terça-feira, 6 de setembro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Pavê de Abacaxi
2 xícaras (chá) de leite
1 vidro de leite de coco
1 xícara (chá) de açúcar
3 gemas
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 lata de abacaxi em calda escorrido (reserve a calda)
1 pacote de biscoito maisena
1 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado
1 vidro de leite de coco
1 xícara (chá) de açúcar
3 gemas
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 lata de abacaxi em calda escorrido (reserve a calda)
1 pacote de biscoito maisena
1 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado

Coloque numa panela o leite com o leite de coco, o açúcar, as gemas e o amido.
Leve ao fogo e cozinhe até engrossar.
Retire do fogo e junte a baunilha, deixe amornar e acrescente o abacaxi picado (reserve duas fatias).
Num refratário com 17 x 27 cm, monte o pavê com os biscoitos levemente passados na calda do abacaxi, o creme e parte do coco.
Cubra com filme plástico e leve à geladeira por quatro horas.
Decore com o coco e o abacaxi restantes e sirva em seguida.
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Por Que É Fim de Semana: Bordeiro, Civado e Regateira
Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Bordeiro, Civado e Regateira. Bordeiro:
Bordeiro é uma aldeia situada a pouco mais de cinco quilómetros
de Góis, ao longo da estrada que liga a sede de concelho a Arganil.
O lugar é pequeno e o único
café é o ponto de encontro das suas gentes.
Na aldeia existe uma capela ligada a uma grande quinta, dedicada a São Salvador do Mundo, padroeiro da localidade.
Civado:
Praticamente ligada a Bordeiro, encontra-se outra pequena localidade, denominada Civado.
Regateira:
A pouca distância, a estrada que liga a Arganil, atravessa mais uma outra localidade: Regateira.
Devido à proximidade, estas três povoações têm características muito semelhantes, essencialmente rurais e, como em muitas povoações do pinhal interior, a atravessar um período de desertificação humana, em virtude de os seus habitantes terem partido em busca de melhores condições de vida e de novas
oportunidades.
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra
A Biblioteca Municipal de Arganil vai realizar o Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra - V PARTILHAR PARA CRESCER, no próximo dia 23 de Setembro.
Estes Encontros tiveram o seu início em 2013, numa organização da Biblioteca Municipal de Penacova, a que se seguiram Cantanhede, Mira e Tábua.
Os Encontros visam a partilha de experiências do trabalho das Bibliotecas Municipais, de forma a contribuírem para a melhoria da inclusão social e da vida profissional de todos os utilizadores e potenciais utilizadores das Bibliotecas Públicas.
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Festa em Sobral Magro
Mais uma vez, o Sobral Magro esteve em festa.
Foi nos passados dias 19, 20 e 21 de Agosto que se realizou a tradicional festa em honra de S. Domingos.
Deste evento partilho algumas imagens.
Sexta-Feira:
- Procissão de Velas
- Baile
Sábado:
- Procissão
- Baile
Domingo:
- Arruada
- Piquenique
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
17ª edição Festival Nacional de Folclore do R.F.R.Celavisa
Da Secretária da Direcção do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, D.Fernanda Neves, recebi o pedido de divulgação da seguinte notícia:
NOTÍCIAUsos e Costumes em Lisboa: 17ª ediçãoFestival Nacional de FolcloreMais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 17ª edição do seu Festival de Folclore.Este evento terá lugar mais uma vez no recinto do Panteão Nacional, em Lisboa (S. Vicente de Fora), no dia 11 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia.O evento terá o seguinte horário:15h00m - Desfile pelas ruas da freguesia15h30m - Chegada dos grupos ao recinto16h00m - Atuação dos Grupos de Folclore:1. Rancho Folclórico e Etnográfico Montemorense - Montemor-o-Novo | Alto Alentejo2. Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores - Mortágua | Beira Litoral3. Rancho Folclórico da Barreira - Leiria | Alta Estremadura4. Grupo Folclórico “Danças e Cantares do Minho” - Minho5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - Arganil | Beira SerraAcrescentamos ainda que haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, de artesanato e de doçaria típica (como filhoses).Deste modo singelo convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para, deste modo, engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".Esperamos por si...
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Por Que É Fim de Semana: Alagoa e Carvão
Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até à Alagoa e Carvão. Alagoa:
A aldeia de Alagoa situa-se por cima do rio Ceira com vista para o vale fértil. As terras suavemente inclinadas eram utilizadas para o cultivo de milho e azeitonas, mas encontram-se agora rodeadas de árvores.A velha estrada pode ser vista na floresta no Sul da aldeia, passando por aquilo que outrora eram campos de cultivo. As paredes e também um velho poço encontram-se entre as árvores.No centro da aldeia há uma praça chamada ‘Eira do Povo’ que pertence a cada um da comunidade. Era antigamente o lugar onde se secava o milho e onde se faziam os bailes no dia de São João.
Ao lado da praça encontra-se a Casa de Convívio e por trás desta estão dois grandes poços: um ainda com um engenho lindamente trabalhado para erguer a água para os tanques de lavar a roupa.500m na encosta por cima da aldeia, num lugar chamado ‘ Terreno do Leitão’, há uma fonte que costumava fornecer água. Ainda antes de haver qualquer água canalizada em casa, a casa mais importante da aldeia fez a sua própria canalização, metendo tubos desta fonte até para a casa e quando as outras fontes da aldeia estavam secas, os aldeãos vinham para esta pedir água.
A estrada, que dava para a Alagoa, era no passado tão estreita, que nenhum carro conseguia passar pela aldeia. O médico tinha de deixar o carro por fora da aldeia e tinha de ir a pé o resto do caminho.
Existe agora uma grande fábrica de mármores mesmo nos arredores da aldeia.
Carvão:
A pequena povoação de Carvão obteve o seu nome provavelmente da produção de carvão que se fazia em vários lugares nesta área. O carvão era utilizado para cozinhar e para derreter ouro e estanho, minérios que eram extraídos nas minas desta área.
Hoje, o Carvão é constituído por uma aglomeração de atractivas casas velhas e novas, ao longo de uma pequena estrada na encosta por cima da estrada que vai de Góis para Vila Nova do Ceira.
No lado oposto desta estrada, existe a Quinta do Carvão, uma pequena aglomeração de 3 casas com vastos campos férteis, que se estendem até à margem do rio Ceira.
Um pequeno moinho mói o milho que é colhido nas terras à volta da Quinta do Carvão.
Perto da Quinta encontra-se uma grande estufa que aproveita estes ricos solos para o crescimento de árvores citrinas.
Texto e fotos de
http://www.goisproperty.com
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Arnaldo Filipe, sócio honorário da C. M. Sobral Magro
Arnaldo Filipe, que foi presidente da Comissão de Melhoramentos de Sobral Magro durante mais de 50 anos, foi nomeado sócio honorário da referida colectividade, durante a última Assembleia Geral.
No passado dia 21, numa pequena cerimónia que contou com a presença de muitos sócios e do Sr. José Travassos de Vasconcelos, representante do jornal A Comarca de Arganil, foi-lhe entregue uma placa alusiva à distinção.
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Festas Regionais: Pomares
A sede da minha freguesia vai também estar em festa. O programa é o seguinte:
terça-feira, 23 de agosto de 2016
Festas Regionais: Gramaça
Bem próximo, a aldeia da Gramaça vai também estar em festa, durante o próximo fim de semana.
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Festas Regionais: Vale do Torno
Com o início de mais uma semana, já começaram os preparativos para outra festa. Desta vez, é o Vale do Torno.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Por Que É Fim de Semana: Nogueiro e Samoura
Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Nogueiro e Samoura.
Nogueiro:
A meio caminho entre Góis e Vila Nova do Ceira situa-se a aldeia de Nogueiro. No centro da aldeia está a capela, dedicada à Nossa Senhora dos Remédios e ao lado desta encontra-se a área de festa.
A aldeia aproveita as suavemente inclinadas terras férteis. Existem muitas árvores de fruto e oliveiras, embora menos oliveiras do que havia outrora.Os habitantes tradicionalmente trabalhavam na agricultura e na floresta. Cultivavam milho, centeio e trigo que levavam para o moinho da Quinta do Nogueiro ou para o da Quinta do Carvão, ambos situados à borda do rio Ceira, para ser moído. Algumas vezes os moleiros vinham de carros puxados por burros ou mulas para angariar os cereais.
Os habitantes também trabalhavam como serradores nas florestas nos montes e havia dois sapateiros, um tamanqueiro, alguns resineiros e carpinteiros a trabalhar na aldeia.

Samoura:
Um dos primeiros edifícios que vê quando entra na Samoura, vindo de Góis, é a escola. Esta já fechou há alguns anos e agora, no recinto onde os alunos costumavam brincar, nascem flores e até orquídeas selvagens em abundância. A escola foi construída aqui para dar acesso à educação escolar às crianças de Samoura e das aldeias vizinhas de Nogueiro e Alagoa.A estrada continua, seguindo os contornos do monte, passando por umas casas espalhadas até que chega à parte mais velha da povoação.Os edifícios aqui são construídos das pedras redondas que surgem por natureza nesta área. O barro vermelho, as peças de tijolos e pequenas pedras dão às paredes um aspecto rústico. Muitos edifícios velhos têm lintéis de janelas e portas, feitas de carvalho local, árvores estas que havia em abundância à volta da aldeia.No censo de 1527, a ‘Çamora’ é alistada como tendo 3 fogos permanentes.Os aldeões trabalhavam tradicionalmente como resineiros; a resina era vendida para Arganil ou Lousã, como também se ocupavam do cultivo de milho e azeitonas.
Texto e fotos de
http://www.goisproperty.com
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.
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