sexta-feira, 30 de maio de 2014

Porque É Fim de Semana: Ponte da Mucela

Continuamos à descoberta da freguesia de S. Martinho da Cortiça com a Ponte da Mucela, uma povoação com origens muito remotas,  comprovada pelos silhares romanos existentes na estrutura da ponte sobre o rio Alva, pertencentes à antiga ponte que fazia parte da estrada romana que ligava Coimbra a Salamanca e pelo  aparecimento de  moedas e medalhas romanas em alicerces de casas.

 
A História cruzou-se com esta povoação pois, em 1811 durante  a terceira invasão francesa, os seus habitantes deram luta aos invasores que  saqueavam, incendiavam e abusavam das mulheres nos locais por onde passavam, deixando a miséria e desolação após a sua passagem. Na Ponte da Mucela  um dos arcos da ponte  foi desmontado dificultando a retirada dos franceses. 
Mais tarde, a Ponte da Mucela foi também vítima da guerra civil em Portugal, entre absolutistas e liberais.
A aldeia é atravessada pelo rio Alva, tendo a ponte a unir as duas margens e os dois concelhos a que pertence : Vila Nova de Poiares e Arganil.


O ex-libris desta localidade é a sua ponte de estilo gótico civil, mandada construir pelo tesoureiro de D. Dinis,  no local onde existiu a original ponte romana. Tem quatro arcos, dois grandes sobre o rio e dois mais pequenos dos lados da aldeia.
A Ponte da Mucela tem a sua festa anual em honra de S. João a  24 de Junho.
 




Fotos da Net


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dia da Espiga

Hoje é quinta feira da Ascensão e também o Dia da Espiga. Este ano foi passado a caminho do Sobral Magro.
 
 
 
 
A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa  que, no passado, era dia santo  e um dos mais guardados pelos católicos.
Este dia comemora a ascensão de Jesus  ao Céu, quarenta  dias após a  Ressurreição.
Paralelamente, celebra-se  o "dia da espiga" ou "quinta feira da espiga". 
Antigamente, logo de manhã, rapazes e raparigas iam para o campo apanhar a "espiga", que consistia em arranjar um ramo com espigas de trigo, ramos de oliveira, rosmaninho, malmequeres, papoilas... Depois, o ramo era guardado em casa até ao ano seguinte.
Embora em alguns locais apareçam pessoas a vender, esta é mais uma das tradições que se está a perder. Além disso, perderam-se a magia de  se tentar obter cada planta com as  próprias mãos e o convívio que havia entre todos aqueles que participavam na sua colheita. 
 
 
 


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Lisboa: Convento do Carmo II

Já em tempos aqui escrevi um pouco da história do Convento do Carmo e referi a existência do Museu de Arqueologia a funcionar  na zona  do convento que resistiu ao terramoto e que corresponde ao corpo principal da igreja e ao coro. 
Ali existem várias peças encontradas em escavações perto da Azambuja que pertenciam a uma fortificação pré-histórica, vários túmulos dos quais se destaca o de D. Fernando I e vários objetos de civilizações que habitaram no país em épocas remotas.
Nunca tinha,  visitado este local, mas no passado Sábado, lá estive  e deixo aqui hoje as imagens  da zona descoberta deste monumento, na impossibilidade de fotografar o seu interior.

  








Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Lisboa: Palácio Foz

O passado Sábado foi mais um dia destinado a conhecer um pouco mais de Lisboa. Desta vez, fui até aos Restauradores para conhecer melhor o Palácio Foz. Quantas vezes passei por ele, sem fazer ideia da  sua história nem das maravilhas que  o seu interior encerra.

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Foto:manoliveira
O Palácio Foz foi inicialmente chamado de Palácio de Castelo Melhor pois foi mandado erigir pelos condes de Castelo Melhor num terreno das hortas "de Valerde" e da "Cera", local onde também foi construído um enorme jardim conhecido como Passeio Público do Rossio que viria a ser destruído para abrir a Avenida da Liberdade.
Durante o terramoto de 1755, o palácio foi destruído e houve necessidade de construir outro.
Em 1889, a sexta marquesa de Castelo Melhor vendeu a propriedade ao comerciante de arte Tristão Guedes Correia de Queiroz Castelo Branco que tinha o título de marquês da Foz que ali iniciou obras de melhoramentos entregando-as aos mais afamados arquitetos da época e recheando-o com o que de melhor existia de mobiliário e peças de arte.

Mais tarde, o marquês entrou em decadência e em 1901, os seus bens foram vendidos em praça pública.  

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Foto: manoliveira

Desde então no Palácio Foz existiram  várias atividades. No rés do chão  funcionou  uma pastelaria denominada Pastelaria Foz, da qual já nada resta e  na cave um restaurante A Abadia do qual ainda subsiste uma parte. É um espaço insólito de arquitetura rebuscada, carregada de elementos decorativos e  onde se podem descortinar alguns elementos da simbologia maçónica.O espaço está dividido em três partes:o “Claustrum”, o “Refectorium” e as “Celas”, pequenas dependências de carácter reservado suspensas sobre o “Claustrum”.


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Foto: manoliveira

Nos anos 20,  funcionou no palácio, um dos mais famosos casinos lisboetas o Maxim's. Durante o Estado Novo foi sede do S.N.I.( Secretariado Nacional de Informação), onde funcionava a Censura  e, atualmente  é ocupado pelo Instituto de Comunicação Social, pelo Museu do Desporto, por um posto de turismo e nas suas instalações decorrem periodicamente eventos culturais gratuitamente abertos ao público.


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Foto: manoliveira


Com a  imponência do passado, existem alguns espaços que podem ser apreciados em visitas guiadas. São eles: o Átrio, o Vestíbulo e Escadaria Nobre, a Galeria, a Sala da Lareira, Sala dos Espelhos, Sala Luís XVI, Galeria dos Bustos, Sala dos Painéis, Sala de Jantar, Biblioteca e Abadia.
Nos nossos dias, o Palácio da Foz é ocupado pelo Instituto de Comunicação Social e por um posto de turismo. - See more at: http://www.historiadeportugal.info/palacio-da-foz/#sthash.ado2zWfZ.dpuf
Sem dúvida, um palácio a vistar. E, aqui tão perto de nós.
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            Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Lisboa em Dia de Final da Champions League

O fim de semana, com final da Champions League, trouxe à cidade de Lisboa uma movimentação que há muito não se via. 
Milhares de adeptos das duas equipas  espanholas, enolvidas nesta competição europeia, inundaram a cidade, dando à capital do país uma animação inusitada. Cânticos e palavras de apoio aos seus clubes eram entoados "alto e bom som", pela massa associativa dos dois clubes, que se concentrava junto aos ecrãs gigantes, situados em diferentes zonas da cidade.

 
O Rossio estava destinado aos adeptos do Real Madrid mas, as esplanadas estavam também repletas de colchoneros cujo local de concentração era no Parque Eduardo VII.

 

Para quem teve, como eu,  que circular naquelas zonas, foi praticamente impossível ficar indiferente a tanta animação e, penso não ter sido a única a sentir-me estrangeira no meu próprio país, tantos eram os espanhóis que circulavam.

 
  
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Porque É Fim de Semana: Sanguinheda

Como é hábito no Açor, salvo algumas exceções, à sexta feira faço uma incursão pela serra do Açor e zonas limítrofes para descobrir e conhecer algo mais acerca das   aldeias da região. 
Num dos últimos posts das sextas feiras, andei no mundo virtual, à descoberta de São Martinho da Cortiça, sede da freguesia que hoje vamos continuar a descobrir na Sanguinheda. 
Esta aldeia já foi  vila e em 1513  el-rei D. Manuel I concedeu-lhe carta de foral, passando a ser sede de concelho, do qual faziam parte alguns lugares que hoje pertencem à freguesia de São Martinho da Cortiça e à freguesia de Carapinha. 



A vila da Sanguinheda localizada à beira da antiga via romana que unia Coimbra a toda a Beira Serra e próxima da estrada que ligava ao Porto da Raiva foi-se desenvolvendo ao longo dos tempos. 
Em 1836, o país foi sujeito a uma reforma administrativa concelhia e o concelho da Sanguinheda foi extinto, passando a povoação a pertencer ao concelho de S. Pedro do Alva (antiga Farinha Podre)e à freguesia de Tábua. Finalmente, em 1855, a Sanguinheda  foi integrada na freguesia de S. Martinho e no concelho de Arganil. 

Do património desta povoação destaca-se a Capela de Nossa Senhora do Rosário, na qual se pode apreciar uma escultura de calcário, da Virgem com o Menino do séc. XVI e o Pelourinho que encontra num dos largos da povoação após o seu fuste ter sido recuperado numa casa,  onde se encontrava a  suportar uma trave. 
Nesta  bela aldeia  pode-se observar também o quotidiano duma povoação rural do interior, bem como outros recantos que merecem uma visita sob um olhar mais atento.


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Pelos Caminhos de Portugal: Braga

Após o almoço deixámos Viana do Castelo a caminho de Braga, a última cidade deste passeio, onde fizemos uma pequena paragem antes do regresso a Lisboa. 

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Esta é uma bela  cidade que não nos foi possível visitar como merece.  Apenas percorremos algumas das suas ruas e visitámos algumas das suas inúmeras igrejas que serviram  de motivação para uma visita futura mais aprofundada. 


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A capital do Minho fica situada no Vale do Cávado e foi fundada pelos romanos com o nome de Bracara Augusta.

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Apesar de ser considerada uma das cidades mais jovens da Europa  é a mais  antiga cidade portuguesa, pois  quando se fundou o reino de Portugal, apenas existia no território uma cidade que era Braga. 
Esta que é    uma das cidades cristãs mais antigas do mundo,  possui um grande número de belas e grandiosas  igrejas espalhadas pela zona histórica, não admirando pois que Braga seja apelidada de Roma portuguesa.

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Por fim despedimo-nos desta cidade para regressarmos a Lisboa, ao fim de um fim de semana onde reinaram  o convívio e a  animação.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quarta-feira, 21 de maio de 2014

Pelos Caminhos de Portugal: Viana do Castelo

O Domingo amanheceu ensolarado e convidativo para um passeio pela cidade e para uma vista à Basílica do Sagrado Coração de Jesus, no monte de Santa Luzia. Foi esse o programa que cumprimos durante a manhã  em Viana do Castelo.
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Viana do Castelo é uma cidade situada a Norte do país, na foz do rio Lima e banhada pelo Oceano Atlântico. É uma cidade tranquila com um vasto património  histórico, paisagístico e cultural onde a etnografia tem um lugar de eleição.

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Subimos o monte  e, chegados ao local, fomos surpreendidos  pela extraordinária paisagem que  se pode desfrutar, uma vista sem igual de toda a região circundante onde mar e rio convivem na perfeição com o vale e as montanhas.

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Entrámos na Basilica construída sobre uma planta em forma de cruz grega, inspirada no Sacré-Coeur de Paris. À entrada, destaca-se, entre as duas portas frontais, uma imagem de Sagrado Coração de Jesus em bronze e no  interior as várias    rosáceas  com vitrais e, na cúpula, pinturas   representando a via-sacra e a Ascensão de Cristo.

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Descemos o monte em direção à cidade e iniciámos uma visita à sua zona histórica. Ali encontrámos vários monumentos dos quais destaco a  Igreja Matriz , os Antigos Paços do Concelho, a Casa da Misericórdia e o Chafariz.

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Passeámos pelas suas bem conservadas ruas e ruelas onde fomos encontrando belas casas senhoriais bem como antigas igrejas como testemunho dum passado com muita história.

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Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





terça-feira, 20 de maio de 2014

Pelos Caminhos de Portugal: Arraial Minhoto

Tal como referi no post de ontem, o destino de fim de semana era Viana do castelo, onde iríamos participar num arraial minhoto na Quinta do Santoínho. E assim foi. Após o alojamento num magnífico ao hotel à beira-mar partimos de novo, rumo a Darque, do outro lado do Lima, onde se situa a quinta. 

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A Quinta do Santoinho é um empreendimento de animação turística reconhecida pelos seus arraiais, onde se promove a divulgação dos usos e costumes minhotos, sendo toda a decoração direccionada para a cultura e tradições da região, usando preferencialmente alfaias agrícolas e outros utensílios de uso comum. 

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A animação musical está a cargo de vários ranchos folclóricos e grupos de música tradicional e a parte gastronómica é também composta de alimentos tipicamente portugueses: Sardinha, broa, frango e bifanas de porco são acompanhados pelo bom vinho da região.
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Para quem  conseguir uma mesa onde se possa apreciar a animação, é um jantar bastante agradável. Para tal, terá que chegar bem cedo e esperar bastante tempo na fila, para ser dos primeiros e poder escolher uma mesa num local agradável e com boa visibilidade para o espetáculo que decorre durante a refeição.
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Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Pelos Caminhos de Portugal: Porto

Para um fim de semana radioso e aprazível, nada melhor que o desfrutar em  agradável companhia, num passeio à descoberta do nosso bonito país. Foi assim que passei o meu, em companhia dos elementos da Universidade Sénior de Odivelas, com os quais já fiz outros passeios e onde sempre me senti em família. 
Desta vez, fomos até ao Norte do país e foi-nos possível, para além de participar num arraial minhoto na Quinta do Santoinho, descobrir belos recantos de algumas cidades do norte do país.
Partimos de Odivelas em direcção ao Porto, fazendo apenas uma paragem para o pequeno almoço. 

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Chegados à Invicta,  dirigimo-nos à Ribeira, onde o almoço nos esperava, passando por algumas das mais emblemáticas pontes da cidade.

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Após o almoço, seguimos para uma visita cultural ao Palácio da Bolsa, ali bem próximo do  local onde tínhamos almoçado.
Este é um edifício notável, mandado construir no século XVIII, por D. Maria II para ser a sede da  Associação Comercial do Porto.
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Atualmente, algumas das suas salas estão abertas ao público, com visitas guiadas e são também  cedidas para os mais diversos eventos da cidade.
Sendo uma visita imperdível, lá fomos até à  sala de audiências do tribunal  onde fomos recebidos   por uma guia, que nos acompanhou e que nos prestou as primeiras informações.
Esta sala foi o local onde, no século XIX, funcionou o  tribunal do comércio e onde eram resolvidos os conflitos surgidos no decorrer desta actividade. O teto e paredes são cobertos por  majestosas pinturas, representando entre outros, ofícios,   vindimas, comércio do vinho no Douro e aspectos ligados à Justiça ao longo dos tempos.  
Atualmente nesta sala já não  se realizam audiências  mas é utilizada em cerimónias de entronização da Confraria do Vinho do Porto.
Saindo da sala de audiências prosseguimos a visita pelos outros salões, todos eles  de estilos arquitectónicos diversos, devido a cada um ter sido projectado por um arquitecto diferente. 
Apesar disso, todos eles são duma beleza e grandiosidade que fizeram com que o Palácio da Bolsa fosse classificado Património Mundial pela Unesco.
A Sala Dourada representa o estilo império. É uma bela sala  com um magnífico teto de estuque coberto de folha de ouro e pavimento feito de madeiras preciosas.
A Sala do Presidente é também ela  magnífica. Sendo a mais  pequena  não deixa de ser igualmente bela podendo, da sua  varanda, desfrutar duma vista espetacular sobre o Porto antigo.
A Sala dos Retratos tem um magnífico soalho de marchetaria onde nos foi dado apreciar a famosa mesa do entalhador  Zeferino José Pinto. Nas paredes, as fotos dos últimos seis reis da dinastia de Bragança completam a decoração.
A Sala das Assembleias Gerais  é o local onde se realiza anualmente a assembleia-geral da Associação Comercial do Porto. É também uma sala grandiosa onde, em vários locais, a pintura no estuque imita, de forma realista, a madeira e o bronze.
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Por fim, visitamos o  Salão Árabe,  a jóia do palácio pela sua imponência e grandiosidade. Esta sala, inspirada  no Palácio de Alhambra em Granada,  foi ricamente decorada para impressionar os representantes dos países com os quais se queriam iniciar relações comerciais, devendo mostrar sinais de opulência e esplendor que não deixassem indiferentes todos aqueles que nos visitavam para negócios.
Visitado o palácio, saímos para a segunda visita, desta vez em Gaia.
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Atravessamos a ponte de D. Luís e seguimos para as Caves Ferreira. 
Ali fomos recebidos e conduzidos pela história destas caves bem como da família que a originou. 

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No final, uma prova de degustação deste precioso vinho, encerrou a visita à qual se seguiu a  viagem, a caminho do nosso destino do dia, Viana do Castelo.

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Rio Lima e Viana do Castelo

 


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Porque É Fim de Semana: S. Martinho da Cortiça

Porque é fim de semana, vamos regressar à serra do Açor e continuar na descoberta de algumas das suas aldeias. Ainda no concelho de Arganil, vamos para a freguesia de S. Martinho da Cortiça.


S. Martinho da Cortiça é uma povoação, sede duma das 18 freguesias do concelho de Arganil.
Atravessada pela estrada da  Beira, foi ponto de passagem obrigatória para o trânsito internacional. O rio Alva, após a construção da barragem das Fronhas, propiciou várias actividades que poderão ter grande influência no desenvolvimento turístico da região.

A freguesia é constituída por 24 aldeias: Ponte da Mucela, Mucelão,Sobreira, Quinta da Cortiça, Cortiça, Cavaleiro, Teixugueira, Carapinhal, São Martinho da Cortiça, Vale de Matouco, Vale de Moinho, Fronhas, Saíl , Fonte Furada, Vale de Espinho, Portela da Urgueira, Urgueira, Pombeiras, Abrunheira, Sanguinheda, Catraia dos Poços, Olival da Mina, Vale de São Martinho e Poços.

Do património de S. Martinho da Cortiça faz parte a Igreja Matriz dedicada a S. Martinho. Construída em grés regional, tem o brasão  dos Cunha de Pombeiro a encimar a porta principal. 

Foto - Panoramio
Entrando na igreja, podem-se  apreciar a capela-mor com um belo retábulo de finais do séc. XVII e duas capelas laterais com retábulos do século XVIII. O púlpito de calcário está assente em duas mísulas, e é marcado com o leão dos Castelo Branco. De realçar também esculturas de calcário de finais do século XVI, que pertenciam à igreja velha, uma imagem da Virgem com o Menino, do séc. XVI-XVII e outra de estilo gótico, representando Santo Bispo, do séc. XVI.



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.




 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

IV Encontro de Folclore


Após o êxito de anos anteriores, o Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva vai organizar no próximo Domingo, dia 18 de Maio, na SFUAP na Cova da Piedade( Almada),  mais um grande Encontro de Folclore.
Estarão presentes, para além do grupo organizador,  grandes grupos e ranchos folclóricos.
O evento terá início às 14h 45m, com um grandioso desfile, com todos os grupos participantes, pelas ruas da Cova da Piedade.
Será, certamente, mais um sucesso como tem acontecido em todas as iniciativas em que o G. D. C.  de Soito da Ruiva se tem envolvido.






Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







quarta-feira, 14 de maio de 2014

Exposição em Arganil


A Câmara Municipal de Arganil, vai  realizar uma Exposição  subordinada ao tema  " Os Forais e a História do Municipalismo" que
decorrerá no átrio dos Paços do Município, a partir do próximo dia 16 de Maio, pelas 16 h, até ao dia 30 de Junho.




Obrigada pela sua visita. Volte sempre.



terça-feira, 13 de maio de 2014

Imagens Falam Por Si I

Palavras para quê, se as imagens falam por si.

 
Fraga da Pena

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





segunda-feira, 12 de maio de 2014

Fraga da Pena

Fraga da Pena 
Entre as aldeias dos Pardieiros e da Benfeita, situa-se um dos mais belos e idílicos recantos da serra do Açor, a belíssima cascata da Fraga da Pena.



Este local paradisíaco está inserido na Área Protegida da Serra do Açor e é formado por uma cascata de água cristalina que se despenha de mais de vinte metros de altura, formando uma pequena lagoa e duma magnífica zona envolvente repleta de denso arvoredo.
  
Este é um espaço privilegiado pela natureza onde o murmúrio das águas e o canto dos passarinhos dão uma sensação de paz e tranquilidade a quem o visita.
  
Quem apreciar um banho bem frio, pode aproveitar a lagoa mas, para mim, o melhor é explorar a encosta que ladeia a cascata, subindo a íngreme escadaria, de acesso ao moinho ou ficar sentada num dos bancos a contemplar a paisagem envolvente. 


Obrigada pela sua visita. Volte sempre.