sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Por Que É Fim de Semana: Casalinho de Baixo e Casalinho de Cima

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até ao Casalinho de Baixo e Casalinho de Cima.



 Casalinho de Baixo:
Casalinho de Baixo


O Casalinho de Baixo foi originalmente constituído por uma quinta e várias casas rústicas na proximidade, e é agora uma aldeia atractiva com habitações modernas e velhas lado ao lado. 
Casalinho de Baixo

A povoação tem bons terrenos planos que outrora constituíam o leito de um lago, e existe também um velho sistema de irrigação, ainda preservado e utilizado para regar as terras. 

Casalinho de Baixo

Perto da aldeia corre o rio Ceira e uma nova ponte pedestre em aço possibilita o acesso à outra margem. 
O Casalinho de Baixo é uma aldeia tranquila. Uma peculiaridade desta, são as numerosas vinhas que passam por cima das ruas, dos pátios e carreiros, oferecendo sombra durante o Verão, e claro que as uvas são aproveitadas para fazer vinho.

Casalinho de Baixo

Mesmo na parte superior das terras planas situa-se a velha quinta onde o alfaiate do lugar costumava viver e abaixo existe o moinho da aldeia, construído em 1809. 

 Casalinho de Baixo
Este é um dos maiores moinhos, tem três grandes mós, uma delas trabalha diariamente, fazendo farinha do milho que cresceu na aldeia.


Casalinho de Cima:
Casalinho de Cima


O Casalinho de Cima é uma pequena colecção de casas velhas e tem a vista para o vale em direcção a Góis.
Quando se aproxima à aldeia, vindo de Góis, dá-se conta de um grupo de enormes árvores de eucalipto, das quais os troncos chegam a ter um diâmetro de quase um metro. Os eucaliptos foram plantados há 40 anos, altura em que muitas plantações foram feitas. Estes entretanto nunca foram cortados o que fez que chegassem a atingir este tamanho.

Casalinho de Cima

Uma estrada estreita sobe até à pequena aldeia de Casalinho de Cima. As casas da aldeia são construídas com pedras redondas de quartzito, originalmente depositadas pelos glaciares que gravaram e formaram a região.
A técnica local de construção demonstra-se na utilização de barro e pequenas peças de pedra para segurar as pedras redondas no seu lugar. Do fontanário, no centro da povoação, tem-se a vista da vila de Góis e o horizonte é dominado pelo dramático cume da Peneda de Góis.

Casalinho de Cima

Por baixo do Casalinho de Cima encontra-se a magnífica velha Quinta da Capela, construída no século XVII por Barreto Chichorro, uma das mais importantes famílias deste tempo. A Quinta foi agora designada Monumento Nacional. No terreno desta encontra-se um dos maiores pinheiros de Portugal.




 Texto e fotos de  http://www.goisproperty.com
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



quinta-feira, 11 de agosto de 2016

POEMA DO AMIGO APRENDIZ


Quero ser o teu amigo.
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso: é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias

Fernando Pessoa 







Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Festas Regionais: Sorgaçosa

Também a Sorgaçosa vai realizar a sua festa no próximo fim de semana. 
Eis o Programa:


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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Festas Regionais: Sobral Gordo

Mais uma festa que se realiza no próximo fim de semana.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Festas Regionais: Soito da Ruiva

As festas continuam e para o próximo fim de semana há mais.

Como no cartaz o programa aparece em tamanho pequeno,  aqui vai o Programa descriminado:

DIA 13 DE AGOSTO
9H00 – Hastear de bandeiras e arruada – Filármonica Pomarense
10HOO – Missa
11h00 – Procissão
12h00 – Leilão
15h00 – Abertura da quermesse e banca de artesanato.
15h30 – Inicio do torneio de sueca e matraquilhos
17h00 – Atuação da Tuna Melodias do Campo
22h00 – Baile com LEONEL COSTA
DIA 14 DE AGOSTO
10H30 – Arruada pelo Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
13h00 – Almoço no Largo do Bacelo
17H00 – Cerimónia de inauguração da sede da Comissão de Melhoramentos de Soito da Ruiva
19H00 – Lanche no Largo do Bacelo
22h00 – Baile com o conjunto TRIO CLAVE

DIA 15 AGOSTO
15h30 – IV Encontro de Folclore do Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
Grupos a atuar:
- Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
- Rancho Folclórico de Santa Quitéria – Meridãos – Tendais - Cinfães
- Rancho Esticadinhos de Cantanhede
- Rancho Folclórico Os Mensageiros da Alegria de Vila Nova do Ceira – Góis


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Por Que É Fim de Semana: Póvoa de Góis e Luzenda

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até à Póvoa de Góis e  Luzenda.
Póvoa de Góis: 

A estrada para a Póvoa de Góis sobe para um pequeno monte, antes de começar a descer para a aldeia pitoresca.
A pequena capela, dedicada ao São Sebastião, situa-se no centro da povoação, com a sua larga torre que incorpora relógios em duas faces: uma indicação que os habitantes se encontravam empregados e não deixados aos seus próprios horários. 
Existe uma história local que conta que uma aldeia vizinha cobiçava São Sebastião e tentava captura-lo (quando e como o Santo encarnou, não é claro!). No entanto este fugiu e escondeu-se numas silvas. Isto é o lugar onde a capela foi construída.


 Luzenda:

A Luzenda é em facto um conjunto de duas aldeias, Luzenda de Além e Luzenda de Santo António, que com o tempo ficaram simplesmente com o nome de Luzenda. Embora que a aldeia se situa 100 m acima do rio Ceira, os ricos terrenos em frente desta descem suavemente e foram divididos em estreitas faixas, que seguem até ao rio.
Estando virada para sul a Luzenda é um bom lugar para plantar vinhas e os habitantes aproveitam o sol abundante.
A estrada que agora atravessa a aldeia não é a única, há uma mais antiga que passa por cima do monte.

A Luzenda de Além situa-se na extremidade oeste da aldeia, onde se encontra um santuário dedicado à Nossa Senhora de Fátima. 

As casas originalmente construídas de redondas pedras glaciares, algumas agora pintadas e rebocadas, juntam-se à volta das ruas estreitas e dão-nos uma indicação da idade da aldeia. Casas modernas unem agora as duas aldeias. 


No leste situa-se a Luzenda de Santo António com a sua capela numa pequena praça no centro e a área de festas sombreada por velhas oliveiras envolventes.
 
 

 Texto  de  http://www.goisproperty.com

Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Cheesecake Mesclado de Framboesa

Ingredientes da base:
1 xícara de biscoitos tipo 'Maria' triturados [meça depois de triturar];
2 colheres de sopa de manteiga sem sal derretida.
Ingredientes do coulis de framboesas:
200g de framboesas [ou mirtilos, ou morangos, ou manga, ou amoras];
2 colheres de sopa de açúcar.
Ingredientes do creme de queijo:
750g de cream cheese de boa qualidade em temperatura ambiente;
1 e 1/2 xícaras de açúcar refinado;
Raspas de 1 limão [a receita não pede, mas eu acho fundamental];
1 pitada de sal;
1 colher de chá de extrato de baunilha;
1 colher de sopa de farinha de trigo [ajuda a não rachar];
1 colher de sopa de suco de limão [também acho necessário];
4 ovos, em temperatura ambiente;
Água fervente para o banho-maria.
Prepare a base:
Pré-aqueça o forno a 180 graus;
Envolva uma forma de 23cm de diâmetro de fundo falso em 2 folhas de papel alumínio, cobrindo fundo e laterais pelo lado de fora - assim não tem perigo da água do banho-maria entrar na forma pela fundo removível. Reserve.
Misture os biscoitos triturados fininho com a manteiga, até formar uma farofinha húmida.
Usando as costas de uma colher, pressione essa mistura sobre o fundo da forma preparada, formando a base do cheesecake. Leve ao forno por 10 minutos.
Retire do forno e deixe esfriar.
Abaixe o forno para 160 graus.
Prepare o coulis de framboesa:
No liquidificador, bata as frutas com o açúcar por 30 segundos. Passe por uma peneira fina, para retirar as sementinhas, e reserve.
Prepare o creme de queijo:
Misture as raspas de limão com o açúcar, apertando com as pontas dos dedos para o sabor se espalhar pelo açúcar. Reserve.
Bata o cream cheese na batedeira, em velocidade média e usando o garfo tipo 'raquete', por 3 minutos, até ficar bem macio. Diminua a velocidade da batedeira e adicione o açúcar, batendo até incorporar. Adicione a baunilha, a farinha e o suco de limão e bata para incorporar.
Em velocidade médio-baixa, adicione os ovos, um por vez, batendo por 32 vezes [conte as voltas da batedeira planetária ou os segundos, se sua batedeira não for planetária] antes de adicionar o próximo ovo, lembrando de raspar as laterais da tigela com uma espátula.
Cubra a base pronta com o creme de queijo.
Mesclando o cheesecake:
Usando uma colher, distribua gotas grandes do coulis de framboesa, formando pequenos círculos sobre toda a superfície do creme de queijo [provavelmente vai sobrar coulis, que você pode guardar na geladeira para servir com o cheesecake]. Use um palito para mesclar o coulis com o creme, fazendo movimentos circulares.
Coloque a forma dentro de uma assadeira funda. Leve para a gradinha do forno e só então adicione a água fervente à assadeira, o suficiente para chegar a metade da altura da fôrma de cheesecake. Feche o forno e asse por cerca de 65 minutos [ o meu demorou 75 minutos], até que as laterais estejam firmes mas o centro ainda 'trêmulo' [balance devagar a forma para descobrir se está no ponto].
Transfira o cheesecake para uma gradinha e deixe esfriar completamente. Depois leve à geladeira por 6 horas, ou de um dia para o outro.
No momento de servir, passe uma faquinha sem serra entre a forma e o cheesecake, para desgrudar o creme, e desenforme. Sirva com o coulis restante.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Festas Regionais: Relva Velha

Também a Relva Velha vai estar em festa nos próximos dias 5, 6, 7, 8 e 9.
O Programa é o seguinte:





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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Festas Regionais: Porto Silvado

O Porto Silvado também estará em festa no próximo fim de semana. Eis o Programa:


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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Festas Regionais: Corgas

Chegou o mês de Agosto e com ele regressam às aldeias muitos dos seus naturais, que partiram para outros pontos do país ou do estrangeiro, em busca de vida melhor. 
As aldeias ganham vida e realizam-se as  festas regionais.
O Açor também vai dedicar o mês de Agosto às festas de algumas aldeias da região e começa com a festa das Corgas (Pomares), que se realiza já no próximo fim de semana.




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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Por Que É Fim de Semana: Aigra Nova e Aigra Velha

Porque é fim de semana vamos conhecer um pouco as aldeias do concelho Góis.
Poucas são as localidades deste concelho que já visitei. Por essa razão, valeram-me as fotografias de alguns amigos e o site http://www.goisproperty.com ,  onde fui buscar alguns  textos referentes a cada aldeia.  
Começamos o périplo pela freguesia Góis, partindo à descoberta das aldeias de Aigra Nova e Aigra velha.
Aigra Nova (Foto de http://www.fogecomigo.pt/)

A Aigra Nova é uma aldeia de xisto lindamente restaurada com ruas estreitas, calcetadas com quartzito (uma cinzenta pedra local). Apesar de ter o nome "Nova", a aldeia provavelmente tem mais de 1400 anos e presume-se terem sido os Mouros os primeiros colonizadores. Existem minas de ouro em baixo da aldeia e provavelmente isto é a razão pela qual os primeiros colonos se estabelecessem nesta área.
A recente construção da casa do convívio revelou várias grandes Pedras redondas de granito não natural desta área. Estas demonstram indícios e sinais de aquecimento e rápido arrefecimento. É provável que estas pedras sejam do tempo dos Mouros e a localização na proximidade da fonte de água da aldeia sugere, que estas poderiam ter sido utilizadas para aquecer a água para banho.
Na aldeia encontra-se uma loja que vende produtos regionais como doce de Maçã e castanha, licores e artesanato regional.

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Aigra Velha (Foto de http://goisvive.blogspot.pt)

A Aigra Velha é uma das aldeias mais altas da região de Góis. Um estrada de terra batida leva-nos a este lugar, que se encontra a mais de 2 km da próxima aldeia habitada e nos transmite uma sensação de nos encontrarmos no meia do nada e longe de tudo. Por todo lado nos arredores da aldeia podemos ver sinais / indícios de javalis, e por vezes é possível observar veados e/ou ouvir os seus gritos durante o cio outonal. A aldeia situa-se mesmo por baixo do cume e é constituída por um agrupamento de edifícios de xisto à volta de uma rua calcetada. A aldeia é habitada por uma família que cria gado e recolhiam mel, antes que o fogo de alguns anos atrás destruísse as colmeias.
Recentes investimentos possibilitaram o restauro de muitos dos edifícios de xisto e fez-se uma nova calçada com candeeiros de iluminação pública. Separado da aldeia, encontram-se três casas de xisto restauradas que podem ser alugadas para férias ou fins-de-semana.



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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Aldeias da Serra III

As povoações de hoje ficam localizadas no sopé da serra do Açor. Pertencem ao concelho de Arganil e todas elas são banhadas pelo rio Alva.
Digueifel
Barril do Alva
Coja

Secarias


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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Aldeias da Serra II

Continuando a partilhar algumas imagens obtidas nos últimos dias, aqui vão mais algumas aldeias da serra do Açor.
Soito da Ruiva (em baixo) e Gramaça (no alto) 
Soito da Ruiva e Sobral Gordo  
Porto Silvado, Vale do Torno e Espinho
Soito da Ruiva e Sobral Magro


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terça-feira, 26 de julho de 2016

Aldeias da Serra I

Mais uma voltinha pela serra, mais fotos para partilhar.
Moura da Serra, Casarias e Sorgaçosa
Fonte Raiz
Cerdeira sob um denso manto de nevoeiro
Pisão, uma aldeia florida
Coja, princesa do Alva



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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Algumas Aldeias da Freguesia de Pomares

Após uns dias de descanso na serra, volto com imagens de algumas aldeias serranas.
Mourísia
Sobral Gordo
Soito da Ruiva
Sobral Magro


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