quarta-feira, 27 de abril de 2016

Lisboa: Convento da Madre de Deus III

Actualmente, uma grande parte do Convento da  Madre de Deus é utilizado como um dos mais importantes espaços museológicos portugueses -  o Museu Nacional do Azulejo.

Ao longo dos tempos, o Convento foi alvo de vários melhoramentos nomeadamente a colocação de painéis de azulejos adornando grande parte das suas paredes.

Mais tarde, o Convento recebeu vários painéis de azulejo, provenientes doutros edifícios, para serem integrados na decoração  do edifício. No entanto, isso  só viria a acontecer, na altura das comemorações dos 500 anos do nascimento da Rainha D. Leonor. 


Em 1958, o Convento passou a ser utilizado como  Museu  do Azulejo, sob a alçada do Museu Nacional de Arte Antiga e, em 1980, tornou-se  independente passando a  Museu Nacional.

Actualmente, integra uma vasta colecção de azulejos portugueses, espanhóis e holandeses, que vai do séc. XV à actualidade.
Eis mais alguns exemplos:






E, para terminar, a "jóia da coroa" do Museu, patente na  sala de exposição do terceiro andar. É um exemplar único, representando  Lisboa antes  do terramoto de 1755, que  pertenceu ao Palácio dos Condes de Tentúgal. A representação mostra a capital do país de Xabregas a Algés  e pensa-se ser datado de 1700.


Por tudo o que atrás descrevi, este é um local lisboeta de visita obrigatória, onde para além de toda a imponência do Convento, podemos ficar a conhecer a história da azulejaria através dos tempos . 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 26 de abril de 2016

Convento da Madre de Deus II

Concluindo a componente religiosa da visita ao Convento da Madre de Deus, destaco alguns aspectos que contribuem para a sua magnificência.
O Púlpito de talha dourada em estilo rococó, ladeado por painéis de azulejos e telas pintadas com molduras de talha.


Na capela-mor surge um espectacular retábulo de talha dourada e planta côncava,um trono de sete degraus, tendo na base um sacrário embutido. O Altar é de cantaria de calcário branco e vermelho.

O tecto é formado por  com caixotões pintados.


Num dos altares laterais, encontram-se as relíquias de Santa Auta, uma das Onze Mil Virgens, massacradas pelos hunos, que foram oferecidas pelo imperador Maximiliano da Áustria, primo da rainha D. Leonor e um dos mecenas do convento.


A Capela Árabe situa-se  num piso inferior à igreja e se pensa-se ter sido o oratório de D. Leonor, que viveu no Convento durante alguns anos.


 
No primeiro andar do Convento situa-se a  Capela de Santo António, decorada por ordem de Dom João V.





Nesta capela,em frente ao altar, encontra-se o célebre presépio da Madre de Deus.


Depois da Capela de Santo António fica o Coro Alto  (ou Sala do Tesouro) que era o lugar de reunião das freiras e foi construído durante o reinado de Dom João III. O soalho marchetado  é de madeiras originárias do Brasil. Nas vitrinas  sobre as cadeiras pode observar-se um grande número  de relicários de santos.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.






segunda-feira, 25 de abril de 2016

Lisboa: Convento da Madre de Deus I



No último fim de semana, na companhia de excelentes amigos fizemos uma visita fantástica ao Convento da Madre de Deus. Ali visitámos a igreja, claustros e as salas que albergam o Museu Nacional do Azulejo.


O Convento da Madre de Deus fica situado em Xabregas, na zona oriental de Lisboa.
Foi mandado construir pela Rainha D. Leonor, mulher do Rei D. João II, em 1509,  em estilo manuelino,  para acolher um pequeno grupo de freiras Franciscanas Descalças da primeira Regra de Santa Clara, vindas de Setúbal. 


entrada da Igreja  é  um bonito Portal Manuelino com os brasões do rei D. João II e de D. Leonor e pensa-se ter pertencido à traça primitiva.
Quando D. Leonor morreu, a igreja ainda não estava completa e o espaço era demasiado pequeno para as necessidades.
Em 1550, D. João III mandou terminar as obras da igreja e  coro, recebendo  influência renascentista. 



No reinado de D. Pedro II e D. João V, o  convento foi alvo de obras de remodelação, recebendo decoração barroca, patente nos painéis de azulejos,  altares de talha dourada, pinturas,...Com o terramoto de 1755, o convento ficou bastante danificado mas, o Rei D. José mandou proceder às obras de restauro.


Com a extinção das Ordens Religiosas o Convento começou a ser preparado para permitir  a instalação do Asilo D. Maria Pia. 

Durante o século XX, ali foi armazenado um grande espólio de azulejos que, a par da grande quantidade de painéis que cobrem as paredes do edifício, deram origem ao Museu Nacional do Azulejo.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





sexta-feira, 22 de abril de 2016

Porque é Fim de Semana: Freguesia de Unhais-o-Velho

Porque é fim de semana, vamos partir para as últimas localidades da freguesia de Unhais o Velho que pertencem à serra do Açor, 
São elas:
Portela de Unhais:

  Seladinhas:



Arranhadouro:

São três bonitas  povoações, das quais destaco a Portela de Unhais, localizada num local privilegiado no alto duma elevação. Ali existe um excelente miradouro, donde se pode usufruir duma soberba panorâmica da região envolvente.
 
Foto: Panoramio

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quinta-feira, 21 de abril de 2016

Imagens Que Falam Por Si: Buddha Eden

Quinta dos Loridos-Buddha Eden






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bolo de Brigadeiro




Ingredientes
. 2 xícaras (chá) e 3 colheres (sopa) de açúcar
. 4 ovos (claras e gemas separadas)
. 3/4 de xícara (chá) de óleo
. 3/4 de xícara (chá) e 5 colheres (sopa) de achocolatado
. 3/4 de xícara (chá) de água morna
. 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 1 colher (sopa) de fermento em pó
. 200 ml de licor de cacau
. 100 ml de água
. 3 colheres (sopa) de açúcar
. 2 latas de leite condensado
. 2 colheres (sopa) de margarina
. 200 g de chocolate granulado

Modo de preparo
1. Prepare a massa: bata 2 xícaras (chá) de açúcar com as gemas, depois adicione o óleo, 3/4 de xícara (chá) de achocolatado dissolvido na água morna e por último a farinha.

2. Bate bem a massa, retire da batedeira e junte as claras batidas em neve.

3. Misture delicadamente e acrescente o fermento em pó.

4. Leve para assar em forma untada e enfarinhada em forno, preaquecido, a 180 ºC.

5. Prepare a calda: numa panela misture o licor de cacau, a água e 3 colheres (sopa) de açúcar e leve o fogo até ferver. Deixe esfriar.

6. Desenforme o bolo e divida ao meio. Faça furos no bolo com um garfo e regue com a calda.

7. Prepare o recheio e cobertura: numa panela misture o leite condensado, 5 colheres (sopa) de achocolatado e a margarina e leve ao fogo até engrossar, mexendo sem parar. Preste atenção para que fique em consistência mole.

8. Recheie e cubra o bolo. Polvilhe o chocolate granulado.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 19 de abril de 2016

Comemorações do 25 de Abril na C. M. de Arganil

A Câmara Municipal de Arganil vai realizar uma sessão comemorativa do 42º aniversário da Revolução dos Cravos, no próximo dia 25 de Abril, pelas 15 horas no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Durante a cerimónia, proceder-se-á à assinatura de Contratos-Programa com as  Freguesias do Concelho e de Apoio ao Associativismo,  com as Associações Culturais e Desportivas.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





segunda-feira, 18 de abril de 2016

As Galinhas Invadiram a Minha Cozinha

Nos últimos tempos tenho-me dedicado a fazer algumas peças para decorar a minha cozinha.
As galinhas foram o tema da decoração.Fiz um pano para a mesa, uma toalha de mão e uma pega, aproveitando um tecido inspirado nos lenços dos namorados.
A minha cozinha ganhou peças novas e um colorido mais alegre.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




sexta-feira, 15 de abril de 2016

Porque é Fim de Semana: Aradas

Porque é fim de semana, vamos partir à descoberta doutra localidade da serra do Açor, situada no  concelho da Pampilhosa da Serra e da freguesia de Unhais o Velho. Desta vez, partimos  para Aradas.
Esta bela aldeia do alto concelho, de que, como tantas  outras, não se sabe a data da fundação, terá tido a sua origem em três quintas, hoje conhecidas por bairros de Santa Bárbara, Bento Batista e Barroca.
Na zona alta da   povoação, existe uma capelinha erguida em honra de Nª. Sª. da Boa Viagem,  inaugurada em 1982.
Para além da padroeira tem ainda  as imagens de S. José, Santo António, Nª. Sª. de Fátima e Sagrado Coração de Jesus.
No 1º Domingo de Agosto,realiza-se a festa da aldeia em honra da sua padroeira, que traz à povoação os  filhos que partiram em busca de vida melhor.





Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




quinta-feira, 14 de abril de 2016

Praça Marquês de Pombal

No topo da Avenida da Liberdade situa-se uma das mais imponentes  praças lisboetas, a Praça Marquês de Pombal.
Tal como referi no post anterior, após o terramoto de 1755, Sebastião José de Carvalho e Melo (Marquês de Pombal),  então Ministro de D. José I, planificou a reconstrução da cidade.

Em 1934, o homem que pôs de pé a  Baixa da capital do país, foi perpectuado num monumento situado no centro desta praça.  A imagem do marquês, olha para a sua obra, no alto dos 40 metros de altura do monumento. Na base, para além de alusões ao terramoto, estão representadas  as reformas políticas, sociais e agrícolas, por ele realizadas enquanto fez parte do Governo.
 






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




quarta-feira, 13 de abril de 2016

Esta Lisboa Que Eu Amo: Avenida da Liberdade

Uma das mais importantes artérias da cidade de Lisboa dá pelo nome de Avenida da Liberdade e surgiu fazendo parte do projeto do Marquês de Pombal, para a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. 

Nessa altura, cingia-se apenas à parte localizada  junto à praça dos Restauradores, que com ele formavam o “Passeio Público”.
Rodeado por muros e portões, era utilizado como espaço de lazer, apenas pelos membros da elite da época.
Após a tomada do   poder pelos Liberais,os muros foram derrubados e  o "Passeio"  passou, então, a ser totalmente público.

A Avenida atual foi construída entre 1879 e 1882, tendo como inspiração os Campos Elísios, em Paris. Tinha cerca de 90 metros de largura, um belo pavimento bem representativo da calçada portuguesa, árvores de grande porte, estátuas,  lagos e fontes ornamentais. 
Nela podemos encontrar os mais elegantes estabelecimentos comerciais, lojas de renome onde se podem encontrar as  marcas de grife mais conhecidas e os escritórios das firmas mais conceituadas. 

Passeando por esta artéria lisboeta, para além de podermos apreciar todo o glamour das lojas, podemos usufruir dum espaço bonito e agradável ou refrescar-nos numa das várias esplanadas espalhadas ao longo desta extensa avenida.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.