuária, no local da anterior, .


 Roda Fundeira

A Roda Fundeira  é outra aldeia situada nas margens da Ribeira do Sinhel.
Tem como padroeiro  o Senhor dos Aflitos.
Conta-se que durante as Invasões Francesas a mulher de um capitão das tropas portuguesas, prometeu mandar construir  uma capela, no caso dele  não ser morto, nem ferido. 
Terminada a guerra, a promessa foi cumprida. Além disso, passou  também a dar asilo em sua casa,  a qualquer desertor, sob condição de os servir para o resto da vida.
Com o passar dos anos, a capela degradou-se e ameaçava  ruir. Em 1975, inaugurou-se uma nova  num local mais elevado.
Recentemente, a velha capela   foi adquirida pelo casal Carlos Coelho Barata e a D. Irene Mateus  que a mandou reconstruir, sendo inaugurada em 2012.

À entrada da povoação, no local onde a Ribeira do Sinhel toma o nome de  Foz Palheiros, foi construído o Complexo de Lazer da Foz Palheiros, que oferece aos seus naturais  e visitantes um convite a agradáveis e frescos mergulhos.

Relva da Mó


Perto da Roda Fundeira, vamos encontrar  a Relva da Mó, uma pequena localidade situada entre os meandros da Ribeira do Sinhel. 
Nas redondezas, existem várias minas que se supõe terem sido construídas e exploradas pelos Mouros, por volta do  século VIII.
Os habitantes costumavam viver da criação do gado que ajudavam a abastecer de  matéria prima, as fábricas de burel da região. 

Fotos da Net
 
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Bolo de champanhe e pêssego



Ingredientes

4 ovos
150g de açúcar
1 pitada de sal
100g de farinha
75g de farinha maizena
1/2 c/chá de fermento
manteiga q.b para barrar a forma
6 folhas de gelatina transparente
1 lata (850g) de pêssegos
100 ml de champanhe
800g de natas
3 pacotinhos de açúcar baunilhado
4 c/sopa de crocante
cerca de 20g de suspiros


Preparação:
Separe as gemas das claras. Bata as claras em castelo com 3 c/sopa de água fria. Misture lentamente o açúcar e a pitada de sal depois  junte os ovos. Peneire as farinhas e o fermento e deite sobre a massa.
Barrar só o fundo da forma e vai a cozer em forno pré aquecido a 200 graus cerca de 20 min. 
Depois de cozido deixe arrefecer. 
Amoleça a gelatina e escorra os pêssegos. Reduza metade dos pêssegos em puré e corte o resto em pedacinhos(reserve 4 metades para enfeitar).
Derreta a gelatina e misture o champanhe. Bata 400g de natas  com 2 pacotinhos de açúcar baunilhado. 
Divida as natas em duas partes iguais. Numa metade das natas misture o puré de pêssego e metade do champanhe, na outra metade misture os pedacinhos de pêssego e o resto do champanhe. Deixe endurecer um pouco. 
Corte o bolo em 3 partes. Ponha um aro em volta da primeira parte do bolo, espalhe as natas com o puré de pêssego e coloque  a 2ª parte do bolo em cima.  Espalhe as natas com pedacinhos de pêssego e tape com a 3ª parte do bolo. Leve  ao frigorífico 3-4 horas. 
Entretanto, bata 400g de natas  com 1 pacotinho de açúcar baunilhado.
Retire o aro do bolo e barre-o  com metade das natas. Enfeite com as restantes natas e com os pêssegos cortados as tirinhas. Polvilhe com o crocante e com os suspiros partidos aos bocadinhos. 

 Receita de  Picoquinha






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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Imagens Que Falam Por Si


Cabo Espichel





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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Santa Ovaia

Santa Ovaia é uma povoação situada junto à Estrada da Beira e às Vendas de Galizes.
Grande parte da povoação localiza-se ao longo duma encosta virada para o rio Alva, que faz da povoação um imenso  miradouro com vista  para o vale do Alva e Alvoco e para as serras do Açor e da Estrela.
Perde-se nos tempos a origem de Santa Ovaia que se pensa ser anterior  ao século XII, altura do aforamento da “terra” de Seia.
No século XIII,  Santa Ovaia  era uma das povoações mais importantes da região e já exercia funções administrativas, como comprovam  as Inquirições de 1258, que mencionam   divisões precisas entre esta povoação e Avô. 


A freguesia de Santa Ovaia esteve sempre associada ao concelho de Avô até à extinção deste, em 24 de Outubro de 1855, passando depois a fazer parte,  do concelho de Oliveira do Hospital. 
Finalmente em 2013, a freguesia  foi extinta  sendo  integrada na   União das Freguesias de Penalva de Santa Ovaia e Vila Pouca da Beira. 


Ao longo dos séculos, existiram em Santa Ovaia pedreiros  que trabalhavam o granito, saindo dali muitos trabalhos para todo o país e estrangeiro. Estes homens criaram um dialecto que só eles entendiam - “os verbos dos arguinas”. O mesmo aconteceu também na freguesia de Nogueira do Cravo.
Tal como acontece com o mirandês, já poucas pessoas conhecem este dialecto que se encontra em vias de extinção.

Santa Ovaia  tem como orago  N. Srª da Expectação.
Inicialmente, a povoação pertencia à paróquia de S. Pedro de Lourosa.
Em meados do  século XIII, os cónegos de Coimbra possuíam aqui herdades e vassalos, talvez por doação antiga.  A Ordem de Cristo tinha aqui uma comenda  do padroado real e foi curato da apresentação da Sé de Coimbra.

A Igreja Paroquial, é uma reconstrução do final do século XIX e obedece ao traçado regional de tradição setecentista. 
A torre fica à direita, tendo o baptistério na parte inferior.
O tecto da capela-mor e do corpo da igreja são pintados e os retábulos são de talha dourada.
Para além da Igreja matriz, destacam-se outros imóveis de interesse arquitectónico na povoação.


Capela de Santo António


Esta bonita capelinha  situa-se  no Largo de Santo António.
É uma construção singela com  altar e a imagem do padroeiro de granito.

Casa Senhorial da Família Figueiredo e Castro
dos princípios do século XIX


Casa senhorial  da família Vaz Patto




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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa: "Do Natal aos Reis"

Da Associação do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa recebi um email solicitando a divulgação do evento "Do Natal aos Reis" - I Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, a realizar no próximo dia 8 de Janeiro.
Com todo o gosto partilho mais esta iniciativa dum dos grupos que melhor divulgam o concelho de Arganil.


‘Do Natal aos Reis’: 1ª edição
Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

Como é do vosso conhecimento, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa encontra-se a comemorar os seus 35 anos de existência, em prol da cultura tradicional da Serra do Açor. Depois de um ano cheio de atividades, é chegada a hora de findar as comemorações. Para tal, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa decidiu organizar um encontro de cantares do ciclo natalício. Com o apoio e coorganização da Junta de Freguesia da Misericórdia, surge pela primeira vez o espetáculo ‘DO NATAL AOS REIS’, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais próprios da época.

O evento terá o seguinte horário:
16h00m - Abertura do espetáculo com sessão solene
16h15m - Atuação dos Grupos de Folclore:
 1. Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos HUC
 Coimbra | Beira Litoral Mondego
 2. Rancho Folclórico “As Mondadeiras da Casa Branca”
 Sousel | Alto Alentejo
 3. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
 Arganil | Beira Serra
Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! 
Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".

Esperamos por si...   



Em prol da cultura popular da nossa terra

Saudações Etno-folclóricas


Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

A Direcção


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