terça-feira, 12 de junho de 2018

Ovos Verdes


Ingredientes para 4 pessoas:
10 ovos grandes
1 molhinho de salsa picada finamente
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de vinagre
Sal q.b.
Pimenta q.b.
Farinha de trigo sem fermento q.b.
Pão ralado q.b.
Óleo para fritar
Foto de Alexandre Nunes.

Preparação:
1. Numa panela com água quente, tempere com sal.
Coloque 8 ovos a cozer.
Depois da água começar a ferver, deixe cozer durante 8 minutos.
Depois dos ovos cozidos, retire-os com uma escumadeira e coloque-os numa tigela com água fria.
Deixe os ovos arrefecer e descasque-os.
2. Corte os ovos ao meio na vertical.
Descole ligeiramente a gema da clara e com a ajuda de uma colher de chá, retire-a.
Tenha muito cuidado para que a clara não parta.
Coloque as gemas numa tigela.
3. Tempere as gemas com sal e pimenta.
Junte o azeite, o vinagre e salsa picada a gosto.
Esmague tudo muito bem com um garfo até que fique uma pasta.
Com cuidado, recheie as claras com a pasta da gema e calque bem.
4. Parta para um prato, os 2 ovos que sobraram e mexa-os com um garfo.
Passe os ovos recheados por farinha e sacuda o excesso.
Passe-os por ovo batido e por fim, por pão ralado.
5. Frite os ovos de ambos os lados em óleo quente até que fiquem loirinhos.
Depois dos ovos fritos, retire-os com uma escumadeira para um prato com papel absorvente.
Pode servir esta receita como petisco ou como prato principal, acompanhado de uma salada como por exemplo, salada russa.

Fonte: SaborIntenso.com 

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Minha Cidade: Igreja da Conceição Velha

Quem passa na rua de  Alfândega, junto ao Terreiro do Paço, encontrará uma bela  fachada dum edifício, no meio doutras completamente diferentes. É a  Igreja da Conceição Velha, construída onde outrora se situava a igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, sede da primeira Misericórdia do país, que  foi destruída pelo terramoto de  1755.



Após a reconstrução da igreja, foram aproveitados alguns pormenores do templo primitivo. O antigo portal transversal Sul passou a principal, assim como  a Capela-Mor correspondia a uma capela lateral.
A fachada  é dominada por um imponente portal em arco duplo, sobre o qual se destacam imagens em alto-relevo representando a Virgem da Misericórdia e várias figuras ajoelhadas. De ambos os lados sobressaem dois belos janelões em arco redondo.   

No interior deste templo tem  uma só nave, com capelas colaterais, coro-alto e  Capela-Mor. 
Foi reconstruído no século XVIII e nele  se destacam os azulejos e o estuque trabalhado.




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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Porque É Fim de Semana: Figueiró da Granja

Porque  é Fim  de Semana, vamos prosseguir na descoberta  das  freguesias  do  concelho de  Fornos de Algodres.
Hoje vamos dedicar-nos à freguesia de Figueiró da Granja.


Não se conhecendo a origem da ocupação humana nesta localidade, têm sido encontrados dentro dos limites da freguesia, vestígios de povos muito  antigos.
No entanto, o mais certo  é que, como acontece com a maioria das povoações vizinhas, a antiga vila de Figueiró da Granja tenha  origem  numa povoação romana, pois junto ao actual cemitério, no sítio da "Torre" têm sido encontrados vários legados romanos. 
Por esta povoação passava a estrada romana, que de Viseu  se dirigia a Celorico.


Em 1169 esta Quinta ou Granja, que  era conhecida por "da Figairola", foi vendida por D. Afonso Henriques a Egas Gonçalves, por: "....um cavalo e uma mula...". Mais tarde, este doou-a  ao convento de S. João de Tarouca.
Em 1170, o rei coutou a zona que corresponde à actual freguesia, a pedido do convento, estando os limites do couto ainda  assinalados por cruzes em vários locais.



No século XV, D. Afonso V, elevou esta povoação a vila e concelho e   D. Manuel I concedeu-lhe um foral novo em 1518.
O Pelourinho que foi erguido junto à Casa da Câmara, foi mudado para o local actual, junto à Capela de de São Sebastião,devido à construção duma estrada.



Em 1836, passou a freguesia, sendo então integrada no concelho de Fornos de Algodres.

O orago de Figueiró da Granja é Nossa Senhora da Graça

A primitia Igreja data do século XII e tinha estilo românico. Ao longo dos tempos sofreu várias alterações, mas ainda conserva alguns  pormenores  daquele estilo.
No século XX, foi acrescentada  a magnífica torre sineira.

Espalhadas pela povoação existem várias Capelas.



- Capela de S. Sebastião 
Esta capela era maior e tinha um adro e uma escadaria que dava acesso à antiga estrada. Em 1881, com a construção duma nova estrada, foram demolidos uma parte da Capela, o adro e escadaria. 
No interior destaca-se  o altar barroco.


- Capela de  da Senhora da Copacabana
Esta capela data do século XVII, mandada construir  por um missionário no Peru.
Em finais do seculo XX  foi restaurada, por se encontrar em avançado estado de ruína.
Tem uma construção em planta quadrangular, cobertura de quatro águas,   fontaria em empena recta e  um campanário a rematá-la.
Tem  um  adro murado e, na extremidade norte, um pequeno cruzeiro.


- Capela de S. Pedro



- Capela de  S. Silvestre


- Capela de Santa Eufémia 




Fontes: Wikipédia e Blogues de Algodres


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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Só imagens


Renascer



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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo na XIII Feira das Freguesias de Arganil

O Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo vai também representar a freguesia de Pomares, na Feira das Freguesias em Arganil.
A actuação está prevista para o dia 10 de Junho,  às 15.30 horas, na Fonte de Amandos, mas antes haverá um almoço-convívio  no Largo da Courela, no Sobral Gordo.






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terça-feira, 5 de junho de 2018

Soito da Ruiva na Feira das Freguesias


Uma vez mais, o Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva estará  a representar a Freguesia de Pomares Feira das Freguesias de Arganil.
A exemplo de anos anteriores, estão a organizar  uma excursão para todos aqueles que quiserem estar presentes no dia da actuação dos grupos representantes da freguesia, neste certame.
7h 30, sairá do Centro Sul, em Almada, um autocarro que os conduzirá a Arganil.
Após o almoço poderá assistir às actuações dos vários grupos culturais da freguesia de Pomares. Seguir-se-à o lanche a anteceder o regresso ao Centro Sul.
O preço é de 30€ por pessoa,  incluindo transporte, almoço e lanche.

As inscrições podem ser feitas para:

Teresa Neves – geral@soitodaruiva.com – 963 949 800
Minimercado O Repolho – Cova da Piedade – 918 296 863
Pastelaria Os Lordes (Reboleira – Amadora ) – 965 125 871
Pastelaria Miradouro – Santa Iria da Azoia – 934 832 482






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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Feira das Freguesias em Arganil

A Câmara Municipal de Arganil vai organizar a XIII Feira das Freguesias 2018, nos próximos dia 8, 9 e 10 de Junho.
Uma vez mais, a  freguesia de Pomares vai estar representada pelo Grupo de Danças e Cantares do Soito da Ruiva, Grupo Etnográfico Raízes do Sobral Gordo e  Filarmónica da União Recreativa Musical Pomarense. Estas colectividades  irão actuar no Domingo,  dia 10. 
Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva actuará às 15 horas , na Praça Simões Dias; Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo,  às 15.30 horas, na Fonte de Amandos; e  a Filarmónica U. R. M.Pomarens às 16 horas, na Praça Simões Dias. 




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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Porque é fim de semana: União das Freguesias de Cortiçô e Vila Chã

Porque é fim de semana, vamos conhecer mais uma freguesia do concelho de Fornos de Algodres. Desta vez partir à descoberta das povoações que formam a União das Freguesias de Cortiçô e Vila Chã.



Esta é uma povoação bastante antiga, facto comprovado pela  existência na freguesia, duma Anta da época neolítica. 
No entanto, a fixação humana deve ser da época romana, tendo como origem numa propriedade agrícola.
No entanto, a primeira referência escrita acerca desta aldeia surgiu em 1170, na Carta de Couto de Figueiró da Granja, onde aparecia com o topónimo "Cortissolo" 
Em 1258, nas inquirições de D. Afonso III, fazem-se alusões a  moinhos de "Cortizao".
Em 1525, no "cadastro da população do Reino,  mandado efectuar por D. João III, Cortiçô  era uma freguesia-curato  de "Sancta Maria de Algodres".
No século XVI chamava-se Cortyçoo e, actualmente, é também designada por Cortiçô de Algodres.
Em 1855, a povoação foi bastante afectada por uma peste de  colera morbus, que fez um elevado número de vítimas. Apesar de a Câmara de Fornos envidar todos os esforços para debelar a situação, não conseguiu evitar a morte  de várias pessoas.


O orago desta localidade é S.Pelágio.
A  igreja medieval é um templo modesto, com portal em arco. O campanário foi construído  em 1878, na altura em que a igreja foi reparada.
No seu interior destacam-se a talha barroca e o púlpito de granito, do século XVII.

De realçar ainda, nesta aldeia, uma casa oitocentista, que se pensa ter pertencido à família Magalhães, que é conhecida por Casa do Cabo.
Junto a esta casa, existe um Lagar de azeite recuperado, que funciona como espaço museológico.

Vila Chã



Esta bonita povoação deve ter tido a sua origem também  numa quinta agrícola do tempo dos romanos. 
No Cadastro da População do Reino de 1527,  já se faz referência a Vila Chã que era uma paróquia independente de invocação de: Nossa Senhora das Bovas Novoas.



O orago de Vila Chã é Nossa Senhora das Boas Novas e a sua igreja tem estilo românico com  campanário. 
Em 1758, a padroeira era  Nossa Senhora da Assunção e a festa anual desta localidade celebra-se no dia  15 de Agosto (Dia de Nossa Senhora da Assunção).


Há ainda a destacar em Vila Chã o  Solar dos Pedrosos 



Este Solar terá sido construído no local onde outrora existia uma “villa” agrícola romana. Nela viveu em 1687, José Inácio de Almeida Soveral, fidalgo da Casa Real e capitão das milícias de Linhares.


Fontes: Blogues de Algodres
Fotos da Internet





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quinta-feira, 31 de maio de 2018

A Minha Cidade: Muralha de D. Dinis


A Muralha de D. Dinis foi mandada construir pelo rei D. Dinis, em finais do séc. XIII, para proteger a cidade de Lisboa  dos ataques  vindos do mar, num local onde a cidade já se estendia extra-muros da  Cerca Moura.



Esta muralha  serviu a defesa da cidade durante aproximadamente cidade 75 anos, pois surgiu mais tarde a muralha Fernandina.
Durante muito tempo, apesar de se saber da existência da Muralha de D. Dinis, apenas eram conhecidas a Cerca Moura e a Muralha Fernandina, mas em 2010, quando foram realizadas as obras de reabilitação da Igreja de São Julião, para albergar o Museu do Dinheiro, foram postos a descoberto cerca de 30 metros da antiga muralha de Dom Dinis.



Actualmente, um troço desta muralha, bem como alguns artefactos arqueológicos de vários períodos   podem ser visitados  na cripta da antiga Igreja.
Em 1755, o Terramoto destruiu a maior parte da muralha, deixando o troço descoberto soterrado mais de 250 anos.
Devido à importância deste importante achado para o conhecimento do passado da cidade, a Muralha de D. Dinis foi classificada como Monumento Nacional.






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quarta-feira, 30 de maio de 2018

A Minha Cidade: Antiga Igreja de São Julião e Museu do Dinheiro

O Museu do Dinheiro fica situado na antiga Igreja de São Julião, situada junto aos Paços do Concelho de Lisboa.


A primitiva Igreja de S. Julião não se encontrava no local actual, mas com a destruição provocada pelo terramoto de 1755, foi reconstruida no local onde  existira a Patriarcal de D. João V, também ela destruída.
Alguns anos após a sua reconstrução, foi novamente alvo de obras, pois grande parte foi dizimada por um incêndio.



Em 1933, foi adquirida pelo Banco de Portugal, deixando de funcionar como local de culto. Durante muitos anos, serviu de garagem e mais tarde de caixa forte do banco.



Entretanto, o edifício foi reabilitado para ali funcionar o Museu do Dinheiro. Nele podemos conhecer a história do dinheiro no mundo,  ao longo dos tempos, observando as diferentes moedas e notas existentes bem como  o seu fabrico, desde o início da sua utilização.



No Museu, podemos observar ainda, entre outros, uma barra de ouro com cerca de 13 Kg e a porta duma caixa forte.




Eis mais algumas imagens que obtive na visita:









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terça-feira, 29 de maio de 2018

A Minha Cidade: Ruínas do Teatro Romano de Lisboa

No cruzamento da Rua de São Mamede com a Rua da Saudade em Lisboa, encontram-se as ruínas dum teatro romano construído no século I, quando o imperador Augusto  governava o Império Romano que ocupava a Península Ibérica.



Revelador da importância da cidade durante a ocupação romana, este teatro podia receber cerca 4000 espectadores, o que para a época era bastante.
Foi reconstruído, no tempo do imperador Nero, parcialmente desmantelado no reinado de Constantino e abandonado no século IV.


Com o tempo foi sendo soterrado até que em 1798, após o terramoto de 1755, as ruínas foram descobertas.
Desde 1967, foi alvo de várias campanhas arqueológicas que  recuperaram parte das bancadas, da orquestra, da boca de cena e do palco e grande número de elementos decorativos.



Em 1967, as ruínas foram classificadas pelo IPPAR, como Imóvel de Interesse Público e, actualmente, fazem parte do   Museu Nacional de Arqueologia e do Museu da Cidade de Lisboa.




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