terça-feira, 25 de abril de 2017

Museu da Música Mecânica II

Como escrevi no post anterior, o Museu da Música Mecânica tem expostas à volta de 600 instrumentos musicais dos quais partilhei algumas fotografias.
Hoje  vou continuar a publicar mais algumas imagens imperdíveis.




















Obrigada pela sua presença. Volte sempre.






segunda-feira, 24 de abril de 2017

Múseu da Música Mecânica I

No âmbito dos  habituais encontros mensais de amigos,visitámos no passado Sábado o Museu da Música Mecânica.

Situado numa quinta, bem perto do Pinhal Novo, este  museu  inaugurado no dia 4 de Outubro de 2016, tem patente um valioso acervo de instrumentos musicais que, actualmente, fazem parte da História da Música, nomeadamente do período entre o século XIX e a década de 30 do Séc. XX.

Este museu particular, pertence a Luís Cangueiro, que nos guiou durante a visita, notando-se nele , um grande orgulho pelas peças que conseguiu coleccionar ao longo de trinta anos, algumas únicas em todo o mundo.
Os instrumentos vão desde as  caixas de música de cilindro de madeira às  grafonolas e todos eles ainda funcionam. Alguns para além do valor a nível musical são também belas espécies decorativas.

A quinta onde está implantado o Museu, está a ser dinamizada noutras valências que vão para além das visitas. Concertos e outros espectáculos, exposições, reuniões, festas e outros eventos poderão ser realizados no local, onde também servem refeições, desde que marcadas previamente. 

Esta é uma visita que recomendo vivamente, pois este  Museu é recente e ainda pouco divulgado. No entanto, devido ao extraordinário espólio exposto, merece a atenção de qualquer pessoa, tenha  ou não gosto musical.
É impossível para mim,  leiga na matéria, descrever a visita, uma vez que a exposição contém à volta de 600 instrumentos.
Eis algumas imagens.





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



sexta-feira, 21 de abril de 2017

Porque é fim de semana: Mestras e Relvas

Porque é fim de semana, vamos prosseguir  a descoberta das aldeias do concelho de Góis e da União  das Freguesias  de Cadafaz e Colmeal.
Vamos partir à descoberta de duas aldeias. 
 - Mestras

Não se conhece a origem desta povoação nem a razão do seu topónimo.
Conta a lenda que  o nome da povoação se deve a  duas irmãs, mestras em costura, que iam trabalhar para a aldeia. 
Outrora cheia de vida, atravessou um período em que esteve  completamente abandonada. 
Há alguns anos, vários antigos habitantes resolveram regressar e a vida, aos poucos, regressou à aldeia.

A padroeira da aldeia é Nossa Senhora da Boa Morte e na sua capela existe um Missal datado de 1734.
Abandonamos a aldeia de Mestras e seguimos para: 

- Relvas

Esta é uma aldeia totalmente desabitada.

A padroeira é Santa Luzia e a sua capela foi restaurada em meados do século XIX.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.










quinta-feira, 20 de abril de 2017

Mandalas em Areias Coloridas

Actualmente, os meus tempos livres estão a ser ocupados com trabalhos feitos com areias coloridas.
A minha filha pediu-me para lhe pintar umas mandalas e pensei em aplicar esta técnica, para lhe fazer uns quadros.
Nas imagens podem-se ver alguns já prontos e outros em andamento.
Neste momento, já estão expostos no quarto dela.






Obrigada pela sua presença. Volte sempre.










quarta-feira, 19 de abril de 2017

Almoço Convívio em Sobral Magro

Como já se tornou tradição, no passado Sábado, a Comissão de Melhoramentos de Sobral Magro levou a efeito mais um almoço-convívio.
Como vem sendo hábito, o almoço foi servido pelo Restaurante A Saborosa e registou uma boa afluência de sobralmagrenses e amigos de aldeias vizinhas.
Deste convívio são as imagens que se seguem.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



terça-feira, 18 de abril de 2017

Páscoa no Sobral Magro

Mais uma vez, a minha aldeia se encheu de pessoas, que continuam a manter a tradição, de receber em suas casas o Cortejo Pascal.
Há alguns anos que não contamos com a presença do pároco, mas tudo se processa  com a mesma alegria e fé e todas as portas se abrem para receber o Senhor.
As fotografias que se seguem mostram a entrada e presença numa das habitações de Sobral Magro.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Festa do R. F. da Ribeira de Celavisa

Da Direção do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, recebi o pedido de divulgação da sua “Festa Regionalista 2017”  

"NOTICIA"

Festa Regionalista 2017

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa vai levar a cabo mais um evento... Desta feita a Festa Regionalista 2017!

Desde a sua fundação que esta festa tem praticamente acompanhado a existência do grupo e desta vez não é exceção. Sempre com o objetivo de angariar fundos para a manutenção do rancho (vocacionado para trajos, utensílios, instrumentos e ajudas nas despesas de deslocação e representação), este ano o cartaz é prometedor...

Nos tempos que correm não é fácil para uma associação sem fins lucrativos sobreviver sem os seus sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos. Por isso e numa tentativa de recordar velhos tempos em que todos se reencontravam na Casa da Comarca de Arganil para conviver, elaborámos o seguinte programa, para o dia 22 de Abril:
21h30m – Início do Baile com o Acordeonista Gonçalo Barata
22h00m – Apresentações Folclóricas pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e Rancho Folclórico da Casa do Concelho da Pampilhosa da Serra
23h15m – Leilão
00h15m – Continuação do Baile com Gonçalo Barata
01h00m – Atuação dos Artistas Jorge Ferreira, Romana e Sérgio Rossi

Conjugando deste modo o Folclore e a Etnografia com Artistas Conhecidos, Convívio, Diversão e ainda Serviço de Bar e Produtos Regionais, espera-se uma grande noite de amizade e alegria.

Venha reviver velhos tempos, venha passar um bom serão, venha ajudar o folclore e a etnografia, venha ajudar a representação arganilense em Lisboa, venha DIVERTIR-SE...

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa conta com a sua presença.

A direção
Exibindo Programa (1) 22-4-2017.png


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.




sexta-feira, 14 de abril de 2017

Porque é fim de semana: Carvalhal do Sapo e Soito


Porque é fim de semana, vamos prosseguir  a descoberta das aldeias do concelho de Góis e da União  das Freguesias  de Cadafaz e Colmeal.
Vamos hoje conhecer duas novas aldeias.
- Carvalhal
Na região centro do país existem várias aldeias com a denominação Carvalhal. Por essa razão e para  a distinguir  de todas as outras,   a Câmara acrescentou-lhe “do Sapo”, em referência ao rio que passa por baixo da aldeia.  

Em 1527, já era referida a povoação do Carvalhal com 5 fogos.
Como noutros locais nesta região, os habitantes de Carvalhal do Sapo viviam tradicionalmente da agricultura e da pastorícia.


O padroeiro da aldeia é  São João Baptista.  A capela situa-se na entrada da parte mais antiga da povoação.
Na capela existe um  missal com a data de 1850.

-Soito 


Até ao início dos anos 50 do século passado, a aldeia tinha   cerca de uma centena de habitantes.
No Soito existe um
espaço museológico, inaugurado em 2002, onde podem ser observados materiais antigos, das   actividades ligadas à agricultura,  silvicultura e pecuária.

O padroeiro da aldeia é São Pedro e, segundo a tradição oral, a capela terá cerca de seiscentos anos, sendo uma das mais antigas da freguesia.
Ao longo dos tempos, a Capela tem sido alvo de obras de restauro  e, actualmente, raramente ali se praticam actividades religiosas.
A imagem de São Pedro é de pedra e os habitantes da aldeia pensam que a imagem  já existia antes da construção da capela.

Obrigada pela sua presença. Volte sempre.