segunda-feira, 24 de julho de 2017

Encontro de Gerações no Auditório da Biblioteca Municipal Miguel Torga

O Conselho Local de Acção Social de Arganil em colaboração com o Centro Social e Paroquial de Coja vão realizar um encontro de gerações, no âmbito do Dia dos Avós.
A iniciativa terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal Miguel Torga, no próximo dia 26 de Julho.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Praia Fluvial da Barriosa

Hoje fui com a família dar uma voltinha pela serra e acabamos  por ir almoçar ao restaurante Guarda-Rios, situado numa das margens do rio Alvoco,  junto à aldeia da Barriosa.
O restaurante era um antigo lagar e encontra-se rodeado por moinhos junto ao poço da Broca.
Embora já tenha sido tema dum post aqui no Açor,  deixo mais algumas  fotos  deste local paradisíaco. 










Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Festa nas Corgas

Mais uma povoação que vai estar em festa na freguesia de Pomares, durante o primeiro fim de semana de Agosto. Desta vez as Corgas.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Poetas da Serra

Uma amiga do Facebook, nascida numa das muitas aldeias da serra do Açor,  vê desta forma a nossa serra.
 

A NOSSA SERRA
Nos ensombrados da nossa serra majestosa
De eólicas como horizontes…
Com serpenteados pela encosta
E estradas atravessando os montes
Serra de linhas rendilhadas…
Cobertas de cores sons e magia
De percursos trilhos e estradas
Processo de harmoniosa sintonia…
O verão trás regresso de vida…
Trás crianças como pássaros a esvoaçar
Quebrando o silêncio que existia
Com gente a rir, colorir, e povoar
Os riachos esses continuam na sua calma
Percorrendo os mesmos socalcos entre outeiros
Sufocados por aquele insistente abraço
De giestas, silvas, juncos e sabugueiros
As represas são memórias…
Já não se regam os lameiros
Hoje contam-se as histórias…
Dos currais, bardos e palheiros.
Recordações que diluídas no tempo
Não perderam conteúdo e cor
Como a saída de um rebento
Quando o sol lhe empresta calor
Pena não ter mais personagens…
Para espalhar mais vida e encanto
E de sentidas e emocionadas imagens
De lágrimas de alegria, se fizesse pranto
São Pereira

Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

terça-feira, 18 de julho de 2017

Carteiras para telemóvel e óculos


Hoje, ao arrumar o espaço onde me dedico ao artesanato, encontrei algumas sobras de tecidos. Eram pequenos retalhinhos que não dariam para grandes trabalhos. 
Pensei então em os aproveitar para fazer peças mais pequenas.
Eis o resultado: 




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



segunda-feira, 17 de julho de 2017

Festa de Porto Silvado

Estão a chegar as festas de Verão. Aos poucos as pequenas aldeias, quase desertas, começam a ganhar vida. Apesar de temporária, é uma época em que os seus filhos regressam "ao ninho" para dar graças por mais um ano junto do seu patrono.


Nos próximos dias 4, 5 e 6 de Agosto é o Porto Silvado que vai estar em festa, homenageando a sua padroeira >Nossa Senhora do Carmo.
O Programa é o seguinte:


Sexta-Feira

20 horas - arruada; 
23 horas - Karaoke com Olavo.
Sábado 
09.30 horas - Chegada da Filarmónica Fidelidade de Aldeia das Dez
10 horas -  Missa campal; 
11 horas - Procissão; 
12 horas -  Leilão de ofertas; 
16 horas -  Leilão de ofertas à Comissão de Melhoramentos; 
21 horas - Baile abrilhantado por Ana e Luís Vicente.
Domingo 
10 horas - Inauguração de melhoramentos em Porto Silvado; 
13 horas -  Almoço convívio servido pelo restaurante “A Saborosa”.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Vila Franca da Beira

Hoje vamos até à outra   localidade que, com Ervedal, forma a União de Freguesias de Ervedal e  Vila Franca da Beira.



Situada a 2,5 Km de Ervedal, seguindo pela ER 231-2, vamos encontrar esta localidade, também ela com sinais de vida desde tempos da pré-história. 
Crê-se ter origem num castro, como o comprovam  algumas casas de pedra rústica, com uma única entrada, virada para um  pátio comum a várias outras casas, de forma a, em conjunto, se defenderem dos lobos, que frequentemente atacavam a população.



Devido à proximidade com o Ervedal,  a história das duas povoações seguiu um rumo idêntico. Também Vila Franca da Beira foi doada pela rainha D. Dulce às mesmas instituições e incluída na " Honra do Couto do Ervedal ",  nos séculos XIII/XIV.
Ao longo dos tempos, esta localidade foi recebendo topónimos diferentes. Até ao Concílio de Trento (1545-1563) era o Vigário que atribuía o nome às povoações sem seguir qualquer regra, pelo que muitas mudavam frequentemente de nome.



Pensa-se ter sido o que se passou com Vila Franca da Beira que, no Censo da População do Reino de 1527, aparecia com o topónimo Urrais. Em 1682, passou a ser  referida apenas por Vila Franca. Mais tarde, devido à proximidade de Ervedal, passou a ser conhecida por Vila Franca do Ervedal, até que em 1978, por vontade dos seus habitantes, passou a ser tratada por Vila Franca da Beira.



Em 1988, a povoação foi  elevada à categoria de freguesia libertando-se, do Ervedal.
A reorganização administrativa de 2012/2013 extinguiu a freguesia e juntou-a, de novo, com a antiga freguesia de Ervedal, criando a União das Freguesias de Ervedal e Vila Franca da Beira. 


A padroeira desta localidade é Santa Margarida, desconhecendo-se a data de construção da capela erigida em sua honra no local onde, mais tarde, foi reigido um cruzeiro. 
Entretanto, a capela tornou-se  pequena para a população que aumentara e  construiu-se uma maior, consagrada a  Nossa Senhora da Conceição, que ficou concluída em 1891. Na nova capela , foi colocada uma imagem da padroeira, Santa Margarida, que foi roubada, bem como as esmolas da Capela.   


Obrigada pela sua presença. Volte sempre!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Ervedal

No concelho de Oliveira do Hospital existe uma outra freguesia, ou antes União de Freguesias cuja origem é bastante remota: A União das Freguesias de Ervedal e Vila Franca da Beira.
Hoje o tema do post é a povoação do Ervedal, que foi talvez a sede de concelho mais antiga da região. 



Mas, vamos ainda mais atrás na história desta vila.
Na região fixaram-se os vários povos que invadiram a Península Ibérica, dos quais se encontraram vestígios arqueológicos importantes nos arredores desta povoação, dos quais uma ponte romana,  algumas sepulturas de forma antropomórfica, cavadas na rocha, que comprovam a existência duma povoação naquele lugar, em tempos bastante remotos.



Assim, não admira que em 1193, quando a rainha D. Dulce, esposa  de  D. Sancho I, doou estas terras ao convento de São Romão de Seia, Ervedal já tivesse  foro de vila.
Em 1196,  o senhorio de Ervedal passou para a posse do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e em 1198 para a albergaria de Poiares.




Em 1249, D. Teresa, filha de D. Sancho I, concedeu  o   primeiro foral à vila do Ervedal, atestando-se neste documento que a vila era já sede de concelho, e posteriormente couto real. 
Em  1514, Ervedal recebeu foral novo concedido pelo rei D. Manuel I.
O concelho foi extinto em 1855, sendo então integrado no concelho de Oliveira do Hospital.



O padroeiro do Ervedal é Santo André.
A Igreja Matriz  construída no século XIV, ruiu no início do séc. XIX, sendo depois reconstruída.Da igreja primitiva, resta apenas uma base de sepulturas antropomórficas.
No interior existem várias imagens de valor como são os casos da Rainha Santa Isabel ( séc. XVII), a Senhora da Torre e de Santo André(séc. XV).

Do património do Ervedal existem ainda:
- Capela de Nossa Senhora da Piedade



Esta capela situada no Largo da Cadeia, data do séc. XVI.


- Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem



Esta capela data do século XVII. No interior o destaque vai para  um belo altar  em mármore branco e  em granito.

- Solar



O solar pertencente aos Viscondes de Ervedal, foi mandado construir por Diogo Brás Pinto, no início do século XVI, sendo  então conhecido por solar de Ervedal, ou  casa dos "fidalgos de Ervedal".
É formado  por três corpos, construídos em épocas diferentes: A parte da esquerda é a primitiva,  do século XVI ; a parte central foi reconstruída nos séculos XVII e XVIII; do lado direito, encontra-se a capela de Santo António, construída em 1680 por António Tavares Pinto. No interior, destaca-se o retábulo de talha com a imagem do santo padroeiro e a pedra tumular do fundador da capela e de sua esposa.  
Adossada ao corpo da capela, foi construída uma torre.
O solar, que continua na posse da mesma família, foi  restaurado e transformado numa unidade de turismo de habitação em 1992 .

- Cruzeiros



Existem ainda,espalhados por toda a vila, vários cruzeiros em granito.





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terça-feira, 11 de julho de 2017

Travanca de Lagos

Travanca de Lagos fica a  cerca de 10 quilómetros do concelho e comarca de Oliveira do Hospital.



Da história da povoação sabe-se que a região foi ocupada em épocas bastante remotas. Segundo consta na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira terá havido por aqui povoamento há cerca de 5.000 - 6.000 anos.
Durante a ocupação da Península Ibérica pelos romanos, eles estiveram na zona e deixaram vestígios que o comprovam, como os que se encontraram na vizinha freguesia da Bobadela.
O topónimo inicial era apenas Travanca.
A primeira referência conhecida desta povoação data do ano de 969, numa carta de testamento duma senhora que doou os  bens que possuía  entre o Mondego e o Alva, ao Mosteiro do Lorvão,  em especial, Midões, Touriz e Framiães  e onde era referido que Midões e Touriz confrontavam com a vila de rústica de Travanca.



Em 1180, a rainha D. Dulce de Aragão, esposa de D. Sancho I, comprou 19 casais em Travanca o que prova que esta povoação era já bastante conhecida.
Em 1258, nas Inquirições de D. Afonso III, Travanca pertencia à Coroa e tinha um celeiro real, para nele se depositarem os foros da coroa. 

No séc. XV e XVI,  recebeu uma comunidade de judeus convertidos, como o comprovam vários edifícios com as características das judearias.
Mais tarde, passaram a chamar-lhe Travanca de Lagos, para distinguir as diversas "Travancas" que existem no país.


O orago é S. Pedro.
A paróquia de S. Pedro de Travanca é anterior ao século XIII, mas não se conhece a data da construção da igreja primitiva. No entanto,
é possível que parte do templo atual, date do século XVI, pois o arco triunfal, com arco e fustes torsos, 
parecem ser da época manuelina.
Durante os  séculos XVII ou XVIII, a Igreja foi alvo de obras de melhoramentos 
O interior, tem nave única, com quatro pilares de cantaria.   Um arco triunfal dá acesso à capela-mor, onde sobressai um retábulo de talha.


Para além da igreja Matriz  existe ainda, em Travanca de Lagos, a  capela de Santo António. 
Esta  pequena capela, construída em cantaria de granito, tem a fachada principal a terminar em empena, com cornija, encimada por uma sineta. 
O interior, a precisar de algumas obras, tem o tecto em abóbada de madeira pintada. No interior, destaca-se o altar branco em talha com  pormenores dourados, ornado  com pinturas sacras  e o patrono  em madeira policromada.


Do património desta localidade fazem também parte algumas casas senhoriais, fontes,...



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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Lagares da Beira

Novamente em terras do concelho de Oliveira do Hospital, vamos até Lagares da Beira.

Esta povoação recebeu carta de foral em 1514, concedida por D. Manuel I, recebendo honras de vila e estatuto municipal. O concelho foi extinto em 1836, passando a freguesia. 
Em 1839 estava integrada na comarca de Seia, em 1852, na de Midões e, finalmente, em 1878 na comarca de Oliveira do Hospital.
Em 1995, foi novamente elevada à categoria de Vila.


A padroeira de Lagares da Beira é N. Srª da Conceição. 

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Porque é fim de semana: Aldeias Anexas a Vila Nova do Ceira

Porque é fim de semana, vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho de Góis, desta vez são pequenas povoações anexas e que estão já ligadas a  Vila Nova do Ceira .

Fonte do Soito


Esta pequena localidade fica situada à saída de Vila Nova do Ceira,à beira da Estrada Nacional 2, que liga a Vila Nova de Poiares.
No local onde se encontra a placa informativa de fim da povoação está outra indicando o início duma outra.

Caracol


Na continuação da Fonte do Soito, está a aldeia de Caracol.
Nesta localidade, existe um grande edifício, com aspecto de abandonado, mas que já foi muito importante na freguesia. 
Foi adquirido no séc. XIX pelo Comendador Monteiro Bastos, após o seu regresso do Brasil. Em 1916, transformou-o em hospital e doou-o à Câmara Municipal de Góis, da qual foi presidente por várias vezes.



Mais tarde, foi utilizado  como sanatório, até a tuberculose não necessitar de internamento.  Funcionou depois,  como centro de férias e  como centro de dia.
Entretanto, estas valências mudaram de local e o edifício ficou ao abandono.Actualmente, encontra-se bastante degradado, apresentando as paredes, janelas e portas com sinais de deterioração graves.   

Cerejal

Na estrada que liga Vila Nova do Ceira ao Conjunto Turístico da Candosa, vamos encontrar o Cerejal, uma povoação separada da vila apenas por uma ponte em granito, sobre o rio Sótão. O topónimo desta aldeia parece derivar da existência de muitas cerejeiras naquele local, em tempos passados.  

Murtinheira

Também ligada à vila encontra-se a Murtinheira.
Esta povoação encontra-se bem próximo do local onde  o Sótão desagua no Ceira.
Em tempos, na aldeia existiu uma capela situada na  margem direita do rio Sótão, cujo orago era São Silvestre. Os antigos dizem que a capelinha foi destruída por uma enxurrada, tendo escapado apenas a imagem do Santo.

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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Meruge

Situada a cerca de 10 quilómetros de Oliveira do Hospital, vamos encontrar a freguesia de Meruge. 



Meruge é um fitotopónimo que teve origem no português antigo “morujo”, mouragem, designando actualmente a morugem, erva coriofilácea (do tipo cravo), comum em Portugal.

A vila foi  priorado da apresentação dos antepassados dos condes de Melo e pertenceu ao Concelho de Seia até 1837, ano em que transitou para o de Oliveira do Hospital.


povoação tem como orago S. Miguel.

Desconhece-se a data da construção da Igreja Paroquial, mas sabe-se que foi alvo de reforma profunda durante o Séc. XVIII.
Do templo original, existe ainda   um arco manuelino na capela fúnebre.
Em Meruge existem mais dois templos religiosos:
Capela de Nossa Senhora da Conceição:
Esta capela foi construída em 1958.


Capela de São Bartolomeu:
Construída em 1900, fica situada junto à estação arqueológica de Meruge.





Fonte: http://www.meruge.com/
Fotos: Internet

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