sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porque é Fim de Semana: Vila Cova do Alva

Vamos partir à descoberta de mais uma freguesia da serra do Açor, ainda dentro do concelho de Arganil e vamos diretamente para Vila Cova do Alva.
Para além  de Vila Cova de Alva, da freguesia faziam também parte as aldeias de  Casal de São João e Vinhó mas, este ano, no âmbito da reforma administrativa nacional, passou a integrar também a extinta freguesia de Anseriz, formando a União das Freguesias de Vila Cova do Alva e Anseriz.
Esta localidade denominava-se inicialmente  Vila Cova de Sub-Avô e, só em 25 de Julho de 1924,  passou a designar-se por Vila Cova do Alva. Situa-se na margem esquerda do rio Alva, a 19km da sede de concelho, Arganil. Foi vila e sede de concelho até 1836, com priorado, sendo donatários os bispos de Coimbra e condes de Arganil e guarda, até aos dias de hoje, edifícios religiosos e solarengos testemunhos dum passado influente na região.
Caminhando pela aldeia, podemos apreciar alguns destes monumentos  como são os casos do   Solar dos Condes da Guarda, o Solar Abreu Mesquita, o edifício dos Osórios Cabrais, a rua Quinhentista, o Pelourinho do Século XVI, a igreja matriz, igreja da Misericórdia, igreja do convento de Santo António,...

Vila Cova do Alva photo VCova-1.jpg

A paisagem envolvente  da aldeia convida a caminhadas e merece uma observação atenta. Ao fundo da povoação, o rio oferece aos turistas a beleza das suas margens as suas águas frescas e límpidas.


 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Flores, Flores e Mais Flores...

As festas regionais aproximam-se e o Sobral Magro vai estar engalanado com lindas e coloridas flores nascidas das mãos das senhoras da aldeia.
Para o efeito, têm-se realizado alguns encontros onde têm sido debatidos vários assuntos acerca da decoração das ruas, enquanto as flores vão tomando forma. São aos milhares, de diversas formas e cores. 
O último encontro realizou-se no passado Sábado e dele são as fotografias que se seguem.

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Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Feira das Freguesias

Arganil - Feira das Freguesias photo FFreguesias1_zps3ad7585a.jpg

Nos próximos dias 7, 8 e 9 de Junho, vai realizar-se em Arganil a tradicional  Feira das Freguesias.

Mais uma vez, o Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva estará presente  representando a freguesia de Pomares,

No domingo, dia 9, o  Grupo realizará uma excursão com partida da Cova da Piedade, para quem quiser  visitar a feira.

O programa é o seguinte:

07H30 – Saída do Centro Sul (Estacionamento antigo Pão de Açúcar) – Almada
08h00 – Saída de Santa Iria da Azóia (Junto Pastelaria Miradouro)
12h00 – Almoço em Arganil – Tasquinha da Freguesia de Pomares – Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva (Migas de Bacalhau / Lombo de Porco Assado – Bebidas e sobremesas incluídas).
18h30 – Lanche
19h30 – Regresso a Almada (Via Santa Iria da Azóia)
Durante a tarde animação com vários grupos culturais de Arganil, entre eles:
Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva
Grupo Etnográfico Raízes de Sobral Gordo
Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
União Recreativa e Musical Pomarense
O preço por pessoa será de 20 € ( Transporte e refeições)
As Inscrições podem ser feitas para os seguintes contactos:
Teresa Neves – 963949800 
Minimercado O REPOLHO – Cova da Piedade – Adelina Niz – 915676234
Pastelaria O MIRADOURO – Santa Iria da Azóia – Carlos Grácio – 934832482

 





 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sábado, 25 de maio de 2013

Porque é Fim de Semana: Freguesia de Coja

À Descoberta da freguesia de Coja, vamos conhecer mais algumas aldeias. Todas com as mesmas caraterísticas e semelhantes a muitas  outras da região.

Casal Mourão:

Machorro:


Machorro photo Machorro.jpg


Medas:







Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Os Melros do Meu Quintal


O quintal da minha casa é habitado por  uma grande variedade de aves. Uns vêm beber ou  tomar no pequeno lago do jardim, outros vêm comer os restos de comida da cadela, mas os que me fazem perder mais tempo são os melros. São vários o casais que fazem os seus ninhos nas árvores. Este ano, um deles veio-o fazer  mesmo em frente à janela da cozinha, numa  laranjeira.
Muitas são as vezes que me perco a observar esta pequena mas laboriosa família, que se rende na tarefa de fazer o seu ninho e de chocar os seus ovinhos.  Fico fascinada e, muitas vezes, deixo  o estou a fazer para  poder admirar a sua azáfama.
Hoje, não resisti e aproximei-me, máquina fotográfica em punho mas, assim que me viram, fugiram. Receosa que enjeitassem os ovos, afastei-me, deixando-os à vontade.
De novo no interior de casa, pude observar o regresso  da fêmea ao ninho, enquanto o macho  saltitarva na  sebe soltando alegres trinados.
Desta vez, só consegui fotografar o ninho mas, não resisto a partilhar as fotos que obtive há anos, num outro  ninho.














 



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Acordar de Álvaro de Campos


Lisboa - Candeeiro photo P9290136-1.jpg

 

Acordar da cidade de Lisboa, mais tarde do que as outras,
Acordar da rua do Ouro
Acordar do Rossio, às portas dos cafés,
Acordar
E no meio de tudo a gare, a gare que nunca dorme
Como um coração que tem que pulsar através da vigília e do sono.
Toda a manhã que raia, raia sempre no mesmo lugar,
Não há manhãs sobre cidades, ou manhãs sobre o campo
À hora em que o dia raia, em que a luz estremece a erguer-se
Todos os lugares são o mesmo lugar, todas as terras são a mesma,
E é eterna e de todos os lugares a frescura que sobe por tudo
E (...)
Uma espiritualidade feita com a nossa própria carne.
Um alívio de viver de que o nosso corpo partilha,
Um entusiasmo por o dia que vai vir, uma alegria por o que pode
acontecer de bom,
São os sentimentos que nascem de estar olhando para a madrugada,
Seja ela a leve senhora dos cumes dos montes,
Seja ela a invasora lenta das ruas das cidades que vão leste-oeste,
Seja (...)
A mulher que chora baixinho
Entre o ruído da multidão em vivas...
O vendedor de ruas, que tem um pregão esquisito,
Cheio de individualidade para quem repara...
O arcanjo isolado, escultura numa catedral,
Syringe fugindo aos braços estendidos de Pã,
Tudo isto tende para o mesmo centro,
Busca encontrar-se e fundir-se
Na minha alma.
Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas.
Para aumentar com isso a minha personalidade.
Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras —
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.
Dá-me lírios, lírios
E rosas também.

 

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa)

Livro de Versos





 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Bolo de Noz com Creme de Ovos



Ingredientes:

200 gr de açúcar amarelo (usei mascavado claro)
200 gr de nozes picadas finamente
100 gr de farinha com fermento
7 ovos
150 gr de manteiga amolecida
1 pitada de canela
Recheio:
5 gemas
1,5 dl de água
5 colheres de sopa de açúcar
uma colher de chá de manteiga
Preparação:

Para fazer o bolo mistura-se a manteiga com o açúcar. Em seguida adicionam-se as gemas e bate-se muito bem. Depois incorpora-se o miolo de noz, a farinha aos poucos e a pitada de canela.Em seguida batem-se as claras em castelo e misturam-se com cuidado no preparado anterior. Forra-se o fundo de uma forma sem buraco com papel vegetal, unta-se muito bem com manteiga e polvilha-se com farinha. Vai ao forno pré-aquecido a 180ºc cerca de 45 minutos ou até verificar com um palito que está cozido. Desenforma-se e deixa-se arrefecer.
Para o recheio mistura-se numa caçarola a água com o açúcar, as gemas batidas e a manteiga. Leva-se ao lume brando e mexe-se sempre até engrossar um pouco, Retira-se do lume e continua-se a mexer até obter um creme. Corta-se o bolo ao meio e recheia-se com o creme. Polvilha-se com açúcar em pó.



Fonte: http://www.alquimiadostachos.com
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Aldeias homónimas: Balocas

Continuando na descoberta de aldeias com nomes iguais a localidades da serra do Açor, temos hoje Balocas, aldeia do concelho de Seia.
 

 
É uma pequena aldeia rica em beleza e na qualidade das gentes. Localiza-se no extremo Norte da Serra do Açor paredes meias com o Parque Natural da Serra da Estrela.
A origem desta aldeia serrana remonta ao século XVII como comprovam os registos históricos, no entanto é provável que já anteriormente fosse ocupada sazonalmente por comunidades de pastores.
Outrora toda a área envolvente a Balocas fora coberta por vastas florestas de caducifólias, comuns aquelas que cobririam as serras da Cordilheira Central. Como o processo de humanização da paisagem, a densa floresta autóctone deu lugar a clareiras onde se praticava a pastorícia e o cultivo de centeio. No período de ocupação romana foi introduzido o castanheiro (castanea sativa), arvore que desde há muito se encontra presente nas encostas de Balocas, como se pode comprovar pelos seculares castanheiros ainda existentes. Durante o século XX as comunidades silvo pastoris de Balocas e da Região da Beira Serra viram as suas pastagens, então muito degradada, serem substituídas pela monocultura do pinheiro bravo (pinus pinaster). Hoje também este já rareia fruto da nefasta acção dos fogos de Verão.
Muito peculiar é a forma como as encostas apresentam uma paisagem humanizada com os seus inúmeros socalcos agrícolas e casas de xisto , algumas das quais expondo já o abandono que a desertificação do interior acarreta, mas reflectindo ainda um estilo de vida ancestral de plena cumplicidade com a natureza.
 
 

Existe, não muito longe, no concelho de Tábua,  uma outra aldeia com o mesmo nome.
 


Fonte e Fotos: http://uniao-balocas.com/balocas


 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Há Festa no Colcurinho

Na  serra do Açor, no  Monte do Colcurinho, vai-se realizar  no próximo Domingo, uma das suas festas mais antigas da região, em honra de Nossa Senhora das Necessidades.
Nesta festa, comemora-se  o aparecimento de Nossa Senhora   a uns pastorinhos que por ali andavam com os seus rebanhos. Nesse local, foi construída uma capelinha em honra de Nª Sª das Preces que por dificuldade de acesso e de manutenção acabou por ruir. Conta-se que a imagem foi mudada para o Vale de Maceira onde foi construído um grandioso santuário, que passou a ser palco de grandes romarias, onde afluíam peregrinos dos mais diversos locais do país.
Mais tarde, no monte do Colcurinho, no local da aparição, foi construída de novo uma outra capelinha em louvor à Virgem, agora com o nome de Nª Sª das Necessidades.




Capela de N photo P8070082.jpg



 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.


 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Linguagem da Minha Aldeia - P

Continuando o tema iniciado em: Linguagem da Minha Aldeia,  hoje vêm as palavras começadas com:
P

Paleio - conversa
Palanquim - saliência junto a uma janela que foi rasgada até baixo fazendo porta com pavimento normalmente de granito e cercado de ferro forjado de vários efeitos decorativos, varanda.
Palheira – pequena casa de dois andares, onde se guardavam as colheitas e alfaias agrícolas (1º andar) e cujo rés do chão servia de habitação dos animais.
Pão-leve -  Pão-de-ló
Papejar -  Diz-se da chama do candeeiro a petróleo ou da candeia quando não quer atear o pavio e fica intermitente
Passarinha - O mesmo que baço
Paveia - molho pequeno
Peçonha- veneno
Pedives -  pevides
Peixe-cabeçudo - girino
Péla - frigideira
Penca - nariz grande
Perdigotos - gotas de saliva que saem da boca quando se espirra ou se fala.
Pernão - ímpar.
Persinar - persignar, sinal da cruz na testa, boca e peito
Peste - Raio
Pila - galinha; interjeição usada no chamamento das galinhas.
Pilheira -  sítio onde se depositava as cinzas da lareira, um pouco por trás da fogueira
Pintor (uvas) – cor de amadurecer
Piretas – candeeiro a petróleo
Pisco – pessoa que come pouco
Pita - franga
Pito - frango
Pito-calçudo - mal vestido
Pitról - petróleo
Poça - pequena represa para juntar a água de um pequeno nascente
Postigo - janela pequenina
Pragana – espécie de casca de cereal
Prentar -  pôr
Purga - Vinho azedo ou de má qualidade, mixórdia
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Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







quarta-feira, 15 de maio de 2013

V Feira Medieval de Arganil

O Verão aproxima-se e, um pouco por toda a serra, os seus habitantes vão preparando  as suas festas.
Durante os próximos dias, Arganil vai oferecer aos seus naturais e visitantes, um evento que, não sendo uma festa regional,  dará à vila uma animação inusitada.Será a sua V Feira Medieval, que terá início já amanhã.
 
Eis o PROGRAMA
 
 
16 de MAIO (5ª Feira)
10h00 - Anúncio e divulgação das temáticas e atividades para os dias seguintes pela Fanfarra da Escola (alunos do 2º e 3º Ciclos) no recinto da feira.
Arruada musical ao cair da noite, no centro histórico de Arganil

17 de MAIO (sexta-feira)
11h00 - Desfile de todos os alunos e professores vestidos à época
12h00 - Divisão do reino em comarcas
14h00 - Teatrealização do Milagre das Rosas
14h30 - Dança do Robin dos Bosques (EB1 de Sarzedo)e Dança da Padeira de Aljubarrota (EB1 de Arganil)
15h00 - Danças Medievais e Acrobacias  
15h30 - "As Medievalíadas" - Mancebos de Fronteira defrontam Mancebos de Arganil emprovas de destreza e perícia.
16h00 - Convocação de dez homens bons de Pombeiro para, uma vez ajuramentados, redigirem os novos termos do Foral a outorgar por El Rei D. Manuel I
17h00 - Torneio de armas apeado em preito de vassalagem ao Rei
20h00 - Agasalho aos romeiros e peregrinos de S. Tiago de Compostela
22h00 - Visita do Juíz da Comarca para julgar o pleito entre um mercador sefardita e um sapateiro de Arganil
 
18 de MAIO (sábado)
12h00 - Notícias sobre relatos da expedição de Serpa Pinto e Roberto Ivens da Costa à Contra-Costa, o Mapa Cor de Rosa e o Ultimato Inglês
15h00 - Circo das Mil Maravilhas
17h00 - "A Portuguesa" nas revoltas populares
18h00 - Duelo de Honra entre um monárquico e um republicano
19h00 - Jogo de futebol entre solteiros e "mal casados"
20h00 - Recrutamento de mancebos para defender as colónias e partida dos moços para África
21h00 - Visita D'El Rei D. Carlos
22h00 - Danças e Cantares ao desafio
ANIMAÇÃO de RANCHOS FOLCLÓRICOS do CONCELHO!


 
 
Foto: Vem aí a 5ª edição da FEIRA MEDIEVAL!
Dias 17 e 18 de Maio
 



Obrigada pela sua visita. Volte sempre.







terça-feira, 14 de maio de 2013

IIIº ENCONTRO DE FOLCLORE DO GDC SOITO DA RUIVA


 O Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva vai realizar no próximo dia 19 de Maio, nas instalações da SFUAP, na Cova da Piedade,  o seu IIIº Encontro de Folclore .
 O Programa é o seguinte:
 

 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre

 






segunda-feira, 13 de maio de 2013

13 de Maio - Dia de Nª Sª de Fátima

Em dia de Nª Sª de Fátima, dois temas dedicados a Nossa Senhora.
 
 





 
 
Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





sexta-feira, 10 de maio de 2013

Porque é Fim de Semana

Prossigo a divulgação das aldeias da serra do Açor, continuando na freguesia de Coja, do  Concelho de  Arganil.
Hoje cabe a vez a mais algumas  aldeias cuja população tem vindo a diminuir e que os poucos habitantes pertencem a uma faixa etária envelhecida.

Salgueiral

SalgueiralFace

Peitalva

Peitalva
 

Pai Espada

PaiEspada
 
 Machorro
 
Machorro1

Fotos da Net
 
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

 
 
O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa vai participar no próximo sábado, dia 11 de Maio, pelas 21h 30 m, num festival de folclore em Recardães (Águeda).
Este  festival experimentalista do folclore conta, para além da dança, com a apresentação projetos diferentes, a cargo de três grupos:
- Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - "Do erguer à deita, do sacho ao bailo"
- Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da lage - "Vida saloia"
- Associação Etnográfica Os Serranos - "Estopa, Linho, Lã"
No final da apresentação de cada projeto, haverá um período de debate com o público, de cerca de 15 minutos.  Esta iniciativa também  contará com espectáculos de multimédia e produção técnica de som e luz.



 

Obrigada pela sua visita. Volte sempre.





quarta-feira, 8 de maio de 2013

Encontro de Grupos Corais em Fernão Ferro

Hoje, o meu tio, irmão mais novo do meu pai, esteve na Associação de Reformados de Fernão Ferro para atuar com o grupo coral da freguesia onde habita. Atuou também o grupo coral da minha freguesia, Fernão Ferro.
O espetáculo foi bastante agradável e os dois grupos deram o seu melhor.
No final, cantaram em conjunto o seguinte tema de música alentejana:
 

                        




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terça-feira, 7 de maio de 2013

Benfeita Comemora o Final da II Guerra Mundial


Foi há 68 anos, por volta das duas horas da tarde, do dia 7 de Maio de 1945, que um funcionário duma empresa inglesa, telefonou para a sua esposa, residente na  Benfeita e lhe deu a notícia do armistício, ainda antes de haver conhecimento do acontecimento na capital do país.
Celebrando o final da II Guerra Mundial, foi construída nesta aldeia, uma torre de xisto com 11 metros de altura,  cujo sino, o Sino da Paz,  todos os anos comemorasse esta data, com 1620 badaladas, correspondentes ao número de dias em que Salazar  manteve o nosso país neutral durante esta guerra.
A torre,  inicialmente denominada por Torre de Salazar, passou mais tarde a ser conhecida por Torre da Paz.





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segunda-feira, 6 de maio de 2013

As Aldeias - Poesia de Gomes Leal


 
 
Eu gosto das aldeias sossegadas,
com o seu aspecto calmo e pastoril,
erguidas nas colinas azuladas,
mais frescas que as manhãs finas de Abril.

Pelas tardes das eiras, como eu gosto
de sentir a sua vida activa e sã!
Vê-las na luz dolente do sol-posto,
e nas suaves tintas da manhã!...

As crianças do campo, ao amoroso
calor do dia, folgam seminuas,
e exala-se um sabor misterioso
de agreste solidão das suas ruas.

Alegram as paisagens as crianças
mais cheias de murmúrios do que um ninho:
e elevam-nos às coisas simples, mansas,
ao fundo, as brancas velas dum moinho.

Pelas noites de Estio, ouvem-se os ralos
zunirem nas suas notas sibilantes...
E mistura-se o uivar dos cães distantes
com o cântico metálico dos galos.


 



 photo SobralMagro-FozdaMouriacutesia1.jpg


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