sexta-feira, 7 de abril de 2017

Porque é fim de semana: Tarrastal

Porque é fim de semana, vamos prosseguir  a descoberta das aldeias do concelho de Góis e da União  das Freguesias  de Cadafaz e Colmeal. 
Vamos até ao Tarrastal, uma   
teve  origem no princípio do século XIX, com pessoas oriundas de Relvas e da Cabreira.




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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Pessegueiro-Pampilhosa da Serra

Pessegueiro é uma localidade  do concelho da Pampilhosa da Serra, situada  na margem direita da ribeira de Pessegueiro, num  vale  da Serra da Lousã. 

Não se conhece a origem desta aldeia mas, em 1281, é referido o seu nome na Carta de Foral da Herdade de Alvares. 
A povoação  é formada por dois aglomerados de casas(Pessegueiro de Cima e Pessegueiro de Baixo).
Em 1724, o lugar de Pessegueiro de Baixo foi elevado à categoria de sede de freguesia e foi curato da apresentação do prior da Pampilhosa da Serra.
Em 1832 fazia parte da comarca de Tomar e, mais tarde passou para a de Arganil.  
O orago de Pessegueiro é S. Simão.

A igreja matriz foi construída em 1724,  no local onde existia uma capela de que já havia referências em 1722.   
A torre sineira, situada do lado esquerdo da fachada, tem  dois sinos: o mais pequeno data de 1906 e  o maior de 1926.  
No interior destaca-se a imagem de pedra de S.Simão,   datada do século XVII.
Na aldeia existe outro templo religioso: a Capela de Nossa Senhora de Lurdes. Localizada no cabeço, entre os dois Pessegueiros (de Baixo e de Cima) foi inaugurada a 10 de Setembro de 1966.
 

Na povoação existe um excelente  parque fluvial, um local aprazível onde se podem passar refrescantes  momentos de lazer, desfrutando da tranquilidade e beleza ímpar que o local oferece a quem o visita.






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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Imagens Que Falam Por Si

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terça-feira, 4 de abril de 2017

Vila Nova de Poiares

Vila Nova de Poiares fica situada  nos arredores de Coimbra, bem perto da Estrada da Beira, na subida para o Alto de São Pedro Dias

Vila Nova de Poiares teve a sua origem numa albergaria, a Albergaria de Poiares. Foi fundada pela Rainha D. Dulce, esposa do rei D. Sancho I, que lhe concedeu Carta de Foral em Maio de 1195.
Albergarias eram locais de caridade onde  se recolhiam peregrinos e viajantes e eram normalmente dirigidas pelas rainhas.

O Concelho foi fundado em 1836, mas foi extinto por duas vezes só sendo definitivamente  restaurado  em 1898.
Em 1905, foi elevada a vila recente, agregando as povoações de Santo André de Poiares e Aldeia Nova, passando então a usar o topónimo de Vila Nova de Poiares.

Do património desta localidade fazem parte, entre outros: 
 
- Igreja Matriz de Vila Nova de Poiares

A Igreja Matriz de Vila Nova de Poiares, em honra de Santo André, foi remodelado no século XIX.
No exterior, destaca-se a torre sineira com a data de 1744. Nela pode apreciar-se  um bonito relógio de sol. 

No interior possuí vários altares e retábulos de grande beleza. A  imagem do padroeiro data do século XV.

 - Capela de Nossa Senhora das Necessidades

 
- Monumento "O Cristo"
Este  monumento ao "Cristo" está localizado no centro da cidade. Mede 17 metros e domina toda a vila, sendo visível de bastante longe.

- Paços do Concelho de Vila Nova de Poiares


Situado no centro histórico da vila, foi construído em meados do século XIX e era também conhecido por "Palacete Municipal".
Na fachada destaca-se o frontão  com as armas do rei D. Luís, que governava na época. 







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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Dia de Jardinagem

O dia amanheceu radioso e solarengo, propício para a jardinagem e como há  tempo  pensava dedicar um pouco do meu tempo às plantas, aproveitei para lhes dar a atenção que elas merecem. 


Assim, aproveitando o dia bonito e quente, eu e o meu marido fomos para o jardim onde passámos a manhã e um pouco da tarde.  Algumas plantas precisavam urgentemente de transplante, porque com os vasos  cheios de raízes, já não se conseguiam desenvolver e ameaçavam morrer.


Durante o Inverno, a geada queimou muitas delas  mas, actualmente,  já estão a recuperar e a florir.


O lago, também pedia mudança de água, pois o pólen dos pinheiros tornaram-na imprópria para os peixinhos que nele habitam.


Aos poucos a natureza vai-se renovando. As  roseiras já estão  em botão, os gladíolos e as coroas imperiais estão quase a florir. Dentro de pouco tempo o meu jardim estará repleto de flores  coloridas, cheirosas e vistosas.



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domingo, 2 de abril de 2017

Imagens Que Falam Por Si


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sexta-feira, 31 de março de 2017

Porque é fim de semana: Corterredor

Porque é fim de semana, vamos continuar a descobrir as aldeias do concelho de Góis.
Hoje vamos partir à descoberta de mais uma e vamos até Corterredor


Esta povoação pertence à União  das Freguesias  de Cadafaz e Colmeal  e, segundo a sabedoria popular,  teve a sua origem num outro local. Devido aos Invernos frios e chuvosos, os seus fundadores procuraram um local melhor e fixaram-se no local onde  actualmente se encontra a Capela.
Nossa Senhora da Conceição.
A Capela foi construída por volta de 1650 contém uma urna com os restos mortais da mãe de Manuel Lourenço Baeta Neves, barão de Louredo benemérito do concelho.


Corterredor




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quinta-feira, 30 de março de 2017

Amigo de Pablo Neruda

Amigo

Amigo, toma para ti o que quiseres,
passeia o teu olhar pelos meus recantos,
e se assim o desejas, dou-te a alma inteira,
com suas brancas avenidas e canções. 
Amigo - faz com que na tarde se desvaneça
este inútil e velho desejo de vencer.

Bebe do meu cântaro se tens sede.

Amigo - faz com que na tarde se desvaneça
este desejo de que todas as roseiras
me pertençam.
 
Amigo,
se tens fome come do meu pão.

Tudo, amigo, o fiz para ti. Tudo isto
que sem olhares verás na minha casa vazia:
tudo isto que sobe pelo muros direitos
- como o meu coração - sempre buscando altura.

Sorris-te - amigo. Que importa! Ninguém sabe
entregar nas mãos o que se esconde dentro,
mas eu dou-te a alma, ânfora de suaves néctares,
e toda eu ta dou... Menos aquela lembrança...

... Que na minha herdade vazia aquele amor perdido
é uma rosa branca que se abre em silêncio...

Pablo Neruda, in "Crepusculário"





Foto da Internet

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Torta de morango

Massa:
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de margarina sem sal
3 colheres (sopa) de açúcar
2 gemas
3 colheres (sopa) de leite (se necessário)

Recheio:
1 lata de leite condensado
2 latas de leite(use a lata de leite condensado como medida)
2 colheres (sopa) de amido de milho
1/2 lata de creme de leite sem soro
1 caixa de morango

Cobertura:
1 gelatina de morango
250 ml de água
1 colher (sopa) de amido de milho


PREPARAÇÃO

Massa:
Misture todos os ingredientes amassando bem.
Deixe descansar por 10 minutos.
Coloque a massa numa forma média desmontável ou num pirex.
Espalhe bem a massa no fundo e lados, fure com um garfo e leve para assar por 20 minutos
Deixe esfriar

Recheio:
Misture todos os ingredientes, menos o creme de leite.
Leve ao fogo mexendo sempre até engrossar, retire do fogo e misture o creme de leite.
Coloque sobre a massa  os morangos cortados ao meio.

Cobertura:
Misture todos os ingredientes e leve ao fogo até engrossar.
Espalhe a cobertura por cima dos morangos.
Leve para gelar.





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terça-feira, 28 de março de 2017

Caixa Com Relevo

Terminei mais uma caixa. 
Na tampa, utilizei stencil com massa de relevo, sobre  craquelado em dois tons de azul.
Rematei a tampa com renda.
Nas laterais pintei riscas dos dois tons de azul e, sobre elas, novamente stencil com massa de relevo.





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segunda-feira, 27 de março de 2017

Penacova

Nas minhas viagens à aldeia, quando passo pelo IP 3, a vila de Penacova surge num local de grande beleza natural, numa encosta sobranceira ao Mondego

As origens de Penacova são desconhecidas mas bastante antigas. Pensa-se que a  povoação nasceu num  Castelo, por volta do século IX ou X,  numa época anterior à fundação de Portugal.
A primeira referência à povoação foi em 911, na doação do Mosteiro do Lorvão, havendo citações a Penacova e ao seu castelo.  
Em 1192, recebia o seu primeiro foral, doado por D. Sancho I,  confirmado por D. Afonso II em 1217. Em 1513, D. Manuel I concedeu-lhe foral novo e em 1605, o rei D. Filipe II, elevou-a à categoria de Concelho.


A padroeira de Penacova é Nossa Senhora da Assunção. 
A primitiva igreja paroquial era a Capela de Nossa Senhora da Guia, situada junto às ruínas do Castelo mas, como era pequena e de  difícil acesso, foi construída a actual  Igreja Matriz durante o século XVI.   
Na fachada da Igreja de Nossa Senhora da Assunção destaca-se  o portal, em pedra encimado por frontão, onde figuram as imagens da padroeira e dois anjos. 
A torre sineira foi erigida do lado direito,  mas   recuada em relação à fachada.
O  interior tem uma única  nave, ladeada por várias capelas e com   tecto de madeira  em forma de abóbada.  No  altar-mor sobressai um retábulo em talha dourada, do final do século XVII.

Na  Sacristia, destaca-se uma lápide romana do séc. I que comprova a romanização da vila.




Penacova orgulha-se do seu Património, com outros  monumentos para além da sua Igreja Matriz.


- Capela de São João 

Templo do século XVI remodelado  mais tarde. 
No exterior tem um um alpendre de três arcos e no interior um Retábulo de pedra e dois nichos com as imagens  de São João Baptista e de São Sebastião.

- Capela  de Santo António (século XVII) 

Data do século XVII mas foi remodelada nos séculos seguintes. O alpendre possui quatro colunas na frente e uma a meio de cada lado. No interior destaca-se um retábulo secundário, de finais do século XVII, princípios do século XVIII, com  as esculturas de Santo António e de São Francisco, da mesma época. Na Capela-Mor existe  uma campa com brasão não identificado, devido a estar muito gasto e sumido.

- Pelourinho da Vila

Transformado  em cruzeiro, o pelourinho situa-se  no local onde antigamente   existia   o Castelo. 
- Museu Etnográfico de Penacova
- Miradouro
Datado do início do século XX, este miradouro foi mandado construir por Emídio da Silva. Deste local pode-se desfrutar duma bonita paisagem sobre o Mondego, o vale da Ribeira e o cume de Nossa Senhora do Monte Alto.



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