segunda-feira, 16 de julho de 2018

Mau Tempo na Aldeia

Após a catástrofe dos incêndios, que deixaram tudo queimado em redor da minha aldeia, foram as chuvas intensas deste Verão atípico, cujas enxurradas trouxeram mais destruição.
As imagens, que consegui no Facebook, são elucidativas.








 






Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




sexta-feira, 13 de julho de 2018

Porque É Fim de Semana: União das Freguesias de Celorico da Beira

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta de mais algumas  localidades portuguesas e vamos iniciar o périplo pelas freguesias de Celorico da Beira, na sede de município.
Na área urbana de  Celorico da Beira existiram três freguesias: Santa Maria, São Pedro e Vila Boa do Mondego que foram agregadas e formam, actualmente, a União das Freguesias de Celorico da Beira.

A antiga freguesia de Santa Maria corresponde à zona mais antiga da localidade, situada em volta do castelo.
A padroeira é Santa Maria.



A antiga Freguesia de S. Pedro, cujo orago deu o nome à freguesia, situa-se na parte mais moderna de Celorico da Beira junto à estrada nacional e mais duas povoações anexas: Aldeia da Serra,  que até 1811, também era Freguesia e Barco, um pequeno aglomerado de casas, junto ao rio  Mondego, que até 1818 pertencia à freguesia de Jejua (Vila Boa do Mondego).



A antiga freguesia de  Vila Boa do Mondego era, antigamente chamada apenas Vila Boa, mas também foi conhecida pelo nome de Jejua.
O Orago é  Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Esta antiga freguesia foi extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, sendo depois  agregada às freguesias de São Pedro e Santa Maria, para formar a União das Freguesias de Celorico.

Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




quinta-feira, 12 de julho de 2018

Fonte dos Pasmados - Vila Nogueira de Azeitão

Sempre que passo em Vila Nogueira de Azeitão, a Fonte dos Pasmados reclama a minha atenção. O seu tamanho monumental, os bonitos elementos decorativos e cores fortes não deixam indiferentes quem por perto se desloca.

Mandado construir pelo juiz de Fora Agostinho Machado de Faria e inaugurado em 1787, é uma obra de  características barrocas, classificado  como Imóvel de Interesse Municipal, desde 29 de Setembro de 1977.

Segundo a tradição oral, este chafariz ficou conhecido por este nome, devido à admiração de todos os que o contemplavam, ficando a olhar para ele com cara de pasmados.
De realçar, entre outros elementos decorativos, o escudo real de D. Maria I, a monarca portuguesa na época da inauguração do chafariz. 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




quarta-feira, 11 de julho de 2018

Pelos Caminhos de Portugal: Comporta

A Comporta é uma das mais belas localidades do litoral alentejano, sede duma freguesia do concelho de Alcácer do Sal.
Célebre pela sua magnífica praia de areias finas e águas límpidas, a Comporta é o destino de muitos veraneantes que ali procuram usufruir de momentos de lazer num ambiente de calma e tranquilidade.




Sobejamente conhecidos  são também os seus extensos arrozais, modo de vida de grande parte da população local. Ali se situa a maior zona de cultivo de arroz do país.


O orago da Comporta é São Pedro.
Do património desta localidade fazem parte a Igreja Matriz e a Capela de São Pedro. 



Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




terça-feira, 10 de julho de 2018

Hortenses e Coroas Imperiais de Biscuit

O biscuit está a tornar-se um vício. Um vício bom que me ocupa o tempo e me distrai a mente. 
Desta vez, partilho com os leitores do blog, mais dois trabalhos que adorei fazer: um ramo de hortenses e outro de coroas imperiais.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




segunda-feira, 9 de julho de 2018

Só Imagens



Alcácer do Sal 

Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




sexta-feira, 6 de julho de 2018

Porque É Fim de Semana: Celorico da Beira

Porque é Fim de Semana, vamos seguir para a zona centro e partimos à descoberta dum novo concelho do distrito da Guarda. Desta vez, Celorico da Beira.

Esta vila situada  junto à Serra da Estrela e ao rio Mondego é bastante antiga sendo de  500 A.C., os primeiros vestígios de ocupação humana. 
Espalhados pela vila, encontram-se  testemunhos da passagem de vários povos pela região. troços de uma grande calçada romana ou uma inscrição dedicada a uma divindade pré-romana no interior do castelo, que se acredita ter sido construído sobre um castro milenar.


Celorico da Beira recebeu a primeira carta de foral concedida por Afonso Henriques e confirmada por Afonso II, em 1217. D. Manuel I confirmou o foral em 1512, concedendo-lhe o título de vila.
O castelo, construído entre os séculos XII e XIII, situado num local privilegiado, assumiu função  bastante importante nas diversas guerras em que o país se viu envolvido.


O concelho é sobejamente conhecido pela qualidade do seu queijo , sendo Celorico considerada a Capital do Queijo da Serra da Estrela.
O concelho é formado por várias  16 freguesias: União das Freguesias de Açores e Velosa, Baraçal,  Carrapichana, Casas do Soeiro, União das Freguesias de Cortiçô da Serra, Vide Entre Vinhas e  Salgueirais, Forno Telheiro, Lajeosa do Mondego, Linhares da Beira, Maçal do Chão, Mesquitela, Minhocal, Prados, União das Freguesias de Rapa e Cadafaz, Ratoeira,  Vale de Azares,  e União das Freguesias de Celorico da Beira ( Santa Maria, São Pedro e Vila Boa do Mondego )

Fotos da Internet





Obrigada pela sua presença. Volte sempre!



quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fernando Pessoa, Sempre Fernando Pessoa

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender... 


O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... 



Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...








Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bolo Gelado de Natas e Rum

Ingredientes:

Para o bolo gelado
1 litro de natas para bater
250 ml de leite gordo
200 g de palitos-la-reine
300 g de açúcar em pó
4 gotas de essência de baunilha
8 gemas
rum q.b.

Para a decoração
chantilly q.b.
chocolate ralado q.b.



Confeção:

Bata as gemas com o açúcar durante 10 minutos.
Adicione o leite misturado com a baunilha e leve ao lume, em banho-maria, até que engrosse, sem deixar ferver.
Passe imediatamente o creme para outro recipiente, coloque-o sobre gelo e continue a mexer, mais devagar, até arrefecer completamente.
Bata as natas, geladas, em chantilly e incorpore-as no creme.

Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




terça-feira, 3 de julho de 2018

Pelos Caminhos de Portugal: Estremoz

Estremoz é uma típica cidade alentejana de casas branquinhas, que lhe auferiram o título de Cidade Branca. 
A  importância da região onde se encontra implantada, remete-nos para a época da ocupação Romana e Muçulmana, sendo conquistada pela primeira vez, aos Mouros, em 1185, por Geraldo Geraldes, o Sem Pavor.




Várias vezes perdida e reconquistada,  entrou finalmente na posse do reino, recebendo   o seu primeiro foral em 1258, por D. Afonso III. 
Foi nesta região, que no século XIII,se fizeram as negociações do casamento do rei D. Dinis com D. Isabel de Aragão, que após a morte do marido, se recolheu no Castelo, onde viveu os últimos dias da sua vida.



No século XVII, no contexto da Restauração da Independência do país,  D. João IV mandou construir uma segunda linha de fortificações.
São estas duas linhas de fortificações que  dividem a cidade em duas partes: a cidade alta e a cidade baixa.


A primeira remonta à fundação da localidade e corresponde à parte alta da cidade, situada numa colina. 
Ali podemos encontrar  o Castelo e a vila medieval com ruas estreitas e irregulares,  protegidas por uma muralha.
O Castelo actualmente é uma pousada e na  praça principal uma estátua de Isabel de Aragão, mulher de D. Dinis, domina a paisagem circundante.


A Torre de Menagem, também apelidada por  " Torre das Três Coroas" é considerada uma das mais imponentes do país, tem 28 m de altura e
fica situada à entrada da Pousada.

Em frente ao castelo vamos encontrar o que resta do Palácio Real de D. Dinis, em grande parte destruído, devido a uma explosão do paiol do palácio em  1698.    
O Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, foi transferido, em 1972, para um edifício do século XII.

A cidade baixa é mais moderna e situa-se numa zona mais plana. Está rodeada por uma muralha construída no século XVII, durante as guerras da Restauração. 




Até à reforma administrativa de 2013, existiam na cidade duas freguesias, a de Santa Maria e a de Santo André. A partir de então as duas freguesia foram agregadas, passando  a ser apenas uma, denominada União da Freguesias de Estremoz.



Religiosamente  a cidade está dividida em duas paróquias, a de Santa Maria e a de  Santo André.
Paróquia de Santa Maria


A actual Igreja de Santa Maria foi mandada construir por D. Sebastião e pelo Cardeal D. Henrique, durante a segunda metade do século XVI, junto ao Castelo, no local onde anteriormente existia um outro templo de estilo românico.

Em 1730 era priorado da Ordem de Avis. 
O orago é Santa Maria.

Paróquia de Santo André
Esta freguesia paroquial, cujo orago é Santo André, já existia  no século XV e foi priorado da Ordem de Avis.
A igreja sofreu obras de restauro ao longo dos tempos  até à altura em que foi demolida sendo ali construído o Palácio da Justiça.
A partir de então, o culto passou a ser realizado na Igreja dos Congregados.


Em Estremoz existe um importante património de que destaco:

- O Castelo
- O  Paço Real
- O Convento e Igreja de São Francisco



- A Igreja de Santa Maria 
Castelo de Estremoz
- Café Águias D’Ouro
- Convento dos Congregados
- Torre das Couraças
- Pelourinho



- Capela de Nossa Senhora dos Mártires
- Claustro da Misericórdia





Obrigada pela sua presença. Volte sempre!




segunda-feira, 2 de julho de 2018

Visita a Estremoz: Bonecos de Barro

Num dos Sábado de Julho, houve mais um encontro cultural que eu, meu marido e um grupo de amigos temos por hábito efectuar mensalmente.



A escolha deste dia recaiu numa vista à cidade de Estremoz, com especial incidência nos tradicionais Bonecos de Estremoz.
Chegámos à cidade a tempo de  visitar a feira de Antiguidades e Velharias, que se realiza todos os Sábados e que é considerada a maior do Alentejo. Percorremos algumas ruas da feira, onde apreciámos  peças de cerâmica, arte sacra, mobiliário, livros e muitas outros objectos raros e antigos.



Depois de  visitarmos algumas lojas de artesanato, dirigimo-nos ao Castelo,para visitarmos  o Museu Municipal de Estremoz.
O Museu, que se estende por dois andares, tem no rés do chão uma vasta colecção de Bonecos de Barro,   o ex-libris desta cidade alentejana e que já existiam em princípios do séc. XVIII. 



Em 1770,  em Estremoz havia mulheres que faziam  figuras de barro e que eram conhecidas como “boniqueiras”. Inicialmente, faziam imagens de santos que as pessoas gostavam de ter nas suas casas. Mais tarde, passaram a fazer  peças representando também o modo de vida na região.



Desde 2017, a Produção de Figurado em Barro de Estremoz, vulgarmente conhecida por Bonecos de Barro de Estremoz, foi declarada Património Cultural Imaterial da Humanidade.
No primeiro piso existem várias divisões, sendo duas delas dedicadas a exposições. Nas outras, pode ser apreciada a reconstituição duma  Casa Alentejana (de finais do séc. XIX / início do séc. XX).



Terminada a visita ao museu, não deixámos a cidade sem antes apreciar a excelente vista sobre a paisagem alentejana, que se pode usufruir do Castelo.






Obrigada pela sua presença. Volte sempre!