terça-feira, 10 de maio de 2016

Feira das Regiões

A exemplo de anos anteriores, a Casa da Comarca de Arganil vai participar na Feira das Regiões, a decorrer nos próximos dias 13, 14  e 15 de maio, na Alameda D. Afonso Henriques. Este evento é uma organização conjunta da ACRL ( Associação das Casas Regionais em Lisboa), da Confederação Portuguesa das Colectividades e da Federação das colectividades do distrito de Lisboa. Conta também  com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa. 
Nesta iniciativa  poderá contar com  a animação musical, o folclore e   os produtos regionais.
   
A Casa da Comarca de Arganil apela à participação, neste evento, de todos os arganilenses residentes na região da Grande Lisboa. 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

ODE À PRIMAVERA



A vida anda possessa de Poesia!
Anda prenha de mosto!
Ou é da luz do dia,
Ou é da cor do rosto,
Ou então quer abrir-se, neste gosto
De pão com todo o sal que lhe cabia!

Tem narcisos de amor no coração,
Folhas de acanto nos sentidos!
E carícias na mão
A espreitar dos tendões adormecidos!

Toca-se numa pedra, e ela treme!
Murmura-se uma prece, e a boca grita!
A rabiça do arado é como um leme
Sobre a terra que ondula e ressuscita!
Quem avoluma a sombra, ou quem a teme?
Cada presença é um hino que palpita!
E se na estrada alguém discorda e geme,
Ninguém que vai no sonho o acredita!

Serás tu, Primavera?
Tu, com frutos na rama do futuro,
Com sementes nos pés
E flores inúteis sobre cada muro,
Contentes só da graça que tu és!

Miguel Torga



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Porque é fim de semana: Janeiro de Baixo

Porque é fim de semana, vamos iniciar o périplo pelas aldeias  da freguesia de Janeiro de Baixo. Começamos  pela sede de freguesia. 
Janeiro de Baixo é uma povoação envolta pelos  meandros   do rio Zêzere, num local onde romanos e árabes desenvolveram, no passado, intensa exploração mineira.


A primeira alusão à povoação apareceu num arrolamento  das igrejas e mosteiros de Portugal,  (1320-1321), mas ainda  não era  freguesia. 


A sua igreja dedicada a São Domingos fica situada à entrada da povoação e, para além do altar-mor tem mais dois, o de  Santa Ana e o de São Caetano, sendo todos de talha de madeira, dos sécs. XVII-XVIII.
Existem ainda na aldeia, as Capelas do Santo Cristo e  de S. Sebastião. Junto a esta última é tradição realizar-se anualmente, um Bodo  no dia 20 de Janeiro. 
Há  uns anos atrás, Janeiro de Baixo foi inserid na rede das Aldeias de Xisto, o que veio ajudar a incrementar o turismo na região.
Ali, nas margens do Zêzere, o turista pode usufruir dum parque de campismo e duma  praia fluvial com um extenso areal.

 
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Artesanato: Organizador de Mala

Mais um trabalho concluído.
A minha mala transporta uma grande panóplia de pertences: chaves, carteira, documentos, telemóvel, lenços e tudo o mais que me vai fazendo falta e que coloco lá dentro . Creio que acontece o mesmo com uma grande parte das mulheres. Quando chega a hora de mudar de mala, há que mudar tudo duma para por na outra. 
Foi assim que, ao ver um video na net ensinando a fazer um organizador para  malas, resolvi fazer um para mim.
 Ei-lo:

Agora, quando trocar de mala, vai tudo dentro do organizador, que serve em todas elas.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quarta-feira, 4 de maio de 2016

Festa no Colcurinho





Aproxima-se a data duma das romarias mais antigas da serra do Açor - a romaria de Nossa Senhora das Necessidades, no Monte do Colcurinho (Cabeço)
Esta festa realiza-se todos os anos no domingo do Espírito Santo e, este ano, acontece no próximo dia  15 de Maio.


De tarde, a festa terá   continuidade com  a componente profana, no Vale de Maceira, no recinto do Santuário de Nª Sª das Preces.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







terça-feira, 3 de maio de 2016

Bolo de Laranja

 


Ingredientes:
2 xícaras e meia de chá de suco de laranja
1 xícara de chá de óleo
3 ovos (as claras em neve)
1 xícara de açúcar
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa fermento para bolo
1 colher de sopa de raspas de laranja
Cobertura:
1 xícara de suco de laranja
1 lata de leite condensado.

Modo de preparo:
Bater as 3 gemas com 1 xícara de açúcar.
Colocar o açúcar aos pouquinhos, formando um creme, adicionar o óleo pouco a pouco, incorporando ao creme.
Adicionar lentamente o suco de laranja, o trigo e o fermento.
Por último as claras em neve e as raspas de laranja.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





segunda-feira, 2 de maio de 2016

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Porque É Fim de Semana: Freguesia de Janeiro de Baixo

Porque é fim de semana, vamos partir à descoberta duma nova freguesia do concelho da Pampilhosa da Serra, integrada na serra do Açor. É a vez da freguesia de Janeiro de Baixo.
http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/10261995.jpg
Esta freguesia está situada, numa das margens  do  rio Zêzere, na parte sul do concelho e dela fazem parte as seguintes localidades:
Brejo de Baixo, Brejo de Cima, Casal da Lapa, Esteiro, Janeiro de Baixo, Machialinho, Porto de Vacas, Safra, Souto do Brejo e Vale de Abutre.

As terras da freguesia foram  comenda da Ordem de Cristo e pertenceram às comendas do padroado real. Pertenceram à diocese da Guarda até 1882, ano em passaram  para a diocese de Coimbra. Integraram o  concelho de Fajão até 1885 passando então para o da Pampilhosa da Serra.





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







quinta-feira, 28 de abril de 2016

Lisboa: Convento da Madre de Deus IV

A minha partilha da visita feita ao Convento da Madre de Deus termina hoje, com mais algumas imagens.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.






quarta-feira, 27 de abril de 2016

Lisboa: Convento da Madre de Deus III

Actualmente, uma grande parte do Convento da  Madre de Deus é utilizado como um dos mais importantes espaços museológicos portugueses -  o Museu Nacional do Azulejo.

Ao longo dos tempos, o Convento foi alvo de vários melhoramentos nomeadamente a colocação de painéis de azulejos adornando grande parte das suas paredes.

Mais tarde, o Convento recebeu vários painéis de azulejo, provenientes doutros edifícios, para serem integrados na decoração  do edifício. No entanto, isso  só viria a acontecer, na altura das comemorações dos 500 anos do nascimento da Rainha D. Leonor. 


Em 1958, o Convento passou a ser utilizado como  Museu  do Azulejo, sob a alçada do Museu Nacional de Arte Antiga e, em 1980, tornou-se  independente passando a  Museu Nacional.

Actualmente, integra uma vasta colecção de azulejos portugueses, espanhóis e holandeses, que vai do séc. XV à actualidade.
Eis mais alguns exemplos:






E, para terminar, a "jóia da coroa" do Museu, patente na  sala de exposição do terceiro andar. É um exemplar único, representando  Lisboa antes  do terramoto de 1755, que  pertenceu ao Palácio dos Condes de Tentúgal. A representação mostra a capital do país de Xabregas a Algés  e pensa-se ser datado de 1700.


Por tudo o que atrás descrevi, este é um local lisboeta de visita obrigatória, onde para além de toda a imponência do Convento, podemos ficar a conhecer a história da azulejaria através dos tempos . 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 26 de abril de 2016

Convento da Madre de Deus II

Concluindo a componente religiosa da visita ao Convento da Madre de Deus, destaco alguns aspectos que contribuem para a sua magnificência.
O Púlpito de talha dourada em estilo rococó, ladeado por painéis de azulejos e telas pintadas com molduras de talha.


Na capela-mor surge um espectacular retábulo de talha dourada e planta côncava,um trono de sete degraus, tendo na base um sacrário embutido. O Altar é de cantaria de calcário branco e vermelho.

O tecto é formado por  com caixotões pintados.


Num dos altares laterais, encontram-se as relíquias de Santa Auta, uma das Onze Mil Virgens, massacradas pelos hunos, que foram oferecidas pelo imperador Maximiliano da Áustria, primo da rainha D. Leonor e um dos mecenas do convento.


A Capela Árabe situa-se  num piso inferior à igreja e se pensa-se ter sido o oratório de D. Leonor, que viveu no Convento durante alguns anos.


 
No primeiro andar do Convento situa-se a  Capela de Santo António, decorada por ordem de Dom João V.





Nesta capela,em frente ao altar, encontra-se o célebre presépio da Madre de Deus.


Depois da Capela de Santo António fica o Coro Alto  (ou Sala do Tesouro) que era o lugar de reunião das freiras e foi construído durante o reinado de Dom João III. O soalho marchetado  é de madeiras originárias do Brasil. Nas vitrinas  sobre as cadeiras pode observar-se um grande número  de relicários de santos.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.