terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ascensor da Glória

Unindo a Baixa com a zona alta de algumas colinas de Lisboa, três ascensores  e um elevador prestam uma ajuda  preciosa aos lisboetas e a todos quantos visitam a capital do país.
Já em tempos aqui escrevi sobre o ascensor da Bica e sobre o elevador de Santa Justa, cabe hoje a vez ao ascensor da Glória.

Inaugurado em 24 de Outubro de 1885, uma ano depois do ascensor do Lavra (o primeiro a funcionar em Lisboa), liga a praça dos Restauradores ao Bairro Alto e é  o mais movimentado da cidade.
Foi construído pelo engenheiro português (de origem francesa) Raoul Mesnier de Ponsard e desde 2002 é Monumento Nacional.
Inicialmente funcionava por contrapeso de água mas, em 1915, passou a funcionar a electricidade. 
Até finais do século XIX, a iluminação dentro da cabine era feita com velas, durante as viagens nocturnas.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.






sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Alvém, Cimo de Alvém e Ladeiras

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis. 

Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Alvém, Cimo de Alvém e Ladeiras.

 Alvém:

Alvém é uma aldeia muito antiga que se localiza a 1km de Góis, próximo da rota de uma estrada militar romana datada de 200 a.C.. Próximo desta localidade   foram também encontradas peças de cerâmica do período  romano.
Em Alvém existe uma pequena capela  cuja padroeira é Nossa Senhora do Amparo.

Segundo a História oral, a primitiva capela, situada onde agora é o chafariz, terá sido erguida no século XVII, por um emigrante brasileiro, de nome Domingos, ligado a Corterredor (há placa antiga no exterior, deteriorada).
Na década 30 do século XX., foi reconstruída no actual local, por Alberto Braz (consta em placa na fachada exterior) e inaugurada em 1937. Da capela antiga seriam transferidos, entre outros, o campanário, o altar, a arca, os paramentos e os castiçais.Com pequeno púlpito e sacristia lateral.

(in "Góispro - Mediações Imobiliárias, Lda")

Cimo de Alvém:

Subindo a serra, chegamos à aldeia denominada  Cimo de Alvém, onde vamos encontrar uma capelinha em honra  S. Domingos.

Ladeiras:

Mais abaixo, vamos encontrar a aldeia de Ladeiras que, como o nome indica, se encontra rodeada de ladeiras. 

No censo de 1527, foi registada ‘Ladeyras’ onde havia três casas habitadas.

Actualmente, a povoação é atravessada pela EN 2, que liga Góis à Pampilhosa da Serra.

A zona mais antiga da aldeia localiza-se na parte inferior da estrada; a outra é constituída por casas mais recentes.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.







quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Esta Lisboa Que Eu Amo: Chafariz do Rato

No Largo do Rato, encostado ao muro dos jardins do Palácio de Palmela, encontra-se um dos  chafarizes que serviam de água a cidade de Lisboa .
Foi construído em 1753/54, sendo Carlos Mardel o autor deste projecto. 
O chafariz recebia a água, que vinha canalizada directamente do reservatório da  Mãe de Água das Amoreiras, em dois patamares.  As bicas do patamar superior destinava-se às pessoas e o inferior aos  animais.
Este é um dos chafarizes monumentais que se encontram espalhados pela capital do país, que em tempos tiveram importância crucial na vida da cidade e que, hoje em dia, quase passam despercebidos a quem circula perto deles.

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Imagens Que Falam Por Si



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pavê de Abacaxi

2 xícaras (chá) de leite
1 vidro de leite de coco
1 xícara (chá) de açúcar
3 gemas
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 lata de abacaxi em calda escorrido (reserve a calda)
1 pacote de biscoito maisena
1 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado


Coloque numa panela o leite com o leite de coco, o açúcar, as gemas e o amido.
Leve ao fogo e cozinhe até engrossar.
Retire do fogo e junte a baunilha, deixe amornar e acrescente o abacaxi picado (reserve duas fatias).

Num refratário com 17 x 27 cm, monte o pavê com os biscoitos levemente passados na calda do abacaxi, o creme e parte do coco.
Cubra com filme plástico e leve à geladeira por quatro horas.

Decore com o coco e o abacaxi restantes e sirva em seguida.





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Por Que É Fim de Semana: Bordeiro, Civado e Regateira

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Bordeiro, Civado e Regateira. 

Bordeiro: 

Bordeiro é uma aldeia situada a pouco mais de cinco quilómetros de Góis, ao longo da estrada que liga a sede de concelho  a Arganil


O lugar é pequeno e o único café é o ponto de encontro das suas gentes.
Na aldeia existe uma capela ligada a uma grande quinta, dedicada a  São Salvador do Mundo, padroeiro da localidade.
 
Civado:
Praticamente ligada a Bordeiro, encontra-se outra pequena localidade,  denominada  Civado.

Regateira:

A pouca distância, a  estrada que liga a Arganil, atravessa mais uma outra localidade: Regateira.

Devido à proximidade, estas três povoações têm  características muito semelhantes, essencialmente rurais e, como em muitas povoações do pinhal interior, a atravessar um período de desertificação humana, em virtude de os seus habitantes terem partido em busca de melhores condições de vida e de novas oportunidades.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra

A Biblioteca Municipal de Arganil  vai realizar o Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra - V PARTILHAR PARA CRESCER, no próximo dia 23 de Setembro.
Estes Encontros  tiveram o seu início em 2013, numa organização da Biblioteca Municipal de Penacova, a que se seguiram  Cantanhede, Mira e Tábua.
Os Encontros visam a  partilha de  experiências do trabalho das Bibliotecas Municipais, de forma a contribuírem  para a melhoria da inclusão social e da vida profissional de todos os utilizadores e potenciais utilizadores das Bibliotecas Públicas.
 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Festa em Sobral Magro

Mais uma vez, o Sobral Magro esteve em festa.
Foi nos passados dias 19, 20 e 21 de Agosto que se realizou a tradicional festa em honra de S. Domingos.
Deste evento partilho  algumas imagens. 
Sexta-Feira:
- Procissão de Velas 


- Baile


Sábado:
- Procissão 

- Baile

Domingo:
- Arruada

- Piquenique





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

17ª edição Festival Nacional de Folclore do R.F.R.Celavisa

Da Secretária da Direcção do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, D.Fernanda Neves, recebi o pedido de divulgação da seguinte  notícia:


NOTÍCIA

Usos e Costumes em Lisboa: 17ª edição
Festival Nacional de Folclore

Mais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 17ª edição do seu Festival de Folclore.
Este evento terá lugar mais uma vez no recinto do Panteão Nacional, em Lisboa (S. Vicente de Fora), no dia 11 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia.

O evento terá o seguinte horário:
15h00m - Desfile pelas ruas da freguesia
15h30m - Chegada dos grupos ao recinto
16h00m - Atuação dos Grupos de Folclore:
1. Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense - Montemor-o-Novo | Alto Alentejo
2. Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores - Mortágua | Beira Litoral
3. Rancho Folclórico da Barreira - Leiria | Alta Estremadura
4. Grupo Folclórico “Danças e Cantares do Minho” - Minho
5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - Arganil | Beira Serra

Acrescentamos ainda que haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, de artesanato e de doçaria típica (como filhoses).
Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para, deste modo, engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".
Esperamos por si...

Exibindo Usos e Costumes - XVII.jpg



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Por Que É Fim de Semana: Alagoa e Carvão

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até à Alagoa e Carvão. 
Alagoa: 

A aldeia de Alagoa situa-se por cima do rio Ceira com vista para o vale fértil. As terras suavemente inclinadas eram utilizadas para o cultivo de milho e azeitonas, mas encontram-se agora rodeadas de árvores.
A velha estrada pode ser vista na floresta no Sul da aldeia, passando por aquilo que outrora eram campos de cultivo. As paredes e também um velho poço encontram-se entre as árvores. 
No centro da aldeia há uma praça chamada ‘Eira do Povo’ que pertence a cada um da comunidade. Era antigamente o lugar onde se secava o milho e onde se faziam os bailes no dia de São João. 
Ao lado da praça encontra-se a Casa de Convívio e por trás desta estão dois grandes poços: um ainda com um engenho lindamente trabalhado para erguer a água para os tanques de lavar a roupa.

500m na encosta por cima da aldeia, num lugar chamado ‘ Terreno do Leitão’, há uma fonte que costumava fornecer água. Ainda antes de haver qualquer água canalizada em casa, a casa mais importante da aldeia fez a sua própria canalização, metendo tubos desta fonte até para a casa e quando as outras fontes da aldeia estavam secas, os aldeãos vinham para esta pedir água.
A estrada, que dava para a Alagoa, era no passado tão estreita, que nenhum carro conseguia passar pela aldeia.  O médico tinha de deixar o carro por fora da aldeia e tinha de ir a pé o resto do caminho. 
Existe agora uma grande fábrica de mármores mesmo nos arredores da aldeia.

Carvão:

A pequena povoação de Carvão obteve o seu nome provavelmente da produção de carvão que se fazia em vários lugares nesta área. O carvão era utilizado para cozinhar e para derreter ouro e estanho, minérios que eram extraídos nas minas desta área.
Hoje, o Carvão é constituído por uma aglomeração de atractivas casas velhas e novas, ao longo de uma pequena estrada na encosta por cima da estrada que vai de Góis para Vila Nova do Ceira.
No lado oposto desta estrada, existe a  Quinta do Carvão, uma pequena aglomeração de 3 casas com vastos campos férteis, que se estendem até à margem do rio Ceira.

Um pequeno moinho mói o milho que é colhido nas terras à volta da Quinta do Carvão.
Perto da Quinta encontra-se uma grande estufa que aproveita estes ricos solos para o crescimento de árvores citrinas. 




Texto e fotos de  
http://www.goisproperty.com


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.




quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Arnaldo Filipe, sócio honorário da C. M. Sobral Magro

Arnaldo Filipe, que foi presidente da Comissão de Melhoramentos de Sobral Magro durante mais de 50 anos, foi nomeado sócio honorário da referida colectividade, durante a última Assembleia Geral.
No passado dia 21, numa pequena cerimónia que contou com a presença de muitos sócios e do Sr. José Travassos de Vasconcelos, representante do jornal A Comarca de Arganil, foi-lhe entregue uma placa alusiva à distinção.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Festas Regionais: Pomares

A sede da minha freguesia vai também estar em festa. O programa é o seguinte:


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.