terça-feira, 10 de julho de 2018

Hortenses e Coroas Imperiais de Biscuit

O biscuit está a tornar-se um vício. Um vício bom que me ocupa o tempo e me distrai a mente. 
Desta vez, partilho com os leitores do blog, mais dois trabalhos que adorei fazer: um ramo de hortenses e outro de coroas imperiais.




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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Só Imagens



Alcácer do Sal 

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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Porque É Fim de Semana: Celorico da Beira

Porque é Fim de Semana, vamos seguir para a zona centro e partimos à descoberta dum novo concelho do distrito da Guarda. Desta vez, Celorico da Beira.

Esta vila situada  junto à Serra da Estrela e ao rio Mondego é bastante antiga sendo de  500 A.C., os primeiros vestígios de ocupação humana. 
Espalhados pela vila, encontram-se  testemunhos da passagem de vários povos pela região. troços de uma grande calçada romana ou uma inscrição dedicada a uma divindade pré-romana no interior do castelo, que se acredita ter sido construído sobre um castro milenar.


Celorico da Beira recebeu a primeira carta de foral concedida por Afonso Henriques e confirmada por Afonso II, em 1217. D. Manuel I confirmou o foral em 1512, concedendo-lhe o título de vila.
O castelo, construído entre os séculos XII e XIII, situado num local privilegiado, assumiu função  bastante importante nas diversas guerras em que o país se viu envolvido.


O concelho é sobejamente conhecido pela qualidade do seu queijo , sendo Celorico considerada a Capital do Queijo da Serra da Estrela.
O concelho é formado por várias  16 freguesias: União das Freguesias de Açores e Velosa, Baraçal,  Carrapichana, Casas do Soeiro, União das Freguesias de Cortiçô da Serra, Vide Entre Vinhas e  Salgueirais, Forno Telheiro, Lajeosa do Mondego, Linhares da Beira, Maçal do Chão, Mesquitela, Minhocal, Prados, União das Freguesias de Rapa e Cadafaz, Ratoeira,  Vale de Azares,  e União das Freguesias de Celorico da Beira ( Santa Maria, São Pedro e Vila Boa do Mondego )

Fotos da Internet





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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fernando Pessoa, Sempre Fernando Pessoa

Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender... 


O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... 



Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...








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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bolo Gelado de Natas e Rum

Ingredientes:

Para o bolo gelado
1 litro de natas para bater
250 ml de leite gordo
200 g de palitos-la-reine
300 g de açúcar em pó
4 gotas de essência de baunilha
8 gemas
rum q.b.

Para a decoração
chantilly q.b.
chocolate ralado q.b.



Confeção:

Bata as gemas com o açúcar durante 10 minutos.
Adicione o leite misturado com a baunilha e leve ao lume, em banho-maria, até que engrosse, sem deixar ferver.
Passe imediatamente o creme para outro recipiente, coloque-o sobre gelo e continue a mexer, mais devagar, até arrefecer completamente.
Bata as natas, geladas, em chantilly e incorpore-as no creme.

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terça-feira, 3 de julho de 2018

Pelos Caminhos de Portugal: Estremoz

Estremoz é uma típica cidade alentejana de casas branquinhas, que lhe auferiram o título de Cidade Branca. 
A  importância da região onde se encontra implantada, remete-nos para a época da ocupação Romana e Muçulmana, sendo conquistada pela primeira vez, aos Mouros, em 1185, por Geraldo Geraldes, o Sem Pavor.




Várias vezes perdida e reconquistada,  entrou finalmente na posse do reino, recebendo   o seu primeiro foral em 1258, por D. Afonso III. 
Foi nesta região, que no século XIII,se fizeram as negociações do casamento do rei D. Dinis com D. Isabel de Aragão, que após a morte do marido, se recolheu no Castelo, onde viveu os últimos dias da sua vida.



No século XVII, no contexto da Restauração da Independência do país,  D. João IV mandou construir uma segunda linha de fortificações.
São estas duas linhas de fortificações que  dividem a cidade em duas partes: a cidade alta e a cidade baixa.


A primeira remonta à fundação da localidade e corresponde à parte alta da cidade, situada numa colina. 
Ali podemos encontrar  o Castelo e a vila medieval com ruas estreitas e irregulares,  protegidas por uma muralha.
O Castelo actualmente é uma pousada e na  praça principal uma estátua de Isabel de Aragão, mulher de D. Dinis, domina a paisagem circundante.


A Torre de Menagem, também apelidada por  " Torre das Três Coroas" é considerada uma das mais imponentes do país, tem 28 m de altura e
fica situada à entrada da Pousada.

Em frente ao castelo vamos encontrar o que resta do Palácio Real de D. Dinis, em grande parte destruído, devido a uma explosão do paiol do palácio em  1698.    
O Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, foi transferido, em 1972, para um edifício do século XII.

A cidade baixa é mais moderna e situa-se numa zona mais plana. Está rodeada por uma muralha construída no século XVII, durante as guerras da Restauração. 




Até à reforma administrativa de 2013, existiam na cidade duas freguesias, a de Santa Maria e a de Santo André. A partir de então as duas freguesia foram agregadas, passando  a ser apenas uma, denominada União da Freguesias de Estremoz.



Religiosamente  a cidade está dividida em duas paróquias, a de Santa Maria e a de  Santo André.
Paróquia de Santa Maria


A actual Igreja de Santa Maria foi mandada construir por D. Sebastião e pelo Cardeal D. Henrique, durante a segunda metade do século XVI, junto ao Castelo, no local onde anteriormente existia um outro templo de estilo românico.

Em 1730 era priorado da Ordem de Avis. 
O orago é Santa Maria.

Paróquia de Santo André
Esta freguesia paroquial, cujo orago é Santo André, já existia  no século XV e foi priorado da Ordem de Avis.
A igreja sofreu obras de restauro ao longo dos tempos  até à altura em que foi demolida sendo ali construído o Palácio da Justiça.
A partir de então, o culto passou a ser realizado na Igreja dos Congregados.


Em Estremoz existe um importante património de que destaco:

- O Castelo
- O  Paço Real
- O Convento e Igreja de São Francisco



- A Igreja de Santa Maria 
Castelo de Estremoz
- Café Águias D’Ouro
- Convento dos Congregados
- Torre das Couraças
- Pelourinho



- Capela de Nossa Senhora dos Mártires
- Claustro da Misericórdia





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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Visita a Estremoz: Bonecos de Barro

Num dos Sábado de Julho, houve mais um encontro cultural que eu, meu marido e um grupo de amigos temos por hábito efectuar mensalmente.



A escolha deste dia recaiu numa vista à cidade de Estremoz, com especial incidência nos tradicionais Bonecos de Estremoz.
Chegámos à cidade a tempo de  visitar a feira de Antiguidades e Velharias, que se realiza todos os Sábados e que é considerada a maior do Alentejo. Percorremos algumas ruas da feira, onde apreciámos  peças de cerâmica, arte sacra, mobiliário, livros e muitas outros objectos raros e antigos.



Depois de  visitarmos algumas lojas de artesanato, dirigimo-nos ao Castelo,para visitarmos  o Museu Municipal de Estremoz.
O Museu, que se estende por dois andares, tem no rés do chão uma vasta colecção de Bonecos de Barro,   o ex-libris desta cidade alentejana e que já existiam em princípios do séc. XVIII. 



Em 1770,  em Estremoz havia mulheres que faziam  figuras de barro e que eram conhecidas como “boniqueiras”. Inicialmente, faziam imagens de santos que as pessoas gostavam de ter nas suas casas. Mais tarde, passaram a fazer  peças representando também o modo de vida na região.



Desde 2017, a Produção de Figurado em Barro de Estremoz, vulgarmente conhecida por Bonecos de Barro de Estremoz, foi declarada Património Cultural Imaterial da Humanidade.
No primeiro piso existem várias divisões, sendo duas delas dedicadas a exposições. Nas outras, pode ser apreciada a reconstituição duma  Casa Alentejana (de finais do séc. XIX / início do séc. XX).



Terminada a visita ao museu, não deixámos a cidade sem antes apreciar a excelente vista sobre a paisagem alentejana, que se pode usufruir do Castelo.






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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Furtado-Fornos de Algodres


Furtado é  uma aldeia da freguesia de Algodres. 
Tal como muitas outras localidades da região, não se conhece a origem da ocupação humana mas sabe-se que foi ocupada pelos romanos, pois ali foram encontrados vários vestígios deste povo que ocupou a Península Ibérica.São os casos duma Ara epigráfica romana,  incluída no roteiro arqueológico de Fornos de Algodres e que tem a seguinte  inscrição : "PVDENS COMPETRI ARAS EI COLLOVESEI CAIELONI C OSIGO S", que datará do século III e de peças de ceramica de construção romana.



O orago de Furtado é São Clemente 
Pensa-se que a Capela que lhe é dedicada seja de construção seiscentista. No seu interior destaca-se a Ara epigráfica romana.





Fonte: Wikipédia e blogues de Algodres





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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Folk Bairro Alto: Da Aldeia para a Cidade

Da Direcção  do Rancho Folclórico da Ribeira recebi o pedido de divulgação de mais uma das suas iniciativas, que passo a transcrever. 


“NOTÍCIA” 
Folk Bairro Alto: Da Aldeia para a Cidade!


A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos anos, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.
O evento será realizado no Jardim de São Pedro de Alcântara, um dos excelentes miradouros de Lisboa, que marcará o encerramento do Arraial de São Pedro de Alcântara. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.
No dia 30 de junho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 1 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.
Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).
De um modo mais pormenorizado, o programa consta de:
30.Junho
16h00m – Abertura das tasquinhas
17h00m – Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais
20h30m – Arraial
1.Julho
14h00m – Abertura das tasquinhas
15h00m – Desfile etnográfico
16h00m – Encontro de Folclore:
1.      Rancho Regional e Folclórico de Candosa - Beira Alta Serrana
2.      Grupo Folclórico “Danças e Cantares de Fonte da Senhora” - Estremadura Sul
3.      Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto - Baixo Minho
4.      Rancho Folclórico do Granho - Ribatejo-Charneca
5.      Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - Beira Serra
Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".
Esperamos por si...






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sexta-feira, 15 de junho de 2018

Porque É Fim de Semana: Muxagata

Porque  é Fim  de Semana, vamos concluir o périplo pelas freguesias  do  concelho de  Fornos de Algodres, com a freguesia de Muxagata.



Não se conhece a razão do seu topónimo mas sabe-se que, em 1482, se chamava Mocegata evoluiu para Moxogata, depois Muxigata e  Muxiguata até chegar ao actual Muxagata. 


O orago da aldeia é São Miguel.
A Igreja Matriz  é  muito antiga, tem planta de cruz latina e campanário com dois sinos.


Há ainda na povoação,  uma pequena Capela dedicada a Santo António. 
Este templo, benzido em 1757, foi custeado pelos habitantes da povoação.



Fora da localidade, no limite da freguesia, existe uma Capela dedicada a  Nossa Senhora dos Milagres.
Este templo foi construído no local onde existia um outro que foi destruído início do século XIX.


Fontes: Blogues de Algodres
Fotos da Internet






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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Só Imagens

Castelo de São Jorge







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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Artesanato

Há retalhos de tecido que parece não servirem para nada, mas para quem gosta de artesanato, encontra-se sempre uma forma de aproveitamento. 


O patchwork é uma delas. Os mais pequenos retalinhos pode dar origem a belos trabalhos utilitários ou mesmo decorativos. 


Nesta fase, estou a arrumar o espaço onde faço os meus artesanatos e a juntar os pedacinhos de tecido que vou encontrando, para aplicar num futuro projecto que ainda não tenho bem definido na minha cabeça.


As fotografias correspondem a sardinhas  e  passarinhos, que fiz com retalhos um bocadinho maiores. O enchimento é também formado por aproveitamentos de manta acrílica e retalhinhos minúsculos.


Com  retalhos ligeiramente maiores fiz uns coelhos para as netas, que poderiam ser feitos com vários retalhos mais pequenos. 



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