sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Porque É Fim de Semana: Alegria, Pontão de Seladinho e Albergaria

Porque é fim de Semana vamos continuar a percorrer algumas aldeias do concelho Góis. Continuamos o percurso pela freguesia de Góis. Perto de Ponte de Sótão, atravessadas pela EN 314, vamos encontrar mais três povoações. São elas Alegria, Pontão do Seladinho e Albergaria. 
Quem desce a EN 342, vindo da Portela de Góis, a primeira localidade que encontramos chama-se Alegria. 

Continuando a descida encontramos a povoação de Pontão de Seladinho.
Continuando a percorrer a EM 342, passamos em frente a Ponte de Sótão e chegamos a Albergaria.

Já aqui foi referido anteriormente que, nas povoações de Ponte do Sótão e Albergaria existem várias minas do tempo dos romanos, tendo numa delas sido encontrados um esqueleto e uma moeda de ouro do tempo do Imperador César Augustus.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.












quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Vindimas II

Hoje foi dia de esmagar as uvas. O processo foi rápido pois a mecanização facilita muito o trabalho. Neste momento, o mosto está já em repouso a fermentar até o vinho ficar pronto para ser colocado nas cubas.



Este trabalho já nada tem a ver com o que se desenrolava durante a minha meninice, que era muito mais alegre e agitado. A azáfama era grande a carregar as cestas de uvas para as lojas onde os homens  se entre-ajudavam e faziam  grande alarido a  pisar as uvas.
O tempo passou e os costumes mudaram. Perdeu-se o encanto duma das mais genuínas actividades do mundo rural onde o trabalho caminhava de mãos dadas com a amizade e confraternização.
Dessa época resta a  saudade, carregada de doces lembranças de muitos momentos que partilhei com todos os familiares e amigos que já partiram.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.







quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Vindimas

Nas zonas rurais, o fim do Verão e o início do Outono  é a época das colheitas.

As uvas há algum tempo  eram repasto das abelhas e, por essa razão, regressei à  aldeia para ajudar o meu pai na vindima,  uma tradição que ele teima em manter, apesar da idade avançada.
As uvas foram apanhadas e estão prontas para amanhã serem esmagadas.
Esta era uma das actividades agrícolas de que eu mais gostava, pois era desenvolvida num ambiente de  muita alegria e cooperação.
Actualmente, a mecanização a par da desertificação humana contribuíram  para que este trabalho tenha perdido a animação de outrora.
 
 Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ascensor do Lavra

Dos ascensores de Lisboa, faltava escrever sobre o ascensor do Lavra, o primeiro transporte urbano a funcionar com  dois carros, ligados por um cabo subterrâneo, que sobem e descem  em simultâneo através de carris de ferro.
Foi projectado pelo engenheiro Raoul Mesnier du Ponsard e construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, para  fazer a ligação entre o Largo da Anunciada e a Rua Câmara Pestana, pela Calçada do Lavra.
 
Inaugurado a 19 de Abril de 1884, funcionava
utilizando um sistema  hidráulico. Mais tarde, passou a ser movido a vapor, até que, em 1915,  passou a trabalhar movido a  electricidade. 
Em 2002, foi classificado como Monumento Nacional.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Artesanato: Reciclagem

Mais um frasco de salsichas que reciclei. 
Pintei-o, fiz uma découpage e acrescentei um lacinho e algumas flores artificiais.


A imagem seguinte, numa fotografia desfocada, utilizei  uma lata de Nesquik e processo foi semelhante.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Por Que É Fim de Semana: Conhais e Ponte de Sótão

Porque é fim de Semana vamos continuar a percorrer algumas aldeias do concelho Góis. 

Continuamos o percurso pela freguesia de Góis e vamos até Conhais e Ponte de Sótão.

Quem passa na EN 342 e olha para as duas aldeias quase parece ver uma só pois, actualmente, estão praticamente ligadas. No entanto, do lado esquerdo, um pequeno aglomerado de casas forma uma povoação de seu nome Conhais, enquanto o aglomerado maior corresponde a Ponte de Sótão.


Ponte de Sótão é uma povoação muito antiga, onde se pensa ter existido um Castro Lusitano.

A comprovar a antiguidade desta localidade, existem várias minas de ouro romanas entre Ponte de Sótão e Albergaria, onde foram encontrados alguns vestígios dessa era. Os estudos arqueológicos feitos na região levaram à descoberta duma possível estrada militar Romana, que passaria na povoação e que seguiria para a Lomba do Canho, em Arganil.
Em 1912, o político e empresário Francisco Inácio Dias Nogueira fundou, na localidade, a Companhia de Papel de Góis, que viria a desempenhar um papel preponderante  no desenvolvimento tecnológico na região. Para o seu funcionamento,  foi construída a Central Hidroelétrica de Monte Redondo que, para além do fim para que foi construída, proporcionou que Góis fosse dotada de iluminação eléctrica pública, antes  de Coimbra.
Mais tarde, como muitas outras fábricas espalhadas pelo país, fechou e o edifício encontra-se agora ao abandono.
No campo religioso, existe na aldeia uma Capela dedicada a  São Gens, construída em 1969 pelos habitantes da  povoação. Para a capela  foram levadas  imagens  que pertenciam  a uma outra mais antiga, de que se desconhece a data de construção.
 
Existe ainda o Santuário de Nossa Senhora do Rosário do Céu, ou de Nossa Senhora do Pinhal, erguida por volta de  1940, que é alvo de peregrinação todos os anos, em 12 de Maio e 12 de Outubro.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.








quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Hoje a Noite é de Poesia Com Olavo Blac

Velhas Árvores

Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores novas, mais amigas:
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...

O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.

Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem:

Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Olavo Bilac, in "Poesias"


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Ascensor da Glória

Unindo a Baixa com a zona alta de algumas colinas de Lisboa, três ascensores  e um elevador prestam uma ajuda  preciosa aos lisboetas e a todos quantos visitam a capital do país.
Já em tempos aqui escrevi sobre o ascensor da Bica e sobre o elevador de Santa Justa, cabe hoje a vez ao ascensor da Glória.

Inaugurado em 24 de Outubro de 1885, uma ano depois do ascensor do Lavra (o primeiro a funcionar em Lisboa), liga a praça dos Restauradores ao Bairro Alto e é  o mais movimentado da cidade.
Foi construído pelo engenheiro português (de origem francesa) Raoul Mesnier de Ponsard e desde 2002 é Monumento Nacional.
Inicialmente funcionava por contrapeso de água mas, em 1915, passou a funcionar a electricidade. 
Até finais do século XIX, a iluminação dentro da cabine era feita com velas, durante as viagens nocturnas.


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.






sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Alvém, Cimo de Alvém e Ladeiras

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis. 

Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Alvém, Cimo de Alvém e Ladeiras.

 Alvém:

Alvém é uma aldeia muito antiga que se localiza a 1km de Góis, próximo da rota de uma estrada militar romana datada de 200 a.C.. Próximo desta localidade   foram também encontradas peças de cerâmica do período  romano.
Em Alvém existe uma pequena capela  cuja padroeira é Nossa Senhora do Amparo.

Segundo a História oral, a primitiva capela, situada onde agora é o chafariz, terá sido erguida no século XVII, por um emigrante brasileiro, de nome Domingos, ligado a Corterredor (há placa antiga no exterior, deteriorada).
Na década 30 do século XX., foi reconstruída no actual local, por Alberto Braz (consta em placa na fachada exterior) e inaugurada em 1937. Da capela antiga seriam transferidos, entre outros, o campanário, o altar, a arca, os paramentos e os castiçais.Com pequeno púlpito e sacristia lateral.

(in "Góispro - Mediações Imobiliárias, Lda")

Cimo de Alvém:

Subindo a serra, chegamos à aldeia denominada  Cimo de Alvém, onde vamos encontrar uma capelinha em honra  S. Domingos.

Ladeiras:

Mais abaixo, vamos encontrar a aldeia de Ladeiras que, como o nome indica, se encontra rodeada de ladeiras. 

No censo de 1527, foi registada ‘Ladeyras’ onde havia três casas habitadas.

Actualmente, a povoação é atravessada pela EN 2, que liga Góis à Pampilhosa da Serra.

A zona mais antiga da aldeia localiza-se na parte inferior da estrada; a outra é constituída por casas mais recentes.




Obrigada pela sua presença. Volte sempre.







quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Esta Lisboa Que Eu Amo: Chafariz do Rato

No Largo do Rato, encostado ao muro dos jardins do Palácio de Palmela, encontra-se um dos  chafarizes que serviam de água a cidade de Lisboa .
Foi construído em 1753/54, sendo Carlos Mardel o autor deste projecto. 
O chafariz recebia a água, que vinha canalizada directamente do reservatório da  Mãe de Água das Amoreiras, em dois patamares.  As bicas do patamar superior destinava-se às pessoas e o inferior aos  animais.
Este é um dos chafarizes monumentais que se encontram espalhados pela capital do país, que em tempos tiveram importância crucial na vida da cidade e que, hoje em dia, quase passam despercebidos a quem circula perto deles.

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Imagens Que Falam Por Si



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pavê de Abacaxi

2 xícaras (chá) de leite
1 vidro de leite de coco
1 xícara (chá) de açúcar
3 gemas
3 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 lata de abacaxi em calda escorrido (reserve a calda)
1 pacote de biscoito maisena
1 1/2 xícara (chá) de coco fresco ralado


Coloque numa panela o leite com o leite de coco, o açúcar, as gemas e o amido.
Leve ao fogo e cozinhe até engrossar.
Retire do fogo e junte a baunilha, deixe amornar e acrescente o abacaxi picado (reserve duas fatias).

Num refratário com 17 x 27 cm, monte o pavê com os biscoitos levemente passados na calda do abacaxi, o creme e parte do coco.
Cubra com filme plástico e leve à geladeira por quatro horas.

Decore com o coco e o abacaxi restantes e sirva em seguida.





Obrigada pela sua presença. Volte sempre.



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Por Que É Fim de Semana: Bordeiro, Civado e Regateira

Porque é fim de Semana vamos conhecer mais algumas aldeias do concelho Góis.
Continuamos o périplo pela freguesia de Góis e vamos até Bordeiro, Civado e Regateira. 

Bordeiro: 

Bordeiro é uma aldeia situada a pouco mais de cinco quilómetros de Góis, ao longo da estrada que liga a sede de concelho  a Arganil


O lugar é pequeno e o único café é o ponto de encontro das suas gentes.
Na aldeia existe uma capela ligada a uma grande quinta, dedicada a  São Salvador do Mundo, padroeiro da localidade.
 
Civado:
Praticamente ligada a Bordeiro, encontra-se outra pequena localidade,  denominada  Civado.

Regateira:

A pouca distância, a  estrada que liga a Arganil, atravessa mais uma outra localidade: Regateira.

Devido à proximidade, estas três povoações têm  características muito semelhantes, essencialmente rurais e, como em muitas povoações do pinhal interior, a atravessar um período de desertificação humana, em virtude de os seus habitantes terem partido em busca de melhores condições de vida e de novas oportunidades.



Obrigada pela sua presença. Volte sempre.





quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra

A Biblioteca Municipal de Arganil  vai realizar o Encontro de Bibliotecas Municipais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra - V PARTILHAR PARA CRESCER, no próximo dia 23 de Setembro.
Estes Encontros  tiveram o seu início em 2013, numa organização da Biblioteca Municipal de Penacova, a que se seguiram  Cantanhede, Mira e Tábua.
Os Encontros visam a  partilha de  experiências do trabalho das Bibliotecas Municipais, de forma a contribuírem  para a melhoria da inclusão social e da vida profissional de todos os utilizadores e potenciais utilizadores das Bibliotecas Públicas.
 


Obrigada pela sua presença. Volte sempre.