quarta-feira, 14 de março de 2018

Linha de Cascais: Cruz Quebrada - Dafundo

O Açor continua na Linha de Cascais e na freguesia  de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada - Dafundo.
Hoje vamos conhecer mais um pouco da antiga freguesia formada pela Cruz Quebrada, Dafundo e outras pequenas localidades anexas.


A primeira referência à Cruz Quebrada surge no Foral da Vila de Oeiras (1760), embora, em documento datado de 1649, este lugar seja mencionado indiretamente, associado ao Forte de Santa Catarina da Cruz Quebrada.
No passado, Cruz Quebrada e Dafundo eram duas localidades distintas, separados por uma avenida. Após a construção da Estrada Marginal os dois lugares ficaram totalmente ligados.
Durante os finais do século XIX, o Dafundo era famoso pela sua praia, sendo mencionado por Eça de Queirós em alguns dos seus livros. 
Na região viveram várias figuras ilustres portuguesas, com foram os casos de: 
- Roberto Ivens notável explorador português,  viveu e faleceu na Casa do Cedro no Dafundo; 
- João Alcântara nasceu e cresceu no bairro Clemente Vicente, no Dafundo;
- Almeida Garrett  viveu na Quinta do Rodízio; 
- Aquilino Ribeiro morou na Cruz Quebrada, onde escreveu algumas das suas obras.


O orago é o  Senhor Jesus dos Aflitos e a sua igreja tem arquitectura contemporânea.
Do património da vila, destaco ainda:

- Aquário Vasco da Gama

O Aquário Vasco da Gama localiza-se no Dafundo e foi concebido  com o apoio de Carlos I  que o inaugurou em 1898, nas comemorações do quarto centenário da partida de Vasco da Gama, para a Índia. 
Nele estão expostas, para além de várias espécies marinhas, as coleções zoológicas reunidas pelo monarca durante as suas campanhas oceanográficas.
Uma das principais atrações do Aquário é um exemplar de lula gigante, com 8 metros de comprimento.

- Ponte do século XVII 

Esta ponte sobre o Rio Jamor, tem três arcos, dois pilares e apresenta duas lápides, uma com uma caravela a simbolizar a capital, e a outra com a data da sua construção em 1608.

- Palacete de Santa Sofia
O Palacete de Santa Sofia é uma construção de finais do século XIX, na antiga Quinta da Bela Vista.
Esta Quinta pertenceu ao Conselheiro Bartolomeu dos Mártires Dias e Sousa, pai de Sofia Dias e Sousa que casou com o 2.º Conde de Tomar, António Bernardo da Costa Cabral.

O palacete passou para a família Costa Macedo, por casamento das filhas do 2.º Conde de Tomar com António Maria da Costa Macedo.

- Quinta e Palácio de S. Mateus


Palácio construído no final do século XVIII, de planta em L. 

Palácio da Cruz Quebrada 



Palácio pombalino de planta rectangular, mandado construir pelo Conde de Oeiras e marquês de Pombal, Sebastião José de Carvalho e Melo, no século XVIII. 

Palácio do Marquês de Pombal


Este palácio, também conhecido por Quinta de S. João das Praias, foi mandado construir pelo Marquês de Pombal durante a segunda metade do século XVIII, sendo utilizado  como quinta de recreio. 
De realçar a capela com pinturas do século XVIII, os azulejos existentes no interior e no exterior , duas estátuas datadas do século XVIII da autoria de Machado de Castro e as cascatas dos jardins.

- Farol do Esteiro
Farol do Esteiro situa-se na Mata do Estádio Nacional em Cruz Quebrada - Dafundo,  na proximidade dum outro mais antigo que ali existia.

- Complexo Desportivo do Jamor 



Este complexo desportivo é formado pelo  Estádio Nacional e várias instalações dedicadas a  outras actividades desportivas:  piscina olímpica,  campos de ténis,  de râguebi e de golfe, pista de canoagem, carreira de tiro e circuitos de BTT.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

terça-feira, 13 de março de 2018

Linha de Cascais: Algés

Muitas vezes tenho passado em locais nos arredores de Lisboa completamente indiferente à zona que atravesso. É o caso da linha do Cascais, onde  focada no trânsito, nas praias  e na paisagem marítima e fluvial me desligo da zona urbana.
É à Linha de Cascais que o Açor se vai dedicar nos próximos dias, começando pela freguesia  de Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada - Dafundo, do concelho de Oeiras. 



Logo à saída do concelho de Lisboa vamos entrar na vila de Algés,que juntamente com Cruz Quebrada e Dafundo pertenciam ao "Reguengo de Algés", também denominado por "Algés de Ribamar", que já no tempo de D. Afonso Henriques  designava os terrenos compreendidos entre a Ribeira de Alcântara e o Rio Jamor.
O topónimo da vila estará ligado à existência de extracção de giz no tempo dos muçulmanos  e em períodos anteriores. O nome árabe Al-geis, (o giz) deu origem a Algés.


A igreja paroquial do Cristo Rei situa-se num pequeno edifício de arquitectura moderna, anexa a um prédio de habitação.
Do património da vila destacam-se:

-Capela de Nossa Senhora do Cabo

A Capela de Nossa Senhora do Cabo de Algés, foi mandada construir pelo Padre António Xavier Ligeiro (que se encontra sepultado debaixo do altar-mor), tendo ficado pronta em 1780, já depois da sua morte.
Pensa-se que  à data da sua construção teria vista para o Cabo Espichel, onde existe igualmente uma capela (o Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua) dedicada a Nossa Senhora do Cabo

Em 1991,  esta capela foi alvo de obras de restauro por parte da Câmara Municipal de Oeiras.

Palácio Anjos



Este palácio situado junto à marginal de Algés, foi construído no século XIX e  foi inicialmente, casa de veraneio de Policarpo Anjos. 
Depois de recuperado, o palácio e respectivo jardim foram abertos ao público e ali funciona a sede do Centro de Arte - Colecção Manuel de Brito

Palácio Ribamar





Perto do palácio anterior, vamos encontrar o Palácio Ribamar, construído no século XVIII pelo conde do Vimioso, D. Francisco Paula Portugal.
Foram também seus proprietários os condes de Lumiar, os marqueses de Valença, o conde Cabral e o conde da Foz.
Mais tarde, ali funcionou uma escola secundária e, em 1962, a propriedade foi adquirido pela Câmara Municipal de Oeiras.



Cruzeiro de Algés 




Este Cruzeiro construído na época filipina, fica situado junto ao Palácio Ribamar. 
No século XIX, foi derrubado durante uma tempestade e mandado reparar pelo Conde de Cabral.

Torre VTS do Porto de Lisboa


Na margem do rio Tejo,  situa-se um edifício de arquitectura algo estranha devido à sua inclinação. Da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, foi inaugurado em 2001 pelo então Ministro Ferro Rodrigues para ali funcionar o Centro de Coordenação e Controlo Marítimo do Porto de Lisboa.











Obrigada pela sua presença. Volte sempre!


segunda-feira, 12 de março de 2018

Dia Internacional das Florestas em Arganil

Este ano, a Câmara  Municipal de  Arganil vai comemorar o dia Internacional da Floresta com um  evento  subordinado  ao  tema  “Dar Cor à Serra do Açor”. Esta acção conta também com a colaboração da União de Freguesias de Cepos e Teixeira  e tem a participação de  350 alunos do  1.º C E B do Agrupamento de   Escolas de Arganil.
Esta iniciativa realizar-se-à no dia 21 de Março, na União de Freguesias de Cepos e Teixeira  no local de Chã da Cabeça e terá como finalidade para além de contribuir para a reflorestação da Serra do Açor, afectada durante os incêndios de Outubro passado, sensibilizar os mais jovens para a protecção e preservação da Natureza e para a educação ambiental.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

sexta-feira, 9 de março de 2018

Porque É Fim de Semana: Sameiro

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades do concelho de Manteigas e seguimos para a freguesia de Sameiro.




Situada numa região ensolarada e bem irrigada pelo Zêzere e ribeiras afluentes, desde cedo foi habitada.Por outro lado, cobertas de pastagens e mato, as suas encostas atraíram os pastores que ali procuravam alimento para os seus rebanhos. 
Embora não se conheça a origem do povomento humano, pensa-se terem sido as tribos lusitanas  os primeiros habitantes do local. 
Seguiram-se outras civilizações que invadiram e se fixaram na região, como o comprovam os vestígios encontrados, como são os casos de objectos romanos e árabes. 


Em finais do século XII, a aldeia de Sameiro pertencia a D. Moninho Rodrigues que a doou  à ordem de São João Baptista de Malta.
O primeiro documento escrito onde se refere a povoção é uma carta de foral atribuída por D. Guilherme Raimundes a Vila Nova de Riba Mondego, datada de 1220.“in riba mondego et est termino felgozinho”;“Vizinho de vila noua per totum regnum Portugal non pectet nisi per foro de Zameiro”





O padroeiro de Sameiro é São João Batista.

A Igreja Matriz 

A construção da Igreja de São João Baptista,  deve datar dos princípios do século XVIII.  Tinha um só altar  e não tinha sacrário. Até à data foi alvo de várias obras de  beneficiação e ampliação. 

Outros pontos de interesse na aldeia:


Capela de Santa  Eufémia
Não se conhece a data de construção deste templo. No entanto, sabe-se que durante      alguns anos do século XVII,  substituiu a Igreja Matriz, então demolida,  na realização do culto e que a imagem de Santa Eufêmia data de 1696.
A  capela  original  foi demolida no início do século XX e substituída  pela actual.


Cruzeiro
Monumento em forma de cruz latina sobre uma base de xisto, construído para proteger as culturas contra as pragas que assolavam aquela região.


Fonte de São João Batista
Fonte construída pelos habitantes  da aldeia de que apenas  se conhece a data da reconstrução, em 1966.
A fonte é de xisto com uma bica que cai numa pia de granito.
No seu topo,  destaca-se um azulejo dedicado a  São João Batista e uma placa com adata da reconstrução da fonte. 



Fotos da Net




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Cecília Meireles, Um Poema Para a Noite de Hoje


Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

 Cecília Meireles





Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

terça-feira, 6 de março de 2018

Travanca do Mondego

Travanca do Mondego é uma aldeia situada numa das margens da albufeira da barragem da Aguieira.
Foi uma freguesia extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional, sendo agregada à freguesia de Oliveira do Mondego, passando a formar a União das Freguesias de Oliveira do Mondego e Travanca do Mondego.



A antiga freguesia de São Tiago Maior de Travanca de Farinha Podre, anterior designação, foi priorado da apresentação da Mitra.

Em 1840 fazia parte do concelho de Farinha Podre, extinto por decreto de 31 de Dezembro de 1853. Passou então para o de Tábua mas em 1855  foi integrado no de Penacova. Voltou ao concelho de Tábua em 1895, mas regressou finalmente ao de Penacova em 1898.


O padroeiro da freguesia  é São Tiago. 
No entanto, a padroeira da aldeia é Nossa Senhora dos Remédios. 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

segunda-feira, 5 de março de 2018

Oiveira do Mondego

Oliveira do Mondego é uma antiga freguesia do concelho de Penacova,  extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional. Nessa altura foi agregada à freguesia de Travanca do Mondego, para formar uma nova freguesia denominada União das Freguesias de Oliveira do Mondego e Travanca do Mondego da qual é sede.


Situada na  margem esquerda do Mondego, esta aldeia designou-se Oliveira do Cunhedo até 1912.
Esteve integrada no concelho de Farinha Podre até  1853, data em que este foi extinto, transitando então para o de Tábua.
Em 24 de Outubro de 1855 foi definitivamente anexada ao concelho de Penacova.
O orago da freguesia é Santa Marinha.


A Igreja foi bastante alterada devido a várias obras realizadas ao longo dos tempos.
No seu interior, destacam-se  um silhar de azulejos quinhentistas, situado sob o frontal de madeira do altar do Evangelho e três retábulos de talha dourada do final da época de D. Pedro II, provavelmente oriundos de algum convento extinto.
Destacam-se ainda a imagem da padroeira do século XV, em calcário, a imagem da Senhora com o Menino (escultura gótica) e a de Santa Bárbara (setecentista). 


Existe ainda na aldeia uma Capela em louvor de Nossa Senhora da Piedade, a padroeira da aldeia. 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

sexta-feira, 2 de março de 2018

Porque É Fim de Semana: Manteigas

Porque é fim de semana, vamos partir à descoberta dum novo concelho, para conhecer mais algumas povoações do nosso querido Portugal.
Vamos agora para o município de Manteigas que é formado por duas freguesias situadas na vila  e mais duas nos arredores.

Vamos então conhecer um pouco desta vila  situada a 700 m de altitude, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, no vale glaciar do rio Zêzere,   sobejamente conhecida pela sua indústria têxtil, pelo queijo da Serra e  pelo turismo.
Embora não se conheça a origem da ocupação humana na região, foram encontrados vestígios de vários povos invasores que atestam que  Manteigas foi fundada após a reconquista do território aos Muçulmanos.
Seguiu-se o povoamento e D. Sancho I, concedeu-lhe foral em 1188. 


Em 1258, nas Inquirições ordenadas por D. Afonso III, Manteigas surge como terras pertencentes à Coroa.
Em 1514, D. Manuel I confirmou-lhe o foral e concedeu-lhe foral novo.
Na reforma administrativa de 1896, o concelho foi extinto sendo anexado ao da Guarda mas, em  1898,  foi restaurado.
Inicialmente,  Manteigas, era formada apenas pela  freguesia de Santa Maria. Actualmente,  existe ainda a freguesia de São Pedro. Anexas à vila existem ainda as freguesias de Sameiro e Vale da Amoreira.
Os padroeiros de Manteigas são Santa Maria e São Pedro.
Do património edificado de Manteigas destaco:


- Igreja de Santa Maria
Esta é a igreja mais antiga da Vila que tem vários altares: o altar-mor, dedicado a Santa Maria Maior;  o altar do Sagrado Coração de Jesus e dois altares da Imaculada Conceição; do lado direito encontram-se os altares de São Sebastião e de Nossa Senhora da Assunção.


- Igreja de São Pedro
Não se conhece a data da construção deste templo , apenas se sabe que é posterior à Igreja de Santa Maria e que na Chancelaria de D. João I (1385-1410), Já se faz referência  ao prior de São Pedro de Manteigas.
A igreja tem uma nave e   planta em cruz latina pouco acentuada. Apresenta    sete altares onde o principal  ocupa quase toda a parede posterior da capela-mor,  dois laterais, em cada lado do arco de divisão da capela-mor; dois altares barrocos que ocupam os braços do transepto, criando duas capelas laterais; e mais dois altares do lado direito: um ao centro, em frente ao púlpito do lado esquerdo, e o outro sob o coro alto. À exceção dos altares do transepto, claramente barrocos, todos os outros datam dos restauros da primeira metade do século XX.


- Igreja da Misericórdia
Construída entre 1685 e 1688,no local onde existia a Capela de São João Baptista (1260).
Formado por uma nave, capela-mor, sacristia e anexos. É um templo muito simples onde se destacam  no interior o púlpito, os retábulos maneiristas e de talha barroca da capela-mor e o retábulo. A torre sineira foi demolida nos anos sessenta do século XX.
   


Existem ainda várias Capelas, como são os casos das Capelas do Senhor do Calvário, de São Lourenço, de São Gabriel,  de Santa Luzia, ...


- Solar da Casa das Obras
As obras de construção deste solar iniciaram-se em 1770 e ficaram concluídas no primeiro quartel do Século XIX. No seu interior destacam-se algumas peças de mobiliário, quadros a óleo dos séculos XVIII e XIX.

Fotos da Net

Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quinta-feira, 1 de março de 2018

Artesanato

Nos últimos tempos, tenho andado muito dedicada ao artesanato e, em especial, à pintura de caixas.
Esta foi a última.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Lulas Recheadas




Ingredientes:
8 Lulas frescas
3 colheres de sopa de arroz
1 Tomate
Polpa de tomate
Chouriço
Azeite
Cebola
Alho
Sal
Vinho branco
(Palitos)
Preparação:
Tiram-se os tentáculos e abas das lulas, limpam-se, tira-se a pele  que as envolve e  e lavam-se muito bem.
Cortam-se os tentáculos e abas em pedacinhos bem pequeninos, e misturam-se num recipiente com o chouriço cortado em cubinhos, o tomate também em cubinhos, e o arroz lavado.
Recheiam-se as lulas, só até ao meio, com esta mistura (o arroz vai inchar e as lulas vão encolher). Fecham-se folgadas, mas bem tapadas para o arroz não sair, com um palito.
Num tacho, sempre em lume brando, põe-se azeite, cebola picadinha e um dente de alho picadinho a alourar.
Colocam-se as lulas, temperam-se de sal, e tapa-se o tacho. Depois de alourarem de um lado e do outro, e soltarem a água, junta-se a polpa de tomate e um pouco de vinho. 
Depois de cerca de 20 minutos a guisar, estão prontas para servir com batatas fritas e ou arroz branco.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Desolação na Serra do Açor

Se há imagens que falam por si, esta é uma delas. 
Até Outubro passado, a Gramaça, uma aldeia situada bem perto do Monte do Colcurinho, tinha uma vista panorâmica fantástica para as encostas e vale verdejantes de parte da freguesia de Pomares.


Hoje a paisagem é arrepiantemente desoladora. Exceptuando alguns cômoros que, por estarem limpos ou cultivados, resistiram à fúria violenta das chamas, tudo em redor é  inóspito negro.
Não sei quando voltaremos a ter alguma vegetação, mesmo rasteira, pois até as plantas invasoras teimam em não rebentar.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Imagens Que Falam Por Si

As encostas que foram verdejantes deram lugar ao tom da terra queimada. 



Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Porque é fim de semana: Cativelos

Porque é fim de semana, vamos prosseguir na descoberta das localidades do concelho de Gouveia e seguimos para a freguesia de Cativelos.



Esta localidade situa-se na margem esquerda do Mondego e recebeu foral do rei D. Manuel, em 1513. Pertenceu ao concelho de Casal antes de passar para o município de Gouveia.


Tem como Orago o Mártir São Sebastião
A Igreja é barroca restaurada em 1986.

- Capela de Santo António



Entre o diverso e rico património edificado de referir:
- Ponte Romana



- Piscina da Ribeira da Acessada ou a Senhora dos Verdes.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!