segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Festas Regionais: Sobral Magro

A minha aldeia também vai estar em festa no próximo fim de semana.
O Programa da Festa é o seguinte:




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.




sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Por Que É Fim de Semana: Casalinho de Baixo e Casalinho de Cima

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até ao Casalinho de Baixo e Casalinho de Cima.



 Casalinho de Baixo:
Casalinho de Baixo


O Casalinho de Baixo foi originalmente constituído por uma quinta e várias casas rústicas na proximidade, e é agora uma aldeia atractiva com habitações modernas e velhas lado ao lado. 
Casalinho de Baixo

A povoação tem bons terrenos planos que outrora constituíam o leito de um lago, e existe também um velho sistema de irrigação, ainda preservado e utilizado para regar as terras. 

Casalinho de Baixo

Perto da aldeia corre o rio Ceira e uma nova ponte pedestre em aço possibilita o acesso à outra margem. 
O Casalinho de Baixo é uma aldeia tranquila. Uma peculiaridade desta, são as numerosas vinhas que passam por cima das ruas, dos pátios e carreiros, oferecendo sombra durante o Verão, e claro que as uvas são aproveitadas para fazer vinho.

Casalinho de Baixo

Mesmo na parte superior das terras planas situa-se a velha quinta onde o alfaiate do lugar costumava viver e abaixo existe o moinho da aldeia, construído em 1809. 

 Casalinho de Baixo
Este é um dos maiores moinhos, tem três grandes mós, uma delas trabalha diariamente, fazendo farinha do milho que cresceu na aldeia.


Casalinho de Cima:
Casalinho de Cima


O Casalinho de Cima é uma pequena colecção de casas velhas e tem a vista para o vale em direcção a Góis.
Quando se aproxima à aldeia, vindo de Góis, dá-se conta de um grupo de enormes árvores de eucalipto, das quais os troncos chegam a ter um diâmetro de quase um metro. Os eucaliptos foram plantados há 40 anos, altura em que muitas plantações foram feitas. Estes entretanto nunca foram cortados o que fez que chegassem a atingir este tamanho.

Casalinho de Cima

Uma estrada estreita sobe até à pequena aldeia de Casalinho de Cima. As casas da aldeia são construídas com pedras redondas de quartzito, originalmente depositadas pelos glaciares que gravaram e formaram a região.
A técnica local de construção demonstra-se na utilização de barro e pequenas peças de pedra para segurar as pedras redondas no seu lugar. Do fontanário, no centro da povoação, tem-se a vista da vila de Góis e o horizonte é dominado pelo dramático cume da Peneda de Góis.

Casalinho de Cima

Por baixo do Casalinho de Cima encontra-se a magnífica velha Quinta da Capela, construída no século XVII por Barreto Chichorro, uma das mais importantes famílias deste tempo. A Quinta foi agora designada Monumento Nacional. No terreno desta encontra-se um dos maiores pinheiros de Portugal.




 Texto e fotos de  http://www.goisproperty.com
Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



quinta-feira, 11 de agosto de 2016

POEMA DO AMIGO APRENDIZ


Quero ser o teu amigo.
Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso: é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo de acertar nossas distâncias

Fernando Pessoa 







Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Festas Regionais: Sorgaçosa

Também a Sorgaçosa vai realizar a sua festa no próximo fim de semana. 
Eis o Programa:


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Festas Regionais: Sobral Gordo

Mais uma festa que se realiza no próximo fim de semana.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Festas Regionais: Soito da Ruiva

As festas continuam e para o próximo fim de semana há mais.

Como no cartaz o programa aparece em tamanho pequeno,  aqui vai o Programa descriminado:

DIA 13 DE AGOSTO
9H00 – Hastear de bandeiras e arruada – Filármonica Pomarense
10HOO – Missa
11h00 – Procissão
12h00 – Leilão
15h00 – Abertura da quermesse e banca de artesanato.
15h30 – Inicio do torneio de sueca e matraquilhos
17h00 – Atuação da Tuna Melodias do Campo
22h00 – Baile com LEONEL COSTA
DIA 14 DE AGOSTO
10H30 – Arruada pelo Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
13h00 – Almoço no Largo do Bacelo
17H00 – Cerimónia de inauguração da sede da Comissão de Melhoramentos de Soito da Ruiva
19H00 – Lanche no Largo do Bacelo
22h00 – Baile com o conjunto TRIO CLAVE

DIA 15 AGOSTO
15h30 – IV Encontro de Folclore do Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
Grupos a atuar:
- Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
- Rancho Folclórico de Santa Quitéria – Meridãos – Tendais - Cinfães
- Rancho Esticadinhos de Cantanhede
- Rancho Folclórico Os Mensageiros da Alegria de Vila Nova do Ceira – Góis


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Por Que É Fim de Semana: Póvoa de Góis e Luzenda

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até à Póvoa de Góis e  Luzenda.
Póvoa de Góis: 

A estrada para a Póvoa de Góis sobe para um pequeno monte, antes de começar a descer para a aldeia pitoresca.
A pequena capela, dedicada ao São Sebastião, situa-se no centro da povoação, com a sua larga torre que incorpora relógios em duas faces: uma indicação que os habitantes se encontravam empregados e não deixados aos seus próprios horários. 
Existe uma história local que conta que uma aldeia vizinha cobiçava São Sebastião e tentava captura-lo (quando e como o Santo encarnou, não é claro!). No entanto este fugiu e escondeu-se numas silvas. Isto é o lugar onde a capela foi construída.


 Luzenda:

A Luzenda é em facto um conjunto de duas aldeias, Luzenda de Além e Luzenda de Santo António, que com o tempo ficaram simplesmente com o nome de Luzenda. Embora que a aldeia se situa 100 m acima do rio Ceira, os ricos terrenos em frente desta descem suavemente e foram divididos em estreitas faixas, que seguem até ao rio.
Estando virada para sul a Luzenda é um bom lugar para plantar vinhas e os habitantes aproveitam o sol abundante.
A estrada que agora atravessa a aldeia não é a única, há uma mais antiga que passa por cima do monte.

A Luzenda de Além situa-se na extremidade oeste da aldeia, onde se encontra um santuário dedicado à Nossa Senhora de Fátima. 

As casas originalmente construídas de redondas pedras glaciares, algumas agora pintadas e rebocadas, juntam-se à volta das ruas estreitas e dão-nos uma indicação da idade da aldeia. Casas modernas unem agora as duas aldeias. 


No leste situa-se a Luzenda de Santo António com a sua capela numa pequena praça no centro e a área de festas sombreada por velhas oliveiras envolventes.
 
 

 Texto  de  http://www.goisproperty.com

Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Cheesecake Mesclado de Framboesa

Ingredientes da base:
1 xícara de biscoitos tipo 'Maria' triturados [meça depois de triturar];
2 colheres de sopa de manteiga sem sal derretida.
Ingredientes do coulis de framboesas:
200g de framboesas [ou mirtilos, ou morangos, ou manga, ou amoras];
2 colheres de sopa de açúcar.
Ingredientes do creme de queijo:
750g de cream cheese de boa qualidade em temperatura ambiente;
1 e 1/2 xícaras de açúcar refinado;
Raspas de 1 limão [a receita não pede, mas eu acho fundamental];
1 pitada de sal;
1 colher de chá de extrato de baunilha;
1 colher de sopa de farinha de trigo [ajuda a não rachar];
1 colher de sopa de suco de limão [também acho necessário];
4 ovos, em temperatura ambiente;
Água fervente para o banho-maria.
Prepare a base:
Pré-aqueça o forno a 180 graus;
Envolva uma forma de 23cm de diâmetro de fundo falso em 2 folhas de papel alumínio, cobrindo fundo e laterais pelo lado de fora - assim não tem perigo da água do banho-maria entrar na forma pela fundo removível. Reserve.
Misture os biscoitos triturados fininho com a manteiga, até formar uma farofinha húmida.
Usando as costas de uma colher, pressione essa mistura sobre o fundo da forma preparada, formando a base do cheesecake. Leve ao forno por 10 minutos.
Retire do forno e deixe esfriar.
Abaixe o forno para 160 graus.
Prepare o coulis de framboesa:
No liquidificador, bata as frutas com o açúcar por 30 segundos. Passe por uma peneira fina, para retirar as sementinhas, e reserve.
Prepare o creme de queijo:
Misture as raspas de limão com o açúcar, apertando com as pontas dos dedos para o sabor se espalhar pelo açúcar. Reserve.
Bata o cream cheese na batedeira, em velocidade média e usando o garfo tipo 'raquete', por 3 minutos, até ficar bem macio. Diminua a velocidade da batedeira e adicione o açúcar, batendo até incorporar. Adicione a baunilha, a farinha e o suco de limão e bata para incorporar.
Em velocidade médio-baixa, adicione os ovos, um por vez, batendo por 32 vezes [conte as voltas da batedeira planetária ou os segundos, se sua batedeira não for planetária] antes de adicionar o próximo ovo, lembrando de raspar as laterais da tigela com uma espátula.
Cubra a base pronta com o creme de queijo.
Mesclando o cheesecake:
Usando uma colher, distribua gotas grandes do coulis de framboesa, formando pequenos círculos sobre toda a superfície do creme de queijo [provavelmente vai sobrar coulis, que você pode guardar na geladeira para servir com o cheesecake]. Use um palito para mesclar o coulis com o creme, fazendo movimentos circulares.
Coloque a forma dentro de uma assadeira funda. Leve para a gradinha do forno e só então adicione a água fervente à assadeira, o suficiente para chegar a metade da altura da fôrma de cheesecake. Feche o forno e asse por cerca de 65 minutos [ o meu demorou 75 minutos], até que as laterais estejam firmes mas o centro ainda 'trêmulo' [balance devagar a forma para descobrir se está no ponto].
Transfira o cheesecake para uma gradinha e deixe esfriar completamente. Depois leve à geladeira por 6 horas, ou de um dia para o outro.
No momento de servir, passe uma faquinha sem serra entre a forma e o cheesecake, para desgrudar o creme, e desenforme. Sirva com o coulis restante.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Festas Regionais: Relva Velha

Também a Relva Velha vai estar em festa nos próximos dias 5, 6, 7, 8 e 9.
O Programa é o seguinte:





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Festas Regionais: Porto Silvado

O Porto Silvado também estará em festa no próximo fim de semana. Eis o Programa:


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Festas Regionais: Corgas

Chegou o mês de Agosto e com ele regressam às aldeias muitos dos seus naturais, que partiram para outros pontos do país ou do estrangeiro, em busca de vida melhor. 
As aldeias ganham vida e realizam-se as  festas regionais.
O Açor também vai dedicar o mês de Agosto às festas de algumas aldeias da região e começa com a festa das Corgas (Pomares), que se realiza já no próximo fim de semana.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





sexta-feira, 29 de julho de 2016

Por Que É Fim de Semana: Aigra Nova e Aigra Velha

Porque é fim de semana vamos conhecer um pouco as aldeias do concelho Góis.
Poucas são as localidades deste concelho que já visitei. Por essa razão, valeram-me as fotografias de alguns amigos e o site http://www.goisproperty.com ,  onde fui buscar alguns  textos referentes a cada aldeia.  
Começamos o périplo pela freguesia Góis, partindo à descoberta das aldeias de Aigra Nova e Aigra velha.
Aigra Nova (Foto de http://www.fogecomigo.pt/)

A Aigra Nova é uma aldeia de xisto lindamente restaurada com ruas estreitas, calcetadas com quartzito (uma cinzenta pedra local). Apesar de ter o nome "Nova", a aldeia provavelmente tem mais de 1400 anos e presume-se terem sido os Mouros os primeiros colonizadores. Existem minas de ouro em baixo da aldeia e provavelmente isto é a razão pela qual os primeiros colonos se estabelecessem nesta área.
A recente construção da casa do convívio revelou várias grandes Pedras redondas de granito não natural desta área. Estas demonstram indícios e sinais de aquecimento e rápido arrefecimento. É provável que estas pedras sejam do tempo dos Mouros e a localização na proximidade da fonte de água da aldeia sugere, que estas poderiam ter sido utilizadas para aquecer a água para banho.
Na aldeia encontra-se uma loja que vende produtos regionais como doce de Maçã e castanha, licores e artesanato regional.

[aigra+velha+in+povorais+hi5.jpg]
Aigra Velha (Foto de http://goisvive.blogspot.pt)

A Aigra Velha é uma das aldeias mais altas da região de Góis. Um estrada de terra batida leva-nos a este lugar, que se encontra a mais de 2 km da próxima aldeia habitada e nos transmite uma sensação de nos encontrarmos no meia do nada e longe de tudo. Por todo lado nos arredores da aldeia podemos ver sinais / indícios de javalis, e por vezes é possível observar veados e/ou ouvir os seus gritos durante o cio outonal. A aldeia situa-se mesmo por baixo do cume e é constituída por um agrupamento de edifícios de xisto à volta de uma rua calcetada. A aldeia é habitada por uma família que cria gado e recolhiam mel, antes que o fogo de alguns anos atrás destruísse as colmeias.
Recentes investimentos possibilitaram o restauro de muitos dos edifícios de xisto e fez-se uma nova calçada com candeeiros de iluminação pública. Separado da aldeia, encontram-se três casas de xisto restauradas que podem ser alugadas para férias ou fins-de-semana.



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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Aldeias da Serra III

As povoações de hoje ficam localizadas no sopé da serra do Açor. Pertencem ao concelho de Arganil e todas elas são banhadas pelo rio Alva.
Digueifel
Barril do Alva
Coja

Secarias


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Aldeias da Serra II

Continuando a partilhar algumas imagens obtidas nos últimos dias, aqui vão mais algumas aldeias da serra do Açor.
Soito da Ruiva (em baixo) e Gramaça (no alto) 
Soito da Ruiva e Sobral Gordo  
Porto Silvado, Vale do Torno e Espinho
Soito da Ruiva e Sobral Magro


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Aldeias da Serra I

Mais uma voltinha pela serra, mais fotos para partilhar.
Moura da Serra, Casarias e Sorgaçosa
Fonte Raiz
Cerdeira sob um denso manto de nevoeiro
Pisão, uma aldeia florida
Coja, princesa do Alva



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